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Todo argumento ou raciocínio é um movimento do nosso
pensamento para produzir uma conclusão. O ponto de
partida é sempre dados já adquiridos em nossas vivências, e o caminho é o da articulação entre esses dados.
Assim, temos sempre pontos de partida nascidos de nossa
observação do mundo, de ideias já adquiridas.
(Savian Filho, 2010)
Segundo Juvenal Savian Filho, a relação entre premissas e conclusão em um argumento deve garantir a
(Savian Filho, 2010)
Segundo Juvenal Savian Filho, a relação entre premissas e conclusão em um argumento deve garantir a
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Contemporâneo da Revolução Francesa e Imbuído do
espírito de sua época, Georg Wilhelm Friedrich Hegel
fundou seu sistema a partir da noção de liberdade do sujeito, cuja experiência se encontra envolvida pelo coletivo.
Nesse sentido, Hegel criticou a filosofia transcendental de
Kant por ser muito abstrata. Hegel introduz uma noção
nova, a de que a razão é histórica, ou seja, a verdade é
construída no tempo. Partindo da noção kantiana de que
o sujeito interfere ativamente na construção da realidade,
propõe o que se chama filosofia do devir, do ser como
processo, como movimento, como vir-a-ser.
(Aranha e Martins, 2009)
Como ressaltam Maria Lúcia de Arruda Aranha e Maria Helena Pires Martins, dessa nova concepção de vir-a-ser surge a dialética, entendida por Hegel enquanto uma nova
(Aranha e Martins, 2009)
Como ressaltam Maria Lúcia de Arruda Aranha e Maria Helena Pires Martins, dessa nova concepção de vir-a-ser surge a dialética, entendida por Hegel enquanto uma nova
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John Locke contrapõe-se tanto à concepção de Thomas
Hobbes de um soberano absoluto quanto à dos defensores dos direitos divinos dos reis. Segundo a concepção de
Locke, a sociedade resulta de uma reunião de indivíduos,
visando garantir suas vidas, sua liberdade e sua propriedade, ou seja, aquilo que pertence a cada um. É em nome
dos direitos naturais do ser humano que é realizado o contrato social entre os indivíduos que instaura a sociedade, e
o governo deve, portanto, comprometer-se com a preservação destes direitos.
(Marcondes, 2010. Adaptado)
Danilo Marcondes (2010) ressalta que, para John Locke, o princípio fundamental da sociedade é
(Marcondes, 2010. Adaptado)
Danilo Marcondes (2010) ressalta que, para John Locke, o princípio fundamental da sociedade é
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No tempo de Kant (séc. XVIII), a ciência newtoniana já
estava plenamente constituída e as questões relativas ao
conhecimento ainda giravam em torno da controvérsia
entre racionalistas e empiristas. Sua filosofia é chamada
criticismo porque, diante da pergunta “Qual é o verdadeiro valor dos nossos conhecimentos e o que é conhecimento?”. Em sua obra Crítica da razão pura, Kant coloca
a razão em um tribunal para julgar o que pode ser conhecido legitimamente e que tipo de conhecimento não teria
fundamento.
(Aranha e Martins, 2009. Adaptado)
Ressaltam Maria Lúcia de Arruda Aranha e Maria Helena Pires Martins que, para Kant,
(Aranha e Martins, 2009. Adaptado)
Ressaltam Maria Lúcia de Arruda Aranha e Maria Helena Pires Martins que, para Kant,
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A própria noção de Iluminismo indica, através da metáfora da luz e da claridade, uma oposição às trevas, ao
obscurantismo, à ignorância, à superstição, ou seja, à
existência de algo oculto. O Iluminismo enfatiza, ao contrário, a necessidade de o real, em todos os seus aspectos,
tornar-se transparente à razão. O pressuposto básico do
Iluminismo afirma, portanto, que todos os seres humanos
são dotados de uma espécie de luz natural.
(Marcondes, 2010. Adaptado)
Como aponta Danilo Marcondes, o Iluminismo pressupõe que
(Marcondes, 2010. Adaptado)
Como aponta Danilo Marcondes, o Iluminismo pressupõe que
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Locke critica a doutrina das ideias inatas de Descartes,
afirmando que a alma é como uma tabula rasa – tábua
sem inscrições –, como um pedaço de cera em que não
há qualquer impressão, um papel em branco. Por isso
o conhecimento começa apenas a partir da experiência
sensível. Se houvesse ideias inatas, as crianças já as
teriam, além de que a ideia de Deus não se encontra
em toda parte, pois há povos sem essa representação
ou, pelo menos, sem a representação de Deus como ser
perfeito.
(Aranha e Martins, 2009)
Segundo as autoras, ao investigar a origem das ideias, ao contrário dos filósofos racionalistas, Locke preferiu priorizar
(Aranha e Martins, 2009)
Segundo as autoras, ao investigar a origem das ideias, ao contrário dos filósofos racionalistas, Locke preferiu priorizar
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A ciência moderna surge quando se torna mais importante
salvar os fenômenos e quando a observação, a experimentação e a verificação de hipóteses tornam-se critérios decisivos, suplantando os argumentos metafísicos.
Trata-se, no entanto, como quase sempre na história das
ideias, de um longo processo de transição, muito mais do
que de uma ruptura radical.
Segundo Danilo Marcondes (2010), um exemplo do poder da observação na modernidade é dado pela
(Marcondes, 2010)
Segundo Danilo Marcondes (2010), um exemplo do poder da observação na modernidade é dado pela
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Uma relevante consequência da postulação do cogito nas
Meditações de René Descartes é o chamado dualismo
psicofísico (ou dicotomia corpo-consciência), segundo o
qual o ser humano é um ser composto de substância pensante e substância extensa.
(Aranha e Martins, 2009. Adaptado)
Qual é a principal crítica dirigida ao dualismo psicofísico defendido por René Descartes?
(Aranha e Martins, 2009. Adaptado)
Qual é a principal crítica dirigida ao dualismo psicofísico defendido por René Descartes?
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No livro A utopia, uma das obras mais célebres e influentes do renascimento, Thomas Morus usa de ironia para
formular a imagem de um Estado ideal, em que não há
propriedade privada, defende a tolerância religiosa, critica o autoritarismo dos reis e da Igreja e favorece a razão
e a virtude.
(Marcondes, 2010. Adaptado)
Segundo Danilo Marcondes (2010), Thomas Morus defende
(Marcondes, 2010. Adaptado)
Segundo Danilo Marcondes (2010), Thomas Morus defende
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Embora continuasse a valorizar a fé como instrumento
de conhecimento, Tomás de Aquino não desconsidera a
importância do “conhecimento natural”. Se a razão não
pode conhecer, por exemplo, a essência de Deus, pode,
no entanto, demonstrar sua existência ou a criação divina
do mundo.
(Aranha e Martins, 2009. Adaptado)
Segundo Maria Lúcia de Arruda Aranha e Maria Helena Pires Martins, para Tomas de Aquino, uma dessas provas revela que
(Aranha e Martins, 2009. Adaptado)
Segundo Maria Lúcia de Arruda Aranha e Maria Helena Pires Martins, para Tomas de Aquino, uma dessas provas revela que
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