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Considerando as regras de colocação dos pronomes oblíquos átonos segundo a norma-padrão da língua portuguesa, assinale a alternativa que preenche corretamente, e na ordem apresentada, as lacunas das frases a seguir.
I. Nunca ________ informaram os motivos da alteração do cronograma.
II. Os candidatos que ________ inscreveram no processo deverão apresentar os documentos originais.
III. ________ imediatamente aos responsáveis pelo setor.
IV. Quando ________ comunicarem a decisão, adotaremos as providências necessárias.
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- SintaxePalavras com Múltiplas FunçõesFunções da Palavra “que”
- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração SubordinadaSubordinadas Adverbial
- MorfologiaAdvérbios
Leia o texto a seguir.
Embora a implantação do novo sistema tenha exigido um período de adaptação, os servidores perceberam que algumas tarefas, antes realizadas manualmente, passaram a ser concluídas com maior rapidez. Isso não eliminou todos os problemas, mas permitiu que a equipe concentrasse esforços em atividades que exigiam análise mais cuidadosa.
Considerando os aspectos morfológicos, sintáticos e semânticos do texto, assinale a alternativa incorreta.
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Considerando as regras de acentuação gráfica vigentes na língua portuguesa, analise as afirmativas a seguir e assinale V, para as verdadeiras, e F, para as falsas.
(_) As palavras fácil, caráter e tórax são acentuadas por serem paroxítonas terminadas, respectivamente, em -l, -r e -x; portanto, toda palavra paroxítona terminada em consoante deve receber acento gráfico.
(_) As palavras herói, chapéu e anéis recebem acento gráfico por apresentarem ditongos abertos tônicos em palavras oxítonas.
(_) O acento diferencial empregado na forma verbal pôde, correspondente ao pretérito perfeito do indicativo, tornou-se facultativo após o Acordo Ortográfico, podendo ser omitido quando o contexto permite distingui-la de pode, forma do presente do indicativo.
(_) As formas verbais tem e têm distinguem-se graficamente quanto ao número: tem corresponde à terceira pessoa do singular do presente do indicativo, enquanto têm corresponde à terceira pessoa do plural.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.
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I. Na oração “Mais de um candidato apresentou recurso contra o resultado preliminar”, o emprego do verbo apresentar no singular está de acordo com a norma-padrão.
PORQUE
II. Na oração “A maioria dos candidatos apresentou recurso contra o resultado preliminar”, admite-se também, de acordo com a norma-padrão, a concordância do verbo no plural — “A maioria dos candidatos apresentaram recurso contra o resultado preliminar” — em razão da presença do especificador plural ligado ao núcleo coletivo.
A respeito dessas afirmativas, assinale a alternativa correta.
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A formação de palavras em língua portuguesa ocorre por diferentes processos, entre os quais se destacam a derivação e a composição. Considerando a estrutura e os processos de formação das palavras, analise as afirmativas a seguir.
I - Em infelizmente, ocorre derivação prefixal e sufixal, pois os afixos in- e -mente podem ser acrescentados em etapas distintas, sendo possível reconhecer na língua as formas infeliz e felizmente.
II - Em entristecer, ocorre derivação parassintética, uma vez que a formação do verbo depende do acréscimo simultâneo de prefixo e sufixo à base triste, não se reconhecendo, com o mesmo sentido e categoria pretendidos, as formas tristecer e entriste.
III - Em passatempo, ocorre composição por justaposição, pois os elementos que constituem a palavra mantêm sua integridade fonética, sem perda de sons.
IV - Em planalto, ocorre composição por justaposição, já que as palavras plano e alto permanecem foneticamente inalteradas após a formação do novo vocábulo.
Está correto o que se afirma em:
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O texto a seguir refere-se à questão.
Nunca foi tão simples encontrar uma informação. Em poucos segundos, uma dúvida pode conduzir a dezenas de páginas, vídeos, comentários e explicações. Essa facilidade costuma ser associada à ideia de que vivemos em uma sociedade mais bem informada. A associação parece lógica: se a informação está disponível em quantidade inédita, seria razoável imaginar que também compreendemos melhor o mundo. No entanto, disponibilidade de informação e construção de conhecimento não são processos equivalentes.
