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4152297 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Pref. Terra Roxa-PR
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Conheça o menor bairro de Curitiba, com 442 habitantes e raízes polonesas


    Você sabia que o menor bairro de Curitiba possui apenas 442 habitantes? Parte da Regional CIC, o bairro menos populoso da capital paranaense é o Riviera e, de acordo com o Censo do IBGE de 2022, boa parte dos moradores dali são descendentes de poloneses, que foram os primeiros moradores da região.
     O morador mais antigo é Vicente Ales, de 77 anos. A casa dele fica ‘escondida’ atrás de uma plantação de milharal, com acesso por uma estradinha de terra que exibe uma paisagem interiorana que resiste ao tempo e ao ritmo frenético de outros grandes bairros de Curitiba.
     A origem do bairro Riviera está ligada a Colônia Riviére fundada em 1876 e emancipada em 1878 às margens da antiga estrada do Mato Grosso. O nome da colônia veio de uma homenagem ao engenheiro Henrique Riviére por causa dos relevantes serviços prestados à colonização da Província.
     Como todas as demais comunidades polonesas do Paraná, a Colônia Riviera foi criada pelo imperador dom Pedro II. Em 1880, o imperador, acompanhado da família real em visita ao Paraná aproveitou para conferir como os polacos estavam estabelecidos.

    De acordo com relatos históricos da época, em Curitiba, a família real visitou as colônias do Santa Cândida e do Bairro Alto e não passou pela Riviera. Entretanto, toda a gente polonesa, inclusive da Colônia Riviera, foi a pé até a Praça 19 de dezembro para recepcionar o imperador.
     Um grupo de 21 moças vestidas de branco segurava cartazes e saudava o casal imperial. Estavam ali as jovens representantes das colônias Riviera, Tomás Coelho, Lamenha, Santo Inácio, Nova Tirol, Murici, Santa Cândida, Abranches, Orleans, Alfredo Chaves, Antônio Rebouças, Dom Augusto, Inspetor Carvalho, Venâncio, Zacarias, Argelina, Dom Pedro, Dantes, São João Batista, Dr. Araújo e Santa Felicidade.

    Como a maior parte dos moradores antigos, Vicente Ales nasceu e passou toda a vida no bairro. Ele ganhou o título de decano da região com a morte, há poucos meses, de Antônia Rompa Pepinsky, que alcançou 100 anos. “Eu devo muita oração para ela. A minha mãe contou que quando eu nasci, essa senhora foi a primeira que me pegou no colo. Era minha babá. A minha mãe sempre falava para respeitar essa gente. Então eu fiquei tão sentido com a perda porque ela tinha 100 anos e era lúcida, sabia de tudo, não era esquecida”, lamenta Vicente.
     Recordar os velhos tempos é um dos hábitos mais frequentes dele, principalmente da época que cultivava lavouras. Reclama que agora não consegue mais lidar com plantio. Quando mais jovem, a lida na terra era parte do cotidiano, plantava feijão, milho e batata. Apesar das excelentes colheitas, diz que o esforço pouco compensava, a remuneração era muito baixa.
     “Deu bem mesmo, colhemos muito, mas o que adiantou? O preço não ajudou. A terra é boa mas agora não planto mais, porque com 77 anos já não tenho mais força, sinto dor nas costas e muita canseira”, relata.
Fonte: https://www.tribunapr.com.br/noticias/curitiba-regiao/conheca-menor-bairro-curitiba-442- habitantes-raizes-polonesas/
Assinale a alternativa na qual as duas palavras possuam quatro sílabas:
 

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4152296 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Pref. Terra Roxa-PR
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Conheça o menor bairro de Curitiba, com 442 habitantes e raízes polonesas


