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4195620 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Itabaiana-SE
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Texto II

Enunciado 4773555-1

Fonte: GONSALES, Fernando. Níquel Náusea. Disponível em: https://www.instagram.com/p/DUVTO2VDh9f/?img_index=4. Acesso em: 5 mar. 2026.

No período composto “Peguei um gênio que tem desejos ”, é CORRETO afirmar que a oração em destaque se classifica como uma:
 

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4195619 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Itabaiana-SE
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Texto II

Enunciado 4773554-1

Fonte: GONSALES, Fernando. Níquel Náusea. Disponível em: https://www.instagram.com/p/DUVTO2VDh9f/?img_index=4. Acesso em: 5 mar. 2026.

Suponha que rofessor de português se depare com o Texto II para trabalhar em sala de aula. Nesse contexto, analise as assertivas a o p seguir.

I- Apresentar aos alunos a história enriqueceria o conhecimento enciclopédico dos alunos, pois Aladim e a lâmpada maravilhosa evidenciaria a intertextualidade entre a história e a tira.
II- Mostrar que a quebra de expectativa em torno de como se espera que o gênio da lâmpada se comporte é fundamental para a compreensão do texto e para a construção do humor da tira.
III- Desconhecer a história de Aladim é irrelevante para o aprofundamento da compreensão da tira.

É CORRETO o que se afirma em:
 

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4195618 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Itabaiana-SE
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Texto II

Enunciado 4773553-1

Fonte: GONSALES, Fernando. Níquel Náusea. Disponível em: https://www.instagram.com/p/DUVTO2VDh9f/?img_index=4. Acesso em: 5 mar. 2026.

Considerando o Texto II, assinale a alternativa que traz CORRETAMENTE o critério de textualidade predominantemente evocado na construção da coerência da tira.
 

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4195617 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Itabaiana-SE
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Considerando que a comunicação humana se dá através de textos (Marcuschi, 2008), sejam eles orais ou escritos, o cabedal de informações que ele oferece ao leitor é fundamental para determinar a sua densidade.
Fonte: MARCUSCHI, Luiz Antônio. Produção textual, análise de gêneros e compreensão. São Paulo: Parábola Editorial, 2008 (Série Educação Linguística; v. 2).

Sendo assim, é CORRETO afirmar que:
 

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4195616 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Itabaiana-SE
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Texto I
No viés da Linguística Textual, “[...] o texto constitui uma construção organizada de forma estrutural cuja finalidade é cumprir os propósitos comunicativos do gênero que ele materializa” (Marquesi; Elias; Cabral, 2017, p. 14).
Fonte: MARQUESI, Sueli Cristina; ELIAS, Vanda Maria; CABRAL, Ana Lúcia Tinoco. Planos de texto, sequências textuais e orientação argumentativa. In:MARQUESI, Sueli Cristina; ELIAS, Vanda Maria; CABRAL, Ana Lúcia Tinoco et al .  Linguística Textual e Ensino . São Paulo: Contexto, 2017.
A respeito do texto I, de sua composição estrutural e de sua funcionalidade, analise as assertivas a seguir.

I- Pode-se considerar, a partir do posicionamento das autoras, que o texto é um todo investido de sentido e estruturalmente organizado para significar da maneira que significa.
II- O propósito comunicativo de um texto independe de sua organização estrutural.
III- O componente estrutural está a serviço do propósito comunicativo do texto.

É CORRETO o que se afirma em:
 

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4195615 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Itabaiana-SE
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Texto I
No viés da Linguística Textual, “[...] o texto constitui uma construção organizada de forma estrutural cuja finalidade é cumprir os propósitos comunicativos do gênero que ele materializa” (Marquesi; Elias; Cabral, 2017, p. 14).
Fonte: MARQUESI, Sueli Cristina; ELIAS, Vanda Maria; CABRAL, Ana Lúcia Tinoco. Planos de texto, sequências textuais e orientação argumentativa. In:MARQUESI, Sueli Cristina; ELIAS, Vanda Maria; CABRAL, Ana Lúcia Tinoco et al .  Linguística Textual e Ensino . São Paulo: Contexto, 2017.
Considerando o contexto apresentado no texto I, analise as asserções a seguir e a relação entre elas:

I- Para a constituição de um texto, há uma relação unívoca entre sua organização estrutural e suas finalidades comunicativas, tornando-as discrepantes entre si.
PORQUE
II- A organização estrutural de um texto é o principal aspecto a considerar na produção textual, uma vez que ele reflete as regras da gramática normativa.

