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Sobre as diretrizes preconizadas na Portaria nº 2.095/2013 – Protocolo de segurança na prescrição, uso e administração de medicamentos, é correto afirmar que:
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O Protocolo de segurança na prescrição, uso e administração de medicamentos – Portaria MS nº 2.095/2013 recomenda a adoção de determinadas práticas para reduzir erros humanos na administração de medicamentos. Sobre essas práticas, assinale a alternativa incorreta.
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Sobre as disposições constantes no “Protocolo de segurança na prescrição, uso e administração de medicamentos”, aprovado pela Portaria nº 2.095/ 2013 do Ministério da Saúde, assinale a alternativa correta.
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Sobre trabalho em equipe e interdisciplinaridade, assinale a alternativa correta:
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I. A via intramuscular no músculo vasto lateral da coxa é indicada para medicamentos irritantes e de absorção lenta, permitindo volumes de até 4 mL em adultos, com inserção da agulha em ângulo de 90 graus; as diretrizes atuais da OMS não recomendam a aspiração prévia como etapa obrigatória nas aplicações intramusculares em sítios de baixa vascularização, como vasto lateral e deltoide.
II. A via subcutânea é indicada para medicamentos de absorção gradual como insulina e heparina, permitindo volumes de até 1,5 mL por aplicação em adultos, sendo os sítios recomendados o abdome periumbilical (respeitando 5 cm ao redor do umbigo), a face anterior e lateral da coxa, a face posterior do braço e a região escapular, com rodízio sistemático dos locais de aplicação.
III. A via intravenosa em bolus requer antissepsia com álcool 70% em movimento único e unidirecional, confirmação do posicionamento do cateter por refluxo sanguíneo, administração lenta do fármaco conforme prescrição e lavagem do acesso com solução fisiológica 0,9% ao término da administração para reduzir o risco de flebite química e assegurar a infusão completa do medicamento.
IV. A técnica segura de administração de medicamentos injetáveis inclui higienização das mãos antes e após o procedimento, uso de luvas de procedimento não estéreis nas vias periféricas de rotina (IM, SC e IV em acesso já estabelecido), limpeza de ampolas e frascos com álcool 70% antes do preparo e descarte imediato de perfurocortantes em coletor rígido sem reencape da agulha.
Assinale a alternativa CORRETA:
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I. A sequência de atendimento em parada cardiorrespiratória (PCR) para profissionais de saúde segue o algoritmo C-A-B (Circulação-Abertura de vias aéreas-Ventilação), iniciando imediatamente as compressões torácicas de alta qualidade antes da ventilação, com profundidade de 5 a 6 centímetros em adultos, frequência de 100 a 120 compressões por minuto, e relação compressão-ventilação de 30:2 quando houver um socorrista
II. As compressões torácicas de alta qualidade em adultos devem ser realizadas no terço inferior do esterno (centro do tórax entre os mamilos), com retorno completo do tórax entre as compressões, mínima interrupção das compressões (não superior a 10 segundos), profundidade adequada de 5 a 6 cm, frequência de 100 a 120 compressões por minuto, e revezamento do socorrista que realiza as compressões a cada 5 minutos para evitar fadiga.
III. O uso do Desfibrilador Externo Automático (DEA) deve ser priorizado assim que disponível, sendo indicado ligar o equipamento, posicionar as pás adesivas conforme orientação do aparelho, afastar-se do paciente durante análise do ritmo e choque, e retomar imediatamente as compressões torácicas após o choque sem verificar pulso ou ritmo, mantendo o ciclo de RCP por 2 minutos até nova análise pelo DEA.
IV. A ventilação com bolsa-válvula-máscara (AMBU) deve ser realizada com oxigênio suplementar a 15 L/min, sendo cada ventilação aplicada em 1 segundo com volume suficiente para produzir elevação visível do tórax, evitando hiperventilação que pode causar distensão gástrica, diminuição do retorno venoso e redução da perfusão coronariana e cerebral durante a RCP.
Assinale a alternativa CORRETA:
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