    Você sabia que o menor bairro de Curitiba possui apenas 442 habitantes? Parte da Regional CIC, o bairro menos populoso da capital paranaense é o Riviera e, de acordo com o Censo do IBGE de 2022, boa parte dos moradores dali são descendentes de poloneses, que foram os primeiros moradores da região.
     O morador mais antigo é Vicente Ales, de 77 anos. A casa dele fica ‘escondida’ atrás de uma plantação de milharal, com acesso por uma estradinha de terra que exibe uma paisagem interiorana que resiste ao tempo e ao ritmo frenético de outros grandes bairros de Curitiba.
     A origem do bairro Riviera está ligada a Colônia Riviére fundada em 1876 e emancipada em 1878 às margens da antiga estrada do Mato Grosso. O nome da colônia veio de uma homenagem ao engenheiro Henrique Riviére por causa dos relevantes serviços prestados à colonização da Província.
     Como todas as demais comunidades polonesas do Paraná, a Colônia Riviera foi criada pelo imperador dom Pedro II. Em 1880, o imperador, acompanhado da família real em visita ao Paraná aproveitou para conferir como os polacos estavam estabelecidos.

    De acordo com relatos históricos da época, em Curitiba, a família real visitou as colônias do Santa Cândida e do Bairro Alto e não passou pela Riviera. Entretanto, toda a gente polonesa, inclusive da Colônia Riviera, foi a pé até a Praça 19 de dezembro para recepcionar o imperador.
     Um grupo de 21 moças vestidas de branco segurava cartazes e saudava o casal imperial. Estavam ali as jovens representantes das colônias Riviera, Tomás Coelho, Lamenha, Santo Inácio, Nova Tirol, Murici, Santa Cândida, Abranches, Orleans, Alfredo Chaves, Antônio Rebouças, Dom Augusto, Inspetor Carvalho, Venâncio, Zacarias, Argelina, Dom Pedro, Dantes, São João Batista, Dr. Araújo e Santa Felicidade.

    Como a maior parte dos moradores antigos, Vicente Ales nasceu e passou toda a vida no bairro. Ele ganhou o título de decano da região com a morte, há poucos meses, de Antônia Rompa Pepinsky, que alcançou 100 anos. “Eu devo muita oração para ela. A minha mãe contou que quando eu nasci, essa senhora foi a primeira que me pegou no colo. Era minha babá. A minha mãe sempre falava para respeitar essa gente. Então eu fiquei tão sentido com a perda porque ela tinha 100 anos e era lúcida, sabia de tudo, não era esquecida”, lamenta Vicente.
     Recordar os velhos tempos é um dos hábitos mais frequentes dele, principalmente da época que cultivava lavouras. Reclama que agora não consegue mais lidar com plantio. Quando mais jovem, a lida na terra era parte do cotidiano, plantava feijão, milho e batata. Apesar das excelentes colheitas, diz que o esforço pouco compensava, a remuneração era muito baixa.
     “Deu bem mesmo, colhemos muito, mas o que adiantou? O preço não ajudou. A terra é boa mas agora não planto mais, porque com 77 anos já não tenho mais força, sinto dor nas costas e muita canseira”, relata.
Fonte: https://www.tribunapr.com.br/noticias/curitiba-regiao/conheca-menor-bairro-curitiba-442- habitantes-raizes-polonesas/
Assinale a alternativa que apresente o termo retomado no texto pelo termo em destaque no período: Recordar os velhos tempos é um dos hábitos mais frequentes dele, principalmente da época que cultivava lavouras.
 

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4152295 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Pref. Terra Roxa-PR
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Conheça o menor bairro de Curitiba, com 442 habitantes e raízes polonesas


    Você sabia que o menor bairro de Curitiba possui apenas 442 habitantes? Parte da Regional CIC, o bairro menos populoso da capital paranaense é o Riviera e, de acordo com o Censo do IBGE de 2022, boa parte dos moradores dali são descendentes de poloneses, que foram os primeiros moradores da região.
     O morador mais antigo é Vicente Ales, de 77 anos. A casa dele fica ‘escondida’ atrás de uma plantação de milharal, com acesso por uma estradinha de terra que exibe uma paisagem interiorana que resiste ao tempo e ao ritmo frenético de outros grandes bairros de Curitiba.
     A origem do bairro Riviera está ligada a Colônia Riviére fundada em 1876 e emancipada em 1878 às margens da antiga estrada do Mato Grosso. O nome da colônia veio de uma homenagem ao engenheiro Henrique Riviére por causa dos relevantes serviços prestados à colonização da Província.
     Como todas as demais comunidades polonesas do Paraná, a Colônia Riviera foi criada pelo imperador dom Pedro II. Em 1880, o imperador, acompanhado da família real em visita ao Paraná aproveitou para conferir como os polacos estavam estabelecidos.

