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Considerando os conceitos de gêneros do discurso,
avaliar se as afirmativas são certas (C) ou erradas (E) e
assinalar a sequência correspondente.
( ) Estão presentes em toda realização comunicativa humana. ( ) Entende-se como “estilo” as escolhas linguísticas que falantes fazem para dizer o que desejam dizer, como escolhas lexicais ou de estrutura frasal. ( ) Não são determinados pelas esferas discursivas, pois as escolhas não vêm da necessidade de adaptação dos falantes/escritores.
( ) Estão presentes em toda realização comunicativa humana. ( ) Entende-se como “estilo” as escolhas linguísticas que falantes fazem para dizer o que desejam dizer, como escolhas lexicais ou de estrutura frasal. ( ) Não são determinados pelas esferas discursivas, pois as escolhas não vêm da necessidade de adaptação dos falantes/escritores.
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Podemos dizer que, de modo amplo, o objeto de
interesse da semântica é o estudo do significado linguístico.
Considerando os conceitos dentro da semântica, assinalar a
alternativa INCORRETA.
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Em sentido geral, o termo “norma”, nos estudos de
linguagem verbal, cobre “como se diz” e “como se deve
dizer”. No entanto, nenhuma língua é homogênea e
uniforme, como vemos nos estudos de variação linguística.
Considerando o assunto, analisar os itens.
I. Não podemos dizer que línguas são homogêneas porque devemos considerar a diversidade das experiências históricas de atividades sociais e culturais dos falantes, admitindo sua heterogeneidade. II. Para a definição de dialetos, pouco importa idade, gênero ou onde os falantes nascem e vivem. III. Os registros estão vinculados à função sociocultural da linguagem verbal em determinada sociedade, em diferentes situações de uso.
Está CORRETO o que se afirma:
I. Não podemos dizer que línguas são homogêneas porque devemos considerar a diversidade das experiências históricas de atividades sociais e culturais dos falantes, admitindo sua heterogeneidade. II. Para a definição de dialetos, pouco importa idade, gênero ou onde os falantes nascem e vivem. III. Os registros estão vinculados à função sociocultural da linguagem verbal em determinada sociedade, em diferentes situações de uso.
Está CORRETO o que se afirma:
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Considerando-se a organização sintática da oração “Ela
falou de nós ao meu cunhado”, analisar os itens.
I. “Ela” constitui sintagma nominal (SN) e “falou de nós ao meu cunhado” compõe o sintagma verbal (SV). II. “de nós” constitui sintagma preposicional (SP). III. “ao meu cunhado” compõe sintagma adjetival (SA).
Está CORRETO o que se afirma:
I. “Ela” constitui sintagma nominal (SN) e “falou de nós ao meu cunhado” compõe o sintagma verbal (SV). II. “de nós” constitui sintagma preposicional (SP). III. “ao meu cunhado” compõe sintagma adjetival (SA).
Está CORRETO o que se afirma:
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O sono faz parte da vida. É uma necessidade como
beber água, se alimentar, ir ao banheiro, respirar. Ele é
fundamental para a nossa existência. O impacto de noites
mal dormidas gera distúrbios e desequilíbrios no corpo
humano.
Com a correria do dia a dia, o sono pode ser visto
como algo trivial, sem medirmos as consequências de sua
falta. No Brasil, conforme pesquisa realizada em 2020, 65%
dos brasileiros afirmam ter baixa qualidade de sono.
Dormir pode parecer uma tarefa simples: deitar a
cabeça no travesseiro e fechar os olhos. Mas o nosso corpo
não para, e muito menos o nosso cérebro. O sono tem três
fases. A primeira fase é bem leve, durando
aproximadamente 10 minutos. Ainda é possível acordar
facilmente. A respiração fica mais lenta, e é geralmente
quando as pessoas experienciam a sensação de “estar
caindo”. Na segunda fase, o sono ainda é leve, mas o corpo
já se encontra relaxado, embora a mente possa estar atenta.
Na terceira fase, os músculos relaxam completamente, e o
corpo fica menos sensível a estímulos externos. O sono é
mais profundo nessa fase.
Todos estão sujeitos a apresentar problemas
relacionados ao sono em algum momento da vida. E,
embora existam alguns distúrbios mais conhecidos, como a
insônia e a apneia, eles representam apenas a ponta de um
iceberg muito maior. Isso porque fatores como estilo de
vida, rotina, contexto social, prática de atividade física,
alimentação, aspectos emocionais e presença de doenças
clínicas e mentais exercem influência direta sobre a
qualidade do sono.
