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2493389 Ano: 2014
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
De acordo com CUNHA & CINTRA (2001), do ponto de vista metodológico, há uma necessidade de definir e delimitar conceitos em uma abordagem linguística. Dentro dessa perspectiva, analise as seguintes afirmativas
I. Linguagem é vista como um conjunto complexo de processos que torna possível a aquisição e o emprego de uma língua.
II. A língua é vista como um sistema gramatical pertencente a um grupo de indivíduos, parte social da linguagem.
III. O discurso é tido como a língua no ato de execução individual e concreto.
IV. Língua, texto e discurso são entendidos como partes opostas do fenômeno complexo da comunicação humana.
Está(ão) correta(s) apenas a(s) afirmativa(s)
 

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Texto 3
Lusofonia
Escrevo um poema sobre a rapariga que está sentada
no café, em frente da chávena do café, enquanto
alisa os cabelos com a mão. Mas não posso escrever este
poema sobre essa rapariga porque, no brasil, a palavra
rapariga não quer dizer o que ela diz em portugal. Então,
terei de escrever a mulher nova do café, a jovem do café,
a menina do café, para que a reputação da pobre rapariga
que alisa os cabelos com a mão, num café de lisboa, não
fique estragada para sempre quando este poema atravessar
o atlântico para desembarcar no rio de janeiro. E isto tudo
sem pensar em áfrica, porque aí lá terei
de escrever sobre a moça do café, para
evitar o tom demasiado continental da rapariga, que é
uma palavra que já me está a pôr com dores
de cabeça até porque, no fundo, a única coisa que eu queria
era escrever um poema sobre a rapariga do
café. A solução, então, é mudar de café, e limitar-me a
escrever um poema sobre aquele café onde nenhuma rapariga se
pode sentar à mesa porque só servem cafés ao balcão.
rapariga: s.f., fem. de rapaz; mulher nova; moça; menina; (Brasil), meretriz.
JÚDICE, Nuno. Matéria do Poema. Lisboa: D. Quixote, 2008.
Texto 4
Procura da Poesia
[...]
Penetra surdamente no reino das palavras.
Lá estão os poemas que esperam ser escritos.
Estão paralisados, mas não há desespero,
há calma e frescura na superfície intacta.
Ei-los sós e mudos, em estado de dicionário.
Convive com teus poemas, antes de escrevê-los.
Tem paciência, se obscuros. Calma, se te provocam.
Espera que cada um se realize e consume
com seu poder de palavra
e seu poder de silêncio.
Não forces o poema a desprender-se do limbo.
Não colhas no chão o poema que se perdeu.
Não adules o poema. Aceita-o
como ele aceitará sua forma definitiva e concentrada
no espaço.
Chega mais perto e contempla as palavras.
Cada uma
tem mil faces secretas sob a face neutra
e te pergunta, sem interesse pela resposta,
pobre ou terrível, que lhe deres:
Trouxeste a chave?
Repara:
ermas de melodia e conceito,
elas se refugiaram na noite, as palavras.
Ainda úmidas e impregnadas de sono,
rolam num rio difícil e se transformam em desprezo.
ANDRADE, C. Drummond de. Poesia 1930-62: de Alguma poesia a Lição das coisas. Edição crítica.
São Paulo: Cosac Naif, 2012.
Alfredo Bosi, ao comentar sobre a obra de Drummond em “História concisa da Literatura Brasileira”, cita um trecho bastante elucidativo de “Confissões de Minas”, para exemplificar o que qualifica como “um dos dois modos principais de [Drummond] compor o poema”. Diz a citação do poeta mineiro:
“À medida que envelheço, vou me desfazendo dos adjetivos. Chego a ver que tudo se pode dizer sem eles, melhor que com eles. Por que “noite gélida”, “noite solitária”, “profunda noite”? basta “a noite”. O frio, a solidão, a profundidade da noite estão latentes no leitor, prestes a envolvê-lo, à simples provocação dessa palavra “noite”.
Tal “modo de produção” encontra, em “Procura da Poesia”, adequado exemplo, sendo definido por Bosi como
 

