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Assinalar a alternativa em que o termo destacado é um artigo definido.
 

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Tendo em vista o uso ou não da crase, avaliar se as afirmativas são certas (C) ou erradas (E) e assinalar a sequência correspondente.

(  ) Àquele carro, prefiro esse.

(  ) Tiveram acesso àquele relatório.

(  ) Levamos àquela roupa para casa.

(  ) Nunca me referi aquilo na escola.

 

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4206400 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Westfália-RS
Considerando o emprego de “afim” e “a fim”, analisar os itens.
I. Aquelas ideias afins não me convenceram.
II. Aquilo não poderia ser a fim à minha ideia.
III. No dia de hoje, estou bastante a fim de sair.
Está CORRETO o que se afirma:
 

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4206399 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Westfália-RS
De acordo com as regras de divisão silábica, assinalar a alternativa INCORRETA.
 

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Álcool aumenta risco de demência mesmo em pequenas doses, revela pesquisa
    Um estudo publicado recentemente no periódico BMJ desafia a ideia de que doses moderadas de álcool poderiam proteger o cérebro. Ao combinar dados observacionais com análise genética de mais de 559 mil pessoas, os pesquisadores encontraram uma relação linear entre maior propensão ao alcoolismo e maior risco da doença — sem evidência de um nível seguro de consumo.
    Após avaliar dados de dois grandes bancos de dados — o Million Veteran Program, dos Estados Unidos, e o Biobanco do Reino Unido —, os autores reuniram informações dos participantes com idades entre 56 e 72 anos. Diferentemente de estudos anteriores, baseados apenas em observação, o trabalho incorporou uma análise genética para investigar a predisposição tanto ao alcoolismo quanto à demência.
    Os resultados indicam uma associação linear: quanto maior for a propensão ao consumo problemático de álcool, maior o risco de demência. Na prática, um aumento de duas vezes no risco de alcoolismo esteve ligado a uma elevação de 16% na probabilidade da doença neurodegenerativa. Esse achado contrasta com pesquisas anteriores que apontavam uma curva em “U”, na qual tanto abstêmios quanto grandes consumidores apresentariam maior risco, enquanto níveis moderados estariam associados a um possível efeito protetor.
    “Sabe-se que o álcool é tóxico ao sistema nervoso central”, pontua o neurologista Augusto Penalva de Oliveira, do Einstein Hospital Israelita. E o estudo reforça o papel da vulnerabilidade individual. “Quem tinha tendência à bebida e à demência teve esse risco amplificado ao beber”, observa. No entanto, há ressalvas quanto à metodologia, como a falta de diversidade genética da amostra.
    De acordo com a OMS (Organização Mundial da Saúde), não existe nível de ingestão alcoólica completamente seguro. A substância está associada a mais de 200 doenças, e o risco varia conforme fatores como quantidade ingerida, frequência, idade, sexo, condições de saúde e contexto de consumo.
Fonte: CNN Brasil. Adaptado.
No trecho “[...] o trabalho incorporou uma análise genética [...]” (2º parágrafo), a palavra “incorporou” poderia ser substituída, nesse contexto, por:
 

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Álcool aumenta risco de demência mesmo em pequenas doses, revela pesquisa
    Um estudo publicado recentemente no periódico BMJ desafia a ideia de que doses moderadas de álcool poderiam proteger o cérebro. Ao combinar dados observacionais com análise genética de mais de 559 mil pessoas, os pesquisadores encontraram uma relação linear entre maior propensão ao alcoolismo e maior risco da doença — sem evidência de um nível seguro de consumo.
    Após avaliar dados de dois grandes bancos de dados — o Million Veteran Program, dos Estados Unidos, e o Biobanco do Reino Unido —, os autores reuniram informações dos participantes com idades entre 56 e 72 anos. Diferentemente de estudos anteriores, baseados apenas em observação, o trabalho incorporou uma análise genética para investigar a predisposição tanto ao alcoolismo quanto à demência.
    Os resultados indicam uma associação linear: quanto maior for a propensão ao consumo problemático de álcool, maior o risco de demência. Na prática, um aumento de duas vezes no risco de alcoolismo esteve ligado a uma elevação de 16% na probabilidade da doença neurodegenerativa. Esse achado contrasta com pesquisas anteriores que apontavam uma curva em “U”, na qual tanto abstêmios quanto grandes consumidores apresentariam maior risco, enquanto níveis moderados estariam associados a um possível efeito protetor.
    “Sabe-se que o álcool é tóxico ao sistema nervoso central”, pontua o neurologista Augusto Penalva de Oliveira, do Einstein Hospital Israelita. E o estudo reforça o papel da vulnerabilidade individual. “Quem tinha tendência à bebida e à demência teve esse risco amplificado ao beber”, observa. No entanto, há ressalvas quanto à metodologia, como a falta de diversidade genética da amostra.
    De acordo com a OMS (Organização Mundial da Saúde), não existe nível de ingestão alcoólica completamente seguro. A substância está associada a mais de 200 doenças, e o risco varia conforme fatores como quantidade ingerida, frequência, idade, sexo, condições de saúde e contexto de consumo.
Fonte: CNN Brasil. Adaptado.

Considerando o trecho abaixo, assinalar a alternativa que apresenta CORRETAMENTE os termos da oração destacados.

Diferentemente de estudos anteriores, [...] o trabalho incorporou uma análise genética para investigar a predisposição tanto ao alcoolismo quanto à demência. (2º parágrafo). 

