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Manobras e exercícios de reexpansão pulmonar
fazem parte da rotina do fisioterapeuta que atua em
hospitais ou em atendimento ambulatorial de
pacientes com distúrbios respiratórios ou em
atendimento domiciliar de pacientes acamados.
Existem técnicas intra e extratorácicas, além de
exercícios ativos. Cada técnica tem indicações e
contraindicações, dependendo da condição clínica do
paciente e do nível de hipoventilação presente. Um
bom profissional deve ser capaz de escolher a melhor
opção terapêutica para cada condição, considerando
o potencial do paciente e seu momento na
reabilitação. Diante do exposto, são contraindicações
absolutas às manobras de reexpansão pulmonar,
exceto:
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- Fisioterapia em Traumato-ortopedia e ReumatologiaReumatologia
- Ortopedia e Traumatologia na Fisioterapia
Por ser uma doença osteoarticular degenerativa, a
osteoartrite se caracteriza pela perda progressiva da
cartilagem articular acompanhada de neoformação
óssea periarticular. Acomete indivíduos de ambos os
sexos, tendo uma maior prevalência entre as
mulheres, a partir dos 45 anos. Além disso, o peso e
a idade são agravantes desta afecção. Pode ser
classificada como primária, de causa desconhecida,
fatores hereditários podem estar envolvidos, e
acomete principalmente as mulheres no período da
menopausa; e, secundária, pode estar relacionada
com traumas, fraturas, doenças inflamatórias e
doenças hematológicas, além de que grande parte
dos indivíduos acima de 70 anos apresentam sinais e
sintomas da doença. A respeito das características
clínicas da osteoartrite, informe se é verdadeiro (V)
ou falso (F) para o que se afirma e assinale a
alternativa com a sequência correta.
( ) Dor: é um dos sintomas mais importantes, com a evolução do processo patológico, ela aparece com o uso mínimo e até mesmo ao repouso.
( ) Rigidez: perdura por um período de 30 minutos nas últimas horas do dia, é agravada por movimento, e o acometimento de grandes e pequenas articulações não causa incapacidade.
( ) Função reduzida: altera-se em decorrência da dor, da perda de amplitude de movimento e da força muscular.
( ) Estabilidade articular: acontece pela perda de congruência da cartilagem.
( ) Ganho da mobilidade: ocorre devido à degeneração da cartilagem, aos espasmos musculares secundários à dor e fraqueza muscular pelo desuso da articulação, como reação protetora decorrente do quadro doloroso.
( ) Atrofia muscular: os músculos podem tornar-se atróficos ou hipotônicos.
( ) Deformidades: ocorre por um alinhamento defeituoso da articulação.
( ) Edema: ocorre em períodos de agudização.
( ) Dor: é um dos sintomas mais importantes, com a evolução do processo patológico, ela aparece com o uso mínimo e até mesmo ao repouso.
( ) Rigidez: perdura por um período de 30 minutos nas últimas horas do dia, é agravada por movimento, e o acometimento de grandes e pequenas articulações não causa incapacidade.
( ) Função reduzida: altera-se em decorrência da dor, da perda de amplitude de movimento e da força muscular.
( ) Estabilidade articular: acontece pela perda de congruência da cartilagem.
( ) Ganho da mobilidade: ocorre devido à degeneração da cartilagem, aos espasmos musculares secundários à dor e fraqueza muscular pelo desuso da articulação, como reação protetora decorrente do quadro doloroso.
( ) Atrofia muscular: os músculos podem tornar-se atróficos ou hipotônicos.
( ) Deformidades: ocorre por um alinhamento defeituoso da articulação.
( ) Edema: ocorre em períodos de agudização.