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Segundo Regina Zilberman, em sua obra “Fim do livro, fim dos leitores?”, “dos componentes que constituem o sistema literário – sintetizado no triângulo escritor, obra, leitor –, este é seguidamente o menos levado em conta, embora tão evidente quanto os demais. Figura histórica, cuja presença constata-se em civilizações passadas que se valeram da escrita, o leitor alcançou maior visibilidade a partir do século XVIII, quando sua predileção por determinados tipos de obra provocou o aparecimento e a consolidação de certos gêneros artísticos, tanto quanto induziu à adoção de medidas pedagógicas”.
A autora, na sequência da obra citada, após analisar a figura do leitor como um ser social e perceber como “leitor e público aparecem no posto de último elo da cadeia, receptáculo das decisões do sistema”, afirma que tal figura (a do leitor) foi reabilitada pela ficção contemporânea, “recolocando-a na posição de protagonista”. Ao estabelecer estreita relação entre o texto literário, o livro como objeto e o leitor, a autora conclui que
 

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2492032 Ano: 2014
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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Como é que, desvalimento de gente assim, podiam escolher ofício de salteador? Ah, mas não eram. Que o que acontecia era de serem só esses homens reperdidos sem salvação naquele recanto lontão de mundo, groteiros dum sertão, os catrumanos daquelas brenhas. O Acauã que explicou, o Acauã sabia deles. Que viviam tapados de Deus, assim nosocos. Nem não saíam dos solapos, segundo refleti, dando cria feito bichos, em socavas. Mas por ali deviam de ter suas casas e suas mulheres, seus meninos pequenos. Cafuas levantadas nas burgueias, em dobras de serra ou no chão das baixadas, beira de brejo; às vezes formando mesmo arruados.

Aí plantavam suas rocinhas, às vezes não tinham gordura nem sal. Tanteei pena deles, grande pena. Como era que podiam parecer homens de exata valentia? Eles mesmos faziam preparo da pólvora de que tinham uso, ralado salitre das lapas, manipulando em panelas. Que era uma pólvora preta, fedorenta, que estrondava com espalhafato, enchendo os lugares de fumaceira. E às vezes essa pólvora bruta fazia as armas rebentarem, queimando e matando o atirador. Como era que eles podiam brigar? Conforme podiam viver?

João Guimarães Rosa. Grande Sertão: Veredas.
Rio de janeiro: Nova Aguilar, 1994, p. 544.

Tendo como referência o fragmento acima, da obra Grande Sertão: Veredas, de João Guimarães Rosa, julgue o item seguinte.

Não se pode considerar a obra de Guimarães Rosa regionalista, dado que seus personagens evidenciam tendência ao universal.

 

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2492031 Ano: 2014
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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Como é que, desvalimento de gente assim, podiam escolher ofício de salteador? Ah, mas não eram. Que o que acontecia era de serem só esses homens reperdidos sem salvação naquele recanto lontão de mundo, groteiros dum sertão, os catrumanos daquelas brenhas. O Acauã que explicou, o Acauã sabia deles. Que viviam tapados de Deus, assim nosocos. Nem não saíam dos solapos, segundo refleti, dando cria feito bichos, em socavas. Mas por ali deviam de ter suas casas e suas mulheres, seus meninos pequenos. Cafuas levantadas nas burgueias, em dobras de serra ou no chão das baixadas, beira de brejo; às vezes formando mesmo arruados.

Aí plantavam suas rocinhas, às vezes não tinham gordura nem sal. Tanteei pena deles, grande pena. Como era que podiam parecer homens de exata valentia? Eles mesmos faziam preparo da pólvora de que tinham uso, ralado salitre das lapas, manipulando em panelas. Que era uma pólvora preta, fedorenta, que estrondava com espalhafato, enchendo os lugares de fumaceira. E às vezes essa pólvora bruta fazia as armas rebentarem, queimando e matando o atirador. Como era que eles podiam brigar? Conforme podiam viver?

João Guimarães Rosa. Grande Sertão: Veredas.
Rio de janeiro: Nova Aguilar, 1994, p. 544.

Tendo como referência o fragmento acima, da obra Grande Sertão: Veredas, de João Guimarães Rosa, julgue o item seguinte.

A sintaxe empregada por Guimarães Rosa em seus textos é incomum, tendo em vista que ele mescla elementos da oralidade com elementos da prosa poética.

