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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: IDHTEC
Orgão: Pref. Condado-PE
Segundo o trecho, o leitor – fruidor é aquele que:
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: IDHTEC
Orgão: Pref. Condado-PE
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: IDHTEC
Orgão: Pref. Condado-PE
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: IDHTEC
Orgão: Pref. Condado-PE
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: IDHTEC
Orgão: Pref. Condado-PE
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: IDHTEC
Orgão: Pref. Condado-PE
A proposta da autora implica em aplicar estratégias de leitura em sala de aula, que podem ser todas elencadas abaixo, EXCETO:
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: FGV
Orgão: Pref. Belo Horizonte-MG
Leia o trecho a seguir.
Na época do romantismo, surgiu uma corrente artística e literária cujas consequências foram além do âmbito propriamente cultural e interferiram, com força ideológica, nos campos histórico e historiográfico. Trata-se do “indianismo”, movimento que celebrava os indígenas brasileiros, atribuindo-lhes nobreza, força heroica e caráter altaneiro.
Adaptado de COLI, Jorge. Fabricação e promoção da brasilidade: arte e questões nacionais.
Perspective, 2, 2013.
A partir do trecho, assinale a afirmativa que indica corretamente como o romantismo, no século XIX, promoveu a fabricação de uma identidade brasileira associada à mitificação dos indígenas.
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: FGV
Orgão: Pref. Belo Horizonte-MG
Assinale a opção que apresenta a marca que é exemplificada de forma adequada.
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: IMPARH
Orgão: Pref. Pedra Branca-CE
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: AGIRH
Orgão: Pref. Cunha-SP
Leia o poema Infância de Carlos Drummond de Andrade e responda as 3 (três) primeiras questões:
Meu pai montava a cavalo, ia para o campo.
Minha mãe ficava sentada cosendo.
Meu irmão pequeno dormia.
Eu sozinho menino entre mangueiras
lia a história de Robinson Crusoé,
comprida história que não acaba mais.
No meio-dia branco de luz uma voz que aprendeu
a ninar nos longes da senzala - e nunca se esqueceu
chamava para o café.
Café preto que nem a preta velha
café gostoso
café bom.
Minha mãe ficava sentada cosendo
olhando para mim:
- Psiu... Não acorde o menino.
Para o berço onde pousou um mosquito.
E dava um suspiro... que fundo!
Lá longe meu pai campeava
no mato sem fim da fazenda.
E eu não sabia que minha história
era mais bonita que a de Robinson Crusoé.
Do ponto de vista da escrita literária pode-se afirmar que o poema:
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