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- Fisioterapia em Traumato-ortopedia e ReumatologiaÓrteses e Próteses
- Ortopedia e Traumatologia na Fisioterapia
- Fisioterapia GeralReabilitação
O fisioterapeuta precisa trabalhar em conjunto com
toda a equipe multi e interdisciplinar para haver um
bom resultado na reabilitação do paciente amputado
de membros inferiores (MMII). A reabilitação deve
ser iniciada o mais cedo possível, com uma equipe
coesa de profissionais de saúde, para garantir o
sucesso funcional e psicológico do paciente
amputado. Além disso, o fisioterapeuta atua em
todas as etapas, da pré-cirurgia à independência
protética. Assim, a orientação pré-cirúrgica e a
conduta fisioterapêutica pós-operatória são cruciais
para a preparação do coto, prevenção de
complicações e promoção da independência. Diante
do exposto, assinale a alternativa incorreta a respeito
da conduta fisioterapêutica pós-operatória nas
amputações de membros inferiores.
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- Fisioterapia em Traumato-ortopedia e Reumatologia
- Ortopedia e Traumatologia na Fisioterapia
- Fisioterapia Neurológica
A compressão e/ou lesão dos nervos do sistema
nervoso periférico pode ocorrer em qualquer parte
do seu trajeto, desde as raízes nervosas até sua
terminação nos tecidos do tronco e dos membros. À
medida que cada nervo sai do forame intervertebral
e dirige-se a seu destino periférico, há locais que
aumentam sua suscetibilidade à tensão ou à
compressão. Os sintomas e sinais de
comprometimento nervoso são alterações ou perdas
sensoriais e fraqueza motora na distribuição das
fibras nervosas envolvidas. Como os nervos são
compostos de tecido conjuntivo inervado e vasos
sanguíneos situados em torno dos axônios, dor
isquêmica ou dor por tensão também podem ocorrer
quando esses tecidos são tensionados. Portanto,
conhecer o mecanismo de lesão e os sinais e sintomas
clínicos ajuda o profissional a determinar o resultado
potencial do paciente e a desenvolver um plano de
cuidados. Assim sendo, leia a descrição a seguir e
assinale a alternativa que apresenta o nome do nervo
periférico do quadrante inferior descrito: “Forma-se
das três divisões posteriores do plexo lombar. Ele
emerge da borda lateral do músculo psoas, superior
ao ligamento inguinal, e desce por baixo do ligamento
até o triângulo femoral, lateral à artéria femoral,
para inervar o grupo muscular sartório e
quadríceps. O músculo iliopsoas é suprido
superiormente ao ligamento. O nervo pode
apresentar lesões decorrentes de trauma, como
fraturas da pelve ou da região superior do fêmur,
durante a redução de luxação congênita do quadril
ou em consequência da pressão durante um parto
com fórceps, resultando em fraqueza na flexão do
quadril e em perda de extensão do joelho. Os
sintomas podem ocorrer em razão da presença de
neurite no diabetes melito.”
