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Um paciente de 70 anos com DPOC grave (GOLD 3) e história de múltiplas internações por exacerbação, é admitido na UTI com piora aguda apresentando dispneia intensa, FR 28 irpm, SpO2 88% em ar ambiente além do uso de musculatura acessória. Gasometria arterial: pH 7,30, PaCO2 60 mmHg, PaO2 55 mmHg. O paciente está em uso de broncodilatadores inalatórios.
O próximo passo no manejo do paciente é
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Um paciente de 65 anos com hipertensão arterial sistêmica e diabetes mellitus tipo 2 apresenta episódios de palpitações e taquicardia com duração de duas horas. O ECG mostra fibrilação atrial com resposta ventricular de 150 bpm. O paciente está hemodinamicamente estável, com PA 130/80 mmHg, sem dor torácica ou dispneia. Escore CHA2Ds2-VA = 3.
O próximo passo no manejo é
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Após parada cardiorrespiratória por fibrilação ventricular e retorno da circulação espontânea, um paciente permanece em coma na admissão à UTI, PA 110/60 mmHg, FC 77 bpm e temperatura 36,8 °C.
A conduta mais apropriada é
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Mulher, 54 anos, apresentando embolia pulmonar confirmada por angiotomografia de tórax. PA 75/45 mmHg, apesar da administração de cristaloides em volumes adequados, com extremidades frias e pálidas, FC 96 bpm, SatO2 87%, lactato 5 mmol/L e ecocardiograma com disfunção importante do ventrículo direito.
A melhor estratégia imediata é
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Ao planejar o início de um programa de reabilitação, o médico fisiatra deve considerar critérios clínicos e funcionais que garantam segurança, adesão e potencial de benefício terapêutico ao paciente.
Os fatores fundamentais para o início de um programa de reabilitação são
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A Lei nº 15.176/2025, em vigor a partir de janeiro de 2026, reconhece a fibromialgia como condição que pode ser enquadrada como deficiência para fins legais, inclusive para acesso a direitos e políticas públicas específicas.
De acordo com a referida norma, essa caracterização dependerá de
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Paciente em tratamento para transtorno psiquiátrico evolui com movimentos involuntários orofaciais, de tronco e de membros, de caráter incapacitante, compatíveis com discinesias induzidas por uso crônico de antipsicóticos. Encontra-se em seguimento ambulatorial multiprofissional.
Considerando o plano terapêutico global, a principal contribuição do médico fisiatra, nesse contexto, é
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Uma Unidade Básica de Saúde (UBS) identifica, em sua área de abrangência, uma criança de 10 anos, com Síndrome de Down, que apresenta importante limitação no domínio da escolaridade. A equipe informa que existe escola inclusiva disponível na região, porém a família não manifesta interesse em encaminhar a criança, por não acreditar em sua capacidade de aprendizagem ou evolução.
Esse relato evidencia a presença de
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Pacientes com doenças reumatológicas inflamatórias crônicas frequentemente evoluem com deformidades, sobretudo em pequenas articulações, levando a prejuízo funcional progressivo e impacto nas atividades de vida diária.
Nesse contexto, o foco principal do programa de reabilitação conduzido pelo médico fisiatra deve ser
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Paciente com doença do neurônio motor, na forma bulbar inicial, encontra-se em acompanhamento fisiátrico. Considerando a evolução esperada dessa condição, é fundamental monitorar sinais que indiquem o momento oportuno para a instalação de via alternativa de alimentação, preferencialmente por gastrostomia, a fim de prevenir desnutrição e complicações respiratórias.
Nesse contexto, o parâmetro mais adequado para acompanhar e auxiliar nessa indicação é
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