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“Seria conveniente observar que o ceticismo, como filosofia,
não é simplesmente dúvida, mas o que se pode chamar dúvida
dogmática. O homem de ciência diz: ‘Penso que isto é assim e
assim, mas não tenho certeza’. O homem de curiosidade
intelectual diz: ‘Não sei como é, mas espero descobrir’. O filósofo
cético diz: ‘Ninguém sabe, e ninguém poderá jamais saber’”.
RUSSEL, Bertrand. História da filosofia ocidental – livro primeiro. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 1957.
Diante da diferenciação apresentada por Russell, caracteriza-se como um princípio cético:
RUSSEL, Bertrand. História da filosofia ocidental – livro primeiro. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 1957.
Diante da diferenciação apresentada por Russell, caracteriza-se como um princípio cético:
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“A filosofia não é como a física. Na física, há um amplo corpo
de verdades estabelecidas que os iniciantes têm de dominar. Na
filosofia, em contraste, tudo é controverso. Algumas das
questões fundamentais ainda estão em disputa. A filosofia é do
início ao fim um exercício de razão. Nós devemos abraçar as
ideias que são mais bem apoiadas pelos argumentos”.
RACHELS, James; RACHELS, Stuart. Os elementos da filosofia moral. Porto Alegre: AMGH, 2013. Adaptado.
Com base no excerto, a natureza do filosofar está relacionada
RACHELS, James; RACHELS, Stuart. Os elementos da filosofia moral. Porto Alegre: AMGH, 2013. Adaptado.
Com base no excerto, a natureza do filosofar está relacionada
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“Os ‘positivistas lógicos’ [...] eram chamados assim porque
[...] eram vistos como parte de uma linha de comentários da
ciência que enfatizava o conhecimento científico como o
supremo [...], a mais autêntica forma de conhecimento, obtido
por meio do apoio positivo dado às teorias pelas observações
através do método científico”.
FRENCH, Steven. Ciência: conceitos-chave em filosofia. Porto Alegre: Artmed, 2009.
O grupo mencionado no excerto tinha por objetivo o desenvolvimento de uma filosofia que
FRENCH, Steven. Ciência: conceitos-chave em filosofia. Porto Alegre: Artmed, 2009.
O grupo mencionado no excerto tinha por objetivo o desenvolvimento de uma filosofia que
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“A cultura – feita em série, industrialmente, para o grande
número – passa a ser vista não como instrumento de livre
expressão [...], mas como produto trocável por dinheiro e que
deve ser consumido como se consome qualquer outra coisa. E
produto feito de acordo com as normas gerais em vigor: produto
padronizado, como uma espécie de kit para montar, um tipo de
pré-confecção feito para atender necessidades e gostos médios
de um público que não tem tempo de questionar o que
consome”.
COELHO, Teixeira. O que é indústria cultural. São Paulo: Brasiliense, 2001.
No excerto, a crítica à indústria cultural implica, para a dinâmica do indivíduo em sociedade, a ocorrência de:
COELHO, Teixeira. O que é indústria cultural. São Paulo: Brasiliense, 2001.
No excerto, a crítica à indústria cultural implica, para a dinâmica do indivíduo em sociedade, a ocorrência de:
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Pode-se provar a existência de Deus por cinco vias. À primeira
[...] parte do movimento. Nossos sentidos atestam, com toda a
certeza, que neste mundo algumas coisas se movem. Ora, tudo o
que se move é movido por outro. [...] Assim, se o que move é
também movido, o é necessariamente por outro, e este por outro
ainda. Ora, não se pode continuar até o infinito [...]. É então
necessário chegar a um primeiro motor, não movido por nenhum
outro, e este, todos entendem: é Deus.
TOMÁS DE AQUINO. Suma Teológica. Vol. 1. 9. ed. São Paulo: Edições Loyola, 2009.
Na primeira via, Tomás de Aquino explica o movimento com base em um princípio da filosofia clássica, qual seja:
TOMÁS DE AQUINO. Suma Teológica. Vol. 1. 9. ed. São Paulo: Edições Loyola, 2009.
Na primeira via, Tomás de Aquino explica o movimento com base em um princípio da filosofia clássica, qual seja:
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A democracia é, como o próprio nome indica, a forma de
governo na qual o povo exerce o poder político. Ora, o povo, viu-se, tem como grau de conhecimento máximo o conhecimento
que Platão designa de opinião [...]. Assim, a rigor, a democracia é
precisamente a forma de governo na qual a opinião pública é
livre para se realizar, por assim dizer.
