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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: SC Treinamentos
Orgão: Pref. Imbuia-SC
Leia a sentença seguir:
“A estética deste período literário foi marcada pela musicalidade e sempre buscando evidenciar a relação da música com a poesia. A aliteração, figura de linguagem que destaca um mesmo fonema, era muito comum na escrita deste período. Os sonhos, o místico e o inconsciente humano eram temas muito explorados durante este período literário”.
Esta afirmação refere-se a qual período literário?
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: SC Treinamentos
Orgão: Pref. Imbuia-SC
Sobre o gênero textual poema, analise as sentenças a seguir e marque V para a(s) sentença(s) verdadeira(s) e F para a(s) falsa(s):
(__) O poema é normalmente escrito em prosa.
(__) Para que o poema seja válido, o uso de rimas é obrigatório.
(__) Os poemas podem tratar de temas ficcionais ou reais.
(__) Os poemas são gêneros textuais literários.
Agora, assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: SC Treinamentos
Orgão: Pref. Imbuia-SC
Acerca dos períodos literários, relacione-os às suas respectivas características:
I- Barroco
II- Arcadismo
III- Simbolismo
IV- Modernismo
(__) Neste período literário, os dualismos e as contradições eram características marcantes.
(__) Neste período literário, as principais características eram a desconstrução e a renovação estética.
(__) Neste período literário, era comum o uso de elementos místicos e transcendentais na literatura.
(__) Neste período literário havia grande inspiração para uma vida no campo: o fugere urbem.
Agora, assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Rodeio Bonito-RS
Assinalar a alternativa que preenche a lacuna abaixo CORRETAMENTE:
No conto , publicado no livro Papéis Avulsos, de Machado de Assis, lê-se que Jacobina afirma haver duas almas, sendo uma interior e outra exterior. Para ilustrar a tese, conta uma história da sua juventude: quando se tornou alferes e começou a receber elogios por isso, passou a precisar dessa validação dos outros para se encarar no espelho.
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: INEP Brasil
Orgão: Pref. Sanclerlândia-GO
Surgida originalmente na Europa em meados do século XX, a poesia concreta é um tipo de poesia de vanguarda, de carácter experimental, basicamente visual, que procura estruturar o texto poético escrito a partir do espaço do seu suporte, sendo ele a página de um livro ou não, buscando a superação do verso como unidade rítmico-formal.

Fonte: CRUNEWALD, JOSÉ LINO. Vai e vem. Disponível em: http://www.antoniomiranda.com.br/poesia _visual/jose_lino_grunewald.html. Acesso em: 11 nov. 2021.
Considerando o que foi apresentado, assinale a opção correta.
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: Unesc
Orgão: Pref. Braço Norte-SC
Sobre a estrofe seguinte, analise as assertivas:
"Vozes veladas, veludosas vozes, / Volúpias dos violões, vozes veladas, / Vagam nos velhos vórtices velozes / Dos ventos, vivas, vãs, vulcanizadas".
(Cruz e Souza. Violões que choram.. (armazemdetexto.blogspot.com)).
I.Os versos estão estruturados no estilo do simbolismo brasileiro.
II.A mensagem dos versos é transmitida no âmbito da sugestão.
III.O efeito sonoro produzido pelos versos acentua o efeito mórbido da estrofe.
IV.A repetição do fonema [ V ] comprova a construção feita com aliteração e contribui para o efeito sonoro dos versos, evidenciando o uso da função poética da linguagem.
Marque a alternativa com a sequência CORRETA:
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: Unesc
Orgão: Pref. Braço Norte-SC
Analise as características dos versos transcritos a seguir:
"Mas essa dor da vida que devora / A ânsia de glória, o dolorido afã. / A dor no peito emudecera ao menos. / Se eu morresse amanhã!"
Marque a alternativa que identifica o período da Literatura Brasileira identificado pelas características dos versos analisados:
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
A lei da prosa machadiana seria algo como a miniaturização ou o diagrama do vaivém ideológico da classe dirigente brasileira, articulada com o mercado e o progresso internacionais, bem como com a escravidão e o clientelismo locais. Um vaivém que resume o vexame pátrio, mas não se esgota nele, pois diz respeito também à história global de que o mesmo Brasil é parte efetiva, ainda que moralmente condenada: a ordem burguesa no seu todo não se pauta pela norma burguesa. Mas a imparcialidade machadiana vai mais longe, e faz que o mundo do arbítrio, desqualificado pelo confronto com a norma burguesa e europeia, seja também a testemunha viva da relatividade desta, movimento que leva aos assuntos centrais da literatura moderna, ligados justamente ao limite da civilização burguesa. Enfim, a inferioridade pátria existe, mas o metro que a mede não é também inocente, embora hegemônico. Trata-se de uma posição antimítica e duas vezes negativa, isenta de ufanismo conservador bem como de abdicação do juízo diante de Europa e progresso, uma posição racional e sem absolutos, que em cem anos não envelheceu.
Roberto Schwarz. Complexo, nacional, moderno, negativo. In: Machado de Assis. Obra completa. São Paulo: Nova Aguilar, 2021, p. 195 (com adaptações).
Assinale a opção correta acerca da obra de Machado de Assis.
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
SONETO II
Leia a posteridade, ó pátrio Rio,
Em meus versos teu nome celebrado;
Por que vejas uma hora despertado
O sono vil do esquecimento frio:
Não vês nas tuas margens o sombrio,
Fresco assento de um álamo copado;
Não vês ninfa cantar, pastar o gado
Na tarde clara do calmoso estio.
