Camilo de Mello Vasconcellos, professor do Museu de Arqueologia e Etnologia da USP, ressalta em artigo o desenvolvimento do campo museal nos últimos anos e, como possível consequência disso, passamos a presenciar a disputa entre dois reinos no interior das instituições museológicas contemporâneas. Essa disputa, segundo ele, é o resultado de uma visão elitista e hierárquica que ainda persiste nessas instituições. Em seu artigo, o professor se refere ao reino dos
Assinale a alternativa que corresponde corretamente à seguinte afirmação: “... pode ser definida como um conjunto de valores, de conceitos, de saberes e de práticas que têm como fim o desenvolvimento do visitante”.
O engajamento da sociedade é uma pauta muito significativa para os programas educativos dos Museus de Ciências, principalmente para os que atuam dentro de uma perspectiva da “Cultura Científica”. Nesse contexto, o que diferencia a comunicação científica da divulgação científica?
Partindo do princípio de que a exposição museológica é
uma convenção visual para a produção de sentidos, uma
representação cultural que ocorre dentro do processo de
musealização e por meio uma estrutura expográfica, é
correto afirmar que os seus três elementos essenciais
são:
Em seu artigo intitulado “O espaço nas exposições museológicas: atualizando percepções e significações”, Helena C. Uzeda diz que “A relação entre zonas iluminadas e sombreadas, principalmente sobre as cores das superfícies, pode conferir dramaticidade, mistério e introspecção, sintonizando o espírito a um tema que deverá enquadrar- se na mesma índole”. Com base nessa citação da autora sobre a iluminação em espaços expositivos, é correto afirmar:
Na publicação “Conceito de Cultura e sua inter-relação com o patrimônio cultural e a preservação”, Waldisa Rússio Camargo Guarnieri afirma que “... musealizamos os testemunhos do homem e do seu meio”, e que a musealização permite ao homem a leitura do mundo. Segundo esse artigo dessa influente personalidade do desenvolvimento do pensamento teórico da museologia brasileira,
Em “Museologia e Identidade”, elaborado em 1986 e
publicado em 1989, Waldisa Rússio Camargo Guarniere
trata, entre alguns temas, da relação da identidade com a
consciência da herança do patrimônio cultural. Ao abordar
o problema da ação museológica, a notável museóloga
afirma que “... os homens são seres históricos e é na experiência vivida e partilhada que se conhecem uns aos
outros e se conhecem a si mesmos.” Qual é o aspecto
constitutivo da Memória e, portanto, da Identidade, ressaltado pela pensadora paulista no contexto dessa reflexão?
No art. 39 da Lei n° 11.904/2009, que rege o Estatuto de
Museus, está escrito que “É obrigação dos museus manter a documentação sistematicamente atualizada sobre
os bens culturais que integram seus acervos, na forma de
registros e inventários”. No mesmo sentido, no capítulo
“Proteção dos Acervos” do Código de Ética do ICOM, há
um conjunto de recomendações a respeito da Documentação dos Acervos. Neste contexto, uma das estratégias
amplamente adotadas tem sido a implantação de banco de dados para as coleções museológicas, atualmente fortalecida com o desenvolvimento e o oferecimento
de ferramentas cada vez mais sofisticadas, acessíveis e
adequadas à realidade nacional, sendo necessário aos
profissionais de museus um maior domínio da natureza
do acervo museológico. Assinale a alternativa que relaciona cinco metadados (campos do banco de dados)
considerados essenciais na catalogação das coleções
museológicas históricas e científicas.
Um museu que mantenha animais vivos deve assumir plena responsabilidade por sua saúde e pelo bem-estar animal. Diante desta premissa relacionada nos princípios do Código de Ética do ICOM para Museus, voltados para a Proteção do Acervo Museológico, é correto afirmar que para proteção de seus profissionais e visitantes, assim como dos animais, o Museu deve adotar e implementar normas de segurança aprovadas por