COMPARINI, Julio de Souza; NUNES, Silvio Gabriel Serrano; TOMELIN, Georghio Alessandro. Democracia e opinião pública em Platão. Cadernos de Ética e Filosofia Política, São Paulo, v. 42, n. 2, p. 40–54, 2º sem. 2023.
Segundo o texto, o fundamento da crítica de Platão à democracia está na
COMPARINI, Julio de Souza; NUNES, Silvio Gabriel Serrano; TOMELIN, Georghio Alessandro. Democracia e opinião pública em Platão. Cadernos de Ética e Filosofia Política, São Paulo, v. 42, n. 2, p. 40–54, 2º sem. 2023.
Segundo o texto, o fundamento da crítica de Platão à democracia está na
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“O primeiro a ter a ideia de usar linguagens artificiais na
Lógica foi Gottfried Leibniz, no século XVI. Sua ideia era de
desenvolver uma lingua philosophica, que seria uma linguagem
artificial espelhando a estrutura dos pensamentos. Ao lado disso,
ele propôs o desenvolvimento de um calculus ratiocinator, um
cálculo que permitiria tirar automaticamente conclusões a partir
de premissas representadas na lingua philosophica”.
MORTARI, César A. Introdução à lógica. São Paulo: UNESP, 2001. Adaptado.
De acordo com o excerto, a proposta lógica de Leibniz antecipa uma concepção segundo a qual a
MORTARI, César A. Introdução à lógica. São Paulo: UNESP, 2001. Adaptado.
De acordo com o excerto, a proposta lógica de Leibniz antecipa uma concepção segundo a qual a
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“Maquiavel provoca uma ruptura com o saber repetido pelos
séculos. Trata-se de uma indagação radical e de uma nova
articulação sobre o pensar e fazer política [...]. A ordem, produto
necessário da política, [...] tem um imperativo: deve ser
construída pelos homens para se evitar o caos e a barbárie, e,
uma vez alcançada, ela não será definitiva, pois há sempre, em
germe, o seu trabalho em negativo, isto é, a ameaça de que seja
desfeita”.
SADEK, Maria Tereza. “Nicolau Maquiavel: o cidadão sem fortuna, o intelectual de virtù”. In: WEFFORT, Francisco Correia (org.). Os clássicos
da política. São Paulo: Ática, 2006. v. 1.
A ruptura promovida por Maquiavel, mencionada no excerto, põe fim à ideia de que
SADEK, Maria Tereza. “Nicolau Maquiavel: o cidadão sem fortuna, o intelectual de virtù”. In: WEFFORT, Francisco Correia (org.). Os clássicos
da política. São Paulo: Ática, 2006. v. 1.
A ruptura promovida por Maquiavel, mencionada no excerto, põe fim à ideia de que
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Em uma aula de Filosofia, um professor aborda com seus
estudantes a perspectiva filosófica de Sartre, aprofundando-se
especificamente em como o pensamento existencialista rompe
com as visões essencialistas e deterministas do ser humano,
abrindo espaço para reflexões a partir de diversas disciplinas
éticas, sociais e subjetivas sobre a liberdade, a identidade e a
responsabilidade individual. Diante disso, uma estudante
pergunta: o que Sartre afirma sobre a liberdade humana que
torna seu pensamento interdisciplinar?
Qual das seguintes afirmações do professor permite responder com precisão conceitual à dúvida da estudante?
Qual das seguintes afirmações do professor permite responder com precisão conceitual à dúvida da estudante?
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Em uma aula de Filosofia, o professor propõe aos estudantes a
análise da afirmação de Jean-Jacques Rousseau: “O homem nasce
bom, mas a sociedade o corrompe”. Para ilustrar essa ideia,
utiliza a obra A Revolução dos Bichos, de George Orwell,
destacando que os animais, ao assumirem o poder na granja,
passaram a modificar os mandamentos criados inicialmente para
reger a igualdade entre todos. A cada novo episódio, as regras
eram alteradas em benefício dos que ocupavam o comando,
revelando um processo progressivo de distorção ética e política.
Por que a trama apresentada na obra utilizada pelo docente permite ilustrar a frase de Rousseau discutida na atividade?
Por que a trama apresentada na obra utilizada pelo docente permite ilustrar a frase de Rousseau discutida na atividade?
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