Turvo banhando as pálidas areias
Nas porções do riquíssimo tesouro
O vasto campo da ambição recreias.
Que de seus raios o planeta louro
Enriquecendo o influxo em tuas veias,
Quanto em chamas fecunda, brota em ouro.
Cláudio Manuel da Costa. SONETO II. In: Obras poéticas. Rio de Janeiro: Garnier, 1903, pp. 104 e 105.
HINO NACIONAL
Precisamos descobrir o Brasil!
Escondido atrás das florestas,
Com água dos rios no meio,
O Brasil está dormindo, coitado
Precisamos colonizar o Brasil.
O que faremos importando francesas
muito louras, de pele macia,
alemãs gordas, russas nostálgicas para
garçonetes dos restaurantes noturnos.
E virão sírias fidelíssimas.
Não convém desprezar as japonesas...
Precisamos educar o Brasil.
Compraremos professores e livros,
assimilaremos finas culturas,
abriremos dancings e subvencionaremos as elites.
Cada brasileiro terá sua casa
com fogão e aquecedor elétricos, piscina,
salão para conferências científicas.
E cuidaremos do Estado Técnico.
Precisamos louvar o Brasil.
Não é só um país sem igual.
Nossas revoluções são bem maiores
do que quaisquer outras; nossos erros também.
E nossas virtudes? A terra das sublimes paixões...
os Amazonas inenarráveis... os incríveis João-Pessoas...
Precisamos adorar o Brasil!
Se bem que seja difícil compreender o que querem esses homens,
por que motivo eles se ajuntaram e qual a razão
de seus sofrimentos.
Precisamos, precisamos esquecer o Brasil!
Tão majestoso, tão sem limites, tão despropositado,
ele quer repousar de nossos terríveis carinhos.
O Brasil não nos quer! Está farto de nós!
Nosso Brasil é no outro mundo. Este não é o Brasil.
Nenhum Brasil existe. E acaso existirão os brasileiros?
Carlos Drummond de Andrade. HINO NACIONAL. In: Poesia e prosa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1983, pp. 108 e 109.
A respeito das diferenças e semelhanças entre os textos dos poetas mineiros Cláudio Manuel da Costa e Carlos Drummond de Andrade, julgue o item a seguir.
Em HINO NACIONAL, identifica-se gradação no emprego das locuções verbais nas quais a forma verbal “precisamos” é seguida das formas de infinitivo “descobrir”, “colonizar”, “educar”, “louvar”, “adorar”, “esquecer”, entre as quais a que melhor corresponde ao sentimento nativista expresso no SONETO II é “esquecer”.
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
SONETO II
Leia a posteridade, ó pátrio Rio,
Em meus versos teu nome celebrado;
Por que vejas uma hora despertado
O sono vil do esquecimento frio:
Não vês nas tuas margens o sombrio,
Fresco assento de um álamo copado;
Não vês ninfa cantar, pastar o gado
Na tarde clara do calmoso estio.
Turvo banhando as pálidas areias
Nas porções do riquíssimo tesouro
O vasto campo da ambição recreias.
Que de seus raios o planeta louro
Enriquecendo o influxo em tuas veias,
Quanto em chamas fecunda, brota em ouro.
Cláudio Manuel da Costa. SONETO II. In: Obras poéticas. Rio de Janeiro: Garnier, 1903, pp. 104 e 105.
HINO NACIONAL
Precisamos descobrir o Brasil!
Escondido atrás das florestas,
Com água dos rios no meio,
O Brasil está dormindo, coitado
Precisamos colonizar o Brasil.
O que faremos importando francesas
muito louras, de pele macia,
alemãs gordas, russas nostálgicas para
garçonetes dos restaurantes noturnos.
E virão sírias fidelíssimas.
Não convém desprezar as japonesas...
Precisamos educar o Brasil.
Compraremos professores e livros,
assimilaremos finas culturas,
abriremos dancings e subvencionaremos as elites.
Cada brasileiro terá sua casa
com fogão e aquecedor elétricos, piscina,
salão para conferências científicas.
E cuidaremos do Estado Técnico.
Precisamos louvar o Brasil.
Não é só um país sem igual.
Nossas revoluções são bem maiores
do que quaisquer outras; nossos erros também.
E nossas virtudes? A terra das sublimes paixões...
os Amazonas inenarráveis... os incríveis João-Pessoas...
Precisamos adorar o Brasil!
Se bem que seja difícil compreender o que querem esses homens,
por que motivo eles se ajuntaram e qual a razão
de seus sofrimentos.
Precisamos, precisamos esquecer o Brasil!
Tão majestoso, tão sem limites, tão despropositado,
ele quer repousar de nossos terríveis carinhos.
O Brasil não nos quer! Está farto de nós!
Nosso Brasil é no outro mundo. Este não é o Brasil.
Nenhum Brasil existe. E acaso existirão os brasileiros?
Carlos Drummond de Andrade. HINO NACIONAL. In: Poesia e prosa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1983, pp. 108 e 109.
A respeito das diferenças e semelhanças entre os textos dos poetas mineiros Cláudio Manuel da Costa e Carlos Drummond de Andrade, julgue o item a seguir.
Considerando-se os dois poemas na perspectiva do sistema literário brasileiro, depreende-se que o texto de Drummond corresponde tanto à “posteridade” quanto à visão do país como “riquíssimo tesouro”, anunciadas no soneto de Cláudio Manuel da Costa.
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