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Paciente feminino, 77 anos, dá entrada no setor de
emergência com quadro de dor torácica de forte
intensidade, irradiada para membro superior esquerdo,
associada sudorese profusa e náuseas. PA: 180/90
mmHg; FC: 120 bpm, FR: 20 irpm. Neurologico
preservada, ausculta pulmonar com estertores em bases,
ritmo cardíaco regular sem sopros. ECG abaixo:
Você classificaria este caso como:
Você classificaria este caso como:
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Em relação a insuficiência cardíaca com fração de ejeção
reduzida, as medicações tidas como pilares e padrão-ouro para o tratamento otimizado, dentre as abaixo, a
melhor opção, seriam:
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Paciente masculino, 65 anos, com histórico de
hipertensão arterial, diabetes tipo 2 e infarto agudo do
miocárdio há 2 anos está em terapêutica para
dislipidemia. Qual a meta do LDL-c para este paciente
seguindo a Diretriz Brasileira de Dislipidemias e
Prevenção da Aterosclerose – SBC 2025?
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Uma gestante de 39 semanas, primigesta, dá entrada no
centro obstétrico com contrações rítmicas e dolorosas. Ao
exame físico inicial, apresenta:
• Dinâmica Uterina: 3 contrações de 40 segundos em 10 minutos.
• Toque Vaginal: Colo 100% esvaecido, 4 cm de dilatação, apresentação cefálica, de Lee -2, membranas íntegras.
Após 4 horas de observação e deambulação, um novo toque vaginal revela:
• Toque Vaginal: 5 cm de dilatação, apresentação de Lee -1, membranas rotas espontaneamente com líquido amniótico claro.
De acordo com as novas definições de trabalho de parto e a condução do partograma pela Febrasgo 2025, qual é o diagnóstico da fase atual e a conduta recomendada?
• Dinâmica Uterina: 3 contrações de 40 segundos em 10 minutos.
• Toque Vaginal: Colo 100% esvaecido, 4 cm de dilatação, apresentação cefálica, de Lee -2, membranas íntegras.
Após 4 horas de observação e deambulação, um novo toque vaginal revela:
• Toque Vaginal: 5 cm de dilatação, apresentação de Lee -1, membranas rotas espontaneamente com líquido amniótico claro.
De acordo com as novas definições de trabalho de parto e a condução do partograma pela Febrasgo 2025, qual é o diagnóstico da fase atual e a conduta recomendada?
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Uma gestante de 25 anos, com 9 semanas de idade
gestacional por ultrassonografia de primeiro trimestre,
procura a urgência obstétrica relatando sangramento vaginal
em moderada quantidade há 6 horas, acompanhado de dor
em cólica no baixo ventre. Ao exame físico, apresenta-se
normotensa e com bom estado geral. No exame especular,
observa-se sangramento ativo pelo orifício cervical externo.
Ao toque vaginal, o colo uterino encontra-se pérvio (aberto),
com o corpo uterino de tamanho menor do que o esperado
para a idade gestacional. A ultrassonografia transvaginal
demonstra útero com ecos endometriais heterogêneos e
irregulares, medindo 18 mm, sem visualização de saco
gestacional íntegro.
De acordo com os achados clínicos e de imagem, qual o diagnóstico e a conduta recomendada?
De acordo com os achados clínicos e de imagem, qual o diagnóstico e a conduta recomendada?
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Uma gestante de 24 semanas, primigesta, comparece à
consulta de pré-natal queixando-se de episódios de tontura e
sensação de desmaio quando se deita de costas para
descansar. Além disso, relata que notou um aumento da
frequência cardíaca e que suas gengivas sangram levemente
durante a escovação. Ao exame físico, apresenta pressão
arterial de 110/70 mmHg (sentada), frequência cardíaca de 92
bpm e presença de edema em membros inferiores (1+/4+),
sem outras alterações. O médico explica que tais achados
fazem parte das adaptações fisiológicas do organismo
materno.
