"Caso você ainda não pratique algum esporte, saiba que
são inúmeros os benefícios: desenvolvimento pessoal,
diversão, interação social, saúde, bem-estar, melhorar o
desempenho em determinada atividade, manter a forma física etc. Sobre as diferentes modalidades, em esportes
coletivos, a competitividade interna e externa pode criar
pressões adicionais, exigindo habilidades de gestão de
estresse e resiliência. O comprometimento constante
com os horários de equipe também pode ser desafiador.
Nos esportes individuais, a solidão durante o treinamento
exige uma motivação intrínseca significativa, e a
ausência de um grupo para compartilhar vitórias e
derrotas pode ser um obstáculo emocional".
[Disponível em:
https://www.elase.com.br/blog/esportes-coletivos-ou-individuais-qual-e-o-melhor-para-voce/. Acesso: 24/10/2024].
Assinale a alternativa que apresenta corretamente um
exemplo de esporte individual.
A charge, do Cartunista Ricardo Ferraz, apresenta uma
crítica às questões do dia a dia e demonstra que a
inclusão deve ocorrer de maneira eficiente e não apenas
burocrática. Nas aulas de Educação Física, o professor
que trabalha numa perspectiva inclusiva, deve:
I-Considerar as necessidades, especificidades,
características sociais, culturais, étnicas, falas e
habilidades de todos os alunos.
II-Planejar suas atividades de ensino de forma a atender
às necessidades individuais dos alunos e proporcionar
um ambiente escolar de respeito, intolerância e
cooperação.
III-Valorizar a diferença que cada indivíduo traz consigo
e envolver a diversidade em todas as práticas educativas
e sociais, promovendo assim o companheirismo e as
boas relações entre os alunos e toda a comunidade escolar.
"De acordo com a Confederação Brasileira da
modalidade, o atletismo tem suas bases em movimentos
naturais do ser humano: correr, saltar e lançar. Nesse
sentido, o esporte envolve corridas, saltos em distância
(vertical e horizontal) e lançamentos de pesos. Pelo seu
caráter multiesportivo, os treinos do atletismo servem
como base para outros desportos, contribuindo para o
desenvolvimento muscular e para o condicionamento
físico de diferentes categorias de atletas".
[Disponível em:
https://esportealternativo.com.br/atletismo/entenda-como
-fundamentos-do-atletismo-podem-ser-utilizados-em-trein
os-de-outros-esportes.html. Acesso: 24/10/2024].
No atletismo, as corridas com barreiras se subdividem,
levando em consideração as distâncias, em provas de:
A dança, para o Coletivo de Autores (1992), é considerada
uma expressão representativa de diversos aspectos da vida do
homem. Pode ser considerada como linguagem social que permite
a transmissão de sentimentos e emoções, da afetividade vivida
nas esferas da religiosidade, do trabalho, dos costumes, hábitos,
da saúde, da guerra, entre outros. Sobre o ensino da dança, na
Educação Física escolar, os autores sugerem, em relação ao
desenvolvimento técnico, a abordagem dos fundamentos:
Historicamente, no contexto da Educação Física escolar, a
avaliação tem assumido como base o paradigma docimológico
clássico, em que as preocupações principais têm recaído nos
métodos e técnicas usadas, criando-se testes, materiais e
sistemas, estabelecendo-se critérios com fins classificatórios e
seletivos. No entanto, o Coletivo de Autores (1992) defende que
a avaliação nesses moldes consolida, através dos instrumentos e
medidas, a legitimação do fracasso, a discriminação, a evasão e
expulsão dos alunos, principalmente daqueles oriundos da classe
trabalhadora. Na concepção do Coletivo de Autores, a avaliação
deve considerar:
Ao aprofundar-se nas reflexões sobre o conceito de cultura
corporal, em sua obra denominada “Cultura corporal na escola:
tarefas da educação física”, Micheli Ortega Escobar (1995, p. 94)
destaca que o acervo de atividades expressivo-comunicativas
envolve uma série de sentidos e significados complexos,
porque “essas atividades foram construídas em determinadas
épocas históricas como respostas a determinadas necessidades
humanas”. Nesse sentido, para a autora:
As brincadeiras têm sido compreendidas sob diversas óticas
no contexto das pesquisas em Educação e Educação Física. Por
exemplo, em sua obra de título “Jogo, brinquedo, brincadeira e
a educação”, Kishimoto (1996) destaca que as brincadeiras,
diferente dos jogos, apresentam a ausência de um conjunto de
regras e permitem a representação de imagens que resgatam aspectos da realidade. Ao elencar algumas das possibilidades que as brincadeiras assumem, a autora conceitua a brincadeiras
tradicionais como produções de certos povos em determinados
períodos históricos. Nesse sentido, conforme Kishimoto (1996),
as brincadeiras:
Ao discorrer sobre a Educação Física escolar, partindo de
uma abordagem sociocultural, José Sergio Pérez Gallardo (2010)
busca contribuir com o conceito de cultura corporal, versando
sobre o conjunto de manifestações entendidas como patrimônio
cultural para a comunidade em que a escola está situada. A esse
conjunto de manifestações o referido autor nomeia:
Desde a década de 1980, a cultura corporal vem destacando-se enquanto objeto de estudo da Educação Física escolar.
Lançado pelo Coletivo de Autores em 1992, o livro “Metodologia
do ensino de Educação Física” representou um marco ao pontuar
o compromisso da Educação Física escolar com a reflexão sobre
o acervo das formas de representações simbólicas produzidas no
decorrer da história humana. Nesse sentido, conforme os autores
discorrem na referida obra, integram o acervo da cultura corporal
e, portanto, são o conteúdo da Educação Física escolar:
Com inspiração nas teorias pós-críticas do currículo, o
chamado currículo cultural, culturalmente orientado ou tão
somente Educação Física cultural, de acordo com Nunes (2023),
tematiza a ocorrência social das práticas corporais, entendidas
como textos produzidos pela linguagem corporal. Nada mais que
artefatos culturais cujos signos revelam marcas sociais de classe,
etnia, gênero, orientação sexual e religião. O currículo cultural da
Educação Física estabelece procedimentos didáticos específicos,
que tem por objetivo organizar as atividades de ensino:
mapeamento, tematização, etnografia das práticas corporais,
problematização, vivência e ressignificação, aprofundamento,
ampliação, registro e avaliação. Para Nunes (2023), mapear
significa: