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Foram encontradas 5.194 questões.

796924 Ano: 2015
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: VUNESP
Orgão: UNESP
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Leia um trecho do “Manifesto do Surrealismo”, publicado por André Breton em 1924.
Surrealismo: Automatismo psíquico por meio do qual alguém se propõe a exprimir o funcionamento real do pensamento. Ditado do pensamento, na ausência de controle exercido pela razão, fora de qualquer preocupação estética ou moral.
O Surrealismo assenta-se na crença da realidade superior de certas formas de associação, negligenciadas até aqui, na onipotência do sonho, no jogo desinteressado do pensamento.
(Apud Gilberto Mendonça Teles. Vanguarda europeia
e Modernismo brasileiro, 1992. Adaptado.)
Tendo em vista as considerações de André Breton, assinale a alternativa cujos versos revelam influência do Surrealismo.
 

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796840 Ano: 2015
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: FUVEST
Orgão: USP
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Nesse livro, ousadamente, varriam-se de um golpe o sentimentalismo superficial, a fictícia unidade da pessoa humana, as frases piegas, o receio de chocar preconceitos, a concepção do predomínio do amor sobre todas as outras paixões; afirmava-se a possibilidade de construir um grande livro sem recorrer à natureza, desdenhava-se a cor local; surgiram afinal homens e mulheres, e não brasileiros (no sentido pitoresco) ou gaúchos, ou nortistas, e, finalmente, mas não menos importante, patenteava-se a influência inglesa em lugar da francesa.
Lúcia MiguelPereira, História da Literatura Brasileira Prosa de ficção de 1870 a 1920. Adaptado.
O livro a que se refere a autora é
 

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793659 Ano: 2015
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: FAFIPA
Orgão: Tijucas do Sul Prev-PR
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Leia o poema de Ricardo Azevedo e responda a questão.
Dentro do livro
Tem partida
Tem viagem
Tem estrada
Tem caminho
Tem procura
Tem destino
Lá dentro do livro
Tem princesa
Tem herói
Tem fada
Tem feiticeira
Tem gigante
Tem bandido
Lá dentro do livro
Quanto mito
Quanta lenda
Quanta saga
Quanto dito
Quanto caso
Quanto conto
Lá dentro do livro
Tem tragédia
Tem comédia
Tem teatro
Tem poesia
Tem romance
Tem suspense
Lá dentro do livro
Tem passado
Tem presente
Tem futuro
Tem moderno
Tem o velho
Tem o novo
Lá dentro do livro
Tem verdade
Tem mentira
Tem juízo
Tem loucura
Tem ciência
Tem bobagem
Lá dentro do livro
Tem estudo
Tem ensino
Tem lição
Tem exercício
Tem pergunta
Tem resposta
Lá dentro do livro
Quanta regra
Quanta norma
Quanta ordem
Quanta lei
Quanta moral
Quanto exemplo
Lá dentro do livro
Tem imagem
Tem pintura
Tem desenho
Tem gravura
Tem estampa
Tem figura
Lá dentro do livro
Tem desejo
Tem vontade
Tem projeto
Tem trabalho
Tem fracasso
Tem sucesso
Lá dentro do livro
Quanta gente
Quanto sonho
Quanta história
Quanto invento
Quanta arte
Quanta vida
Há dentro de um livro!
Por meio de _____________ curtas, com sete _________________ cada, o poeta da literatura infanto juvenil Ricardo Azevedo apresenta as possibilidades que podem existir dentro do livro. Selecione a alternativa que completa correta e respectivamente as lacunas:
 

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791980 Ano: 2015
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: FADURPE
Orgão: CESMAC
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Após a Semana de Arte Moderna, alguns escritores de diferentes regiões do país começaram a produzir obras em prosa que retratavam criticamente a realidade social e política do Brasil. Passaram a tematizar questões como a desigualdade social, a vida miserável e indigna dos retirantes, os costumes escravagistas e o coronelismo, apoiado na posse das terras. Esses problemas muitas vezes eram desconhecidos do público leitor dos centros urbanos da época.
Em 1926, em Recife, essa proposta estética firmou-se em um congresso, no qual escritores nordestinos tomaram a decisão de criar uma prosa regional comprometida com a participação política e a denúncia social.
(Graça Sette, Márcia Travalha; Rosário Starling. Literatura – trilhas
e tramas. São Paulo: Leya, 2015, p. 494. Fragmento).
O Fragmento transcrito acima se refere ao movimento que deu origem ao conhecido “Romance de 30” e que teve, entre seus principais representantes:
 

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791953 Ano: 2015
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: FADURPE
Orgão: CESMAC
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A obra de Cecília Meireles passeia por vários gêneros e formas literárias: do romanceiro ibérico à elegia, da crônica ao ensaio. Ligada inicialmente ao grupo 'Festa', a poesia de Cecília Meireles nunca deixou de lado a sensibilidade neo-simbolista que esse grupo literário cultivou contra o “perigo” modernista. Sendo assim, da sua poesia é verdadeiro afirmar o que segue.
 

