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Homem de 48 anos, com hipertensão arterial, diabetes Mellitus
tipo 2, doença arterial coronariana estável e dislipidemia, procura
serviço de emergência por mialgia intensa em membros
inferiores, fraqueza muscular progressiva e redução do volume
urinário, iniciadas há 48 horas. Refere que a urina adquiriu
coloração castanho escura. Nega trauma, exercício físico
extenuante, convulsões, consumo recente de álcool ou drogas
ilícitas.
Faz uso regular de AAS, losartana, metformina e sinvastatina 40 mg à noite, esta última há aproximadamente 3 anos. Há cinco dias, recebeu diagnóstico de pneumonia adquirida na comunidade em outro serviço e iniciou claritromicina 500 mg a cada 12 horas.
Ao exame, encontra-se consciente, PA 128/76 mmHg, FC 88 bpm, FR 18 irpm, SpO₂ 96% em ar ambiente, sem sinais de congestão pulmonar. Apresenta dor à palpação da musculatura proximal dos membros inferiores, sem sinais de síndrome compartimental.
Exames laboratoriais: Creatinina: 2,4 mg/dL; Creatinina basal: 1,0 mg/dL; Potássio: 6,4 mEq/L; Fósforo: 6,7 mg/dL; Cálcio total: 7,3 mg/dL; CK total: 34.800 U/L; AST: 412 U/L; ALT: 136 U/L; Ácido úrico: 10,8 mg/dL
O exame de urina demonstra reação 3+ para sangue na fita reagente, com 0 a 2 hemácias por campo na microscopia. O eletrocardiograma mostra ondas T apiculadas difusamente.
Considerando o diagnóstico mais provável, o mecanismo farmacológico envolvido e as prioridades terapêuticas, assinale a afirmativa correta.
Faz uso regular de AAS, losartana, metformina e sinvastatina 40 mg à noite, esta última há aproximadamente 3 anos. Há cinco dias, recebeu diagnóstico de pneumonia adquirida na comunidade em outro serviço e iniciou claritromicina 500 mg a cada 12 horas.
Ao exame, encontra-se consciente, PA 128/76 mmHg, FC 88 bpm, FR 18 irpm, SpO₂ 96% em ar ambiente, sem sinais de congestão pulmonar. Apresenta dor à palpação da musculatura proximal dos membros inferiores, sem sinais de síndrome compartimental.
Exames laboratoriais: Creatinina: 2,4 mg/dL; Creatinina basal: 1,0 mg/dL; Potássio: 6,4 mEq/L; Fósforo: 6,7 mg/dL; Cálcio total: 7,3 mg/dL; CK total: 34.800 U/L; AST: 412 U/L; ALT: 136 U/L; Ácido úrico: 10,8 mg/dL
O exame de urina demonstra reação 3+ para sangue na fita reagente, com 0 a 2 hemácias por campo na microscopia. O eletrocardiograma mostra ondas T apiculadas difusamente.
Considerando o diagnóstico mais provável, o mecanismo farmacológico envolvido e as prioridades terapêuticas, assinale a afirmativa correta.
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Mulher de 61 anos, com artrite reumatoide soropositiva
diagnosticada há 18 meses, apresenta bom controle da atividade
articular com metotrexato 20 mg por via oral uma vez por
semana e ácido fólico 1 mg ao dia. Hemograma e função renal
realizados dois meses antes eram normais, com hemoglobina de
12,7 g/dL, leucócitos de 6.400/mm³, plaquetas de 238.000/mm³ e
creatinina de 0,8 mg/dL.
Há dez dias, procurou atendimento por disúria e polaciúria, sendo prescritos trimetoprim e sulfametoxazol. Evoluiu progressivamente com astenia, odinofagia, úlceras orais dolorosas e equimoses espontâneas. Nas últimas 24 horas, apresentou febre de 38,4 ºC. Ao exame, encontra-se hemodinamicamente estável, com mucosite oral extensa e petéquias em membros inferiores. Não há linfonodomegalias, esplenomegalia palpável ou sinais de atividade inflamatória articular significativa.
Os exames laboratoriais mostram: Hemoglobina: 8,8 g/dL; VCM: 104 fL; Leucócitos: 900/mm³; Neutrófilos absolutos: 180/mm³; Plaquetas: 28.000/mm³; Reticulócitos: 0,4%; Creatinina: 2,3 mg/dL; TFGe: 23 mL/min/1,73 m²; AST: 42 U/L; ALT: 47 U/L; Bilirrubina total: 0,8 mg/dL; Vitamina B12: normal.