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- Fisioterapia RespiratóriaVentilação Mecânica
- Fisioterapia RespiratóriaVentilação não Invasiva
- Fisioterapia Neonatal e Pediátrica
A ventilação pulmonar mecânica não invasiva (VNI)
é definida como uma forma ou técnica de ventilação
mecânica por pressão positiva em que não é
empregado nenhum tipo de prótese endotraqueal ou
de traqueostomia, ou seja, são aquelas modalidades
que permitem incrementar a ventilação alveolar por
meio de dispositivos ou interfaces que podem ser
máscaras nasais, máscaras faciais e prongs nasais. A
ventilação mecânica não invasiva com pressão
positiva pode ser aplicada em diversos modos
ventilatórios, com a finalidade de aumentar a
ventilação alveolar, mantendo a criança em
ventilação espontânea. Para que haja adequada
ventilação, é necessário haver um equilíbrio entre as
estruturas musculares, o metabolismo e o comando
central da respiração por meio do centro respiratório
(drive). Qualquer desequilíbrio entre esses sistemas
pode levar a falência ventilatória e prejuízo nas
trocas gasosas, com necessidade de suporte
ventilatório. O CPAP (continuous positive airway
pressure), por sua vez, é uma modalidade
amplamente utilizada, o CPAP se define como um
sistema artificial que gera pressão transpulmonar
positiva durante a fase expiratória da respiração
espontânea. Diante do exposto, são efeitos fisiológicos
do CPAP em crianças, exceto:
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O tratamento da incontinência urinária consiste em
intervenções fisioterapêuticas, comportamentais,
farmacológicas e cirúrgicas. Uma regra prática para
a escolha da opção terapêutica adequada é que se
deve iniciar sempre pelo método menos invasivo. A
estratégia ideal depende do paciente, do tipo de
incontinência urinária e do índice risco/benefício de
cada intervenção. Além disso, o sucesso de cada
modalidade depende da identificação precoce da
causa de incontinência urinária. A incontinência
urinária acomete inúmeras pessoas e, embora não
faça parte do envelhecimento normal, observa-se um
aumento da prevalência entre pessoas idosas,
acometendo indivíduos idosos de ambos os gêneros,
porém, com uma prevalência maior entre as
mulheres. Diante do exposto a respeito dos tipos de
incontinência urinária, assinale a alternativa que
apresenta a descrição correta de incontinência de
sobrefluxo.
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- Fisioterapia em Traumato-ortopedia e ReumatologiaÓrteses e Próteses
- Biomecânica e Cinesiologia (Marcha)
As órteses da coluna vertebral podem ser associadas
com as órteses dos membros inferiores ou destinadas
apenas para disfunções lombares, torácicas e/ou
cervicais. Essas órteses têm a função de estabilizar a
coluna, controlar os movimentos que estejam
causando os sintomas e corrigir/prevenir
deformidades. De acordo com a sua fabricação e os
materiais utilizados, elas podem ser rígidas ou
semirrígidas. Além disso, as órteses para coluna são
muito aplicadas, seja no tratamento conservador,
seja no pós-cirúrgico, de modo que o fisioterapeuta
deve conhecer a biomecânica da coluna para
conseguir escolher a órtese mais adequada para cada
lesão e necessidade do paciente. Sendo assim,
relacione os tipos de órteses para coluna vertebral
indicados com a sua descrição correspondente e
assinale a alternativa com a sequência correta.
1. Colar cervical.
2. Colar Philadelfia.
3. Órtese Minerva.
4. Órtese de Jewett.
5. Órtese Milwaukee.
6. Colete de Charleston.
A. Órtese que tem o objetivo de realinhar a coluna vertebral e a caixa torácica, apresenta um sistema de pressão de três pontos, com duas almofadas anteriores, ao nível do esterno e da sínfise púbica, e uma almofada posterior toracolombar.
B. Colete para a região toracolombar com uso único e exclusivamente noturno, quando os efeitos da gravidade estão minimizados.
C. Órtese cervicotoracolombossacra que consiste em uma estrutura composta por uma cintura pélvica, duas verticais posteriores, uma vertical anterior e um anel superior, que fica na parte superior do tórax e pode ser ocultado pela maioria das roupas.
D. Órtese utilizada para lesões na cervical alta, tem extensão mandibular e occipital e uma estrutura rígida na parte anterior.
E. Órtese cervicotorácica de controle máximo, não invasiva, que tem uma estrutura rígida posterior, desde a cervical até a metade do tronco.
F. Órtese de controle mínimo, confeccionada em espuma de polietileno com uma cobertura em algodão e fecho de velcro. Utilizada para manter a estabilidade da coluna vertebral e uma postura adequada durante o dia e/ou sono.
1. Colar cervical.
2. Colar Philadelfia.
3. Órtese Minerva.
4. Órtese de Jewett.
5. Órtese Milwaukee.
6. Colete de Charleston.
A. Órtese que tem o objetivo de realinhar a coluna vertebral e a caixa torácica, apresenta um sistema de pressão de três pontos, com duas almofadas anteriores, ao nível do esterno e da sínfise púbica, e uma almofada posterior toracolombar.
