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A aplicação dos princípios da neurociência à educação
busca compreender como o cérebro aprende e como
otimizar o processo de ensino-aprendizagem.
A respeito desse tema, assinale a opção CORRETA:
A respeito desse tema, assinale a opção CORRETA:
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O reconhecimento jurídico de uma
língua minoritária implica transformações não apenas
simbólicas, mas também políticas e pedagógicas.
Nesse sentido, a Lei nº 10.436/02:
Nesse sentido, a Lei nº 10.436/02:
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O Decreto n° 5.626/05 regulamenta
a
Lei de Libras e detalha ações voltadas à difusão da
língua, acessibilidade e à formação de profissionais.
Considerando suas disposições, assinale a alternativa correta:
Considerando suas disposições, assinale a alternativa correta:
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Pesquisas evidenciam que a
criança surda, quando inserida em contextos familiares
e
escolares que desconsideram sua condição linguística,
tende a desenvolver estratégias de adaptação simbólica
que mascaram processos de exclusão.
Nessa perspectiva, é correto afirmar que:
Nessa perspectiva, é correto afirmar que:
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Segundo os fundamentos históricos
da
educação de surdos, o principal impacto das
mudanças paradigmáticas ocorridas a partir da década
de 1990 foi:
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Em treze de abril de 2023, o Portal
G1
anunciava o lançamento de uma série documental
sobre a trajetória de vida e a obra do poeta cearense
Patativa do Assaré. Na reportagem, lê-se:
♪ Nascido na interiorana Assaré (CE), no sul do Ceará, Antônio Gonçalves da Silva (5 de março de 1909 — 8 de Julho de 2002) foi — na própria caracterização feita pelo artista nos versos do poema O agregado e o operário —“Matuto do Nordeste / Criado dentro da mata / Caboclo cabra da peste/ Poeta cabeça chata”. (G1, 2023).
Por outro lado, em depoimento presente na introdução do livro Ispinho e Fulô (2012), o próprio Patativa afirma:
Figura, cartaz da série O posta que veio do povo' — Foto: Divulgação
"[...] Quando meu pai morreu, eu fiquei apenas com 9 anos de idade. Meu pai morreu muito moço. E eu, ao lado dos meus irmãos e da minha mãe, tivemos que enfrentar a vida de pobre agricultor, no diminuto terreno que meu pai deixou como herança. Na idade de 12 anos eu frequentei uma escola lá mesmo no campo, onde vivia e onde ainda estou vivendo. Nesta escola o professor era muito atrasado, embora muito bom, muito cuidadoso, mas o coitado não conhecia nem sequer uma pontuação. Eu aprendi apenas a ler, sem ponto de português, sem vírgula, sem ponto, sem nada, mas como sempre a minha maior distração foi a poesia e a leitura, quando eu tinha tempo, chegava da roça, ao meio-dia ou ler à noite, a minha distração era ler, ler e ouvir outro para mim, o meu irmão mais velho, José [...]” (Assaré, 2012, p. 9).
A experiência narrada por Patativa evidencia tensões históricas que atravessam a educação do campo no Brasil, marcadas pela escassez de recursos, pela formação insuficiente de docentes, pelas condições materiais de vida e pelas mediações entre religiosidade, cultura oral e saber formal. À luz dos debates contemporâneos sobre desigualdades educacionais e políticas públicas, uma abordagem historicamente consistente acerca da formação continuada de professores e do investimento na educação do campo se aproxima de:
♪ Nascido na interiorana Assaré (CE), no sul do Ceará, Antônio Gonçalves da Silva (5 de março de 1909 — 8 de Julho de 2002) foi — na própria caracterização feita pelo artista nos versos do poema O agregado e o operário —“Matuto do Nordeste / Criado dentro da mata / Caboclo cabra da peste/ Poeta cabeça chata”. (G1, 2023).