O esfregaço de sangue periférico não evidencia blastos nem população aumentada de linfócitos granulares.
Considerando a integração entre a apresentação clínica, os exames laboratoriais, a farmacologia dos medicamentos utilizados e o mecanismo de ação do tratamento da artrite reumatoide, assinale a afirmativa correta.
Há dez dias, procurou atendimento por disúria e polaciúria, sendo prescritos trimetoprim e sulfametoxazol. Evoluiu progressivamente com astenia, odinofagia, úlceras orais dolorosas e equimoses espontâneas. Nas últimas 24 horas, apresentou febre de 38,4 ºC. Ao exame, encontra-se hemodinamicamente estável, com mucosite oral extensa e petéquias em membros inferiores. Não há linfonodomegalias, esplenomegalia palpável ou sinais de atividade inflamatória articular significativa.
Os exames laboratoriais mostram: Hemoglobina: 8,8 g/dL; VCM: 104 fL; Leucócitos: 900/mm³; Neutrófilos absolutos: 180/mm³; Plaquetas: 28.000/mm³; Reticulócitos: 0,4%; Creatinina: 2,3 mg/dL; TFGe: 23 mL/min/1,73 m²; AST: 42 U/L; ALT: 47 U/L; Bilirrubina total: 0,8 mg/dL; Vitamina B12: normal.
O esfregaço de sangue periférico não evidencia blastos nem população aumentada de linfócitos granulares.
Considerando a integração entre a apresentação clínica, os exames laboratoriais, a farmacologia dos medicamentos utilizados e o mecanismo de ação do tratamento da artrite reumatoide, assinale a afirmativa correta.
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Mulher de 76 anos, com hipertensão arterial sistêmica,
obesidade grau I e doença renal crônica estágio G3a, sem
diagnóstico de diabetes Mellitus, é internada pela segunda vez
em 8 meses por dispneia progressiva, ortopneia e edema de
membros inferiores. Na admissão, apresentava estertores
bibasais, turgência jugular e congestão pulmonar à radiografia de
tórax.
Após tratamento com furosemida intravenosa, evolui com resolução da congestão e encontra-se clinicamente estável, em programação de alta hospitalar. Antes da internação, apresentava dispneia aos esforços habituais, compatível com classe funcional III da NYHA.
Ecocardiograma demonstra fração de ejeção do ventrículo esquerdo de 60%, hipertrofia ventricular esquerda concêntrica, volume atrial esquerdo indexado de 45 mL/m², relação E/e' média de 17 e ausência de valvopatia significativa.
Na alta, apresenta: PA: 126/72 mmHg; FC: 68 bpm, ritmo sinusal; Hemoglobina: 12,4 g/dL; Sódio: 138 mEq/L; Potássio: 5,2 mEq/L; Creatinina: 1,3 mg/dL; TFGe: 44 mL/min/1,73 m²; Glicemia de jejum: 96 mg/dL; HbA1c: 5,8%; NT proBNP: 1.480 pg/mL.
Encontra-se euvolêmica e recebe valsartana para controle da hipertensão arterial, além de furosemida oral em dose ajustada para manutenção da euvolemia.
Considerando o diagnóstico, os exames laboratoriais e o objetivo de reduzir o risco de novos eventos de insuficiência cardíaca, assinale a conduta farmacológica, associada ao respectivo mecanismo de ação, mais apropriada nesse momento.
Após tratamento com furosemida intravenosa, evolui com resolução da congestão e encontra-se clinicamente estável, em programação de alta hospitalar. Antes da internação, apresentava dispneia aos esforços habituais, compatível com classe funcional III da NYHA.
Ecocardiograma demonstra fração de ejeção do ventrículo esquerdo de 60%, hipertrofia ventricular esquerda concêntrica, volume atrial esquerdo indexado de 45 mL/m², relação E/e' média de 17 e ausência de valvopatia significativa.
Na alta, apresenta: PA: 126/72 mmHg; FC: 68 bpm, ritmo sinusal; Hemoglobina: 12,4 g/dL; Sódio: 138 mEq/L; Potássio: 5,2 mEq/L; Creatinina: 1,3 mg/dL; TFGe: 44 mL/min/1,73 m²; Glicemia de jejum: 96 mg/dL; HbA1c: 5,8%; NT proBNP: 1.480 pg/mL.
