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1372052 Ano: 2010
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
Em São Bernardo, o foco narrativo modela sua verdadeira força expressiva porque projeta o nível de consciência da personagem em:
 

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1369980 Ano: 2010
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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Poema do jornal

O fato ainda não acabou de acontecer
e já a mão nervosa do repórter
o transforma em notícia.
O marido está matando a mulher.
A mulher ensanguentada grita.
Ladrões arrombam o cofre.
A polícia dissolve o meeting.
A pena escreve.

Vem da sala de linotipos a doce música mecânica.

Carlos Drummond de Andrade. Antologia poética. Rio de Janeiro: Record, 2002, p.45.

Tendo como ponto de partida o poema apresentado acima, de Carlos Drummond de Andrade, julgue o item, acerca da linguagem literária.

A recusa à fantasia, em favor da informação direta e clara, impede o poeta de imprimir traços de lirismo ao texto.

 

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1369979 Ano: 2010
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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Poema do jornal

O fato ainda não acabou de acontecer
e já a mão nervosa do repórter
o transforma em notícia.
O marido está matando a mulher.
A mulher ensanguentada grita.
Ladrões arrombam o cofre.
A polícia dissolve o meeting.
A pena escreve.

Vem da sala de linotipos a doce música mecânica.

Carlos Drummond de Andrade. Antologia poética. Rio de Janeiro: Record, 2002, p.45.

Tendo como ponto de partida o poema apresentado acima, de Carlos Drummond de Andrade, julgue o item, acerca da linguagem literária.

O poema aborda, prioritariamente, a produção da notícia e da informação.

 

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1369978 Ano: 2010
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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Poema do jornal

O fato ainda não acabou de acontecer
e já a mão nervosa do repórter
o transforma em notícia.
O marido está matando a mulher.
A mulher ensanguentada grita.
Ladrões arrombam o cofre.
A polícia dissolve o meeting.
A pena escreve.

Vem da sala de linotipos a doce música mecânica.

Carlos Drummond de Andrade. Antologia poética. Rio de Janeiro: Record, 2002, p.45.

Tendo como ponto de partida o poema apresentado acima, de Carlos Drummond de Andrade, julgue o item, acerca da linguagem literária.

Nos cinco últimos versos da primeira estrofe, a objetividade e o emprego de períodos curtos evidenciam a tentativa do poeta de imprimir ao texto poético o imediatismo da linguagem jornalística.

 

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1369977 Ano: 2010
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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— O que espreme as lágrimas do coração de Iracema?

— Chora o cajueiro quando fica o tronco seco e triste. Iracema perdeu sua felicidade, depois que te separaste dela.

— Não estou eu junto de ti?

— Teu corpo está aqui; mas tua alma voa à terra de teus pais e busca a virgem branca, que te espera.

(...)

Sorriu em sua tristeza a formosa tabajara:

— Quanto tempo há que retiraste de Iracema teu espírito? Dantes, teu passo te guiava para as frescas serras e alegres tabuleiros: teu pé gostava de pisar a terra da felicidade, e seguir o rasto da esposa. Agora só buscas as praias ardentes, porque o mar que lá murmura vem dos campos em que nasceste.

(...)

— A voz do guerreiro branco chama seus irmãos para defender a cabana de Iracema e a terra de seu filho, quando o inimigo vier.

A esposa meneou a cabeça:

— Quando tu passas no tabuleiro, teus olhos fogem do fruto do jenipapo e buscam a flor do espinheiro; a fruta é saborosa, mas tem a cor dos tabajaras; a flor tem a alvura das faces da virgem branca: Se cantam as aves, teu ouvido não gosta já de escutar o canto mavioso da graúna, mas tua alma se abre para o grito do japim, porque ele tem as penas douradas como os cabelos daquela que tu amas!

José de Alencar. Iracema. Rio de Janeiro: Edições de Ouro, s/d, p.169-71.

O trecho acima, da obra Iracema, apresenta o diálogo entre o português Martim e sua esposa indígena Iracema. A partir dele, julgue o item.

No trecho acima, a realidade social e histórica do dilema entre local e cosmopolita é representada literariamente pela oposição entre terra e mar, jenipapo e flor do espinheiro, graúna e japim, Iracema e virgem branca.

 

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1369976 Ano: 2010
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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— O que espreme as lágrimas do coração de Iracema?

— Chora o cajueiro quando fica o tronco seco e triste. Iracema perdeu sua felicidade, depois que te separaste dela.

— Não estou eu junto de ti?

— Teu corpo está aqui; mas tua alma voa à terra de teus pais e busca a virgem branca, que te espera.

(...)

Sorriu em sua tristeza a formosa tabajara:

— Quanto tempo há que retiraste de Iracema teu espírito? Dantes, teu passo te guiava para as frescas serras e alegres tabuleiros: teu pé gostava de pisar a terra da felicidade, e seguir o rasto da esposa. Agora só buscas as praias ardentes, porque o mar que lá murmura vem dos campos em que nasceste.

(...)

— A voz do guerreiro branco chama seus irmãos para defender a cabana de Iracema e a terra de seu filho, quando o inimigo vier.

