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Na ficção modernista paraense destaca-se o autor Dalcídio Jurandir, que surge como romancista em 1941, com Chove nos campos de Cachoeira. Esse romance iniciou o ciclo do Extremo Norte, composto de 10 narrativas editadas entre 1941 e 1978.
Um projeto de letramento literário com alunos de ensino médio, abarcando o autor e sua obra, deve considerar que
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Leia o texto crítico sobre o romance Memórias póstumas de Brás Cubas, de Machado de Assis.
“A formação acadêmica de Brás é uma evidente sátira aos filhos da classe dominante brasileira do XIX, que buscam as novidades teóricas e políticas na Europa, não para adotá-las em seu país de origem, mas para usá-las como instrumento de legitimação e preservação de poder político e prestígio pessoal.” (SCARPELLI, Marli Fantini. “Pai contra mãe” de Machado de Assis: a negativa das negativas. In: Via Atlântica. Universidade de São Paulo, n. º 6, 2003, p.122).
O comentário crítico pode ser ilustrado com a seguinte passagem de Machado de Assis:
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Leia o trecho a seguir sobre a personagem José Dias, do romance Dom Casmurro, de Machado de Assis.
“Era nosso agregado desde muitos anos; meu pai ainda estava na antiga fazenda de Itaguaí, e eu acabava de nascer. Um dia apareceu ali vendendo-se por médico homeopata; levava um Manual e uma botica. Havia então um andaço de febres; José Dias curou o feitor e uma escrava, e não quis receber nenhuma remuneração. Então meu pai propôs-lhe ficar ali vivendo, com pequeno ordenado. José Dias recusou, dizendo que era justo levar a saúde à casa de sapé do pobre.” (ASSIS, 1979, p.15-16)
Sobre a passagem da obra, é correto afirmar que a figura do agregado, bastante presente na obra machadiana,
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: GHC
A alternativa correta é:
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: GHC
- Escolas LiteráriasArcadismo
- Escolas LiteráriasBarroco
- Escolas LiteráriasRealismo e Naturalismo
- Escolas LiteráriasSimbolismo
- Literatura Estrangeira
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: GHC
- Escolas LiteráriasBarroco
- Escolas LiteráriasModernismo
- Escolas LiteráriasParnasianismo
- Escolas LiteráriasRealismo e Naturalismo
( ) Buscando exprimir o “eu profundo”, as realidades vagas e complexas do inconsciente, os simbolistas propõem uma “gramática psicológica”, baseada em neologismo e metáfora inesperada. A poesia é vaga, imprecisa e nebulosa, sugerindo mundos que escapam ao controle da lógica e da razão. ( ) O homem do Barroco foi marcado por impulsos contraditórios. Claro que sua produção artística haveria de ter como traço fundamental o culto do contraste, do conflito e da contradição, que se expressa, na literatura, pela frequência das antíteses e paradoxos; na pintura, pelo jogo de massas e pelo contraste claro / escuro; na escultura, pelo exagero do alto / baixo relevo, como se vê nos profetas de Aleijadinho, com os queixos pontiagudos e as órbitas oculares exageradamente côncavas; na música, pela presença do canto / contracanto, do contraponto e da fuga. ( ) Parnasianismo é a denominação que recebe o movimento artístico do Século XVIII. Caracteriza-se pelo restabelecimento do equilíbrio clássico, define-se como uma reação ao rebuscamento, à ornamentação exagerada, é uma volta à simplicidade e à clareza, orientadas no sentido da razão, da verdade e da natureza, que se tornam as molas mestras da criação. ( ) No Pré-modernismo, a imposição do eu do artista à realidade opera-se de modo radical. Assim, a função emotiva ou expressiva da linguagem, centrada no emissor, é predominante. A realidade é captada pelo prisma pessoal do poeta. ( ) O Realismo, o Naturalismo e o Parnasianismo são as correntes artísticas mais expressivas da segunda metade do Século XIX até o limiar do Século XX. Refletem, no plano artístico, a consolidação da burguesia e seu fortalecimento, enquanto classe detentora do poder, em função do triunfo definitivo do capital industrial sobre o capital de comércio e da implementação do capitalismo avançado e sua expansão às áreas periféricas do sistema mundial, América, África e Ásia.
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: ATENA
Orgão: Pref. Presidente Getúlio-SC
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: AJURI
Orgão: Desenvolve-RR
Texto II: O Caderno (Toquinho) – Questões 06 a 10.
Sou eu que vou seguir você
Do primeiro rabisco até o be-a-bá.
Em todos os desenhos coloridos vou estar:
A casa, a montanha, duas nuvens no céu
E um sol a sorrir no papel.
Sou eu que vou ser seu colega,
Seus problemas ajudar a resolver.
Te acompanhar nas provas bimestrais,
Você vai ver.
Serei sempre seu confidente fiel,
Se seu pranto molhar meu papel.
Sou eu que vou ser seu amigo
Vou lhe dar abrigo, se você quiser,
Quando surgirem seus primeiros raios de
mulher.
A vida se abrirá num feroz carrossel
E você vai rasgar meu papel.
O que está escrito em mim
Comigo ficará guardado,
Se lhe dá prazer.
A vida segue sempre em frente,
O que se há de fazer?
Só peço a você um favor, se puder:
Não me esqueça num canto qualquer.
Pode-se afirmar que a primeira estrofe é um período composto com:
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: AJURI
Orgão: Desenvolve-RR
Texto II: O Caderno (Toquinho) – Questões 06 a 10.
Sou eu que vou seguir você
Do primeiro rabisco até o be-a-bá.
Em todos os desenhos coloridos vou estar:
A casa, a montanha, duas nuvens no céu
E um sol a sorrir no papel.
Sou eu que vou ser seu colega,
Seus problemas ajudar a resolver.
Te acompanhar nas provas bimestrais,
Você vai ver.
Serei sempre seu confidente fiel,
Se seu pranto molhar meu papel.
Sou eu que vou ser seu amigo
Vou lhe dar abrigo, se você quiser,
Quando surgirem seus primeiros raios de
mulher.
A vida se abrirá num feroz carrossel
E você vai rasgar meu papel.
O que está escrito em mim
Comigo ficará guardado,
Se lhe dá prazer.
A vida segue sempre em frente,
O que se há de fazer?
Só peço a você um favor, se puder:
Não me esqueça num canto qualquer.
Pode-se afirmar que essa letra de música é um poema narrativo:
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: Col. Pedro II
Orgão: Col. Pedro II
TEXTO IV
A educação pela pedra
Uma educação pela pedra: por lições;
para aprender da pedra, frequentá-la;
captar sua voz inenfática, impessoal
(pela de dicção ela começa as aulas).
A lição de moral, sua resistência fria
ao que flui e a fluir, a ser maleada;
a de poética, sua carnadura concreta;
a de economia, seu adensar-se compacta:
lições da pedra (de fora para dentro,
cartilha muda), para quem soletrá-la.
Outra educação pela pedra: no Sertão
(de dentro para fora, e pré-didática).
No Sertão a pedra não sabe lecionar,
e se lecionasse, não ensinaria nada;
lá não se aprende a pedra: lá a pedra,
uma pedra de nascença, entranha a alma.
MELLO NETO, João Cabral de. Poesias completas. Rio de Janeiro: José Olympio, 1979, p. 11.
O poeta João Cabral de Melo Neto está inserido, segundo a crítica literária tradicional, na terceira geração modernista.
As principais características do projeto literário dessa geração são,
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