Encontra-se euvolêmica e recebe valsartana para controle da hipertensão arterial, além de furosemida oral em dose ajustada para manutenção da euvolemia.
Considerando o diagnóstico, os exames laboratoriais e o objetivo de reduzir o risco de novos eventos de insuficiência cardíaca, assinale a conduta farmacológica, associada ao respectivo mecanismo de ação, mais apropriada nesse momento.
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Homem de 68 anos, com hipertensão e diabetes, é internado por
pneumonia comunitária grave. Após receber 30 mL/kg de
cristaloide balanceado, permanece com pressão arterial de 78
por 46 mmHg, frequência cardíaca de 118 bpm, lactato de 5,2
mmol/L e débito urinário de 0,2 mL/kg/h. Noradrenalina em dose
crescente, atualmente a 0,28 micrograma/kg/min, mantém
pressão arterial média de 67 mmHg. A ultrassonografia à beira
leito mostra ventrículo esquerdo hiperdinâmico, ventrículo
direito sem dilatação, ausência de derrame pericárdico e linhas B
esparsas. A elevação passiva das pernas aumenta o VTI da via de
saída do ventrículo esquerdo em apenas 4%, afastando
responsividade a volume. Não há evidência de disfunção
miocárdica ou de baixo débito cardíaco.
Considerando o choque séptico vasoplégico persistente, a próxima conduta mais apropriada é
Considerando o choque séptico vasoplégico persistente, a próxima conduta mais apropriada é
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Mulher de 45 anos apresenta crise tônico-clônica generalizada
com duração superior a cinco minutos. Recebe lorazepam
intravenoso em dose adequada, mas mantém atividade
convulsiva. Glicemia e eletrólitos não explicam o quadro.
A próxima etapa mais apropriada é
A próxima etapa mais apropriada é
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Homem de 69 anos com insuficiência cardíaca recebe duas
unidades de concentrado de hemácias por anemia. Durante a
segunda unidade, desenvolve dispneia, hipertensão, turgência
jugular e estertores difusos. Radiografia mostra edema pulmonar
bilateral. BNP aumentou significativamente em relação ao basal e
houve resposta rápida a diurético.
O diagnóstico mais provável é
O diagnóstico mais provável é
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Mulher de 64 anos, com câncer de ovário, apresenta síncope,
dispneia súbita e dor torácica. Ao exame, encontra-se com
pressão arterial de 76 × 44 mmHg, frequência cardíaca de
128 bpm, extremidades frias, tempo de enchimento capilar
prolongado e lactato 4,3 mmol/L e saturação periférica de
oxigênio de 86%. A angiotomografia de tórax evidencia
tromboembolismo pulmonar bilateral central, e o
ecocardiograma demonstra dilatação e hipocinesia do ventrículo
direito. A paciente não apresenta sangramento ativo,
antecedente de hemorragia intracraniana, cirurgia de grande
porte recente e sem metástases intracranianas conhecidas.
A conduta mais apropriada é
A conduta mais apropriada é
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Homem de 47 anos com pancreatite aguda biliar apresenta febre,
icterícia, dor em hipocôndrio direito, bilirrubina total de
7,2 mg/dL e dilatação de colédoco com cálculo impactado. Evolui
com hipotensão e alteração do nível de consciência apesar de
medidas iniciais.
A conduta mais apropriada é
A conduta mais apropriada é
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Mulher de 71 anos, cinco dias após infarto tratado com
angioplastia, desenvolve dispneia súbita, edema agudo de
pulmão e sopro holossistólico novo em foco mitral. Pressão
arterial é 78 por 48 mmHg. Ecocardiograma demonstra
regurgitação mitral aguda grave, folheto mitral flail e estrutura
móvel correspondente à cabeça rompida do músculo papilar.
A conduta mais apropriada é
A conduta mais apropriada é
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Homem de 59 anos com cirrose alcoólica chega com hematêmese
volumosa. Pressão arterial 92 por 58 mmHg, frequência cardíaca
112 bpm, hemoglobina 7,4 g/dL, INR 1,8 e plaquetas 68.000/mm³.
Após acesso venoso e reposição inicial, permanece consciente e
sem nova hematêmese ativa.
O conjunto de medidas mais adequado antes da endoscopia é
O conjunto de medidas mais adequado antes da endoscopia é
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