Fonte: Futuro da Saúde. Adaptado.
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O sono faz parte da vida. É uma necessidade como
beber água, se alimentar, ir ao banheiro, respirar. Ele é
fundamental para a nossa existência. O impacto de noites
mal dormidas gera distúrbios e desequilíbrios no corpo
humano.
Com a correria do dia a dia, o sono pode ser visto
como algo trivial, sem medirmos as consequências de sua
falta. No Brasil, conforme pesquisa realizada em 2020, 65%
dos brasileiros afirmam ter baixa qualidade de sono.
Dormir pode parecer uma tarefa simples: deitar a
cabeça no travesseiro e fechar os olhos. Mas o nosso corpo
não para, e muito menos o nosso cérebro. O sono tem três
fases. A primeira fase é bem leve, durando
aproximadamente 10 minutos. Ainda é possível acordar
facilmente. A respiração fica mais lenta, e é geralmente
quando as pessoas experienciam a sensação de “estar
caindo”. Na segunda fase, o sono ainda é leve, mas o corpo
já se encontra relaxado, embora a mente possa estar atenta.
Na terceira fase, os músculos relaxam completamente, e o
corpo fica menos sensível a estímulos externos. O sono é
mais profundo nessa fase.
Todos estão sujeitos a apresentar problemas
relacionados ao sono em algum momento da vida. E,
embora existam alguns distúrbios mais conhecidos, como a
insônia e a apneia, eles representam apenas a ponta de um
iceberg muito maior. Isso porque fatores como estilo de
vida, rotina, contexto social, prática de atividade física,
alimentação, aspectos emocionais e presença de doenças
clínicas e mentais exercem influência direta sobre a
qualidade do sono.
Fonte: Futuro da Saúde. Adaptado.
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O sono faz parte da vida. É uma necessidade como
beber água, se alimentar, ir ao banheiro, respirar. Ele é
fundamental para a nossa existência. O impacto de noites
mal dormidas gera distúrbios e desequilíbrios no corpo
humano.
Com a correria do dia a dia, o sono pode ser visto
como algo trivial, sem medirmos as consequências de sua
falta. No Brasil, conforme pesquisa realizada em 2020, 65%
dos brasileiros afirmam ter baixa qualidade de sono.
Dormir pode parecer uma tarefa simples: deitar a
cabeça no travesseiro e fechar os olhos. Mas o nosso corpo
não para, e muito menos o nosso cérebro. O sono tem três
fases. A primeira fase é bem leve, durando
aproximadamente 10 minutos. Ainda é possível acordar
facilmente. A respiração fica mais lenta, e é geralmente
quando as pessoas experienciam a sensação de “estar
caindo”. Na segunda fase, o sono ainda é leve, mas o corpo
já se encontra relaxado, embora a mente possa estar atenta.
Na terceira fase, os músculos relaxam completamente, e o
corpo fica menos sensível a estímulos externos. O sono é
mais profundo nessa fase.
Todos estão sujeitos a apresentar problemas
relacionados ao sono em algum momento da vida. E,
embora existam alguns distúrbios mais conhecidos, como a
insônia e a apneia, eles representam apenas a ponta de um
iceberg muito maior. Isso porque fatores como estilo de
vida, rotina, contexto social, prática de atividade física,
alimentação, aspectos emocionais e presença de doenças
clínicas e mentais exercem influência direta sobre a
qualidade do sono.
Fonte: Futuro da Saúde. Adaptado.
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O sono faz parte da vida. É uma necessidade como
beber água, se alimentar, ir ao banheiro, respirar. Ele é
fundamental para a nossa existência. O impacto de noites
mal dormidas gera distúrbios e desequilíbrios no corpo
humano.
Com a correria do dia a dia, o sono pode ser visto
como algo trivial, sem medirmos as consequências de sua
falta. No Brasil, conforme pesquisa realizada em 2020, 65%
dos brasileiros afirmam ter baixa qualidade de sono.