Por outro lado, em depoimento presente na introdução do livro Ispinho e Fulô (2012), o próprio Patativa afirma:
Figura, cartaz da série O posta que veio do povo' — Foto: Divulgação
"[...] Quando meu pai morreu, eu fiquei apenas com 9 anos de idade. Meu pai morreu muito moço. E eu, ao lado dos meus irmãos e da minha mãe, tivemos que enfrentar a vida de pobre agricultor, no diminuto terreno que meu pai deixou como herança. Na idade de 12 anos eu frequentei uma escola lá mesmo no campo, onde vivia e onde ainda estou vivendo. Nesta escola o professor era muito atrasado, embora muito bom, muito cuidadoso, mas o coitado não conhecia nem sequer uma pontuação. Eu aprendi apenas a ler, sem ponto de português, sem vírgula, sem ponto, sem nada, mas como sempre a minha maior distração foi a poesia e a leitura, quando eu tinha tempo, chegava da roça, ao meio-dia ou ler à noite, a minha distração era ler, ler e ouvir outro para mim, o meu irmão mais velho, José [...]” (Assaré, 2012, p. 9).
A experiência narrada por Patativa evidencia tensões históricas que atravessam a educação do campo no Brasil, marcadas pela escassez de recursos, pela formação insuficiente de docentes, pelas condições materiais de vida e pelas mediações entre religiosidade, cultura oral e saber formal. À luz dos debates contemporâneos sobre desigualdades educacionais e políticas públicas, uma abordagem historicamente consistente acerca da formação continuada de professores e do investimento na educação do campo se aproxima de:
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No desenvolvimento de sequências
didáticas centradas na leitura e interpretação de textos históricos e historiográficos, a abordagem de temas
como colonialismo e decolonialidade demanda atenção
às temporalidades próprias dos conceitos mobilizados
às
condições de produção dos sujeitos históricos. Ao
propor atividades de análise textual que aproximem experiências do século XVI de categorias políticas e identitárias consolidadas apenas na contemporaneidade, o
planejamento pedagógico coloca em tensão o equilíbrio
entre atualização interpretativa e rigor histórico. Em
um cenário no qual se pretende conduzir a leitura de
fontes e textos analíticos sem dispositivos de mediação
conceitual que explicitem as diferenças entre os regimes de historicidade envolvidos, o desafio metodológico
mais significativo no ensino de História se vincula a:
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No contexto da organização do ensino de História nos anos finais do ensino fundamental,
a
centralidade do trabalho com textos — narrativos,
documentais ou historiográficos — exige mediações
didáticas que garantam a participação efetiva de todos
os
estudantes nos processos de leitura, interpretação e
produção de sentidos. Quando a presença de uma estudante surda interpela a escola quanto às condições
de
acesso ao conteúdo textual, especialmente em atividades que envolvem análise de fontes e construção
de
argumentos históricos, o Decreto nº 5.626/2005 e
as
que
diretrizes de educação inclusiva tensionam práticas
transferem ao discente a responsabilidade pela
adaptação. Diante de uma situação em que a instituição
sinaliza a impossibilidade de ofertar intérprete e orienta a estudante a recorrer exclusivamente à leitura labial, a abordagem pedagógica compatível com a acessibilidade linguística e adaptação do ensino de História se relaciona a:
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Ao estruturar políticas voltadas à alfabetização e à recomposição de aprendizagens
contexto pós-pandêmico, a Secretaria Municipal
Educação de Assaré busca apoio do governo estadual para implementação de ações formativas, financiamento de materiais pedagógicos e monitoramento
de
indicadores educacionais.
no
Tal
iniciativa se insere
âmbito do federalismo educacional brasileiro, que
se organiza a partir do regime de colaboração entre União, estados e municípios, conforme previsto na
Constituição Federal de 1988 e regulamentado pela Lei
de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB).
Nesse modelo, a elaboração e execução das políticas publicas educacionais devem observar a articulação entre os diferentes níveis de planejamento, expressos, entre outros instrumentos, no Plano Nacional de Educação (PNE) e nos planos estaduais e municipais, que estabelecem metas, estratégias e responsabilidades compartilhadas.
À luz desses princípios, analise as afirmativas e marque a alternativa CORRETA:
I. O regime de colaboração pressupõe coordenação entre os entes federativos, sem implicar subordinação administrativa direta entre eles.
II. Os planos de educação devem dialogar entre si, permitindo cooperação técnica e financeira para a consecução de metas pactuadas.
III. A implementação de políticas educacionais pode ocorrer por meio de ações conjuntas, respeitando a autonomia dos sistemas de ensino.
IV. O planejamento educacional é responsabilidade exclusiva da União, cabendo aos demais entes apenas executar diretrizes nacionais.