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790467 Ano: 2015
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: FADURPE
Orgão: CESMAC
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Católico, modernista, regionalista, pintor, fotógrafo, poeta, prosador, crítico, político e médico: esses foram alguns dos predicados atribuíveis a Jorge de Lima, ao longo das suas quase seis décadas de vida. No entanto, quando pensamos no escritor alagoano, pensamos basicamente no poeta e, particularmente, em sua obra maior: Invenção de Orfeu. Sobre essa obra, publicada em 1952, é correto afirmar que se trata de um poema:
 

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790160 Ano: 2015
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: ITA
Orgão: ITA
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Acerca das personagens femininas de O cortiço, de Aluísio Azevedo, podemos dizer que

 

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Leia a seguir um fragmento do “Sermão de Santo Antônio (aos peixes)”, do Pe. Antônio Vieira.
“Vós, diz Cristo, Senhor nosso, falando com os pregadores, sois o sal da terra: e chama-lhes sal da terra, porque quer que façam na terra o que faz o sal. O efeito do sal é impedir a corrupção; mas quando a terra se vêtão corrupta como está a nossa, havendo tantos nela que têm ofício de sal, qual será, ou qual pode ser a causa desta corrupção? Ou é porque o sal não salga, ou porque a terra se não deixa salgar. Ou é porque o sal não salga, e os pregadores não pregam a verdadeira doutrina; ou porque a terra se não deixa salgar e os ouvintes, sendo verdadeira a doutrina que lhes dão, a não querem receber. Ou é porque o sal não salga, e os pregadores dizem uma cousa e fazem outra; ou porque a terra se não deixa salgar, e os ouvintes querem antes imitar o que eles fazem, que fazer o que dizem. Ou é porque o sal não salga, e os pregadores se pregam a si e não a Cristo; ou porque a terra se não deixa salgar, e os ouvintes, em vez de servir a Cristo, servem a seus apetites. (...)
Suposto, pois, que ou o sal não salgue ou a terra se não deixe salgar; que se há-de fazer a este sal e que se há-de fazer a esta terra? O que se há-de fazer ao sal que não salga, Cristo o disse logo: (...) Se o sal perder a substância e a virtude, e o pregador faltar à doutrina e ao exemplo, o que se lhe há-de fazer, é lançá-lo fora como inútil para que seja pisado de todos. Quem se atrevera a dizer tal cousa, se o mesmo Cristo a não pronunciara? Assim como não há quem seja mais digno de reverência e de ser posto sobre a cabeça que o pregador que ensina e faz o que deve, assim é merecedor de todo o desprezo e de ser metido debaixo dos pés, o que com a palavra ou com a vida prega o contrário.
Isto é o que se deve fazer ao sal que não salga.”
(Vieira, Antônio. SERMÃO DE SANTO ANTÓNIO AOS PEIXES – trecho. Disponível em: http://www.jayrus.art.br/Apostilas/LiteraturaPortuguesa/Barroco/Padre_Antonio_Vieira_Sto_Antonio_aos_Peixes.htm. Acesso em 19.02.15)
Das características abaixo, apenas uma não pertence ao período literário do qual esse texto faz parte.
Marque-a.
 

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767156 Ano: 2015
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: FADURPE
Orgão: CESMAC
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Graciliano Ramos é considerado pela crítica literária como o maior escritor do chamado romance nordestino de 1930. Prosador por excelência, a sua obra se dilata em vários gêneros textuais: do romance ao diário de viagem, do artigo de jornal à literatura infanto-juvenil, do conto à memorialística. No entanto, apesar de frequentar gêneros textuais diversos, seus textos se urdem por um estilo que se caracteriza por alguns traços comuns. Assinale quais são esses traços.
 

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767145 Ano: 2015
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: VUNESP
Orgão: UNESP
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MÃOS
Mãos de veludo, mãos de mártir e de santa,
o vosso gesto é como um balouçar de palma;
o vosso gesto chora, o vosso gesto geme, o vosso
[gesto canta!
Mãos de veludo, mãos de mártir e de santa,
rolas à volta da negra torre da minh’alma.
Pálidas mãos, que sois como dois lírios doentes,
Caridosas Irmãs do hospício da minh’alma,
O vosso gesto é como um balouçar de palma,
Pálidas mãos, que sois como dois lírios doentes...
Mãos afiladas, mãos de insigne formosura,
Mãos de pérola, mãos cor de velho marfim,
Sois dois lenços, ao longe, acenando por mim,
Duas velas à flor duma baía escura.
Mimo de carne, mãos magrinhas e graciosas,
Dos meus sonhos de amor, quentes e brandos ninhos,
Divinas mãos que me heis coroado de espinhos,
Mas que depois me haveis coroado de rosas!
Afilhadas do luar, mãos de rainha,
Mãos que sois um perpétuo amanhecer,
Alegrai, como dois netinhos, o viver
Da minha alma, velha avó entrevadinha.
(Obras poéticas, 1968.)
Indique o verso cuja imagem significa “trazer sofrimentos, padecimentos”.
 

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