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CEL. LANDA
Agora, de acordo com estes papéis, todas
as famílias judias desta área foram
registradas – exceto os Dreyfus. Em algum
ponto do ano passado eles parecem ter
desaparecido. O que me leva a concluir
que ou eles conseguiram escapar ou alguém
os está escondendo muito bem.
(levantando o olhar dos papéis
para o fazendeiro, do outro
lado da mesa)
O que o senhor ouviu falar sobre os
Dreyfus, Monsieur LaPadite?
PERRIER
Apenas rumores —
CEL. LANDA
— Adoro rumores! Fatos podem ser tão
enganosos, ao passo que rumores,
verdadeiros ou falsos, são quase sempre
reveladores. Então, Monsieur LaPadite,
quais rumores o senhor tem ouvido sobre
os Dreyfus?
O fazendeiro olha para Landa.
CEL. LANDA
Pode falar livremente, Monsieur LaPadite,
quero saber quais são os boatos, e não
quem os contou ao senhor.
O fazendeiro dá baforadas exaustivas em seu
cachimbo.
PERRIER
De novo, isto é apenas um rumor – mas
ouvimos dizer que os Dreyfus
conseguiram chegar à Espanha.
CEL. LANDA
Então os boatos que o senhor ouviu foram
de fuga?
PERRIER
Sim.
CEL. LANDA
Os LaPadites e os Dreyfus tinham uma
relação amigável?
Enquanto o fazendeiro responde a esta pergunta, a CÂMERA SE
ABAIXA atrás de sua cadeira, em direção ao chão, atravessando o
chão, até uma pequena área sob as pranchas do assoalho, revelando:
CINCO SERES HUMANOS Deitados horizontalmente sob as
pranchas do assoalho do fazendeiro.
Estes seres humanos são os DREYFUS, que têm vivido sob a casa
do fazendeiro no último ano. Mas não se pode chamar de viver o
que os Dreyfus têm passado. Esta família fez a única coisa que
podia –se esconder de um exército que os queria exterminar.
PERRIER
Éramos famílias da mesma comunidade, no
mesmo ramo. Eu não diria que éramos
amigos, mas membros da mesma comunidade.
Tínhamos interesses em comum. O coronel da S.S. pensa nesta resposta, parece aceitá-la, e então
passa para a próxima pergunta.
TARANTINO, Quentin: Bastardos inglórios: o roteiro original do filme.
Trad. Anna Lim. Editora Manole, São Paulo, 2006, p.8 -9.
Acerca das relações entre diálogos, cinema e escrita da narrativa cinematográfica, assinale a alternativa correta
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Para o teórico e cineasta russo Sergei Eisenstein a montagem é o elemento central e a força motriz da linguagem cinematográfica. No livro A Forma do Filme, Eisenstein destaca que a montagem permite uma recomposição emocional, intelectual e plástica de cenas filmadas. Dessa forma, ele estabelece uma poética da montagem que destaca pelo menos cinco elementos. São eles a montagem métrica, referente à duração dos planos; a montagem rítmica, que enfatiza a duração sentida pelo espectador; a montagem tonal, quando o movimento dos planos é percebido dentro de um sentido mais amplo; a montagem harmônica, quando os detalhes se aglutinam para criar uma cor e um tom predominantes às cenas; e, por fim, a montagem intelectual, que incide na colisão de imagens diferentes, muitas vezes próximas a uma dialética.
Acerca da teoria da montagem na linguagem e na teoria cinematográfica, assinale a alternativa correta.
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John Dewey (1859 –1952) é reconhecido como um grande educador nos Estados Unidos. Experiência e atividade constituem as principais bases de suas teorias, as quais se aplicam ao trabalho em grupo assim como a cooperação, ferramentas que devem também contemplar de modo satisfatório o processo de aprendizagem. Segundo Jaime Cordeiro: “Trata-se de uma pedagogia profundamente comprometida com a prática social e com o oferecimento de oportunidades iguais para os indivíduos, base para a construção e continuidade de uma sociedade democrática. Em termos didáticos, as experiências de ensino fundamentadas nas proposições de Dewey procuraram romper com a ordenação clássica dos conteúdos. Na medida em que a educação deve partir dos interesses verdadeiros das crianças, torna-se necessário romper ou pelo menos atenuar as barreiras entre as disciplinas e propor o ensino por projetos ou temas mais amplos, em que se propicie uma reconstrução ativa da experiência.
COLA, César PEREIRA; SANMARTIN, Stela MARIS. Didática do ensino da arte. Vitória: Universidade Federal do Espírito Santo, 2016, P.34.
O método de ensino proposto por John Dewey passa por uma estrutura dividida em cinco etapas: 1. A atividade; 2. O problema; 3. Os dados; 4. A hipótese. Qual é a quinta etapa?
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Quando observamos o compasso de uma música, é necessário entender as informações que este elemento gráfico nos mostra. Desta forma, a partir da Unidade de Tempo, conhecida por UT, e pela Unidade de Compasso, chamada de UC, apresentadas abaixo, marque a opção que representa o compassivo relativo a estas UT e UC.

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Já sabemos que a escala diatônica é constituída por uma sucessão de tons e semitons diatônicos, e as escalas menores tem duas formas, identifique na partitura abaixo, o tom e a forma da escala.

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O Hino à Bandeira Nacional foi composto por Franscisco Braga, com letra de Olavo Bilac, a pedido do Prefeito de Brasília, Doutor Pereira Passos. Hino com melodia e letra singulares foi adotado pelo Exército Brasileiro em diversas de suas formaturas. Abaixo está presente uma parte deste belo hino. Utilizando os meios de conhecer o tom de um trecho, escolha a alternativa que apresenta o tom do Hino na partitura abaixo.

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Segundo a professora Maria Luisa de Mattos Priolli, em uma escala cromática, as notas cromáticas devem ter certa relação, isto é, certa afinidade com a escala diatônica que lhe corresponde. Qual é a afinidade do Dó#?

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Sabe-se que a escala maior é composta de dois tetracordes consecutivos, e o primeiro tetracorde é separado do segundo por um intervalo de:

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Segundo Priolli, os ornamentos são notas estranhas ao desenho melódico e servem para adornar as notas reais da melodia. Assim, identifique o ornamento representado abaixo.

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Sabendo que alteração é o sinal que, colocado diante da nota, modifica sua entoação, identifique nas figuras abaixo, os sinais de alteração.

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