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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: PUC-SP
Orgão: FICSAE
Legado
Que lembrança darei ao país que me deu
tudo que lembro e sei, tudo quanto senti?
Na noite do sem-fim, breve o tempo esqueceu
minha incerta medalha, e a meu nome se ri.
E mereço esperar mais do que os outros, eu?
Tu não me enganas, mundo, e não te engano a ti.
Esses monstros atuais, não os cativa Orfeu,
a vagar, taciturno, entre o talvez e o se.
Não deixarei de mim nenhum canto radioso,
uma voz matinal palpitando na bruma
e que arranque de alguém seu mais secreto espinho.
De tudo quanto foi meu passo caprichoso
na vida, restará, pois o resto se esfuma,
uma pedra que havia em meio do caminho.
Esse poema integra a obra Claro Enigma, de Carlos Drummond de Andrade. Da leitura dele, depreende-se que
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Banca: UFRR
Orgão: EAGRO-UFRR
Leitura obrigatória de “A terceira margem do rio”, de Guimarães Rosa e de “O Alienista”, de Machado de Assis:
Sobre a leitura do conto de Guimarães Rosa e do conto de Machado de Assis só não se pode afirmar que:
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Leitura obrigatória de “A terceira margem do rio”, de Guimarães Rosa e de “O Alienista”, de Machado de Assis:
Sobre a leitura do conto de Guimarães Rosa e do conto de Machado de Assis, julgue os itens a seguir:
I – Nos dois contos o papel das mulheres é manter a casa e a criação dos filhos enquanto seus maridos estão se comportando como loucos.
II – A mãe do narrador-personagem de “A terceira margem do rio” é apresentada como mulher forte por seu caráter decidido, enquanto que em “O Alienista” a esposa do médico é alguém forte pelos aspectos físicos.
III – Os filhos do alienista sofrem por seu comportamento estranho tanto quanto os filhos do pai que decide morar em uma canoa em “A terceira margem do rio”.
IV - O desfecho das duas narrativas tem o mesmo tom melancólico, pois falam sobre morte.
Estão corretas as afirmativas:
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Leitura obrigatória de “A terceira margem do rio”, de Guimarães Rosa e de “O Alienista”, de Machado de Assis:
Segundo o conto de Machado de Assis, após o confinamento de várias pessoas diagnosticadas como loucas no manicômio do alienista, houve uma rebelião liderada por Porfírio, o barbeiro. A revolta ficou conhecida como:
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“Ilustre dama, no fim de dois meses, achou-se a mais desgraçada das mulheres; caiu em profunda melancolia, ficou amarela, magra, comia pouco e suspirava a cada canto. (...) Um dia, ao jantar, como lhe perguntasse o marido o que é que tinha, respondeu tristemente que nada; depois atreveu-se um pouco, e foi ao ponto de dizer que se considerava tão viúva como dantes. E acrescentou:
—Quem diria nunca que meia dúzia de lunáticos...
(...)
—Consinto que vás dar um passeio ao Rio de Janeiro. D. Evarista sentiu faltar-lhe o chão debaixo dos pés. Nunca dos nuncas vira o Rio de Janeiro (...). Ver o Rio de Janeiro, para ela, equivalia ao sonho do hebreu cativo.
(...)
—Oh! mas o dinheiro que será preciso gastar! suspirou D. Evarista sem convicção.
—Que importa? Temos ganho muito, disse o marido. Ainda ontem o escriturário prestou-me contas. Queres ver?
E levou-a aos livros. D. Evarista ficou deslumbrada. Era uma via-láctea de algarismos. E depois levou-a às arcas, onde estava o dinheiro.
Deus! eram montes de ouro, eram mil cruzados sobre mil cruzados, dobrões sobre dobrões; era a opulência. Enquanto ela comia o ouro com os seus olhos negros, o alienista fitava-a, e dizia-lhe ao ouvido com a mais pérfida das alusões:
—Quem diria que meia dúzia de lunáticos...”
Nesse trecho da narrativa, o alienista repetiu a frase que a esposa dissera no início do diálogo. Pelo contexto e pela leitura do conto, pode-se afirmar que a frase, quando repetida pelo marido ao final da conversa, teve o sentido de:
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Leitura obrigatória de “A terceira margem do rio”, de Guimarães Rosa e de “O Alienista”, de Machado de Assis:
Sobre “O Alienista”, de Machado de Assis, leia a seguinte afirmação: O protagonista da história é o Dr. , um médico psiquiatra que constrói um manicômio chamado , uma das casas mais bonitas da cidade de .
As respostas que preenchem satisfatoriamente as lacunas, de acordo com o enredo do conto de Machado de Assis, respectivamente, são:
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Leitura obrigatória de “A terceira margem do rio”, de Guimarães Rosa e de “O Alienista”, de Machado de Assis:
No desfecho da narrativa de “A terceira margem do rio”, de Guimarães Rosa, o narrador, já depois de certa idade, vai até a margem do rio propor uma troca de lugar com o pai, mas nesse momento:
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Leitura obrigatória de “A terceira margem do rio”, de Guimarães Rosa e de “O Alienista”, de Machado de Assis:
Dos trechos abaixo, transcritos de “A terceira margem do rio”, de Guimarães Rosa, aquele que mais se associa diretamente com o título do conto é:
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Leitura obrigatória de “A terceira margem do rio”, de Guimarães Rosa e de “O Alienista”, de Machado de Assis:
Sobre o conto “A terceira margem do rio”, de Guimarães Rosa, leia o trecho para responder a questão:
“...depositei num oco de pedra do barranco, a salvo de bicho mexer e a seco de chuva e orvalho. Isso, que fiz, e refiz, sempre, tempos a fora. Surpresa que mais tarde tive: que nossa mãe sabia desse meu encargo, só se encobrindo de não saber...”
O trecho refere-se ao momento da narrativa em que:
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Mas ... Houve um pequeno engano, um
contratempo de última hora, que veio
pôr dois bons sujeitos, pacatíssimos e
pacíficos, num jogo dos demônios, numa
comprida complicação.
O trecho acima faz parte do conto “Duelo”, uma das narrativas de Sagarana, de João Guimarães Rosa. Essa narrativa, como um todo, apresenta
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