 

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Álcool aumenta risco de demência mesmo em pequenas doses, revela pesquisa
    Um estudo publicado recentemente no periódico BMJ desafia a ideia de que doses moderadas de álcool poderiam proteger o cérebro. Ao combinar dados observacionais com análise genética de mais de 559 mil pessoas, os pesquisadores encontraram uma relação linear entre maior propensão ao alcoolismo e maior risco da doença — sem evidência de um nível seguro de consumo.
    Após avaliar dados de dois grandes bancos de dados — o Million Veteran Program, dos Estados Unidos, e o Biobanco do Reino Unido —, os autores reuniram informações dos participantes com idades entre 56 e 72 anos. Diferentemente de estudos anteriores, baseados apenas em observação, o trabalho incorporou uma análise genética para investigar a predisposição tanto ao alcoolismo quanto à demência.
    Os resultados indicam uma associação linear: quanto maior for a propensão ao consumo problemático de álcool, maior o risco de demência. Na prática, um aumento de duas vezes no risco de alcoolismo esteve ligado a uma elevação de 16% na probabilidade da doença neurodegenerativa. Esse achado contrasta com pesquisas anteriores que apontavam uma curva em “U”, na qual tanto abstêmios quanto grandes consumidores apresentariam maior risco, enquanto níveis moderados estariam associados a um possível efeito protetor.
    “Sabe-se que o álcool é tóxico ao sistema nervoso central”, pontua o neurologista Augusto Penalva de Oliveira, do Einstein Hospital Israelita. E o estudo reforça o papel da vulnerabilidade individual. “Quem tinha tendência à bebida e à demência teve esse risco amplificado ao beber”, observa. No entanto, há ressalvas quanto à metodologia, como a falta de diversidade genética da amostra.
    De acordo com a OMS (Organização Mundial da Saúde), não existe nível de ingestão alcoólica completamente seguro. A substância está associada a mais de 200 doenças, e o risco varia conforme fatores como quantidade ingerida, frequência, idade, sexo, condições de saúde e contexto de consumo.
Fonte: CNN Brasil. Adaptado.
Considerando as informações apresentadas no texto, avaliar se as afirmativas são certas (C) ou erradas (E) e assinalar a sequência correspondente.
( ) A pesquisa foi feita com base apenas em observação.
( ) Conforme os resultados da pesquisa, o consumo problemático de álcool está ligado ao risco de desenvolver demência.
( ) Existe um nível seguro de consumo de álcool.
 

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Álcool aumenta risco de demência mesmo em pequenas doses, revela pesquisa
    Um estudo publicado recentemente no periódico BMJ desafia a ideia de que doses moderadas de álcool poderiam proteger o cérebro. Ao combinar dados observacionais com análise genética de mais de 559 mil pessoas, os pesquisadores encontraram uma relação linear entre maior propensão ao alcoolismo e maior risco da doença — sem evidência de um nível seguro de consumo.
    Após avaliar dados de dois grandes bancos de dados — o Million Veteran Program, dos Estados Unidos, e o Biobanco do Reino Unido —, os autores reuniram informações dos participantes com idades entre 56 e 72 anos. Diferentemente de estudos anteriores, baseados apenas em observação, o trabalho incorporou uma análise genética para investigar a predisposição tanto ao alcoolismo quanto à demência.
    Os resultados indicam uma associação linear: quanto maior for a propensão ao consumo problemático de álcool, maior o risco de demência. Na prática, um aumento de duas vezes no risco de alcoolismo esteve ligado a uma elevação de 16% na probabilidade da doença neurodegenerativa. Esse achado contrasta com pesquisas anteriores que apontavam uma curva em “U”, na qual tanto abstêmios quanto grandes consumidores apresentariam maior risco, enquanto níveis moderados estariam associados a um possível efeito protetor.
    “Sabe-se que o álcool é tóxico ao sistema nervoso central”, pontua o neurologista Augusto Penalva de Oliveira, do Einstein Hospital Israelita. E o estudo reforça o papel da vulnerabilidade individual. “Quem tinha tendência à bebida e à demência teve esse risco amplificado ao beber”, observa. No entanto, há ressalvas quanto à metodologia, como a falta de diversidade genética da amostra.
    De acordo com a OMS (Organização Mundial da Saúde), não existe nível de ingestão alcoólica completamente seguro. A substância está associada a mais de 200 doenças, e o risco varia conforme fatores como quantidade ingerida, frequência, idade, sexo, condições de saúde e contexto de consumo.
Fonte: CNN Brasil. Adaptado.
No 5º parágrafo do texto, há o uso de parênteses. Sobre os parênteses, nesse contexto, analisar os itens.
I. Poderiam ser substituídos por vírgulas sem alterar a fluidez da frase.
II. Poderiam ser substituídos por pontos finais sem alterar a fluidez da frase.
III. Não poderiam ser substituídos por travessões.
Está CORRETO o que se afirma:
 

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4206294 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: IBADE
Orgão: COREN-AM
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Leia o excerto abaixo:
___________________________ refere-se à busca por condições mais justas de acesso a direitos, oportunidades e políticas públicas entre os diferentes grupos da sociedade. Ela considera que pessoas e grupos sociais possuem necessidades, realidades e níveis de vulnerabilidade distintos. Por essa razão, políticas públicas orientadas por ela procuram reduzir desigualdades históricas relacionadas à renda, educação, saúde, território, gênero e raça. Preencha a lacuna acima e assinale a alternativa correta.
 

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4206256 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: IBADE
Orgão: COREN-AM
Provas:
O Conselho Regional de Enfermagem (Coren) estabeleceu que os profissionais de enfermagem que atuam simultaneamente em pronto atendimento e em unidade de isolamento devem participar de treinamento específico sobre controle de infecções hospitalares. Juliana atua em unidade de isolamento, mas não trabalha em pronto atendimento. Com base exclusivamente nas informações apresentadas, assinale a alternativa correta.
 

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