    De acordo com relatos históricos da época, em Curitiba, a família real visitou as colônias do Santa Cândida e do Bairro Alto e não passou pela Riviera. Entretanto, toda a gente polonesa, inclusive da Colônia Riviera, foi a pé até a Praça 19 de dezembro para recepcionar o imperador.
     Um grupo de 21 moças vestidas de branco segurava cartazes e saudava o casal imperial. Estavam ali as jovens representantes das colônias Riviera, Tomás Coelho, Lamenha, Santo Inácio, Nova Tirol, Murici, Santa Cândida, Abranches, Orleans, Alfredo Chaves, Antônio Rebouças, Dom Augusto, Inspetor Carvalho, Venâncio, Zacarias, Argelina, Dom Pedro, Dantes, São João Batista, Dr. Araújo e Santa Felicidade.

    Como a maior parte dos moradores antigos, Vicente Ales nasceu e passou toda a vida no bairro. Ele ganhou o título de decano da região com a morte, há poucos meses, de Antônia Rompa Pepinsky, que alcançou 100 anos. “Eu devo muita oração para ela. A minha mãe contou que quando eu nasci, essa senhora foi a primeira que me pegou no colo. Era minha babá. A minha mãe sempre falava para respeitar essa gente. Então eu fiquei tão sentido com a perda porque ela tinha 100 anos e era lúcida, sabia de tudo, não era esquecida”, lamenta Vicente.
     Recordar os velhos tempos é um dos hábitos mais frequentes dele, principalmente da época que cultivava lavouras. Reclama que agora não consegue mais lidar com plantio. Quando mais jovem, a lida na terra era parte do cotidiano, plantava feijão, milho e batata. Apesar das excelentes colheitas, diz que o esforço pouco compensava, a remuneração era muito baixa.
     “Deu bem mesmo, colhemos muito, mas o que adiantou? O preço não ajudou. A terra é boa mas agora não planto mais, porque com 77 anos já não tenho mais força, sinto dor nas costas e muita canseira”, relata.
Fonte: https://www.tribunapr.com.br/noticias/curitiba-regiao/conheca-menor-bairro-curitiba-442- habitantes-raizes-polonesas/
Assinale a alternativa que apresente um sinônimo adequado para o termo em destaque no período: O nome da colônia veio de uma homenagem ao engenheiro Henrique Riviére por causa dos relevantes serviços prestados à colonização da Província.
 

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4152294 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Pref. Terra Roxa-PR
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Conheça o menor bairro de Curitiba, com 442 habitantes e raízes polonesas


    Você sabia que o menor bairro de Curitiba possui apenas 442 habitantes? Parte da Regional CIC, o bairro menos populoso da capital paranaense é o Riviera e, de acordo com o Censo do IBGE de 2022, boa parte dos moradores dali são descendentes de poloneses, que foram os primeiros moradores da região.
     O morador mais antigo é Vicente Ales, de 77 anos. A casa dele fica ‘escondida’ atrás de uma plantação de milharal, com acesso por uma estradinha de terra que exibe uma paisagem interiorana que resiste ao tempo e ao ritmo frenético de outros grandes bairros de Curitiba.
     A origem do bairro Riviera está ligada a Colônia Riviére fundada em 1876 e emancipada em 1878 às margens da antiga estrada do Mato Grosso. O nome da colônia veio de uma homenagem ao engenheiro Henrique Riviére por causa dos relevantes serviços prestados à colonização da Província.
     Como todas as demais comunidades polonesas do Paraná, a Colônia Riviera foi criada pelo imperador dom Pedro II. Em 1880, o imperador, acompanhado da família real em visita ao Paraná aproveitou para conferir como os polacos estavam estabelecidos.