A esposa meneou a cabeça:

— Quando tu passas no tabuleiro, teus olhos fogem do fruto do jenipapo e buscam a flor do espinheiro; a fruta é saborosa, mas tem a cor dos tabajaras; a flor tem a alvura das faces da virgem branca: Se cantam as aves, teu ouvido não gosta já de escutar o canto mavioso da graúna, mas tua alma se abre para o grito do japim, porque ele tem as penas douradas como os cabelos daquela que tu amas!

José de Alencar. Iracema. Rio de Janeiro: Edições de Ouro, s/d, p.169-71.

O trecho acima, da obra Iracema, apresenta o diálogo entre o português Martim e sua esposa indígena Iracema. A partir dele, julgue o item.

Nesse trecho da obra Iracema, José de Alencar supera o nacionalismo literário romântico, ao relegar a descrição da natureza local a um plano secundário em relação ao enredo lírico-amoroso.

 

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1369975 Ano: 2010
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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— O que espreme as lágrimas do coração de Iracema?

— Chora o cajueiro quando fica o tronco seco e triste. Iracema perdeu sua felicidade, depois que te separaste dela.

— Não estou eu junto de ti?

— Teu corpo está aqui; mas tua alma voa à terra de teus pais e busca a virgem branca, que te espera.

(...)

Sorriu em sua tristeza a formosa tabajara:

— Quanto tempo há que retiraste de Iracema teu espírito? Dantes, teu passo te guiava para as frescas serras e alegres tabuleiros: teu pé gostava de pisar a terra da felicidade, e seguir o rasto da esposa. Agora só buscas as praias ardentes, porque o mar que lá murmura vem dos campos em que nasceste.

(...)

— A voz do guerreiro branco chama seus irmãos para defender a cabana de Iracema e a terra de seu filho, quando o inimigo vier.

A esposa meneou a cabeça:

— Quando tu passas no tabuleiro, teus olhos fogem do fruto do jenipapo e buscam a flor do espinheiro; a fruta é saborosa, mas tem a cor dos tabajaras; a flor tem a alvura das faces da virgem branca: Se cantam as aves, teu ouvido não gosta já de escutar o canto mavioso da graúna, mas tua alma se abre para o grito do japim, porque ele tem as penas douradas como os cabelos daquela que tu amas!

José de Alencar. Iracema. Rio de Janeiro: Edições de Ouro, s/d, p.169-71.

O trecho acima, da obra Iracema, apresenta o diálogo entre o português Martim e sua esposa indígena Iracema. A partir dele, julgue o item.

O trecho “Chora o cajueiro quando fica o tronco seco e triste” é um exemplo da força poética da narrativa de José de Alencar, a qual deriva da associação entre a figura do indígena e a descrição da paisagem nacional.

 

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1369974 Ano: 2010
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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— O que espreme as lágrimas do coração de Iracema?

— Chora o cajueiro quando fica o tronco seco e triste. Iracema perdeu sua felicidade, depois que te separaste dela.

— Não estou eu junto de ti?

— Teu corpo está aqui; mas tua alma voa à terra de teus pais e busca a virgem branca, que te espera.

(...)

Sorriu em sua tristeza a formosa tabajara:

— Quanto tempo há que retiraste de Iracema teu espírito? Dantes, teu passo te guiava para as frescas serras e alegres tabuleiros: teu pé gostava de pisar a terra da felicidade, e seguir o rasto da esposa. Agora só buscas as praias ardentes, porque o mar que lá murmura vem dos campos em que nasceste.

(...)

— A voz do guerreiro branco chama seus irmãos para defender a cabana de Iracema e a terra de seu filho, quando o inimigo vier.

A esposa meneou a cabeça:

— Quando tu passas no tabuleiro, teus olhos fogem do fruto do jenipapo e buscam a flor do espinheiro; a fruta é saborosa, mas tem a cor dos tabajaras; a flor tem a alvura das faces da virgem branca: Se cantam as aves, teu ouvido não gosta já de escutar o canto mavioso da graúna, mas tua alma se abre para o grito do japim, porque ele tem as penas douradas como os cabelos daquela que tu amas!

José de Alencar. Iracema. Rio de Janeiro: Edições de Ouro, s/d, p.169-71.

O trecho acima, da obra Iracema, apresenta o diálogo entre o português Martim e sua esposa indígena Iracema. A partir dele, julgue o item.

A literatura indianista de José de Alencar, mais que informar o leitor acerca da natureza local, colaborou para formar a consciência do público leitor acerca do atraso do país em relação à civilização europeia.

 

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1365787 Ano: 2010
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: ITA
Orgão: ITA
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O poema ao lado, “Gioconda (Da Vinci)”, de Carlos Drummond de Andrade, refere-se a uma célebre tela renascentista:
O ardiloso sorriso
alonga-se em silêncio
para contemporâneos e pósteros
ansiosos, em vão, por decifrá-lo.
Não há decifração. Há o sorriso.
(Em: Farewell. Rio de Janeiro: Record, 1996.)
NÃO se pode afirmar que o poema
 

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1365554 Ano: 2010
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: ITA
Orgão: ITA
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Sobre o romance Capitães da areia, de Jorge Amado, é INCORRETO afirmar que
 

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