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Um homem de 52 anos apresenta dor óssea crônica em membros. A tomografia evidencia esclerose metafisária simétrica bilateral em ossos longos. Há também espessamento periaórtico e infiltração retroperitoneal.
Biópsia óssea mostrou infiltrado difuso por histiócitos espumosos (xantomatosos) em estroma fibroso, com células gigantes tipo Touton ocasionais, presença de infiltrado inflamatório linfoplasmocitário associado, ausência de necrose ou granulomas bem formados. O estudo imunohistoquímico mostrou positividade para CD68, CD163 e BRAF. Negatividade para S100, CD1a e CD207.
O diagnóstico mais provável é
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Homem, 32 anos, com nódulo na face volar do dedo indicador há 10 meses, crescimento lento, medindo 1,5 cm. Lesão firme, bem delimitada. Na microscopia, observa-se lesão nodular bem circunscrita, composta por células fusiformes escassas, sem atipia, distribuídas em estroma de colágeno denso e hialinizado, com áreas hipocelulares alternando com áreas discretamente mais celulares. Presença de foco mixoide. Observam-se pequenas fendas e espaços alongados entre feixes colágenos. Mitoses raras. Ausência de necrose. O estudo imunohistoquímico foi negativo para ALK1, STAT6, desmina, S100, SOX10 e β-catenina.
O diagnóstico mais provável e o principal diagnóstico diferencial são:
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Mulher, 52 anos, com sangramento uterino anormal há 8 meses. USG: massa ovariana direita 10 cm, sólido-cística, com hemorragia. CA-125 normal. β-inibina sérica elevada.
Na microscopia foi evidenciada neoplasia formada por células monótonas, em padrões mistos: difuso, cordões/trabéculas e com células fusiformes. Núcleos ovais com membrana irregular e sulcos nucleares em parte do tumor. Mitose baixa. Reticulina: predomina marcação envolvendo grupos celulares. O estudo imunohistoquímico mostrou inibina+ (heterogênea), calretinina+, PAX8−, EMA−, CK7−. AE1/AE3 focal+, ER focal+.
Assinale a opção que contém o diagnóstico mais provável, o principal diagnóstico diferencial, e a mutação mais característica do tumor principal.
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Mulher jovem, tentando engravidar, com ciclos regulares de 28 dias, realiza biópsia endometrial no 25º dia do ciclo menstrual.
No exame histopatológico, o achado mais esperado para essa data e o principal marcador imunohistoquímico utilizado para avaliação de endometrite são:
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Mulher, 52 anos, refere prurido e descamação persistente no mamilo direito há 8 meses, com piora progressiva. Ao exame físico, observa-se placa eritematosa e eczematosa envolvendo mamilo e aréola, com pequena área erosiva. Não há massa palpável.
Biópsia do mamilo/aréola:
• epiderme com células grandes intraepidérmicas, isoladas e em pequenos agrupamentos, predominando na junção dermoepidérmica;
• citoplasma pálido/vacuolado, núcleos pleomórficos, nucléolos evidentes;
• sem queratinização, sem pontes intercelulares.
Assinale a opção que apresenta o principal diagnóstico, o diagnóstico diferencial mais provável e quais marcadores devem ser solicitados.
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Mulher de 46 anos com carcinoma invasivo de mama confirmado em biópsia por agulha grossa. O patologista discute com a equipe quais achados histológicos e imuno-histoquímicos aumentam a suspeita de tumor associado a BRCA1 em comparação com BRCA2, com base nos padrões descritos em grandes séries.
Assinale a opção que descreve corretamente as diferenças mais típicas entre carcinomas de mama associados a BRCA1 e BRCA2.
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Em uma biópsia hepática, observam-se dois padrões distintos de morte celular. No primeiro, há células isoladas retraídas, com citoplasma intensamente eosinofílico, núcleo picnótico e fragmentado, sem reação inflamatória importante ao redor. No segundo, há áreas confluentes de lise celular, com perda da arquitetura, extravasamento de conteúdo celular e infiltrado neutrofílico adjacente.
O primeiro padrão descrito e o segundo padrão descrito são, respectivamente,
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Homem, 24 anos, com massa testicular sólida ao exame físico. Realizada orquiectomia radical. A microscopia evidenciou neoplasia com áreas de células grandes e pleomórficas, com núcleos vesiculosos e nucléolos proeminentes, por vezes formando glândulas.
Observa-se pequena área com células mononucleares associadas a células multinucleadas gigantes, em meio a hemorragia. A Imuno-histoquímica mostrou positividade para OCT3/4, CD30, SALL4, β-hCG. PLAP focal e AFP negativo.
O diagnóstico mais provável é
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Homem, 26 anos, massa renal sólida de 4,9 cm. Histologia: neoplasia composta por células epitelioides de citoplasma eosinofílico a levemente claro, com padrão tubular, sólido e cribriforme, além de áreas com estroma mixoide e discreto infiltrado inflamatório. Não há padrão típico de carcinoma de células claras, nem arquitetura papilífera bem formada.
Imunohistoquímica revela:
• PAX8: positivo;
• CK AE1/AE3: positivo;
• EMA: positivo; • CK7: positivo difuso;
• AMACR: negativo;
• CAIX: negativo;
• CD10: negativo;
• TFE3: negativo;
• TFEB: negativo;
• FH: preservado;
• SDHB: preservado;
• INI1: preservado.
Considerando a classificação atual da OMS, o exame complementar mais indicado para a confirmação diagnóstica é a(o)
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Paciente masculino, 58 anos com hematúria macroscópica. Na cistoscopia foi evidenciada uma lesão exofítica única de 3 mm.
A alteração morfológica que define a lesão como papiloma urotelial é a lesão
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