    De acordo com relatos históricos da época, em Curitiba, a família real visitou as colônias do Santa Cândida e do Bairro Alto e não passou pela Riviera. Entretanto, toda a gente polonesa, inclusive da Colônia Riviera, foi a pé até a Praça 19 de dezembro para recepcionar o imperador.
     Um grupo de 21 moças vestidas de branco segurava cartazes e saudava o casal imperial. Estavam ali as jovens representantes das colônias Riviera, Tomás Coelho, Lamenha, Santo Inácio, Nova Tirol, Murici, Santa Cândida, Abranches, Orleans, Alfredo Chaves, Antônio Rebouças, Dom Augusto, Inspetor Carvalho, Venâncio, Zacarias, Argelina, Dom Pedro, Dantes, São João Batista, Dr. Araújo e Santa Felicidade.

    Como a maior parte dos moradores antigos, Vicente Ales nasceu e passou toda a vida no bairro. Ele ganhou o título de decano da região com a morte, há poucos meses, de Antônia Rompa Pepinsky, que alcançou 100 anos. “Eu devo muita oração para ela. A minha mãe contou que quando eu nasci, essa senhora foi a primeira que me pegou no colo. Era minha babá. A minha mãe sempre falava para respeitar essa gente. Então eu fiquei tão sentido com a perda porque ela tinha 100 anos e era lúcida, sabia de tudo, não era esquecida”, lamenta Vicente.
     Recordar os velhos tempos é um dos hábitos mais frequentes dele, principalmente da época que cultivava lavouras. Reclama que agora não consegue mais lidar com plantio. Quando mais jovem, a lida na terra era parte do cotidiano, plantava feijão, milho e batata. Apesar das excelentes colheitas, diz que o esforço pouco compensava, a remuneração era muito baixa.
     “Deu bem mesmo, colhemos muito, mas o que adiantou? O preço não ajudou. A terra é boa mas agora não planto mais, porque com 77 anos já não tenho mais força, sinto dor nas costas e muita canseira”, relata.
Fonte: https://www.tribunapr.com.br/noticias/curitiba-regiao/conheca-menor-bairro-curitiba-442- habitantes-raizes-polonesas/
Assinale a alternativa que apresente termo que possa substituir o termo em destaque no período, mantendo as mesmas relações de sentido no texto: Entretanto, toda a gente polonesa, inclusive da Colônia Riviera, foi a pé até a Praça 19 de dezembro para recepcionar o imperador.
 

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4151653 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Nova Odessa-SP
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Assinale a alternativa em que a expressão destacada está em conformidade com a norma-padrão.

 

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4151651 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Nova Odessa-SP
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Leia o texto a seguir:

“O aumento da expectativa de vida, aliado _________ possibilidade de vivê-la com saúde, abre várias portas _________ pessoas com mais de 60 anos, incluindo a oportunidade de reconstruir _________ vida afetiva por meio do casamento”, afirma a psicóloga Márcia Pin Fancelli, especializada em gerontologia pelo Instituto de Assistência Médica ao Servidor Público Estadual (Iamspe).

Essa nova realidade reflete ainda uma mudança na percepção dos idosos sobre seu próprio envelhecimento, avalia Fancelli. Muitos passaram _________ enxergar essa fase como uma oportunidade para revisitar antigos sonhos ou até mesmo ter novas experiências.

(Priscila Carvalho, Por que casamentos após 60 anos estão aumentando no Brasil, www.bbc.com, 10.09.2024. Adaptado)

As lacunas do texto podem ser completadas, correta e respectivamente, por

 

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4151650 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Nova Odessa-SP
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A norma-padrão de regência verbal e nominal está respeitada em:

 

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4151647 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Nova Odessa-SP
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Leia o texto a seguir para responder às questões de 04 a 07:

Companheirismo, ligações de boa-noite todos os dias depois da novela e o prazer de fazer tudo juntos fazem parte dos segredos do relacionamento de Anésia da Silva, 85 anos, e Raymundo Januário de Jesus, 78 anos. O casal de Juiz de Fora se apaixonou na terceira idade.