V. A cooperação intergovernamental constitui instrumento para redução de desigualdades educacionais e fortalecimento das políticas locais.
Nesse modelo, a elaboração e execução das políticas publicas educacionais devem observar a articulação entre os diferentes níveis de planejamento, expressos, entre outros instrumentos, no Plano Nacional de Educação (PNE) e nos planos estaduais e municipais, que estabelecem metas, estratégias e responsabilidades compartilhadas.
À luz desses princípios, analise as afirmativas e marque a alternativa CORRETA:
I. O regime de colaboração pressupõe coordenação entre os entes federativos, sem implicar subordinação administrativa direta entre eles.
II. Os planos de educação devem dialogar entre si, permitindo cooperação técnica e financeira para a consecução de metas pactuadas.
III. A implementação de políticas educacionais pode ocorrer por meio de ações conjuntas, respeitando a autonomia dos sistemas de ensino.
IV. O planejamento educacional é responsabilidade exclusiva da União, cabendo aos demais entes apenas executar diretrizes nacionais.
V. A cooperação intergovernamental constitui instrumento para redução de desigualdades educacionais e fortalecimento das políticas locais.
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Desde a década de 1990, com
a
publicação dos Parâmetros Curriculares Nacionais
(PCN), consolidou-se no debate educacional brasileiro
a
noção de que o ensino de História não se limita à
transmissão linear de fatos e processos, mas envolve
a
formação de sujeitos capazes de compreender conflitos, permanências, diferenças e desigualdades constitutivas da experiência histórica. Nesse contexto, temas
como direitos humanos e pluralidade cultural passaram a ser incorporados como dimensões estruturantes
da formação cidadã, articulando-se a análise crítica da
formação social brasileira, marcada por colonização,
escravidão, hierarquizações raciais e disputas por reconhecimento e inclusão.
Em uma escola pública, um docente de História propõe discutir a formação do Brasil mobilizando categorias como diversidade cultural, desigualdades históricas e lutas por direitos, estabelecendo diálogo com os temas transversais previstos nos PCN e com diretrizes contemporâneas do ensino que enfatizam o caráter formativo e social do conhecimento histórico. Parte do corpo docente, entretanto, questiona a iniciativa, argumentando que tais temas estariam “fora do conteúdo” propriamente histórico. Considerando os fundamentos dos PCN e das orientações contemporâneas para o ensino de História, observe as afirmativas e marque a alternativa correspondente:
I. O de ensino de História deve restringir-se à exposição factual eventos, evitando articulações com problemáticas sociais contemporâneas.
II. Os temas transversais constituem possibilidade de integração entre conteúdos disciplinares e questões éticas, sociais e culturais.
III. A abordagem de direitos humanos e pluralidade cultural permite tensionar narrativas históricas tradicionais e ampliar a compreensão da formação social brasileira.
IV. A inserção desses temas compromete a objetividade do ensino histórico ao introduzir elementos normativos.
V. A articulação entre conteúdos históricos e temas transversais contribui para a formação de uma consciência histórica crítica.
Em uma escola pública, um docente de História propõe discutir a formação do Brasil mobilizando categorias como diversidade cultural, desigualdades históricas e lutas por direitos, estabelecendo diálogo com os temas transversais previstos nos PCN e com diretrizes contemporâneas do ensino que enfatizam o caráter formativo e social do conhecimento histórico. Parte do corpo docente, entretanto, questiona a iniciativa, argumentando que tais temas estariam “fora do conteúdo” propriamente histórico. Considerando os fundamentos dos PCN e das orientações contemporâneas para o ensino de História, observe as afirmativas e marque a alternativa correspondente:
I. O de ensino de História deve restringir-se à exposição factual eventos, evitando articulações com problemáticas sociais contemporâneas.
II. Os temas transversais constituem possibilidade de integração entre conteúdos disciplinares e questões éticas, sociais e culturais.
III. A abordagem de direitos humanos e pluralidade cultural permite tensionar narrativas históricas tradicionais e ampliar a compreensão da formação social brasileira.
IV. A inserção desses temas compromete a objetividade do ensino histórico ao introduzir elementos normativos.
V. A articulação entre conteúdos históricos e temas transversais contribui para a formação de uma consciência histórica crítica.
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