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Ao longo da década de 1930, os povos da União Soviética conheceram a “segunda revolução russa”. Como
uma “revolução pelo alto”, as transformações econômicas, sociais, políticas e ideológicas deram forma ao modelo de socialismo soviético.
(Jorge Ferreira, “O socialismo soviético”. Em: Daniel Aarão Reis Filho; Jorge Ferreira; Celeste Zenha (orgs.). O século XX: o tempo das crises, revoluções, fascismos e guerras, volume 2)
Segundo o autor, esse modelo soviético, no plano social, caracterizou-se por
(Jorge Ferreira, “O socialismo soviético”. Em: Daniel Aarão Reis Filho; Jorge Ferreira; Celeste Zenha (orgs.). O século XX: o tempo das crises, revoluções, fascismos e guerras, volume 2)
Segundo o autor, esse modelo soviético, no plano social, caracterizou-se por
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Sob Stalin, a industrialização acelerada da URSS foi um
sucesso em vários setores da economia, apesar dos
enormes sacrifícios da população.
(Jorge Ferreira, “O socialismo soviético”. Em: Daniel Aarão Reis Filho; Jorge Ferreira; Celeste Zenha (orgs.). O século XX: o tempo das crises, revoluções, fascismos e guerras, volume 2. Adaptado)
Segundo Ferreira, com essa industrialização acelerada, ao final dos anos 1930, a URSS
(Jorge Ferreira, “O socialismo soviético”. Em: Daniel Aarão Reis Filho; Jorge Ferreira; Celeste Zenha (orgs.). O século XX: o tempo das crises, revoluções, fascismos e guerras, volume 2. Adaptado)
Segundo Ferreira, com essa industrialização acelerada, ao final dos anos 1930, a URSS
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Mussolini tinha sido integrante da extrema-esquerda do
Partido Socialista Italiano, destacara-se como diretor do
jornal partidário, depois rompeu com o PSI, participou da
guerra como combatente, ditava pioneiramente por telefone – diretamente da frente de combate – as matérias
que publicava em seu próprio jornal e difundia fotos nas
quais se empenhava em ressaltar sua vitalidade. O alemão (austríaco) Adolf Hitler, atento para o exemplo de
Mussolini, fundou um partido que se intitulava Partido
Nacional-Socialista dos Trabalhadores Alemães. Havia
diferenças significativas entre esses dois líderes da nova
extrema-direita.
(Leandro Konder, “Cultura e política nos anos críticos”. Em: Daniel Aarão Reis Filho; Jorge Ferreira; Celeste Zenha (orgs.). O século XX: o tempo das crises, revoluções, fascismos e guerras, volume 2. Adaptado)
Konder aponta, como parte das diferenças entre Hitler e Mussolini, o fato de o primeiro
(Leandro Konder, “Cultura e política nos anos críticos”. Em: Daniel Aarão Reis Filho; Jorge Ferreira; Celeste Zenha (orgs.). O século XX: o tempo das crises, revoluções, fascismos e guerras, volume 2. Adaptado)
Konder aponta, como parte das diferenças entre Hitler e Mussolini, o fato de o primeiro
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Na Rússia, em março de 1918, depois de longas negociações, assinou-se o tratado de paz com os alemães,
em Brest-Litovisk. Houve muitas reservas dentro do próprio partido bolchevique, sem falar na fratura da aliança
governante.
(Daniel Aarão Reis Filho, “As revoluções russas”. Em: Daniel Aarão Reis Filho; Jorge Ferreira; Celeste Zenha (orgs.). O século XX: o tempo das crises, revoluções, fascismos e guerras, volume 2. Adaptado)
Com esse tratado,
(Daniel Aarão Reis Filho, “As revoluções russas”. Em: Daniel Aarão Reis Filho; Jorge Ferreira; Celeste Zenha (orgs.). O século XX: o tempo das crises, revoluções, fascismos e guerras, volume 2. Adaptado)
Com esse tratado,
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A crise de 1929 tinha raízes profundas, que penetravam
na própria natureza do capitalismo monopolista americano.