A informação pode ser recebida rapidamente; compreendê-la exige operações mais demoradas. É preciso selecionar o que é relevante, estabelecer relações entre ideias, confrontar fontes, reconhecer contradições e integrar o conteúdo novo àquilo que já se sabe. Quando essas etapas são substituídas pelo contato sucessivo com fragmentos de informação, pode surgir uma impressão de domínio que não corresponde necessariamente a uma compreensão efetiva. Reconhecer um assunto, afinal, não significa ser capaz de explicá-lo, analisá-lo ou utilizá-lo em uma situação diferente daquela em que foi apresentado.
Isso não significa que a abundância de informações seja, por si mesma, um problema. Ao contrário, a ampliação do acesso criou possibilidades de aprendizagem antes restritas a determinados espaços e grupos. O desafio está na maneira como lidamos com esse acesso. Se a quantidade disponível estimula apenas o consumo acelerado de novos conteúdos, a facilidade de encontrar respostas pode reduzir justamente o tempo dedicado à formulação de perguntas, à comparação de perspectivas e à elaboração das próprias conclusões.
Nesse sentido, talvez uma das competências mais importantes para o leitor contemporâneo seja saber interromper o fluxo. Diante de uma oferta praticamente inesgotável de conteúdos, selecionar também significa renunciar: deixar algumas informações de lado para examinar outras com maior profundidade. Tal escolha pode parecer contraditória em uma época que valoriza a atualização constante, mas é justamente ela que permite transformar o acesso à informação em uma experiência efetiva de aprendizagem.
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O texto a seguir refere-se à questão.
Nunca foi tão simples encontrar uma informação. Em poucos segundos, uma dúvida pode conduzir a dezenas de páginas, vídeos, comentários e explicações. Essa facilidade costuma ser associada à ideia de que vivemos em uma sociedade mais bem informada. A associação parece lógica: se a informação está disponível em quantidade inédita, seria razoável imaginar que também compreendemos melhor o mundo. No entanto, disponibilidade de informação e construção de conhecimento não são processos equivalentes.
A informação pode ser recebida rapidamente; compreendê-la exige operações mais demoradas. É preciso selecionar o que é relevante, estabelecer relações entre ideias, confrontar fontes, reconhecer contradições e integrar o conteúdo novo àquilo que já se sabe. Quando essas etapas são substituídas pelo contato sucessivo com fragmentos de informação, pode surgir uma impressão de domínio que não corresponde necessariamente a uma compreensão efetiva. Reconhecer um assunto, afinal, não significa ser capaz de explicá-lo, analisá-lo ou utilizá-lo em uma situação diferente daquela em que foi apresentado.
Isso não significa que a abundância de informações seja, por si mesma, um problema. Ao contrário, a ampliação do acesso criou possibilidades de aprendizagem antes restritas a determinados espaços e grupos. O desafio está na maneira como lidamos com esse acesso. Se a quantidade disponível estimula apenas o consumo acelerado de novos conteúdos, a facilidade de encontrar respostas pode reduzir justamente o tempo dedicado à formulação de perguntas, à comparação de perspectivas e à elaboração das próprias conclusões.
Nesse sentido, talvez uma das competências mais importantes para o leitor contemporâneo seja saber interromper o fluxo. Diante de uma oferta praticamente inesgotável de conteúdos, selecionar também significa renunciar: deixar algumas informações de lado para examinar outras com maior profundidade. Tal escolha pode parecer contraditória em uma época que valoriza a atualização constante, mas é justamente ela que permite transformar o acesso à informação em uma experiência efetiva de aprendizagem.
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Coluna 1:
1. anualmente (5° parágrafo). 2. estáveis (2º parágrafo). 3. quarta edição (5º parágrafo).
Coluna 2:
() Adjetivo com função de predicativo do sujeito composto no período.
() Adjunto adverbial de tempo com valor de frequência regular.
() Locução substantiva qualificada por numeral ordinal que funciona como sujeito.
Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, de cima para baixo, os parênteses acima?
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