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Outro traço importante da poesia de Álvares de Azevedo é o gosto pelo prosaísmo e o humor, que formam a vertente para nós mais moderna do Romantismo. A sua obra é a mais variada e complexa no quadro da nossa poesia romântica; mas a imagem tradicional de poeta sofredor e desesperado atrapalhou a reconhecer a importância de sua veia humorística.
(Antonio Candido. “Prefácio”. In: Álvares de Azevedo. Melhores poemas, 2003. Adaptado.)
A veia humorística ressaltada pelo crítico Antonio Candido na poesia de Álvares de Azevedo está bem exemplificada em:
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Não creio em vós para vos amar.
Trouxestesme a São Francisco
e me fazeis vosso escravo.
seu frontispício me basta.
Vossas flores e querubins
são matéria de muito amar.
destes ornatos. E não a alma.
Pressentese dor de homem,
paralela à das cinco chagas.
na rósea nave triunfal.
Por que tanto baixar o céu?
por que esta nova cilada?
entretanto me sorriem.
Mais que vossa igreja, esta
sabe a voz de me embalar.
II. O arquiteto procurava surpreender o observador, suscitando nele uma reação forte de maravilhamento.
III. A arquitetura e a ornamentação dos templos deviam encenar, entre outras coisas, a preeminência da Igreja.
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: Excelência
Orgão: Câm. Terra Boa-PR
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Não creio em vós para vos amar.
Trouxestesme a São Francisco
e me fazeis vosso escravo.
seu frontispício me basta.
Vossas flores e querubins
são matéria de muito amar.
destes ornatos. E não a alma.
Pressentese dor de homem,
paralela à das cinco chagas.
na rósea nave triunfal.
Por que tanto baixar o céu?
por que esta nova cilada?
entretanto me sorriem.
Mais que vossa igreja, esta
sabe a voz de me embalar.
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Ó mar salgado, quanto do teu sal
São lágrimas de Portugal!
Por te cruzarmos, quantas mães choraram,
Quantos filhos em vão rezaram!
Quantas noivas ficaram por casar
Para que fosses nosso, ó mar!
Valeu a pena? Tudo vale a pena
Se a alma não é pequena.
Quem quer passar além do Bojador
Tem que passar além da dor.
Deus ao mar o perigo e o abismo deu,
Mas nele espelhou o céu
PESSOA, Fernando. Mensagem. In: Obra poética. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1986.
O poema de Fernando Pessoa refere-se à expansão marítima portuguesa. Nele, o poeta enfatiza
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