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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Horizontina-RS
Em conformidade com SAUSSURE, sobre as tarefas da Linguística, marcar C para as tarefas Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
( ) Fazer a descrição e a história de todas as línguas que puder abranger, o que quer dizer: fazer a história das famílias de línguas e reconstituir, na medida do possível, as Iínguas-mães de cada família.
( ) Procurar as forças que estão em jogo, de modo permanente e universal, em todas as línguas, e deduzir as leis gerais às quais se possam referir todos os fenômenos peculiares da história.
( ) Delimitar-se e definir-se a si própria.
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: Consulplan
Orgão: SEED-PR
Poesia e Prosa
Pode-se escrever em prosa ou em verso.
Quando se escreve em prosa,
a gente enche a linha do caderno até o fim,
antes de passar para a outra linha.
E assim por diante até o fim da página.
Em poesia não: a gente muda de linha antes do fim,
deixando um espaço em branco antes de ir para a linha
seguinte.
Essas linhas incompletas se chamam de versos.
Acho que o espaço em branco é para o leitor poder ficar
pensando.
Pensando bem no que o poeta acabou de dizer.
Algumas vezes, lendo um verso, a gente tem de
voltar aos versos de trás para entender
melhor o que ele quer dizer.
Principalmente quando há uma rima, isto é,
uma palavra com o mesmo som de outra lida há pouco.
Então a gente vai procurá-la para ver se é isso mesmo.
A prosa é como trem, vai sempre em frente.
A poesia é como o pêndulo dos relógios de parede de
antigamente,
que ficava balançando de um lado para outro.
Embora balançasse sempre no mesmo lugar,
o pêndulo não marcava sempre a mesma hora.
Avançava de minuto a minuto,
registrando a passagem das horas: 1, 2, 3, até 12.
Também a poesia vai marcando,
na passagem da vida, cada minuto importante dela.
De tanto ir e vir de um verso a outro,
de uma rima a outra,
a gente acaba decorando um poema e guardando-o na
memória.
E quando vê acontecer alguma coisa parecida
com um poema que já leu, a gente logo se recorda dele.
Geralmente, a prosa entra por um ouvido e sai pelo outro.
A poesia, não: entra pelo ouvido e fica no coração.
(PAES, José Paulo. Vejam como eu sei escrever. São Paulo: Ática, 2003.)
A partir do conceito de que a linguagem é uma prática social humana de interação entre sujeitos, pode-se reconhecer que o poema de José Paulo Paes apresenta como características em relação às funções da linguagem:
I. Uso de expressões que indicam a significação de algo.
II. Mensagem voltada para a própria linguagem: verbal e não verbal.
III. Com a finalidade de persuasão, o eu lírico dirige-se diretamente ao interlocutor.
IV. Emprego de recursos linguísticos que favorecem a manutenção do contato comunicativo.
Está correto o que se afirma apenas em
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: OMNI
Orgão: Pref. Xanxerê-SC
Uma das características da arte literária barroca é o Gongorismo, definido como:
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: OMNI
Orgão: Pref. Sertãozinho-SP
São características da linguagem simbolista, no Brasil, EXCETO:
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: OMNI
Orgão: Pref. Sertãozinho-SP
Leia o seguinte trecho do poema de abertura de Alguma poesia, a primeira obra publicada por Carlos Drummond de Andrade.
Poema de sete faces
[...] As casas espiam os homens
que correm atrás de mulheres.
A tarde talvez fosse azul,
não houvesse tantos desejos.
O bonde passa cheio de pernas:
pernas brancas pretas amarelas.
Para que tanta perna, meu Deus, pergunta meu
coração.
Porém meus olhos
não perguntam nada. [...]
Na segunda geração modernista, esse poema representou a seguinte fase:
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: OMNI
Orgão: Pref. Sertãozinho-SP
Marque a opção que apresenta a CORRETA periodização da literatura brasileira.
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: Consulplan
Orgão: SEED-PR
“Uma noite destas, vindo da cidade para o Engenho Novo, encontrei num trem da Central um rapaz aqui do bairro, que eu conheço de vista e de chapéu. Cumprimentou-me, sentou-se ao pé de mim, falou da lua e dos ministros, e acabou recitando- -me versos. A viagem era curta, e os versos pode ser que não fossem inteiramente maus. Sucedeu, porém, que, como eu estava cansado, fechei os olhos três ou quatro vezes; tanto bastou para que ele interrompesse a leitura e metesse os versos no bolso.”
(Machado de Assis. Dom Casmurro. Disponível em: www.dominiopublico. gov.br. Com adaptações.)
O trecho anterior dá início ao romance Dom Casmurro, obra de Machado de Assis. Considerando a estética literária a qual pertence esta obra, assinale a afirmativa correta.
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: Consulplan
Orgão: SEED-PR
Amor adiado
[...]
Excomungado dos teus beijos
resta-me o singular destino
de pingar pétala a pétala
toda a geografia cuidadosamente recortada
à imagem incerta das nossas veias
e mesmo assim existir
inventar o amor
com dálias murchas de amargura.
[...]
(MUTEIA, Hélder. Verdade dos mitos. Moçambique: Associação dos Escritores Moçambicanos.)
O tema apresentado pelo moçambicano Hélder Muteia é universal; seu texto pode ser reconhecido como pertencente ao gênero lírico considerando:
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