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Foram encontradas 41.796 questões.

3882749 Ano: 2025
Disciplina: História
Banca: AGATA
Orgão: Pref. Piçarra-PA
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Qual era a base econômica quilombola? O melhor seria falar em múltiplas estruturas socioeconômicas, pois fatores geográficos, demográficos e culturais interferiram na montagem dela. O mais importante – em qualquer período ou local – foi o não isolamento. Houve quem dissesse que os quilombos/mocambos se isolaram do restante da sociedade e que tal isola mento – via de proteção – foi fundamental para sua reprodução [...]. No Brasil – ao contrário de outras áreas escravistas nas Américas –, as comunidades de fugitivos se proliferaram como em nenhum outro lugar, exatamente por sua capacidade de articulação com as lógicas econômicas das regiões onde se estabeleceram.

GOMES, Flávio dos Santos. Mocambos e quilombos: uma história do campesinato negro no Brasil. São Paulo: Claro Enigma, 2015. p. 19;20.

A reflexão do historiador Flávio Gomes, canônica no que tange aos estudos sobre quilombos no Brasil, tem validade ao revelar

 

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3882748 Ano: 2025
Disciplina: História
Banca: AGATA
Orgão: Pref. Piçarra-PA
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De fato, até alguns anos atrás, os estudos sobre o cativeiro no Brasil tendiam a descrever as práticas sexuais e a vida familiar dos escravos como evidências de uma "patologia social" — de uma falta de normas e nexos sociais — que impossibilitasse não apenas a aglutinação das pessoas na vida privada, mas também uma ação coletiva e "política" consequente. Este livro procura resgatar a capacidade dos Serafins e Romanas de construírem famílias conjugais, extensas e intergeracionais, e de agirem em concerto com seus companheiros para definir projetos em comum. Analisa as razões práticas e simbólicas que os levaram a valorizar os laços de parentesco, consanguíneos e afins. Isto é, procura descobrir a "flor" na senzala — as "esperanças" e as "recordações" forjadas pelos escravos a partir de sua experiência e de sua herança cultural. Finalmente, tenta pesar na balança os diversos significados da família cativa, que, ao promover a autonomia e a dependência do escravo, era a um só tempo abalo e arrimo para o escravismo.

SLENES, Robert. Na senzala uma flor: esperanças e recordações na formação da família escrava. Campinas: Editora da Unicamp, 2011.

O debate historiográfico apresentado revela

 

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3882747 Ano: 2025
Disciplina: História
Banca: AGATA
Orgão: Pref. Piçarra-PA
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Leia a importante reflexão do historiador Jean-Pierre Vernant sobre o mundo grego antigo e seus valores: O aparecimento da pólis constitui, na história do pensamento grego, um acontecimento decisivo. Certamente, no plano intelectual como no domínio das instituições, só no fim alcançará todas as suas consequências; a pólis conhecerá etapas múltiplas e formas variadas. Entretanto, desde seu advento, que se pode situar entre os séculos VIII e VII a.C., marca um começo, uma verdadeira invenção; por ela, a vida social e as relações entre os homens tomam uma forma nova, cuja originalidade será plenamente sentida pelos gregos.

VERNANT, J. P. As origens do pensamento grego. Rio de Janeiro: Difel, 1981.

O surgimento do espaço, caracterizado por Jean-Pierre Vernant, tem importância central no exercício da cidadania no mundo grego antigo, pois revela

 

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3882746 Ano: 2025
Disciplina: História
Banca: AGATA
Orgão: Pref. Piçarra-PA
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TEXTO I

O ritual teve lugar, segundo rezava o costume, na catedral de Reims (...). A cerimônia incluía um juramento prestado pelo rei prometendo conservar os privilégios de seus súditos, perguntava-se também à congregação se aceitava ou não Luís como rei. Seguiam-se a benção dos emblemas reais, entre quais a chamada 'espada de Carlos Magno', esporas e o anel (...). A seguir veio o momento da sagração. O corpo do rei foi ungido com o crisma (...). O bispo pôs o cetro na mão direita do rei, na esquerda, pôs a 'mão da justiça' e na cabeça a 'coroa de Carlos Magno’.

BURKE, Peter. A Fabricação do rei: a construção da imagem pública de Luís XIV. Rio de Janeiro: Jorge Zahar ed., 1994.

