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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: ISET
Orgão: Pref. Jaguaquara-BA
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: ISET
Orgão: Pref. Jaguaquara-BA
I. É importante que o trabalho com o texto literário esteja incorporado às práticas cotidianas da sala de aula.
II. Trata-se de uma forma específica de conhecimento.
III. Pensar sobre a literatura implica dizer que se está diante de um inusitado tipo de diálogo regido por jogos de aproximações e afastamentos.
IV. É possível utilizá-los como expedientes para servir ao ensino das boas maneiras, dos hábitos de higiene, dos deveres do cidadão, dos tópicos gramaticais, das receitas desgastadas do “prazer do texto”, etc.
A partir da concepção sobre a especificidade do Texto Literário no âmbito educacional, os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs) defendem o que se afirma sobre tal ferramenta de apoio no que se diz corretamente em:
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Leia os versos de Tomás Antônio Gonzaga para responder à questão.
|
I
Os seus compridos cabelos, que sobre as costas ondeiam, são os que de Apolo mais belos, mas de loura cor não são. Têm a cor da negra noite; e com o branco do rosto fazem, Marília, um composto da mais formosa união. |
II
Os teus olhos espelham luz divina, a quem a luz do sol em vão se atreve; papoila ou rosa delicada e fina te cobre as faces, que são cor da neve. Os teus cabelos são uns fios d'ouro; teu lindo corpo bálsamos vapora. |
(Tomás Antônio Gonzaga. Marília de Dirceu. Em: Alfredo Bosi. História concisa da literatura brasileira. 2015)
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Leia os versos de Tomás Antônio Gonzaga para responder à questão.
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I
Os seus compridos cabelos, que sobre as costas ondeiam, são os que de Apolo mais belos, mas de loura cor não são. Têm a cor da negra noite; e com o branco do rosto fazem, Marília, um composto da mais formosa união. |
II
Os teus olhos espelham luz divina, a quem a luz do sol em vão se atreve; papoila ou rosa delicada e fina te cobre as faces, que são cor da neve. Os teus cabelos são uns fios d'ouro; teu lindo corpo bálsamos vapora. |
(Tomás Antônio Gonzaga. Marília de Dirceu. Em: Alfredo Bosi. História concisa da literatura brasileira. 2015)
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Enchente
Chama o Alexandre!
Chama!
Olha a chuva que chega!
É a enchente.
Olha o chão que foge com a chuva...
Olha a chuva que encharca a gente.
Põe a chave na fechadura.
Fecha a porta por causa da chuva...
olha a rua como se enche!
Enquanto chove, bota a chaleira
no fogo: olha a chama! olha a chispa!
Olha a chuva nos feixes de lenha!
Vamos tomar chá, pois a chuva
é tanta que nem de galocha
se pode andar na rua cheia!
Chama o Alexandre!
Chama!
(Cecília Meireles. Ou isto ou aquilo.
Em: Angela Kleiman. Oficina de leitura: teoria & prática. 2017)
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