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Em relação à Lei Orgânica do Ministério Público do Estado de Mato Grosso do Sul (Lei Complementar Estadual n° 72/1994), assinale a alternativa INCORRETA.
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De acordo com a Lei Orgânica do Ministério Público do Estado de Mato Grosso do Sul (Lei Complementar Estadual n° 72/1994), é correto afirmar que a Corregedoria-Geral do Ministério Público constitui órgão de
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Nos termos da Lei Orgânica Nacional do Ministério Público (Lei Federal nº 8.625/1993), assinale a alternativa que apresenta corretamente quais são os princípios institucionais da entidade.
Respondida
A Resolução do Egrégio Colégio de Procuradores de Justiça nº 4/2013, no que concerne à instrução do inquérito civil, estabelece que
Respondida
A Resolução do Egrégio Colégio de Procuradores de Justiça nº 4/2013, acerca da notícia de fato, estabelece que
Respondida
A Lei nº 10.432, de 20 de janeiro de 2015, define a movimentação do servidor de um padrão para o seguinte, dentro de uma mesma classe, observado o interstício de dois anos, e de acordo com os critérios legais, como
Respondida
Consoante dispõe a Lei Complementar nº 97, de 22 de dezembro de 2010,
Respondida
Considere os seguintes órgãos do Ministério Público:
I . Ouvidoria.
II . Promotorias de Justiça.
III . Procurador-Geral de Justiça.
IV . Sistema de Controle Interno.
Nos termos previstos na Lei Complementar nº 97, de 22 de dezembro de 2010, esses órgãos são, respectivamente , de
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De acordo com o que estabelece a Resolução CPJ nº
017/2018 do MPPB acerca do acordo de não persecução penal:
A
Não se admitirá a proposta de acordo de não persecução penal nos casos em que for cabível a transação penal, de
competência dos juizados especiais, nos termos da lei, e nas hipóteses em que o agente foi beneficiado nos 8 anos
anteriores ao cometimento da infração, em acordo de não persecução penal, transação penal ou suspensão condicional do
processo.
B
Aperfeiçoado o acordo de não persecução penal, deverá o membro do Ministério Público homologá-lo, sendo desnecessária a realização de audiência, diante do princípio da celeridade e da livre manifestação de vontade do investigado e
de seu defensor.
C
O descumprimento do acordo de não persecução penal pelo investigado não poderá ser utilizado pelo membro do
Ministério Público como justificativa para o eventual não oferecimento de suspensão condicional do processo, no curso da
ação penal.
D
As tratativas para fins de celebração de acordo de não persecução penal ocorrerão no âmbito do Ministério Público, sendo
o acordo formalizado por escrito, com a qualificação do investigado, as condições estipuladas e firmado pelo membro do
Ministério Público, pelo investigado e por seu defensor, sendo facultada a presença destes últimos, importando o não
comparecimento do investigado na aceitação tácita do acordo.
E
Não sendo caso de arquivamento e tendo o investigado confessado formal e circunstancialmente a prática de infração
penal sem violência ou grave ameaça à pessoa e com pena mínima inferior a 4 anos, o Ministério Público poderá propor
acordo de não persecução penal, desde que necessário e suficiente para reprovação e prevenção do crime, mediante
certas e determinadas condições previstas na resolução, ajustadas cumulativa e alternativamente.
Respondida
Sobre instauração e tramitação do procedimento investigatório criminal a cargo do Ministério Público do Estado da Paraíba, a
Resolução nº
181/2017 do CNMP e a Resolução CPJ nº
017/2018 do MPPB dispõem:
A
Se, durante a instrução do procedimento investigatório criminal, for constatada a necessidade de investigação de outros
fatos, o membro do Ministério Público deverá instaurar outro procedimento investigatório, sendo vedado o aditamento da
portaria inicial em razão dos princípios do devido processo legal, do contraditório e da ampla defesa.
B
O procedimento investigatório criminal poderá ser instaurado de ofício, por membro do Ministério Público, no âmbito de
suas atribuições criminais, ao tomar conhecimento de infração penal de iniciativa pública, por qualquer meio, ainda que
informal, ou mediante provocação.
C
O defensor do autor do fato investigado poderá examinar, desde que com procuração, os autos de procedimento de
investigação criminal, findos ou em andamento, ainda que conclusos ao presidente, sendo, contudo, vedada a cópia de
peças e tomada de apontamentos, seja em meio físico ou digital.
D
O procedimento investigatório criminal é condição de procedibilidade ou pressuposto processual para o ajuizamento de
ação penal e exclui a possibilidade de formalização de investigação por outros órgãos da Administração Pública.
E
O membro do Ministério Público, no exercício de suas atribuições criminais, deverá dar andamento, no prazo de 15 dias a
contar de seu recebimento, à notícia de fato criminal que lhe seja encaminhada, podendo este prazo ser prorrogado,
fundamentadamente, por até 120 dias, nos casos em que sejam necessárias diligências preliminares.