TEXTO II

Enunciado 4857207-1

Charge de autor desconhecido. Publicada em: BURKE, Peter. A Fabricação do rei: a construção da imagem pública de Luís XIV. Rio de Janeiro: Jorge Zahar ed., 1994.

Os documentos apresentados revelam, respectivamente,

 

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3882745 Ano: 2025
Disciplina: História
Banca: AGATA
Orgão: Pref. Piçarra-PA
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Kante foi feroz adversário do Islã – teria vencido e matado nove reis. Os excessos do Rei-Feiticeiro levaram os habitantes do Manden a se revoltarem uma vez mais. Estes tentaram persuadir o mansa Dankaran Tuman a comandá-los; contudo, temendo as represálias de Sumaoro Kante, o rei do Manden fugiu para o sul e lá fundou, em plena floresta, Kissidugu, a “cidade da salvação”. No vazio de poder que resultou da deserção do mansa, os insurretos recorreram a Sundiata Keita, segundo filho de Nare Fa Maghan, que então vivia exilado em Nema. Antes, porém, de tratarmos das guerras e conquistas do jovem príncipe, convém apresentarmos em linhas gerais um quadro do Manden.

História geral da África - IV: África do século XII ao XVI. Editado por Djibril Tamsir Niane. Brasília: UNESCO, 2010.

O Manden, que o autor afirma desejar apresentar, representa o embrião do futuro núcleo do

 

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3882744 Ano: 2025
Disciplina: História
Banca: AGATA
Orgão: Pref. Piçarra-PA
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No Brasil, governo resolveu por colocar em isolamento sujeitos vistos como elementos nocivos que poderiam contaminar o restante da população com suas ideias. No Pará, a colônia japonesa na cidade de Tomé-Açu, que anteriormente abrigava trabalhadores, passou a circunscrever uma área de reclusão de suspeitos de espionagem. Além dos nipônicos, ainda foram endereçados a estes campos italianos e alemães. Segundo o jornal O Estado do Pará, era destinada aos “eixistas nocivos à segurança nacional (...) sob direção fecunda do capitão João Evangelista Filho”.

ALMEIDA, Tunai Rehm Costa de; COSTA, Edivando da Silva. “Em defesa do meu nome”: o caso dos alemães e a representação do nazismo em Belém, durante a Segunda Guerra Mundial. Revista Maracanan, Rio de Janeiro, n. 30, p. 90-110, maio/ago. 2022.

Os ditos “eixistas” em questão, então perseguidos por autoridades do Estado brasileiro, estavam sendo acusados de serem

 

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3882533 Ano: 2025
Disciplina: História
Banca: AOCP
Orgão: IDEMA
As principais festas populares do Rio Grande do Norte traduzem bem o espírito do próprio estado. Por ser multicultural, o estado inclui em suas festividades e celebrações os costumes de todos os povos e ritmos. Dentre essas comemorações está uma das micaretas mais tradicionais do interior do Rio Grande do Norte, realizada na cidade de Currais Novos desde 1995, a qual recebe o nome de
 

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3882530 Ano: 2025
Disciplina: História
Banca: AOCP
Orgão: IDEMA
Compreender a história econômica de um estado é essencial para analisar sua trajetória de desenvolvimento, as mudanças nos setores produtivos e as dinâmicas sociais ao longo do tempo. Nesse sentido, em relação à economia do Rio Grande do Norte em sua dimensão histórica, assinale a alternativa INCORRETA.
 

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3882529 Ano: 2025
Disciplina: História
Banca: AOCP
Orgão: IDEMA
Os massacres de Cunhaú e Uruaçu ocorreram no Rio Grande do Norte, no século XVII, em meio ao contexto da ocupação holandesa. Em relação ao massacre de Uruaçu, assinale a alternativa correta.
 

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3882087 Ano: 2025
Disciplina: História
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Bandeirante-SC
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Narrativas históricas resultam de escolhas teóricas e metodológicas, apoiadas na crítica às fontes e na coerência argumentativa. Ao articular evidências e conceitos, o historiador sustenta interpretações que dialogam com outras leituras possíveis. Em ambiente escolar, valorizar esse processo torna transparente o caráter interpretativo do conhecimento histórico. Qual elemento é essencial para garantir legitimidade à narrativa?
 

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