Uma adolescente de 14 anos com AIJ oligoarticular, FAN positivo, desenvolve uveíte anterior crônica que não responde ao metotrexato após período adequado de tratamento. Nesse caso, a conduta terapêutica CORRETA para o controle da uveíte deve ser:
Menino de 10 anos com Artrite Idiopática Juvenil (AIJ) sistêmica em uso de pulso de metilprednisolona endovenosa (10-30 mg/kg/dia por 3 dias) e prednisona oral (1 a 2 mg/kg/dia) é reavaliado após 7 dias. Mantém febre diária e a PCR não reduziu 50% em relação ao valor inicial. Com base no tratamento da AIJ sistêmica com manifestações sistêmicas ativas, assinale a conduta CORRETA:
Um Anestesiologista é chamado para avaliar um
paciente de 55 anos, internado na UTI cirúrgica no 8º dia de pós-operatório de esofagectomia, em ventilação
mecânica invasiva desde o procedimento. O paciente
apresenta febre de 39,2 °C, secreção traqueal purulenta
abundante, leucocitose de 22.000/mm³ com desvio à
esquerda, PaO₂/FiO₂ de 180 mmHg (com PEEP de 10
cmH₂O) e novo infiltrado em lobo inferior esquerdo na
radiografia de tórax. O diagnóstico de Pneumonia
Associada à Ventilação Mecânica (PAV) é
estabelecido. Após coleta de culturas de secreção
traqueal e hemoculturas, é iniciada antibioticoterapia
empírica intravenosa de amplo espectro. Em relação à
estratégia ventilatória indicada para esse paciente,
assinale CORRETAMENTE:
Uma gestante de 32 anos, secundigesta, com idade
gestacional de 39 semanas, está em trabalho de parto
ativo sob analgesia peridural. Após ruptura espontânea
das membranas, evolui subitamente com dispneia
aguda, agitação intensa, calafrios, cianose e queda da
saturação periférica de oxigênio para 78%. A frequência
cardíaca fetal cai para 85 bpm. Minutos depois, a
paciente apresenta hipotensão arterial grave (PA 60/30
mmHg), rebaixamento do nível de consciência e
sangramento vaginal volumoso sem formação de
coágulos. Com base nesse caso, assinale
CORRETAMENTE o diagnóstico provável:
Um adulto de 40 anos, ASA I, está aguardando na sala
de preparo para ser submetido a artroscopia de joelho
sob anestesia geral eletiva. Ele relata ansiedade intensa
e solicita ao Anestesiologista permissão para mascar
chiclete enquanto aguarda. De acordo com as diretrizes mais recentes, a conduta CORRETA do
Anestesiologista deve ser:
Uma criança de 18 meses, ASA I, com 11 kg, é
programada para herniorrafia inguinal eletiva sob
anestesia geral. A cirurgia está agendada para as 8h da
manhã. A mãe informa que a criança tomou 150 mL de
leite materno às 2h e, às 5h30, ingeriu 50 mL de água
filtrada. Segundo as diretrizes ASA 2023 sobre tempos
mínimos de jejum pré-operatório pediátrico, assinale a
conduta CORRETA do anestesiologista em relação ao
início da anestesia:
Durante intubação orotraqueal com vídeo laringoscópio
de lâmina hiperangulada em uma paciente de 38 anos,
ASA I, submetida a tireoidectomia total eletiva, o anestesiologista obtém classificação Cormack-Lehane
grau I no monitor e inicia a inserção do tubo
endotraqueal. Ao avançar o tubo, sem manter visão
direta da orofaringe proximal, a paciente apresenta
sangramento oral súbito. Nesse caso, a complicação
provavelmente associada a esse mecanismo de lesão é:
Criança de 6 anos, 22 kg, ASA I, será submetida a
apendicectomia videolaparoscópica de urgência. Após
indução anestésica inalatória com sevoflurano a 8% em
oxigênio a 100%, o anestesiologista procede à intubação
orotraqueal. Considerando a fórmula de Motoyama para
a escolha do tubo traqueal, o diâmetro interno estimado
para um tubo traqueal do tipo cuffed para essa criança
deve ser:
Lactente de 14 meses, 10 kg, está sob anestesia geral
para videolaparoscopia. O Anestesiologista observa, no
capnógrafo sidestream, que a fase 2 da curva
capnográfica apresenta inclinação acentuada em vez do
padrão verticalizado esperado. Acerca do tema, a
alternativa que apresenta a explicação fisiopatológica
CORRETA para essa alteração na morfologia da curva
capnográfica é
Um Anestesiologista realiza cateterização venosa
central pela técnica de Seldinger em veia jugular interna
direita de paciente do sexo feminino, 63 anos, sob
monitorização contínua. Após antissepsia, colocação de
campos, posicionamento em Trendelenburg e anestesia
local, o profissional localiza a veia com agulha 22G e,
em seguida, punciona com agulha 18G adaptada a uma
seringa com solução salina, obtendo retorno de sangue
de cor vermelho-escura e fluxo contínuo. Nesse
contexto, o próximo passo antes da inserção do fio guia
deve ser: