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Assinalar a alternativa em que o termo destacado é um
artigo definido.
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Tendo em vista o uso ou não da crase, avaliar se as afirmativas são certas (C) ou erradas (E) e assinalar a sequência correspondente.
( ) Àquele carro, prefiro esse.
( ) Tiveram acesso àquele relatório.
( ) Levamos àquela roupa para casa.
( ) Nunca me referi aquilo na escola.
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Considerando o emprego de “afim” e “a fim”, analisar os
itens.
I. Aquelas ideias afins não me convenceram.
II. Aquilo não poderia ser a fim à minha ideia.
III. No dia de hoje, estou bastante a fim de sair.
Está CORRETO o que se afirma:
I. Aquelas ideias afins não me convenceram.
II. Aquilo não poderia ser a fim à minha ideia.
III. No dia de hoje, estou bastante a fim de sair.
Está CORRETO o que se afirma:
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De acordo com as regras de divisão silábica, assinalar a
alternativa INCORRETA.
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Álcool aumenta risco de demência mesmo em pequenas
doses, revela pesquisa
Um estudo publicado recentemente no periódico
BMJ desafia a ideia de que doses moderadas de álcool
poderiam proteger o cérebro. Ao combinar dados
observacionais com análise genética de mais de 559 mil
pessoas, os pesquisadores encontraram uma relação linear
entre maior propensão ao alcoolismo e maior risco da
doença — sem evidência de um nível seguro de consumo.
Após avaliar dados de dois grandes bancos de dados
— o Million Veteran Program, dos Estados Unidos, e o
Biobanco do Reino Unido —, os autores reuniram
informações dos participantes com idades entre 56 e 72
anos. Diferentemente de estudos anteriores, baseados
apenas em observação, o trabalho incorporou uma análise
genética para investigar a predisposição tanto ao alcoolismo
quanto à demência.
Os resultados indicam uma associação linear: quanto
maior for a propensão ao consumo problemático de álcool,
maior o risco de demência. Na prática, um aumento de duas
vezes no risco de alcoolismo esteve ligado a uma elevação
de 16% na probabilidade da doença neurodegenerativa. Esse
achado contrasta com pesquisas anteriores que apontavam
uma curva em “U”, na qual tanto abstêmios quanto grandes
consumidores apresentariam maior risco, enquanto níveis
moderados estariam associados a um possível efeito
protetor.
“Sabe-se que o álcool é tóxico ao sistema nervoso
central”, pontua o neurologista Augusto Penalva de Oliveira,
do Einstein Hospital Israelita. E o estudo reforça o papel da
vulnerabilidade individual. “Quem tinha tendência à bebida
e à demência teve esse risco amplificado ao beber”, observa.
No entanto, há ressalvas quanto à metodologia, como a falta
de diversidade genética da amostra.
De acordo com a OMS (Organização Mundial da
Saúde), não existe nível de ingestão alcoólica
completamente seguro. A substância está associada a mais
de 200 doenças, e o risco varia conforme fatores como
quantidade ingerida, frequência, idade, sexo, condições de
saúde e contexto de consumo.
Fonte: CNN Brasil. Adaptado.
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Álcool aumenta risco de demência mesmo em pequenas
doses, revela pesquisa
Um estudo publicado recentemente no periódico
BMJ desafia a ideia de que doses moderadas de álcool
poderiam proteger o cérebro. Ao combinar dados
observacionais com análise genética de mais de 559 mil
pessoas, os pesquisadores encontraram uma relação linear
entre maior propensão ao alcoolismo e maior risco da
doença — sem evidência de um nível seguro de consumo.
Após avaliar dados de dois grandes bancos de dados
— o Million Veteran Program, dos Estados Unidos, e o
Biobanco do Reino Unido —, os autores reuniram
informações dos participantes com idades entre 56 e 72
anos. Diferentemente de estudos anteriores, baseados
apenas em observação, o trabalho incorporou uma análise
genética para investigar a predisposição tanto ao alcoolismo
quanto à demência.
Os resultados indicam uma associação linear: quanto
maior for a propensão ao consumo problemático de álcool,
maior o risco de demência. Na prática, um aumento de duas
vezes no risco de alcoolismo esteve ligado a uma elevação
de 16% na probabilidade da doença neurodegenerativa. Esse
achado contrasta com pesquisas anteriores que apontavam
uma curva em “U”, na qual tanto abstêmios quanto grandes
consumidores apresentariam maior risco, enquanto níveis
moderados estariam associados a um possível efeito
protetor.
“Sabe-se que o álcool é tóxico ao sistema nervoso
central”, pontua o neurologista Augusto Penalva de Oliveira,
do Einstein Hospital Israelita. E o estudo reforça o papel da
vulnerabilidade individual. “Quem tinha tendência à bebida
e à demência teve esse risco amplificado ao beber”, observa.
No entanto, há ressalvas quanto à metodologia, como a falta
de diversidade genética da amostra.
De acordo com a OMS (Organização Mundial da
Saúde), não existe nível de ingestão alcoólica
completamente seguro. A substância está associada a mais
de 200 doenças, e o risco varia conforme fatores como
quantidade ingerida, frequência, idade, sexo, condições de
saúde e contexto de consumo.
Fonte: CNN Brasil. Adaptado.
Considerando o trecho abaixo, assinalar a alternativa que apresenta CORRETAMENTE os termos da oração destacados.
Diferentemente de estudos anteriores, [...] o trabalho incorporou uma análise genética para investigar a predisposição tanto ao alcoolismo quanto à demência. (2º parágrafo).
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Álcool aumenta risco de demência mesmo em pequenas
doses, revela pesquisa
Um estudo publicado recentemente no periódico
BMJ desafia a ideia de que doses moderadas de álcool
poderiam proteger o cérebro. Ao combinar dados
observacionais com análise genética de mais de 559 mil
pessoas, os pesquisadores encontraram uma relação linear
entre maior propensão ao alcoolismo e maior risco da
doença — sem evidência de um nível seguro de consumo.
Após avaliar dados de dois grandes bancos de dados
— o Million Veteran Program, dos Estados Unidos, e o
Biobanco do Reino Unido —, os autores reuniram
informações dos participantes com idades entre 56 e 72
anos. Diferentemente de estudos anteriores, baseados
apenas em observação, o trabalho incorporou uma análise
genética para investigar a predisposição tanto ao alcoolismo
quanto à demência.
Os resultados indicam uma associação linear: quanto
maior for a propensão ao consumo problemático de álcool,
maior o risco de demência. Na prática, um aumento de duas
vezes no risco de alcoolismo esteve ligado a uma elevação
de 16% na probabilidade da doença neurodegenerativa. Esse
achado contrasta com pesquisas anteriores que apontavam
uma curva em “U”, na qual tanto abstêmios quanto grandes
consumidores apresentariam maior risco, enquanto níveis
moderados estariam associados a um possível efeito
protetor.
“Sabe-se que o álcool é tóxico ao sistema nervoso
central”, pontua o neurologista Augusto Penalva de Oliveira,
do Einstein Hospital Israelita. E o estudo reforça o papel da
vulnerabilidade individual. “Quem tinha tendência à bebida
e à demência teve esse risco amplificado ao beber”, observa.
No entanto, há ressalvas quanto à metodologia, como a falta
de diversidade genética da amostra.
De acordo com a OMS (Organização Mundial da
Saúde), não existe nível de ingestão alcoólica
completamente seguro. A substância está associada a mais
de 200 doenças, e o risco varia conforme fatores como
quantidade ingerida, frequência, idade, sexo, condições de
saúde e contexto de consumo.
Fonte: CNN Brasil. Adaptado.
( ) A pesquisa foi feita com base apenas em observação.
( ) Conforme os resultados da pesquisa, o consumo problemático de álcool está ligado ao risco de desenvolver demência.
( ) Existe um nível seguro de consumo de álcool.
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Álcool aumenta risco de demência mesmo em pequenas
doses, revela pesquisa
Um estudo publicado recentemente no periódico
BMJ desafia a ideia de que doses moderadas de álcool
poderiam proteger o cérebro. Ao combinar dados
observacionais com análise genética de mais de 559 mil
pessoas, os pesquisadores encontraram uma relação linear
entre maior propensão ao alcoolismo e maior risco da
doença — sem evidência de um nível seguro de consumo.
Após avaliar dados de dois grandes bancos de dados
— o Million Veteran Program, dos Estados Unidos, e o
Biobanco do Reino Unido —, os autores reuniram
informações dos participantes com idades entre 56 e 72
anos. Diferentemente de estudos anteriores, baseados
apenas em observação, o trabalho incorporou uma análise
genética para investigar a predisposição tanto ao alcoolismo
quanto à demência.
Os resultados indicam uma associação linear: quanto
maior for a propensão ao consumo problemático de álcool,
maior o risco de demência. Na prática, um aumento de duas
vezes no risco de alcoolismo esteve ligado a uma elevação
de 16% na probabilidade da doença neurodegenerativa. Esse
achado contrasta com pesquisas anteriores que apontavam
uma curva em “U”, na qual tanto abstêmios quanto grandes
consumidores apresentariam maior risco, enquanto níveis
moderados estariam associados a um possível efeito
protetor.
“Sabe-se que o álcool é tóxico ao sistema nervoso
central”, pontua o neurologista Augusto Penalva de Oliveira,
do Einstein Hospital Israelita. E o estudo reforça o papel da
vulnerabilidade individual. “Quem tinha tendência à bebida
e à demência teve esse risco amplificado ao beber”, observa.
No entanto, há ressalvas quanto à metodologia, como a falta
de diversidade genética da amostra.
De acordo com a OMS (Organização Mundial da
Saúde), não existe nível de ingestão alcoólica
completamente seguro. A substância está associada a mais
de 200 doenças, e o risco varia conforme fatores como
quantidade ingerida, frequência, idade, sexo, condições de
saúde e contexto de consumo.
Fonte: CNN Brasil. Adaptado.
I. Poderiam ser substituídos por vírgulas sem alterar a fluidez da frase.
II. Poderiam ser substituídos por pontos finais sem alterar a fluidez da frase.
III. Não poderiam ser substituídos por travessões.
Está CORRETO o que se afirma:
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Leia o excerto abaixo:
___________________________ refere-se à busca por condições mais justas de acesso a direitos, oportunidades e políticas públicas entre os diferentes grupos da sociedade. Ela considera que pessoas e grupos sociais possuem necessidades, realidades e níveis de vulnerabilidade distintos. Por essa razão, políticas públicas orientadas por ela procuram reduzir desigualdades históricas relacionadas à renda, educação, saúde, território, gênero e raça. Preencha a lacuna acima e assinale a alternativa correta.
___________________________ refere-se à busca por condições mais justas de acesso a direitos, oportunidades e políticas públicas entre os diferentes grupos da sociedade. Ela considera que pessoas e grupos sociais possuem necessidades, realidades e níveis de vulnerabilidade distintos. Por essa razão, políticas públicas orientadas por ela procuram reduzir desigualdades históricas relacionadas à renda, educação, saúde, território, gênero e raça. Preencha a lacuna acima e assinale a alternativa correta.
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O Conselho Regional de Enfermagem (Coren) estabeleceu que
os profissionais de enfermagem que atuam simultaneamente
em pronto atendimento e em unidade de isolamento devem
participar de treinamento específico sobre controle de
infecções hospitalares. Juliana atua em unidade de
isolamento, mas não trabalha em pronto atendimento. Com
base exclusivamente nas informações apresentadas, assinale a
alternativa correta.
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