A respeito dessas asserções, CORRETO afirmar que:
 

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4195585 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Itabaiana-SE
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Os modelos tradicionais de ensino, centrados na transmissão de conteúdo pelo professor, eram adequados em um contexto em que o acesso à informação era limitado. Entretanto, com a expansão da Internet, das técnicas computacionais inteligentes e da ampla disponibilização de cursos e materiais, tornou-se possível aprender em qualquer momento e lugar, com pessoas de diferentes partes do mundo. Atualmente, a tecnologia promove a integração entre espaços e tempos, fazendo com que o processo de ensinar e aprender ocorra de forma contínua e interdependente entre o ambiente físico e o digital. Não se trata mais de dois contextos separados, mas de um único espaço ampliado, híbrido e interconectado, ou seja, uma sala de aula expandida, viabilizada pelas tecnologias educacionais digitais. Portanto, é CORRETO afirmar que:
 

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4195574 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Itabaiana-SE
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A produção do saber-poder colonial no Brasil
O negro e a raça, construções imaginárias da modernidade/colonialidade, foram esteio da reprodução do racismo na história veiculada pela educação brasileira a partir da “consciência ocidental do Negro”. Especialmente no que toca a história e culturas africana, indígena e dos afro-brasileiros, o que tem predominado, inclusive oficialmente, é a reprodução do discurso moderno/colonial, ou seja, a sua depreciação. A produção do conhecimento no país privilegiou fontes eurocêntricas calcadas na Matriz Colonial de Poder, perpetuando relações de saber-poder e seus efeitos nefastos na subjetividade, especialmente da população marcada pelo racismo. Se examinarmos as representações sobre a população negra e indígena nos livros didáticos brasileiros como fez Ana Célia da Silva (2010, 1995), veremos a influência nociva da “consciência ocidental do Negro”. A autora conclui: O negro foi ilustrado e descrito como um ser próximo dos seres irracionais, com atitudes e comportamentos que traduzem incapacidade intelectual. Por outro lado, foi representado dissociado de seus contextos sociais próprios, como escola, família, igreja e trabalho. O contexto de família e trabalho dos negros restringiu-se a um apêndice da família do branco. Foram descritos apenas como empregados domésticos ou da fazenda e da casa grande, onde aparecem como escravos. (SILVA, 2010, 1995) Sem dúvida, quanto mais antigos os livros, mais aberrantes são as construções preconceituosas. A este respeito, Adlene Arantes (2012, p. 236) pesquisou as imagens do negro Henrique Dias no material didático das escolas pernambucanas do século XIX e constatou que, embora considerado um herói, “[...] era representado como imperfeito pela cor de sua pele. Portanto, os manuais escolares parecem ter contribuído para a veiculação desse ideário racista não só nas escolas, mas também na sociedade brasileira.” Segundo a autora, os livros da época continham representações demeritórias sobre os negros, inferiorizando-os; assim, raro era um herói negro como Henrique Dias, herói na guerra contra os holandeses no século XVII. O negro reconhecido como herói é representado como modelo de submissão aos poderes instituídos, capaz de dar a própria vida pela elite branca. No caso de Henrique Dias, os livros de história ressaltavam a sua bravura ao ferir a mão esquerda em combate, amputá-la e continuar a lutar em nome da pátria.
Fonte: BORJA, M. E. L.; PEREIRA, C. D. AS LEIS Nº 10.639/03 E Nº 11.645/08: REFLEXÕES A PARTIR DO PENSAMENTO CRÍTICO ACERCA DA C O L O N I A L I D A D E D O S A B E R . , , v . 1 , n . 1 , p . 2 4 9 - 2 5 0 , 2 0 1 8 . D i s p o n í v e l e m : C e n a s E d u c a c i o n a i s [ S . l . ] https://www.revistas.uneb.br/cenaseducacionais/article/view/5162. Acesso em: 21 abr. 2026 [adaptado].
Sobre o Texto 2, analise as afirmações a seguir:

I- A produção de obras para as escolas brasileiras seguiu o caminho do eurocentrismo, elegendo o homem europeu, branco, cristão e heterossexual como modelo de inteligência, domínio da natureza e produção de conhecimento.
II- Desde o trabalho educacional dos Jesuítas para catequisar os povos indígenas até século XXI, o ensino no Brasil passou por várias transformações. Porém, a independência do país não eliminou a mentalidade racista cultivada e reproduzida no país. A colonialidade produz efeitos duradouros e seus mecanismos de poder-saber perpetuam-se nas subjetividades e nas práticas tanto cotidianas, quanto institucionalizadas.
III- As Leis nº 10.639/03 e nº 11.645/08 obrigam a alteração do currículo escolar, favorecendo abordagens multiculturais. O contexto que embasa essas Leis advém da constatação do epistemicídio perpetrado ao longo da história do Brasil, favorecendo vertentes eurocêntricas que impuseram a monoculturalidade, dominando as instituições educacionais.
IV- Atualmente podemos perceber, de forma homogênea, devido às novas políticas educacionais, que o material didático implementado no ensino de História no Brasil erradicaram a mentalidade racista, favorecendo a inclusão e abordagens multiculturais.