Dormir pode parecer uma tarefa simples: deitar a
cabeça no travesseiro e fechar os olhos. Mas o nosso corpo
não para, e muito menos o nosso cérebro. O sono tem três
fases. A primeira fase é bem leve, durando
aproximadamente 10 minutos. Ainda é possível acordar
facilmente. A respiração fica mais lenta, e é geralmente
quando as pessoas experienciam a sensação de “estar
caindo”. Na segunda fase, o sono ainda é leve, mas o corpo
já se encontra relaxado, embora a mente possa estar atenta.
Na terceira fase, os músculos relaxam completamente, e o
corpo fica menos sensível a estímulos externos. O sono é
mais profundo nessa fase.
Todos estão sujeitos a apresentar problemas
relacionados ao sono em algum momento da vida. E,
embora existam alguns distúrbios mais conhecidos, como a
insônia e a apneia, eles representam apenas a ponta de um
iceberg muito maior. Isso porque fatores como estilo de
vida, rotina, contexto social, prática de atividade física,
alimentação, aspectos emocionais e presença de doenças
clínicas e mentais exercem influência direta sobre a
qualidade do sono.
Fonte: Futuro da Saúde. Adaptado.
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O sono faz parte da vida. É uma necessidade como
beber água, se alimentar, ir ao banheiro, respirar. Ele é
fundamental para a nossa existência. O impacto de noites
mal dormidas gera distúrbios e desequilíbrios no corpo
humano.
Com a correria do dia a dia, o sono pode ser visto
como algo trivial, sem medirmos as consequências de sua
falta. No Brasil, conforme pesquisa realizada em 2020, 65%
dos brasileiros afirmam ter baixa qualidade de sono.
Dormir pode parecer uma tarefa simples: deitar a
cabeça no travesseiro e fechar os olhos. Mas o nosso corpo
não para, e muito menos o nosso cérebro. O sono tem três
fases. A primeira fase é bem leve, durando
aproximadamente 10 minutos. Ainda é possível acordar
facilmente. A respiração fica mais lenta, e é geralmente
quando as pessoas experienciam a sensação de “estar
caindo”. Na segunda fase, o sono ainda é leve, mas o corpo
já se encontra relaxado, embora a mente possa estar atenta.
Na terceira fase, os músculos relaxam completamente, e o
corpo fica menos sensível a estímulos externos. O sono é
mais profundo nessa fase.
Todos estão sujeitos a apresentar problemas
relacionados ao sono em algum momento da vida. E,
embora existam alguns distúrbios mais conhecidos, como a
insônia e a apneia, eles representam apenas a ponta de um
iceberg muito maior. Isso porque fatores como estilo de
vida, rotina, contexto social, prática de atividade física,
alimentação, aspectos emocionais e presença de doenças
clínicas e mentais exercem influência direta sobre a
qualidade do sono.
Fonte: Futuro da Saúde. Adaptado.
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O sono faz parte da vida. É uma necessidade como
beber água, se alimentar, ir ao banheiro, respirar. Ele é
fundamental para a nossa existência. O impacto de noites
mal dormidas gera distúrbios e desequilíbrios no corpo
humano.
Com a correria do dia a dia, o sono pode ser visto
como algo trivial, sem medirmos as consequências de sua
falta. No Brasil, conforme pesquisa realizada em 2020, 65%
dos brasileiros afirmam ter baixa qualidade de sono.
Dormir pode parecer uma tarefa simples: deitar a
cabeça no travesseiro e fechar os olhos. Mas o nosso corpo
não para, e muito menos o nosso cérebro. O sono tem três
fases. A primeira fase é bem leve, durando
aproximadamente 10 minutos. Ainda é possível acordar
facilmente. A respiração fica mais lenta, e é geralmente
quando as pessoas experienciam a sensação de “estar
caindo”. Na segunda fase, o sono ainda é leve, mas o corpo
já se encontra relaxado, embora a mente possa estar atenta.
Na terceira fase, os músculos relaxam completamente, e o
corpo fica menos sensível a estímulos externos. O sono é
mais profundo nessa fase.
Todos estão sujeitos a apresentar problemas
relacionados ao sono em algum momento da vida. E,
embora existam alguns distúrbios mais conhecidos, como a
insônia e a apneia, eles representam apenas a ponta de um
iceberg muito maior. Isso porque fatores como estilo de
vida, rotina, contexto social, prática de atividade física,
alimentação, aspectos emocionais e presença de doenças
clínicas e mentais exercem influência direta sobre a
qualidade do sono.
Fonte: Futuro da Saúde. Adaptado.
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