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398649 Ano: 2013
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: IBFC
Orgão: SEE-DF
Leia a estrofe abaixo:
Um dia que o gado
No prado guardava,
Amor me aparece
Com arco e aljava.
Os versos acima apresentam algumas características próprias da escola literária a que pertencem. Não é característica dessa escola:
 

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398648 Ano: 2013
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: IBFC
Orgão: SEE-DF
O Romantismo foi um movimento que apresentou uma série de características. Assinale abaixo a alternativa que apresenta uma característica que não é própria do movimento romântico.
 

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398647 Ano: 2013
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: IBFC
Orgão: SEE-DF
O cultismo e o conceptismo são tendências literárias originariamente espanholas características do:
 

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398206 Ano: 2013
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: IMPARH
Orgão: Pref. Fortaleza-CE
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Assinale a opção que melhor corresponde à frase atribuída a Aristóteles:
 

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397755 Ano: 2013
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: FUVEST
Orgão: USP
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Revelação do subúrbio
Quando vou para Minas, gosto de ficar de pé, contra a
[vidraça do carro*,
vendo o subúrbio passar.
O subúrbio todo se condensa para ser visto depressa,
com medo de não repararmos suficientemente
em suas luzes que mal têm tempo de brilhar.
A noite come o subúrbio e logo o devolve,
ele reage, luta, se esforça,
até que vem o campo onde pela manhã repontam laranjais
e à noite só existe a tristeza do Brasil.
Carlos Drummond de Andrade, Sentimento do mundo, 1940.
(*) carro: vagão ferroviário para passageiros.
No poema de Drummond, a presença dos motivos da velocidade, da mecanização, da eletricidade e da metrópole configura-se como
 

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397003 Ano: 2013
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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Prece de mineiro no Rio

Espírito de Minas, me visita,
e sobre a confusão desta cidade,
onde voz e buzina se confundem,
lança teu claro raio ordenador.
Conserva em mim ao menos a metade
do que fui de nascença e a vida esgarça:
não quero ser um móvel num imóvel,
quero firme e discreto o meu amor,
meu gesto seja sempre natural,
mesmo brusco ou pesado, e só me punja
a saudade da pátria imaginária.
(...) Por vezes emudeces. Não te sinto
a soprar da azulada serrania
onde galopam sombras e memórias
de gente que, de humilde, era orgulhosa
e fazia da crosta mineral
um solo humano em seu despojamento.
(...) Espírito mineiro, circunspecto
talvez, mas encerrando uma partícula
de fogo embriagador, que lavra súbito,
e, se cabe, a ser doidos nos inclinas:
não me fujas no Rio de Janeiro,
como a nuvem se afasta e a ave se alonga.
Mas abre um portulano ante meus olhos
que a teu profundo mar conduza, Minas,
Minas além do som, Minas Gerais.

Carlos Drummond de Andrade. Poesia e prosa. Rio
de Janeiro: Nova Aguilar, 1988, p. 279.

No que se refere ao texto acima e ao seu autor, julgue o item a seguir.

O interlocutor explícito do eu lírico no poema é caracterizado como “Espírito de Minas”, e pode ser interpretado como a mineiridade, ou seja, o conjunto de características próprias dos que nasceram em Minas Gerais.

 

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397002 Ano: 2013
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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Caía a tarde.

No pequeno jardim da casa do Paquequer, uma linda moça se embalançava indolentemente numa rede de palha presa aos ramos de uma acácia silvestre, que estremecendo deixava cair algumas de suas flores miúdas e perfumadas.

Os grandes olhos azuis, meio cerrados, às vezes se abriam languidamente como para se embeberem de luz, e abaixavam de novo as pálpebras rosadas.

Os lábios vermelhos e úmidos pareciam uma flor da gardênia dos nossos campos, orvalhada pelo sereno da noite; o hálito doce e ligeiro exalava-se formando um sorriso. (...)

Os longos cabelos louros, enrolados negligentemente em ricas tranças, descobriam a fronte alva, e caíam em volta do pescoço presos por uma rendinha finíssima de fios de palha cor de ouro, feita com uma arte e perfeição admirável.(...)

Esta moça era Cecília.

José de Alencar. O Guarani. Internet: <www.dominiopublico.gov.br>.