B. Colete para a região toracolombar com uso único e exclusivamente noturno, quando os efeitos da gravidade estão minimizados.
C. Órtese cervicotoracolombossacra que consiste em uma estrutura composta por uma cintura pélvica, duas verticais posteriores, uma vertical anterior e um anel superior, que fica na parte superior do tórax e pode ser ocultado pela maioria das roupas.
D. Órtese utilizada para lesões na cervical alta, tem extensão mandibular e occipital e uma estrutura rígida na parte anterior.
E. Órtese cervicotorácica de controle máximo, não invasiva, que tem uma estrutura rígida posterior, desde a cervical até a metade do tronco.
F. Órtese de controle mínimo, confeccionada em espuma de polietileno com uma cobertura em algodão e fecho de velcro. Utilizada para manter a estabilidade da coluna vertebral e uma postura adequada durante o dia e/ou sono.
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Para muitas mulheres, o climatério é um período
difícil devido às diversas alterações que podem
ocorrer, desde físicas a emocionais. Sendo assim, é
imprescindível uma abordagem integral da mulher
climatérica para amenizar os impactos dessas
alterações na sua qualidade de vida. O fisioterapeuta,
como membro da equipe multidisciplinar que atende
a mulher no climatério, deve ter conhecimento sobre
as alterações que ocorrem no climatério, pois assim
realizará sua intervenção de forma mais completa,
respeitando a individualidade de cada mulher. E,
embora a fisioterapia possa auxiliar em diferentes
tratamentos na mulher climatérica, ela deve ser
priorizada antes das primeiras manifestações, pois
assim, poderá atuar na prevenção da ocorrência
desses sinais e sintomas. Diante do exposto, assinale
a alternativa incorreta com relação às intervenções
fisioterapêuticas no climatério.
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Inúmeros são os distúrbios e patologias que afetam o
sistema musculoesquelético. Pacientes com esse tipo
de problema geralmente apresentam uma ou mais
das seguintes queixas: dor, inchaço, perda de função
ou deformidade. Sendo de suma importância ter
conhecimento a respeito das patologias, para poder
realizar uma avalição de qualidade. Enquanto a
história clínica revela a perspectiva do paciente, o
exame físico e as imagens radiográficas são aspectos
de importância vital no diagnóstico. Assim sendo,
leia a descrição a seguir e assinale a alternativa que
apresenta o nome da patologia que acomete o sistema
musculoesquelético descrita: “É caracterizada pelo
deslizamento do colo do fêmur em relação à epífise
femoral, devido ao enfraquecimento da placa
epifisária. A cabeça do fêmur é geralmente deslocada
medial e posteriormente em relação ao colo do
fêmur. Essa doença é mais comumente observada em
adolescentes obesos do sexo masculino. Ela ocorre
quando o estresse sobre a placa epifisária proximal
aumenta ou quando a resistência ao cisalhamento é
reduzida. Os fatores que podem levar a esse aumento
do estresse ou diminuição da resistência incluem
distúrbios endócrinos ou renais, obesidade, coxa
profunda (uma cavidade acetabular profunda) e
retroversão femoral ou acetabular. Clinicamente, é
classificada como estável ou instável e, em relação ao
tempo, pode ser classificada como aguda ou crônica.
A dor pode ser referida na coxa ou na face medial do
joelho, tornando o exame da articulação do quadril
importante em qualquer criança obesa com queixa
de dor no joelho. O exame físico invariavelmente
revela uma limitação da rotação interna do quadril.
E, a investigação diagnóstica apropriada deve incluir
radiografias anteroposteriores e em perfil.”