É CORRETO o que se afirma em:
 

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4195573 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Itabaiana-SE
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A produção do saber-poder colonial no Brasil
O negro e a raça, construções imaginárias da modernidade/colonialidade, foram esteio da reprodução do racismo na história veiculada pela educação brasileira a partir da “consciência ocidental do Negro”. Especialmente no que toca a história e culturas africana, indígena e dos afro-brasileiros, o que tem predominado, inclusive oficialmente, é a reprodução do discurso moderno/colonial, ou seja, a sua depreciação. A produção do conhecimento no país privilegiou fontes eurocêntricas calcadas na Matriz Colonial de Poder, perpetuando relações de saber-poder e seus efeitos nefastos na subjetividade, especialmente da população marcada pelo racismo. Se examinarmos as representações sobre a população negra e indígena nos livros didáticos brasileiros como fez Ana Célia da Silva (2010, 1995), veremos a influência nociva da “consciência ocidental do Negro”. A autora conclui: O negro foi ilustrado e descrito como um ser próximo dos seres irracionais, com atitudes e comportamentos que traduzem incapacidade intelectual. Por outro lado, foi representado dissociado de seus contextos sociais próprios, como escola, família, igreja e trabalho. O contexto de família e trabalho dos negros restringiu-se a um apêndice da família do branco. Foram descritos apenas como empregados domésticos ou da fazenda e da casa grande, onde aparecem como escravos. (SILVA, 2010, 1995) Sem dúvida, quanto mais antigos os livros, mais aberrantes são as construções preconceituosas. A este respeito, Adlene Arantes (2012, p. 236) pesquisou as imagens do negro Henrique Dias no material didático das escolas pernambucanas do século XIX e constatou que, embora considerado um herói, “[...] era representado como imperfeito pela cor de sua pele. Portanto, os manuais escolares parecem ter contribuído para a veiculação desse ideário racista não só nas escolas, mas também na sociedade brasileira.” Segundo a autora, os livros da época continham representações demeritórias sobre os negros, inferiorizando-os; assim, raro era um herói negro como Henrique Dias, herói na guerra contra os holandeses no século XVII. O negro reconhecido como herói é representado como modelo de submissão aos poderes instituídos, capaz de dar a própria vida pela elite branca. No caso de Henrique Dias, os livros de história ressaltavam a sua bravura ao ferir a mão esquerda em combate, amputá-la e continuar a lutar em nome da pátria.
Fonte: BORJA, M. E. L.; PEREIRA, C. D. AS LEIS Nº 10.639/03 E Nº 11.645/08: REFLEXÕES A PARTIR DO PENSAMENTO CRÍTICO ACERCA DA C O L O N I A L I D A D E D O S A B E R . , , v . 1 , n . 1 , p . 2 4 9 - 2 5 0 , 2 0 1 8 . D i s p o n í v e l e m : C e n a s E d u c a c i o n a i s [ S . l . ] https://www.revistas.uneb.br/cenaseducacionais/article/view/5162. Acesso em: 21 abr. 2026 [adaptado].
Henrique Dias, herói na guerra contra os holandeses no século XVII, é trabalhado pela historiografia tradicional como um dos ícones de elementos identitários do povo brasileiro no século XIX. Nesta perspectiva, é CORRETO afirmar que:
 

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4195570 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Itabaiana-SE
Provas:
“Pensar no ensino de História tradicional é pensar em uma elite branca privilegiada que construía a narrativa acerca do país e possuía acesso à educação formal, colocando-se como protagonista dos fatos históricos. Em contrapartida, aqueles que estavam à margem desse protagonismo eram a maioria populacional que, por sua vez, não tinha acesso à educação, ocupando lugar de submissão – ou até mesmo sofrendo um apagamento – na história que estava sendo contada, sendo obrigada a absorver a narrativa da classe dominante e, consequentemente, a se adequar no conceito de nação construído pelo outro”.
Fonte: REIS, Larissa Dias; DA SILVA, Scheyla Taveira; ALVIM, Daniella Cristine da Silva. O ENSINO DA HISTÓRIA INDÍGENA NO BRASIL: A REPRESENTAÇÃO DOS POVOS ORIGINÁRIOS DA DITADURA A ERA DIGITAL. , , v. 7, n. 3, p 258, 2023. Disponível Revista Docência e Cibercultura [S. l.] em: https://www.e-publicacoes.uerj.br/re-doc/article/view/73072. Acesso em: 26 abr. 2026.)

A partir do texto 1, analise as asserções a seguir e a relação proposta entre elas:

I- No ano de 1988, quando a nova Constituição da República do Brasil foi aprovada, mudanças significativas para os povos indígenas foram alcançadas. Pode-se afirmar que uma delas é considerar a identidade indígena, rompendo com o ideal de que estes povos necessitavam evoluir e desaparecer para se adequarem à sociedade. Foi necessário buscar outros caminhos para se reescrever a história dos povos indígenas.
PORQUE
II- O ensino da História Indígena foi implementado e assegurado pela Lei n° 11.645 de março de 2008. Desta forma, a reformulação dos livros didáticos, no que tange à história dos povos indígenas, foi notória. Atualmente, podemos observar que temas transversais como: cultura, religião e respeito à diversidade são propostos pelos livros didáticos. Tal mudança de perspectiva na abordagem da história indígena impacta na forma como os povos passam a ser vistos.

A respeito dessas asserções, é CORRETO afirmar que:
 

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