 

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2492030 Ano: 2014
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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Como é que, desvalimento de gente assim, podiam escolher ofício de salteador? Ah, mas não eram. Que o que acontecia era de serem só esses homens reperdidos sem salvação naquele recanto lontão de mundo, groteiros dum sertão, os catrumanos daquelas brenhas. O Acauã que explicou, o Acauã sabia deles. Que viviam tapados de Deus, assim nosocos. Nem não saíam dos solapos, segundo refleti, dando cria feito bichos, em socavas. Mas por ali deviam de ter suas casas e suas mulheres, seus meninos pequenos. Cafuas levantadas nas burgueias, em dobras de serra ou no chão das baixadas, beira de brejo; às vezes formando mesmo arruados.

Aí plantavam suas rocinhas, às vezes não tinham gordura nem sal. Tanteei pena deles, grande pena. Como era que podiam parecer homens de exata valentia? Eles mesmos faziam preparo da pólvora de que tinham uso, ralado salitre das lapas, manipulando em panelas. Que era uma pólvora preta, fedorenta, que estrondava com espalhafato, enchendo os lugares de fumaceira. E às vezes essa pólvora bruta fazia as armas rebentarem, queimando e matando o atirador. Como era que eles podiam brigar? Conforme podiam viver?

João Guimarães Rosa. Grande Sertão: Veredas.
Rio de janeiro: Nova Aguilar, 1994, p. 544.

Tendo como referência o fragmento acima, da obra Grande Sertão: Veredas, de João Guimarães Rosa, julgue o item seguinte.

No trecho entre as linhas, Guimarães Rosa emprega palavras de realce.

 

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2492024 Ano: 2014
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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Porque há o direito ao grito.
Então eu grito.

Grito puro e sem pedir esmola. Sei que há moças que vendem o corpo, única posse real, em troca de um bom jantar em vez de um sanduíche de mortadela. Mas a pessoa de quem falarei mal tem corpo para vender, ninguém a quer, ela é virgem e inócua, não faz falta a ninguém. Aliás — descubro eu agora — eu também não faço a menor falta, e até o que escrevo um outro escreveria. Um outro escritor, sim, mas teria que ser homem porque escritora mulher pode lacrimejar piegas.

Como a nordestina, há milhares de moças espalhadas por cortiços, vagas de cama num quarto, atrás de balcões trabalhando até a estafa. Não notam sequer que são facilmente substituíveis e que tanto existiram como não existiriam. Poucas se queixam e ao que eu saiba nenhuma reclama por não saber a quem. Esse quem será que existe?

Estou esquentando o corpo para iniciar, esfregando as mãos uma na outra para ter coragem. Agora me lembrei de que houve um tempo em que para me esquentar o espírito eu rezava: o movimento é espírito. A reza era um meio de mudamente e escondido de todos atingir-me a mim mesmo.

Quando rezava, conseguia um oco de alma — e esse oco é o tudo que posso eu jamais ter. Mais do que isso, nada. Mas o vazio tem o valor e a semelhança do pleno. Um meio de obter é não procurar, um meio de ter é o de não pedir e somente acreditar que o silêncio que eu creio em mim é resposta a meu — a meu mistério.

Clarice Lispector. A Hora da Estrela.
Rio de Janeiro: Rocco, 1999, p.13-4.

Tendo como referência o fragmento acima, da obra A Hora da Estrela, de Clarice Lispector, julgue o item a seguir.

Nos romances de Clarice Lispector, a linguagem, conforme evidenciado no fragmento acima, é predominantemente objetiva, uma vez que a autora deseja aproximar o jornalismo da literatura.

 

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2492022 Ano: 2014
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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Porque há o direito ao grito.
Então eu grito.

Grito puro e sem pedir esmola. Sei que há moças que vendem o corpo, única posse real, em troca de um bom jantar em vez de um sanduíche de mortadela. Mas a pessoa de quem falarei mal tem corpo para vender, ninguém a quer, ela é virgem e inócua, não faz falta a ninguém. Aliás — descubro eu agora — eu também não faço a menor falta, e até o que escrevo um outro escreveria. Um outro escritor, sim, mas teria que ser homem porque escritora mulher pode lacrimejar piegas.

