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Uma professora do Ensino Fundamental II, ao discutir o trabalho no mundo feudal em uma turma do 9º
ano, fez uma referência a ideia a seguir.

PERNOUD, Régine. O mito da Idade Média. Portugal: Publicações Europa-América, 1977. p. 77-78.
Considerando esse fragmento textual, a professora explicou aos discentes que, no feudalismo,

PERNOUD, Régine. O mito da Idade Média. Portugal: Publicações Europa-América, 1977. p. 77-78.
Considerando esse fragmento textual, a professora explicou aos discentes que, no feudalismo,
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Um professor discutiu a formação dos Estados Absolutistas com sua turma do 7º ano. Para tanto, recorreu
a quadrinhos, abaixo, produzidos a partir da obra O príncipe (1513), de Nicolau Maquiavel.

MAQUIAVEL, Nicolau. O príncipe. Roteiro de André Diniz. Ilustrações de Daniel Brandão. São Paulo: Escala, 2008. p. 5, 34, 35. (Filosofia em quadrinhos).
Considerando as imagens, o professor explicou aos alunos que Maquiavel teorizou sobre o Absolutismo Moderno, uma vez que apresentou

MAQUIAVEL, Nicolau. O príncipe. Roteiro de André Diniz. Ilustrações de Daniel Brandão. São Paulo: Escala, 2008. p. 5, 34, 35. (Filosofia em quadrinhos).
Considerando as imagens, o professor explicou aos alunos que Maquiavel teorizou sobre o Absolutismo Moderno, uma vez que apresentou
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Para discutir o conceito de classe, um professor da escola básica distribuiu com seus alunos o fragmento
textual a seguir:

E. P. Thompson. As peculiaridades dos ingleses. In.: NEGRO, Antonio Luigi; SILVA, Sergio (orgs.). E. P. Thompson: as peculiaridades dos ingleses e outros artigos. 3. ed. Campinas: Unicamp, 1998. v. 1. p. 102. (Coleção Textos Didáticos)
A partir do fragmento textual, o professor demonstrou que, desde a formação do capitalismo, a classe trabalhadora

E. P. Thompson. As peculiaridades dos ingleses. In.: NEGRO, Antonio Luigi; SILVA, Sergio (orgs.). E. P. Thompson: as peculiaridades dos ingleses e outros artigos. 3. ed. Campinas: Unicamp, 1998. v. 1. p. 102. (Coleção Textos Didáticos)
A partir do fragmento textual, o professor demonstrou que, desde a formação do capitalismo, a classe trabalhadora
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- Teoria em HistóriaMovimentos de Reforma Religiosa: protestantes e católicos
- Teoria em HistóriaRenascimento Científico, Artístico e Cultural
- História Geral
Um professor do 6º ano usou um mito construído pelo grupo indígena Kamaiurá, que hoje ocupa o Parque
Indígena do Xingu. Segundo esse mito, a vida teve a seguinte origem:

POPYGUA, Timóteo da Silva Verá Tupã. YVYRUPA: a Terra Uma Só. São Paulo: Hedra, 2016. p. 13-18
Ao ler esse mito, um dos alunos pediu ao professor que inventasse outro mito sobre a origem da sociedade em que eles viviam. O professor explicou que

POPYGUA, Timóteo da Silva Verá Tupã. YVYRUPA: a Terra Uma Só. São Paulo: Hedra, 2016. p. 13-18
Ao ler esse mito, um dos alunos pediu ao professor que inventasse outro mito sobre a origem da sociedade em que eles viviam. O professor explicou que
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Para analisar a modernidade brasileira, o professor leu em sala de aula o fragmento textual de Lima
Barreto, reproduzido a seguir.

BARRETO, Lima. Triste fim de Policarpo Quaresma. Rio de Janeiro: MediaFashion, 2008. p. 103-105.
Esse fragmento textual expressa marcas da história do Rio de Janeiro, demonstrando que

BARRETO, Lima. Triste fim de Policarpo Quaresma. Rio de Janeiro: MediaFashion, 2008. p. 103-105.
Esse fragmento textual expressa marcas da história do Rio de Janeiro, demonstrando que
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Analisando, historicamente, a construção de uma obra hídrica no Vale do Açu, Francisco Pinheiro
informou que

Adaptado de PINHEIRO, Francisco Leandro Duarte. O vale das miragens: grandes projetos hídricos e a “redenção” do baixo açu (1911-1983). Dissertação (Mestrado) – Universidade Federal do Rio Grande do Norte. Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes. Programa de Pós-Graduação em História. Natal, 2018.
Considerando o fragmento textual e as informações sobre a edificação da barragem engenheiro Armando Ribeiro Gonçalves, pode-se evidenciar, nessa construção,

