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Foram encontradas 7.382 questões.

1816553 Ano: 2020
Disciplina: Filosofia
Banca: AOCP
Orgão: Pref. Cariacica-ES
Preencha a lacuna e assinale a alternativa correta. Segundo Max Weber, o cristianismo não só passou por um processo interno de racionalização, mas forneceu elementos éticos importantes para a racionalização da sociedade ocidental de um modo geral. O resultado dessa história de racionalização virou, de certa forma, contra a própria religião, na medida em que provocou aquilo que Weber chamou de _______________, isto é, a morte da visão mágica do mundo.
 

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1812624 Ano: 2020
Disciplina: Filosofia
Banca: AOCP
Orgão: Pref. Cariacica-ES
Assinale a alternativa que apresenta a experiência religiosa tão cara aos fenomenólogos – como Rudolf Otto, Roger Caillois, Mircea Eliade, Aldo Natale Terrin e tantos outros – ao caracterizarem o fenômeno religioso e sua inseparabilidade dessa experiência religiosa fontal que, segundo eles, é o fulcro da religião.
 

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1705681 Ano: 2020
Disciplina: Filosofia
Banca: AOCP
Orgão: Pref. Cariacica-ES
As tradições religiosas se valem de suas histórias sagradas para transmitir mensagens profundas aos seus seguidores. Na busca pela totalidade, pela integração, os mitos religiosos cumprem um papel fundamental. Sobre os mitos religiosos, assinale a alternativa INCORRETA.
 

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1697625 Ano: 2020
Disciplina: Filosofia
Banca: AOCP
Orgão: Pref. Cariacica-ES
Acerca das principais características da religiosidade indígena, analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta a(s) INCORRETA(S).
I. Cada nação indígena possui a sua própria religião, com seus ritos, cantos, danças, acessórios, símbolos, indumentária, pinturas corporais, mitos e jeitos de celebrar os importantes momentos da vida.
II. Nas comunidades indígenas, a religião é parte integrante do cotidiano. A vida gira em torno do sagrado.
III. A estrutura das religiões indígenas não permite o equilíbrio do homem com o meio e a harmonia com a “Mãe Terra”.
IV. A religiosidade indígena é marcada pela burocracia institucional, tudo gira em torno das experiências do sagrado e não em uma fundamentação teórica.
V. As comunidades indígenas acreditam nas forças da natureza e nos espíritos dos antepassados.
 

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1614351 Ano: 2020
Disciplina: Filosofia
Banca: AOCP
Orgão: Pref. Cariacica-ES
Para as religiões e para as pessoas religiosas, existem diferenças entre o tempo sagrado e o tempo profano. Aponte, dentre as seguintes alternativas, aquela que melhor define o tempo sagrado.
 

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1289786 Ano: 2020
Disciplina: Filosofia
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Brasília Minas-MG

Ética da Virtude: Nunca a humanidade esteve tão carente de si mesma, de sua consciência ética para além dos discursos teológicos e ideológicos. Presumidamente, o avanço civilizatório cultural e tecnológico assegura uma concepção de humanidade eticamente virtuosa. No entanto, nos parece que a vida é outra coisa, que se resume às relações econômicas e de mercado, se não tivermos a certeza de que assim sempre fora. Há gritos por todo o planeta apelando pela preservação da natureza em sua totalidade, um apelo que, em última instância, tem como finalidade a preservação da vida da própria espécie humana. Nessa direção reflexiva, Stan Van Hooft nos ensina que “o substantivo ‘vida’ é uma abstração. Ele denota uma condição biológica ou categoria que, seja na frase ‘reverência pela vida’ ou ‘a santidade da vida, é ainda abstrata demais para entrar no discurso da ética da virtude. Como uma abstração, a noção de ‘vida’ encaixa-se facilmente nos discursos da teologia e da moralidade. Porquanto esses discursos descrevem os nossos deveres em termos universais, objetivos e absolutos, eles só podem usar a linguagem generalista cheia de abstrações. Embora esses termos sejam importantes, especialmente quando debatemos direito e políticas públicas, eles não captam os momentos de envolvimento íntimo com o que é precioso e vulnerável nas situações concretas nas quais a virtude é demandada. A ética da virtude é particularista: ela fala de coisas específicas. Portanto, ao invés de falar da ‘vida’, devemos falar de seres vivos em particular. Isso implicará divergentes compromissos com a ação quando nos aproximamos dos animais, da biosfera ou de outros seres humanos. E, nestes últimos, implicará respostas divergentes dependendo do ser humano diante de nós”. Hooft define o comportamento humano virtuoso apresentando proposições coerentes com o conteúdo do texto acima, sendo divergente apenas a seguinte proposição:

 

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1289785 Ano: 2020
Disciplina: Filosofia
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Brasília Minas-MG