Acerca das obras de José de Alencar, do romance citado acima bem como do fragmento de texto apresentado, julgue o item que se segue.

Além de obras indianistas, como O Guarani, José de Alencar produziu romances urbanos ou de costumes, romances históricos, romances regionais e romances rurais, tornando-se um dos mais importantes consolidadores do gênero na literatura brasileira.

 

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397001 Ano: 2013
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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Caía a tarde.

No pequeno jardim da casa do Paquequer, uma linda moça se embalançava indolentemente numa rede de palha presa aos ramos de uma acácia silvestre, que estremecendo deixava cair algumas de suas flores miúdas e perfumadas.

Os grandes olhos azuis, meio cerrados, às vezes se abriam languidamente como para se embeberem de luz, e abaixavam de novo as pálpebras rosadas.

Os lábios vermelhos e úmidos pareciam uma flor da gardênia dos nossos campos, orvalhada pelo sereno da noite; o hálito doce e ligeiro exalava-se formando um sorriso. (...)

Os longos cabelos louros, enrolados negligentemente em ricas tranças, descobriam a fronte alva, e caíam em volta do pescoço presos por uma rendinha finíssima de fios de palha cor de ouro, feita com uma arte e perfeição admirável.(...)

Esta moça era Cecília.

José de Alencar. O Guarani. Internet: <www.dominiopublico.gov.br>.

Acerca das obras de José de Alencar, do romance citado acima bem como do fragmento de texto apresentado, julgue o item que se segue.

A descrição da personagem enfatiza seu universo psicológico interior e é estruturada de forma fragmentada, refletindo uma visão parcial e individual própria do fluxo de consciência.

 

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397000 Ano: 2013
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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Caía a tarde.

No pequeno jardim da casa do Paquequer, uma linda moça se embalançava indolentemente numa rede de palha presa aos ramos de uma acácia silvestre, que estremecendo deixava cair algumas de suas flores miúdas e perfumadas.

Os grandes olhos azuis, meio cerrados, às vezes se abriam languidamente como para se embeberem de luz, e abaixavam de novo as pálpebras rosadas.

Os lábios vermelhos e úmidos pareciam uma flor da gardênia dos nossos campos, orvalhada pelo sereno da noite; o hálito doce e ligeiro exalava-se formando um sorriso. (...)

Os longos cabelos louros, enrolados negligentemente em ricas tranças, descobriam a fronte alva, e caíam em volta do pescoço presos por uma rendinha finíssima de fios de palha cor de ouro, feita com uma arte e perfeição admirável.(...)

Esta moça era Cecília.

José de Alencar. O Guarani. Internet: <www.dominiopublico.gov.br>.

Acerca das obras de José de Alencar, do romance citado acima bem como do fragmento de texto apresentado, julgue o item que se segue.

Nesse romance, ao colocar o índio nativo no lugar do herói medieval, personagem-modelo na literatura europeia, José de Alencar busca identificar o Brasil como uma nação independente, com seus próprios mitos e temas.

 

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396999 Ano: 2013
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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Mas que vejo eu ali... que quadro de amarguras!
Que cena funeral cantar!... Que tétricas figuras!...
Que cena infame e vil!... meu Deus! Que horror!(...)
Era um sonho dantesco... O tombadilho
Que das luzernas avermelha o brilho,
Em sangue a se banhar.
Tinir de ferros... estalar de açoite...
Legiões de homens negros como a noite,
Horrendos a dançar... (...)
E ri-se a orquestra, irônica, estridente...
E da ronda fantástica a serpente
Faz doudas espirais...
Se o velho arqueja... se no chão resvala,
Ouvem-se gritos... o chicote estala.
E voam mais e mais...
Presa nos elos de uma só cadeia,
A multidão faminta cambaleia,
E chora e dança ali!

Castro Alves. O navio negreiro. Internet: <www.dominiopublico.gov.br>.

Considerando o fragmento do poema apresentado, julgue o próximo item.

Diferentemente dos poetas das primeiras gerações do Romantismo, que focalizavam conflitos individuais, Castro Alves, pertencente à terceira geração, universaliza o tema da escravidão com esse poema, cantando a realidade brutal dos escravos.

 

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