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Questão presente nas seguintes provas
- Fisioterapia em Traumato-ortopedia e ReumatologiaReumatologia
- Fisioterapia GeralPlano de tratamento
- Fisioterapia GeralReabilitação
Por ser uma doença articular inflamatória, crônica e
multissistêmica, que afeta as pequenas articulações
das mãos e dos pés, a artrite reumatoide (AR) têm
como característica principal, uma sinovite
inflamatória persistente de causa desconhecida e que
acomete mais as mulheres. E que apesar de poder ter
início em qualquer idade, existe uma predisposição à
ocorrência aproximadamente em torno dos 40 anos
de idade. A melhor forma de tratamento da artrite
reumatoide é quando se envolve uma equipe
multidisciplinar, para que seja possível fazer o
diagnóstico o mais precocemente possível; avaliar
regularmente a atividade da doença; e, reduzir ao
máximo o risco de incapacidades funcionais e
deformidades. Para tanto, a fisioterapia desempenha
um papel de suma importância em todas as fases da
doença, para que se possa diminuir a dor, recuperar
ou manter a mobilidade articular, e prevenir as
atrofias e deformidades. Diante do exposto, analise
as assertivas a respeito das condutas
fisioterapêuticas no tratamento de pacientes com
artrite reumatoide e assinale a alternativa correta.
I. A crioterapia é contraindicada nas fases agudas ou inflamatórias e indicada em pacientes que apresentem vasculite ou fenômeno de Raynaud. Já o calor superficial pode ser usado no caso de articulações agudamente inflamadas. Nas crises ou na fase crônica, o tratamento é baseado em orientação para repouso relativo e prevenção de deformidades, o que pode ser feito com o uso de órteses. Já nos estágios subagudos ou agudos, devemse estimular gradualmente os movimentos ativos.
II. A cinesioterapia é parte fundamental do tratamento fisioterapêutico de pacientes com artrite reumatoide. Apesar da capacidade aeróbia, da resistência e da força muscular ter uma tendência à diminuição nestes indivíduos, a prática do exercício físico pode levar à melhora do estado geral, para tanto, exercícios respiratórios, mobilização articular, exercícios isométricos e exercícios de amplitude de movimento podem ser empregados. Já o treinamento para obter aumento da força deve envolver a cuidadosa aplicação de resistência, para evitar danos aos ligamentos já afetados.
III. Os exercícios de marcha, equilíbrio e propriocepção também fazem parte do tratamento fisioterapêutico de pacientes com artrite reumatoide. E, se necessário, pode-se fazer uso de dispositivos auxiliares, além disso, deve-se reeducar a marcha dirigida principalmente aos objetivos do paciente. O condicionamento cardiovascular é muito importante pois exerce um efeito positivo sobre a qualidade dos indivíduos com artrite reumatoide. Além disso, nos estágios posteriores da doença, é importante a atenção individual para as grandes articulações, tendo em vista a profilaxia e a correção das deformidades.
IV. Quanto à coluna dos pacientes com artrite reumatoide, estimulam-se períodos em posição supina para corrigir as contraturas em flexão, exercícios para glúteos, mobilização ativa oscilatória e sobrecarga ilimitada de peso, quando as articulações não estiverem ativas. Para os joelhos não devem ser realizados exercícios de manutenção, nem fortalecimento da musculatura do quadril e é contraindicada o uso de talas mesmo que necessário.
V. Para os pés, são muito importantes o uso de suportes em arco e sapatos adequados, além de banhos farádicos do pé e contração dos músculos intrínsecos como medida preliminar para as atividades. O segredo de controlar as dores e as inflamações está em balancear corretamente o repouso nas fases mais agudas, seguido de exercícios adequados, tão logo o paciente melhore. E, quando há envolvimento grave dos membros inferiores (que limite o movimento), deve-se instruir o paciente a usar órteses que ajudem na sustentação do peso do indivíduo. Além disso, deve ser realizado o fortalecimento isométrico de quadríceps.