Como a nordestina, há milhares de moças espalhadas por cortiços, vagas de cama num quarto, atrás de balcões trabalhando até a estafa. Não notam sequer que são facilmente substituíveis e que tanto existiram como não existiriam. Poucas se queixam e ao que eu saiba nenhuma reclama por não saber a quem. Esse quem será que existe?

Estou esquentando o corpo para iniciar, esfregando as mãos uma na outra para ter coragem. Agora me lembrei de que houve um tempo em que para me esquentar o espírito eu rezava: o movimento é espírito. A reza era um meio de mudamente e escondido de todos atingir-me a mim mesmo.

Quando rezava, conseguia um oco de alma — e esse oco é o tudo que posso eu jamais ter. Mais do que isso, nada. Mas o vazio tem o valor e a semelhança do pleno. Um meio de obter é não procurar, um meio de ter é o de não pedir e somente acreditar que o silêncio que eu creio em mim é resposta a meu — a meu mistério.

Clarice Lispector. A Hora da Estrela.
Rio de Janeiro: Rocco, 1999, p.13-4.

Tendo como referência o fragmento acima, da obra A Hora da Estrela, de Clarice Lispector, julgue o item a seguir.

Conforme é possível perceber em diversos trechos do fragmento apresentado, a ironia é forte marca da escrita de Clarice Lispector.

 

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2492020 Ano: 2014
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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Embora, em muitos aspectos, a literatura de Clarice contraste com a de Guimarães Rosa, ela tem em comum com a dele a experimentação da linguagem, a eliminação da fronteira entre a prosa e a poesia, uma dimensão mística e metafísica, bem como características barrocas. O barroco de um é, porém, diametralmente oposto ao do outro: em Guimarães Rosa, há criação vocabular, exuberância linguística, muitas narrativas entrelaçadas; em Clarice, há economia de palavras e ausência de narrativa, a aproximação ao barroco ocorre, sobretudo, através da repetição, que realça um significado cada vez mais fugidio à medida que se tenta explicitá-lo. [...] A poesia em Guimarães Rosa está nos ritmos, nas rimas internas, nas onomatopeias, nas aliterações, no aspecto formal do texto e também na criação de significados através da junção inusitada de palavras. A de Clarice, na vertigem de sentido e no “movimento em círculo da palavra ao silêncio e do silêncio à palavra”, enquanto seus textos vão desvendando um território em direção ao nada ou então ao reinício.

J. Almino. De Machado a Clarice: a força da literatura. In: C.G. Mota. Viagem
incompleta: a experiência brasileira. São Paulo: SENAC, 2000, p. 72-3.

Tendo o texto acima como referência inicial, julgue o item a seguir.

As ideias desenvolvidas no texto permitem inferir que os neologismos, abundantes nas obras de Guimarães Rosa, estão ausentes nas obras de Clarice Lispector.

 

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2492018 Ano: 2014
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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Embora, em muitos aspectos, a literatura de Clarice contraste com a de Guimarães Rosa, ela tem em comum com a dele a experimentação da linguagem, a eliminação da fronteira entre a prosa e a poesia, uma dimensão mística e metafísica, bem como características barrocas. O barroco de um é, porém, diametralmente oposto ao do outro: em Guimarães Rosa, há criação vocabular, exuberância linguística, muitas narrativas entrelaçadas; em Clarice, há economia de palavras e ausência de narrativa, a aproximação ao barroco ocorre, sobretudo, através da repetição, que realça um significado cada vez mais fugidio à medida que se tenta explicitá-lo. [...] A poesia em Guimarães Rosa está nos ritmos, nas rimas internas, nas onomatopeias, nas aliterações, no aspecto formal do texto e também na criação de significados através da junção inusitada de palavras. A de Clarice, na vertigem de sentido e no “movimento em círculo da palavra ao silêncio e do silêncio à palavra”, enquanto seus textos vão desvendando um território em direção ao nada ou então ao reinício.

J. Almino. De Machado a Clarice: a força da literatura. In: C.G. Mota. Viagem
incompleta: a experiência brasileira. São Paulo: SENAC, 2000, p. 72-3.

Tendo o texto acima como referência inicial, julgue o item a seguir.

Com base na análise dos recursos da linguagem poética empregados pelos dois autores mencionados no texto, conclui-se que ambos fazem parte da vanguarda que promoveu a Semana de Arte Moderna.

 

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