Há sempre quem pergunta qual é a função do filósofo em uma sociedade. Aliás, essa deve ser uma pergunta a ser posta pelo próprio filósofo ou pelo professor de Filosofia a si mesmo. Franklin Leopoldo escreve: “Platão – Mito da Caverna. Seria ocioso, na perspectiva da origem da filosofia, lembrar a inserção histórico-social do filósofo em relação à figura de Sócrates. É talvez o exemplo mais acabado do dimensionamento da reflexão filosófica pela sua finalidade social e é, ao mesmo tempo, o exemplo mais acabado de como este dimensionamento histórico-social do filosofar não implica absolutamente a exclusiva imediatez de um pensamento que exerceria reflexão apenas na exata medida em que a interiorização ou o contato do espírito consigo é condição da exteriorização e da submissão da reflexão ao caráter puramente circunstancial das necessidades primeiras e mais aparentes da vida política e da prática política. Pois dificilmente imaginaríamos um filósofo mais comprometido com a cidade, com os problemas da vida política e com o destino histórico dos seus concidadãos do que Sócrates. [...] É interessante notar que, quando a filosofia se lança nos seus inícios à interrogação sobre as condições universais do exercício da política, mantém-se no plano da indagação, da pergunta que se elabora a partir do horizonte da universalidade, sem perder o vínculo com a concretude da contingência humana. É sob o signo da universalidade que devemos primeiramente entender a condição do filósofo em Platão. E o Mito da Caverna nos ensina duas coisas igualmente importantes. É preciso fugir do mundo sensível, das sombras e dos fantasmas e encontrar fora da Caverna o verdadeiro mundo dos objetos e o sol que os ilumina no seu verdadeiro e autêntico ser. [...] Ensina-nos também que, uma vez contemplada esta fonte da verdade, o filósofo retorna à Caverna, onde sofrerá toda sorte de incompreensões por parte daqueles que têm as sombras como única realidade”. Sob essa visão fidedigna de Franklin em relação à função social do filósofo em Platão, observa-se a seguinte contraposição:

 

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1289784 Ano: 2020
Disciplina: Filosofia
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Brasília Minas-MG

Teoria Científica e Fé em Galileu: na obra História da Filosofia, volume II, “A revolução científica”, – 6 “O drama de Galileu e a fundação da ciência moderna”, Giovani Reale e Dario Antiseri, no subtema 6.6, “A incomensurabilidade entre ciência e fé”, afirmam que: “Por um lado, Galileu teoriza a demarcação entre proposições científicas e proposições de fé, reclamando a autonomia dos conhecimentos científicos, que são comprovados e avaliados por meio da aparelhagem constituída pelas regras do método experimental (“sensatas experiências” e “demonstrações certas”). Mas, por outro lado, essa autonomia das ciências em relação às Sagradas Escrituras encontra justificação no princípio (que, em sua carta à senhora Cristina de Lorena, em 1615, Galileu diz ter ouvido do cardeal Barônio) de que “a intenção do Espírito Santo era a de nos ensinar como se vai ao céu e não como vai o céu”. Apoiando em Santo Agostinho (In Genesim ad literam, lib. II, c. 9), Galileu afirma que “não somente os autores das Sagradas Escrituras não pretenderam nos ensinar a constituição e os movimentos dos céus e das estrelas, com suas figuras, grandezas e distâncias, mas também, estudando-se bem, embora todas essas coisas fossem conhecidíssimas deles, vê-se que ele se abstiveram”. O conflito entre Ciência e Fé se acirra quando Galileu apresenta argumentos que fundamentam a sua tese em relação ao movimento físico dos astros e a sua Teoria Científica. São argumentos fundamentais apresentados por esse cientista da Renascença, devendo ser desconsiderado apenas:

 

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1289783 Ano: 2020
Disciplina: Filosofia
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Brasília Minas-MG

O Problema do Conhecimento em Platão: conforme Marilena Chauí, Platão distingue quatro formas ou graus de conhecimento, que vão do grau inferior ao superior: crença, opinião, raciocínio e intuição intelectual. Para ele, os dois primeiros graus devem ser afastados da Filosofia – são conhecimentos ilusórios ou das aparências, como os dos prisioneiros da caverna – e somente os dois últimos devem ser considerados válidos. Identifique a alternativa que não corresponde às concepções de Platão quanto ao Conhecimento:

 

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1289782 Ano: 2020
Disciplina: Filosofia
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Brasília Minas-MG

Conforme Marilena Chauí, os principais períodos da Filosofia são datados e subdivididos como se segue: Filosofia Antiga (do século VI a. C. ao século VI d. C.); Filosofia Patrística (do século I ao século VII); Filosofia Medieval (do século VIII ao século XIV); Filosofia da Renascença (do século XIV ao século XVI); Filosofia Moderna (do século XVII a meados do século XVIII); Filosofia da Ilustração ou Iluminismo (meados do século XVIII ao começo do século XIX) e Filosofia Contemporânea (meados do século XIX até os dias atuais). Qual é a alternativa que não corresponde à caracterização do respectivo período filosófico?

 

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