Há 15 anos, Raymundo, então divorciado, criou coragem e pediu uma foto com Anésia, a rainha e porta-bandeira do carnaval do Centro de Convivência do Idoso que frequentava: “Eu me encantei por ela, já vinha paquerando e pensei: ‘Preciso conquistar aquela mulher’”, relembra.

Já Anésia, ainda não havia percebido a tentativa de conquista. “Pensei que todo mundo queria uma foto comigo, por eu ser a rainha do carnaval. Ele entregou o celular para um colega, me abraçou e tiramos a fotografia, mas, para mim, não significava nada. Quando fomos descendo o calçadão, percebi que aquele homem estava me acompanhando e, perto da Escola Normal, ele começou a conversar comigo. Acabamos trocando os números de celular. Passei muito tempo sem vê-lo, porque ele viajava bastante, mas, um belo dia, no Centro de Convivência, vi que ele descia as escadas… e estava muito lindo”, relembra Anésia, com um sorriso no rosto.

Mesmo vivendo um relacionamento duradouro, eles nunca tiveram vontade de morar juntos. Anésia vive em uma instituição para mulheres, enquanto Raymundo mora sozinho na casa dele. Ela tem um filho e ele, três, que vivem em São Paulo. Juntos, somam netos e bisnetos que completam a grande família do casal. “As nossas famílias se aceitaram muito bem. Tudo de que ela gosta eu gosto também. É samba, é teatro, é dança. A gente participa de tudo junto”, conta Raymundo.

Antes da aposentadoria, ela atuava como comerciante e ele trabalhava em uma editora em São Paulo. Depois disso, os dois optaram por se manterem ativos para evitar problemas de saúde, principalmente para preservar o bom funcionamento da mente.

Além disso, eles nunca brigam um com o outro. “Posso ficar chateada com ele por alguma coisa, mas nunca vou dormir sem falar com o Raymundo. Agradeço muito a ele, porque para muitas coisas preciso dele e ele de mim. Estamos juntos para rir e chorar, principalmente quando perdemos familiares e amigos. Sempre nos apoiando”, disse Anésia.

(Nathália Fontes, Idosos engatam namoro na terceira idade e compartilham alegrias de relacionamento na maturidade: “somos um pelo outro”, https://g1.globo.com, 12.06.2025. Adaptado)

Considere os trechos:

• Há 15 anos, Raymundo, então divorciado, criou coragem e pediu uma foto com Anésia… (2º parágrafo)

• Depois disso, os dois optaram por se manterem ativos para evitar problemas de saúde… (5º parágrafo)

As palavras em destaque estabelecem, respectivamente, relações de sentido de:

 

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4151646 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Nova Odessa-SP
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Leia o texto a seguir para responder às questões de 04 a 07:

Companheirismo, ligações de boa-noite todos os dias depois da novela e o prazer de fazer tudo juntos fazem parte dos segredos do relacionamento de Anésia da Silva, 85 anos, e Raymundo Januário de Jesus, 78 anos. O casal de Juiz de Fora se apaixonou na terceira idade.

Há 15 anos, Raymundo, então divorciado, criou coragem e pediu uma foto com Anésia, a rainha e porta-bandeira do carnaval do Centro de Convivência do Idoso que frequentava: “Eu me encantei por ela, já vinha paquerando e pensei: ‘Preciso conquistar aquela mulher’”, relembra.

Já Anésia, ainda não havia percebido a tentativa de conquista. “Pensei que todo mundo queria uma foto comigo, por eu ser a rainha do carnaval. Ele entregou o celular para um colega, me abraçou e tiramos a fotografia, mas, para mim, não significava nada. Quando fomos descendo o calçadão, percebi que aquele homem estava me acompanhando e, perto da Escola Normal, ele começou a conversar comigo. Acabamos trocando os números de celular. Passei muito tempo sem vê-lo, porque ele viajava bastante, mas, um belo dia, no Centro de Convivência, vi que ele descia as escadas… e estava muito lindo”, relembra Anésia, com um sorriso no rosto.