Adaptado de PINHEIRO, Francisco Leandro Duarte. O vale das miragens: grandes projetos hídricos e a “redenção” do baixo açu (1911-1983). Dissertação (Mestrado) – Universidade Federal do Rio Grande do Norte. Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes. Programa de Pós-Graduação em História. Natal, 2018.
Considerando o fragmento textual e as informações sobre a edificação da barragem engenheiro Armando Ribeiro Gonçalves, pode-se evidenciar, nessa construção,
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Leia o texto a seguir.
Caldas Novas-GO, por mais de dois séculos, ficou conhecida pela cura e valor terapêutico de suas águas termais. O uso terapêutico das águas termais somente se transformou a partir da década de 1960, com o surgimento dos primeiros empreendimentos turísticos voltados para o lazer e entretenimento, como por exemplo, com a inauguração da Pousada do Rio Quente em 1962. Desde então, começaram a veicular na imprensa propagandas e as políticas de incentivo ao desenvolvimento de empreendimentos ligados, de forma mais veemente, às atividades turísticas de lazer e entretenimento. Até a década de 1970, notícias veiculadas na imprensa, especialmente nos jornais, na literatura e até na música, estavam, em sua maioria, associadas à cura de enfermidades, sobretudo da hanseníase, e as fontes termais eram frequentadas por banhistas – pobres em sua maioria – que buscavam o alívio de dores e enfermidades nos banhos termais de Caldas Novas e Caldas Velhas (Pousada do Rio Quente).
PALMERSTON, S. C. E.; OLIVEIRA, H. A. Caldas Novas-GO: tradição e identidade na transição do uso das águas termais para cura e sua apropriação pelos empreendimentos turísticos para o lazer e entretenimento. In: SANTOS; J.; VIANA, J.I.B. (Org.). Memória, Cultura e Sociedade. 1.ªed. Ponta Grossa- PR: Athena, 2021, v. 1, p. 149.
Por qual motivo a transformação mencionada no texto demorou a acontecer?
Caldas Novas-GO, por mais de dois séculos, ficou conhecida pela cura e valor terapêutico de suas águas termais. O uso terapêutico das águas termais somente se transformou a partir da década de 1960, com o surgimento dos primeiros empreendimentos turísticos voltados para o lazer e entretenimento, como por exemplo, com a inauguração da Pousada do Rio Quente em 1962. Desde então, começaram a veicular na imprensa propagandas e as políticas de incentivo ao desenvolvimento de empreendimentos ligados, de forma mais veemente, às atividades turísticas de lazer e entretenimento. Até a década de 1970, notícias veiculadas na imprensa, especialmente nos jornais, na literatura e até na música, estavam, em sua maioria, associadas à cura de enfermidades, sobretudo da hanseníase, e as fontes termais eram frequentadas por banhistas – pobres em sua maioria – que buscavam o alívio de dores e enfermidades nos banhos termais de Caldas Novas e Caldas Velhas (Pousada do Rio Quente).
PALMERSTON, S. C. E.; OLIVEIRA, H. A. Caldas Novas-GO: tradição e identidade na transição do uso das águas termais para cura e sua apropriação pelos empreendimentos turísticos para o lazer e entretenimento. In: SANTOS; J.; VIANA, J.I.B. (Org.). Memória, Cultura e Sociedade. 1.ªed. Ponta Grossa- PR: Athena, 2021, v. 1, p. 149.
Por qual motivo a transformação mencionada no texto demorou a acontecer?
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Leia o poema a seguir.
Um tropel maluco
de mil patas
no seio das matas.
Um tiro de trabuco
deu um bruto soco
na quieteza virgem da paisagem.
E homens da cor-de-areia,
vindos da banda do mar,
chegaram à beira do Rio Vermelho,
resolveram-lhe os poços azuis
em que dormiam palhetas cor-de-brasa
e deitaram-lhe fogo às águas claras.
E o velho pajé muito velho,
cabeça branca das cinzas de muitas eras,
num esgar medonho de fera,
gritou: Anhanguera, Anhanguera!
Os homens da cor-de-areia
bateram e venceram a nação dos Goiás.
ÉLIS, Bernardo. O Descobrimento. In: ÉLIS, Bernardo. Primeira Chuva. 2. ed. Goiânia: Editora do Autor Goiano, 1971, p. 13.
Os “homens cor-de-areia” representam qual personagem da história de Goiás?
Um tropel maluco
de mil patas
no seio das matas.
Um tiro de trabuco
deu um bruto soco
na quieteza virgem da paisagem.
E homens da cor-de-areia,
vindos da banda do mar,
chegaram à beira do Rio Vermelho,
resolveram-lhe os poços azuis
em que dormiam palhetas cor-de-brasa
e deitaram-lhe fogo às águas claras.
E o velho pajé muito velho,
cabeça branca das cinzas de muitas eras,
num esgar medonho de fera,
gritou: Anhanguera, Anhanguera!
Os homens da cor-de-areia
bateram e venceram a nação dos Goiás.
ÉLIS, Bernardo. O Descobrimento. In: ÉLIS, Bernardo. Primeira Chuva. 2. ed. Goiânia: Editora do Autor Goiano, 1971, p. 13.
Os “homens cor-de-areia” representam qual personagem da história de Goiás?
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Sobre o município de Lajedinho, assinale a alternativa
correta:
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Marque a alternativa incorreta.
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