VI. A hidrocinesioterapia é útil, pois a flutuação ajuda muito o paciente reumático, que tem dificuldade de movimentar-se, pois o peso precisa ser apoiado em articulações dolorosas e instáveis. A temperatura da água normalmente ao redor dos 36°C ajuda a relaxar os espasmos musculares superficiais e alivia a dor. Deve ser usada nos estágios crônicos para estimular a marcha com sobrecarga limitada de peso e para aumentar os movimentos articulares, principalmente, se há contraturas. E, o programa de exercícios deve ser estabelecido de forma gradual, usando a flutuação e a turbulência para fazer o fortalecimento muscular, sem, na realidade, proporcionar impacto sobre as articulações.
I. A crioterapia é contraindicada nas fases agudas ou inflamatórias e indicada em pacientes que apresentem vasculite ou fenômeno de Raynaud. Já o calor superficial pode ser usado no caso de articulações agudamente inflamadas. Nas crises ou na fase crônica, o tratamento é baseado em orientação para repouso relativo e prevenção de deformidades, o que pode ser feito com o uso de órteses. Já nos estágios subagudos ou agudos, devemse estimular gradualmente os movimentos ativos.
II. A cinesioterapia é parte fundamental do tratamento fisioterapêutico de pacientes com artrite reumatoide. Apesar da capacidade aeróbia, da resistência e da força muscular ter uma tendência à diminuição nestes indivíduos, a prática do exercício físico pode levar à melhora do estado geral, para tanto, exercícios respiratórios, mobilização articular, exercícios isométricos e exercícios de amplitude de movimento podem ser empregados. Já o treinamento para obter aumento da força deve envolver a cuidadosa aplicação de resistência, para evitar danos aos ligamentos já afetados.
III. Os exercícios de marcha, equilíbrio e propriocepção também fazem parte do tratamento fisioterapêutico de pacientes com artrite reumatoide. E, se necessário, pode-se fazer uso de dispositivos auxiliares, além disso, deve-se reeducar a marcha dirigida principalmente aos objetivos do paciente. O condicionamento cardiovascular é muito importante pois exerce um efeito positivo sobre a qualidade dos indivíduos com artrite reumatoide. Além disso, nos estágios posteriores da doença, é importante a atenção individual para as grandes articulações, tendo em vista a profilaxia e a correção das deformidades.
IV. Quanto à coluna dos pacientes com artrite reumatoide, estimulam-se períodos em posição supina para corrigir as contraturas em flexão, exercícios para glúteos, mobilização ativa oscilatória e sobrecarga ilimitada de peso, quando as articulações não estiverem ativas. Para os joelhos não devem ser realizados exercícios de manutenção, nem fortalecimento da musculatura do quadril e é contraindicada o uso de talas mesmo que necessário.
V. Para os pés, são muito importantes o uso de suportes em arco e sapatos adequados, além de banhos farádicos do pé e contração dos músculos intrínsecos como medida preliminar para as atividades. O segredo de controlar as dores e as inflamações está em balancear corretamente o repouso nas fases mais agudas, seguido de exercícios adequados, tão logo o paciente melhore. E, quando há envolvimento grave dos membros inferiores (que limite o movimento), deve-se instruir o paciente a usar órteses que ajudem na sustentação do peso do indivíduo. Além disso, deve ser realizado o fortalecimento isométrico de quadríceps.
VI. A hidrocinesioterapia é útil, pois a flutuação ajuda muito o paciente reumático, que tem dificuldade de movimentar-se, pois o peso precisa ser apoiado em articulações dolorosas e instáveis. A temperatura da água normalmente ao redor dos 36°C ajuda a relaxar os espasmos musculares superficiais e alivia a dor. Deve ser usada nos estágios crônicos para estimular a marcha com sobrecarga limitada de peso e para aumentar os movimentos articulares, principalmente, se há contraturas. E, o programa de exercícios deve ser estabelecido de forma gradual, usando a flutuação e a turbulência para fazer o fortalecimento muscular, sem, na realidade, proporcionar impacto sobre as articulações.
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