Mesmo vivendo um relacionamento duradouro, eles nunca tiveram vontade de morar juntos. Anésia vive em uma instituição para mulheres, enquanto Raymundo mora sozinho na casa dele. Ela tem um filho e ele, três, que vivem em São Paulo. Juntos, somam netos e bisnetos que completam a grande família do casal. “As nossas famílias se aceitaram muito bem. Tudo de que ela gosta eu gosto também. É samba, é teatro, é dança. A gente participa de tudo junto”, conta Raymundo.

Antes da aposentadoria, ela atuava como comerciante e ele trabalhava em uma editora em São Paulo. Depois disso, os dois optaram por se manterem ativos para evitar problemas de saúde, principalmente para preservar o bom funcionamento da mente.

Além disso, eles nunca brigam um com o outro. “Posso ficar chateada com ele por alguma coisa, mas nunca vou dormir sem falar com o Raymundo. Agradeço muito a ele, porque para muitas coisas preciso dele e ele de mim. Estamos juntos para rir e chorar, principalmente quando perdemos familiares e amigos. Sempre nos apoiando”, disse Anésia.

(Nathália Fontes, Idosos engatam namoro na terceira idade e compartilham alegrias de relacionamento na maturidade: “somos um pelo outro”, https://g1.globo.com, 12.06.2025. Adaptado)

Foi empregada em sentido figurado, no contexto em que se encontra, a palavra destacada em:

 

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4151645 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Nova Odessa-SP
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Leia o texto a seguir para responder às questões de 04 a 07:

Companheirismo, ligações de boa-noite todos os dias depois da novela e o prazer de fazer tudo juntos fazem parte dos segredos do relacionamento de Anésia da Silva, 85 anos, e Raymundo Januário de Jesus, 78 anos. O casal de Juiz de Fora se apaixonou na terceira idade.

Há 15 anos, Raymundo, então divorciado, criou coragem e pediu uma foto com Anésia, a rainha e porta-bandeira do carnaval do Centro de Convivência do Idoso que frequentava: “Eu me encantei por ela, já vinha paquerando e pensei: ‘Preciso conquistar aquela mulher’”, relembra.

Já Anésia, ainda não havia percebido a tentativa de conquista. “Pensei que todo mundo queria uma foto comigo, por eu ser a rainha do carnaval. Ele entregou o celular para um colega, me abraçou e tiramos a fotografia, mas, para mim, não significava nada. Quando fomos descendo o calçadão, percebi que aquele homem estava me acompanhando e, perto da Escola Normal, ele começou a conversar comigo. Acabamos trocando os números de celular. Passei muito tempo sem vê-lo, porque ele viajava bastante, mas, um belo dia, no Centro de Convivência, vi que ele descia as escadas… e estava muito lindo”, relembra Anésia, com um sorriso no rosto.

Mesmo vivendo um relacionamento duradouro, eles nunca tiveram vontade de morar juntos. Anésia vive em uma instituição para mulheres, enquanto Raymundo mora sozinho na casa dele. Ela tem um filho e ele, três, que vivem em São Paulo. Juntos, somam netos e bisnetos que completam a grande família do casal. “As nossas famílias se aceitaram muito bem. Tudo de que ela gosta eu gosto também. É samba, é teatro, é dança. A gente participa de tudo junto”, conta Raymundo.

Antes da aposentadoria, ela atuava como comerciante e ele trabalhava em uma editora em São Paulo. Depois disso, os dois optaram por se manterem ativos para evitar problemas de saúde, principalmente para preservar o bom funcionamento da mente.

Além disso, eles nunca brigam um com o outro. “Posso ficar chateada com ele por alguma coisa, mas nunca vou dormir sem falar com o Raymundo. Agradeço muito a ele, porque para muitas coisas preciso dele e ele de mim. Estamos juntos para rir e chorar, principalmente quando perdemos familiares e amigos. Sempre nos apoiando”, disse Anésia.

(Nathália Fontes, Idosos engatam namoro na terceira idade e compartilham alegrias de relacionamento na maturidade: “somos um pelo outro”, https://g1.globo.com, 12.06.2025. Adaptado)

Com base nas informações presentes no texto, é correto afirmar que

 

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