(José Jobson de Andrade Arruda, “A crise do capitalismo liberal”. Em: Daniel Aarão Reis Filho; Jorge Ferreira; Celeste Zenha (orgs.). O século XX: o tempo das crises, revoluções, fascismos e guerras, volume 2. Adaptado)
Segundo Arruda, uma dessas raízes profundas era
(José Jobson de Andrade Arruda, “A crise do capitalismo liberal”. Em: Daniel Aarão Reis Filho; Jorge Ferreira; Celeste Zenha (orgs.). O século XX: o tempo das crises, revoluções, fascismos e guerras, volume 2. Adaptado)
Segundo Arruda, uma dessas raízes profundas era
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Em março de 1960, muito antes de Fidel descobrir que
Cuba ia ser socialista e que ele próprio era comunista,
embora muitíssimo à sua maneira, os EUA já haviam
decidido tratá-lo como tal, e a CIA foi autorizada a providenciar sua derrubada.
(Eric Hobsbawm, Era dos extremos: o breve século XX: 1914-1991. Adaptado)
Uma dessas tentativas de derrubar o novo governo cubano veio, em 1961, por meio
(Eric Hobsbawm, Era dos extremos: o breve século XX: 1914-1991. Adaptado)
Uma dessas tentativas de derrubar o novo governo cubano veio, em 1961, por meio
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Não podemos comparar o mundo do final do Breve
Século XX ao mundo de seu início, em termos da contabilidade histórica de “mais” e “menos”. Tratava-se de
um mundo qualitativamente diferente em pelo menos três
aspectos.
(Eric Hobsbawm, Era dos extremos: o breve século XX: 1914-1991. Adaptado)
Assinale a alternativa que apresenta corretamente, segundo Hobsbawm, um desses aspectos.
(Eric Hobsbawm, Era dos extremos: o breve século XX: 1914-1991. Adaptado)
Assinale a alternativa que apresenta corretamente, segundo Hobsbawm, um desses aspectos.
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O novo regime fazia uso da leitura da obra de alguns pensadores políticos conservadores, como Alberto Torres,
um defensor da ideia de que cabia ao Estado organizar
a sociedade, fornecer um propósito à nação e implantar
as mudanças de que o país necessitava. Também tinha
nome e tonalidade fascistas. “Estado Novo” designava a
ditadura de Salazar, iniciada em Portugal em 1932, e o
regime brasileiro compartilhava alguns traços com o fascismo europeu.
(Lilia M. Schwarcz e Heloisa M. Starling, Brasil: uma biografia. Adaptado)
De acordo com as autoras, entre outros traços do fascismo europeu, no Estado Novo,
(Lilia M. Schwarcz e Heloisa M. Starling, Brasil: uma biografia. Adaptado)
De acordo com as autoras, entre outros traços do fascismo europeu, no Estado Novo,
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Por certo, a emancipação não foi obra exclusiva de
nosso quixotesco d. Pedro. O evento é expressão visível de uma série de tensões e arranjos que se colavam
à crise do sistema colonial e do absolutismo, tão característicos do fim do período moderno. Era todo o Antigo
Regime que se desintegrava, e com ele as bases do
colonialismo mercantilista.
Por isso, nossa emancipação não deixou de ser particular e trivial.
(Lilia M. Schwarcz e Heloisa M. Starling, Brasil: uma biografia)
Considerando o contexto apresentado, para Schwarcz e Starling, a emancipação do Brasil foi
Por isso, nossa emancipação não deixou de ser particular e trivial.
(Lilia M. Schwarcz e Heloisa M. Starling, Brasil: uma biografia)
Considerando o contexto apresentado, para Schwarcz e Starling, a emancipação do Brasil foi
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Palmares serviria de exemplo para os dois lados. Na
época, as autoridades coloniais o tomaram como um
modelo para a repressão sem dó nem piedade: era isso
que acontecia com aqueles que negavam a lei.
(Lilia M. Schwarcz e Heloisa M. Starling, Brasil: uma biografia)
Por outro lado, segundo a obra em análise, Palmares
(Lilia M. Schwarcz e Heloisa M. Starling, Brasil: uma biografia)
Por outro lado, segundo a obra em análise, Palmares
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