Considerando as modificações hemodinâmicas e sistêmicas da gestação, qual é a explicação correta para os fenômenos observados nesta paciente?
Considerando as modificações hemodinâmicas e sistêmicas da gestação, qual é a explicação correta para os fenômenos observados nesta paciente?
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Uma gestante de 26 anos, primigesta, IMC de 28 kg/m², sem
antecedentes familiares de diabetes, comparece à primeira
consulta de pré-natal com 10 semanas de gestação.
Apresenta uma glicemia de jejum de 94 mg/dL realizada na
semana anterior. O restante dos exames da rotina de
primeiro trimestre não apresenta alterações. A gestação
transcorre sem queixas clínicas.
De acordo com os critérios de rastreio e diagnóstico de Diabetes Mellitus Gestacional estabelecidos pela Febrasgo 2025, qual é a interpretação correta do resultado da glicemia e a conduta a ser seguida?
De acordo com os critérios de rastreio e diagnóstico de Diabetes Mellitus Gestacional estabelecidos pela Febrasgo 2025, qual é a interpretação correta do resultado da glicemia e a conduta a ser seguida?
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Uma gestante primigesta, com ciclos menstruais
previamente regulares e DUM de certeza, comparece à
consulta de pré-natal apresentando um laudo de
ultrassonografia transvaginal realizado precocemente. Ao
comparar os métodos, o médico observa que a Idade
Gestacional (IG) calculada pela DUM é de 8 semanas e 2
dias, enquanto a IG estimada pela medida do Comprimento
Cabeça-Nádegas (CCN) no exame de imagem é de 7
semanas e 3 dias.
De acordo com os critérios de datação da gestação recomendados pela Febrasgo para o primeiro trimestre, qual deve ser a conduta do médico em relação à definição da idade gestacional para o acompanhamento pré-natal?
De acordo com os critérios de datação da gestação recomendados pela Febrasgo para o primeiro trimestre, qual deve ser a conduta do médico em relação à definição da idade gestacional para o acompanhamento pré-natal?
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Uma paciente de 29 anos, hígida, sexualmente ativa, procura
atendimento com queixa de disúria, polaciúria e urgência
miccional de início há 48 horas. Refere também dor em peso
no hipogástrio. Nega febre, náuseas ou dor lombar. Relata
um episódio semelhante há 8 meses, tratado com sucesso.
Ao exame físico: bom estado geral, afebril, abdome indolor à
palpação profunda, exceto por leve desconforto em região
suprapúbica. Sinal de Giordano negativo bilateralmente.
Considerando o quadro clínico de Cistite Aguda não complicada em mulher jovem, qual é a conduta diagnóstica e terapêutica mais adequada?
Considerando o quadro clínico de Cistite Aguda não complicada em mulher jovem, qual é a conduta diagnóstica e terapêutica mais adequada?
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Uma paciente de 58 anos, na pós-menopausa há 6 anos,
procura atendimento para avaliação de rotina. É sedentária,
ingere pouca quantidade de laticínios e nega tabagismo. A
densitometria óssea (DEXA) apresenta um T-score de -2,7
em colo de fêmur e -2,5 em coluna lombar (L1-L4). A paciente
não apresenta sintomas vasomotores significativos, mas
teme o risco de fraturas, pois sua mãe apresentou fratura de
quadril aos 70 anos. Exames laboratoriais mostram cálcio
iônico e PTH normais, mas 25-hidroxivitamina D de 18 ng/mL
(valor de referência: > 30 ng/mL para grupos de risco).
De acordo com as diretrizes para o manejo da osteoporose pós-menopausal, qual é a conduta terapêutica imediata mais adequada para esta paciente?
De acordo com as diretrizes para o manejo da osteoporose pós-menopausal, qual é a conduta terapêutica imediata mais adequada para esta paciente?
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