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4125370 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Câm. Deputados
    Costuma-se descrever a ciência como uma sucessão de descobertas, cada uma atribuída a uma mente excepcional. Essa descrição é mais simples e, por isso, mais confortável. Porém, é incompleta. Ideias científicas não emergem no vazio. Elas dependem de um sistema que contém instrumentos, linguagem e dados acumulados, bem como de comunidades capazes de reconhecer e, principalmente, criticar seus significados. Para que haja um desfecho por orientação vetorial que conduza ao que conhecemos como a consagração de uma teoria, é preciso haver, sobretudo, convergência.
    Uma nova ideia pode se aproximar mais da verdade e, ainda assim, permanecer estéril se os vetores do sistema científico não estiverem suficientemente acoplados para absorvê-la. Por outro lado, quando múltiplas linhas de evidência passam a operar de forma coerente, mesmo ideias inicialmente controversas tornam-se inevitáveis.
    A consequência é que a história da ciência é menos uma sucessão de lampejos isolados e mais a de sincronizações oriundas de massas de dados e ideias que vão gradualmente se articulando até que o peso de um novo paradigma se torne insustentável. Marcos Buckeridge. Quando as ideias encontram (ou não) o seu tempo. Internet: (com adaptações).
Marcos Buckeridge. Quando as ideias encontram (ou não) o seu tempo.
Internet: <jornal.usp.br>  (com adaptações).
Julgue o item seguinte, com base nas ideias e construções linguísticas do texto precedente.
Da leitura do texto infere-se que a aproximação de uma teoria à verdade é fator menos decisivo que a existência de certa orientação vetorial de um sistema científico para a consagração dessa teoria e para o consequente surgimento de um paradigma científico.
 

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4125369 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Câm. Deputados
    Costuma-se descrever a ciência como uma sucessão de descobertas, cada uma atribuída a uma mente excepcional. Essa descrição é mais simples e, por isso, mais confortável. Porém, é incompleta. Ideias científicas não emergem no vazio. Elas dependem de um sistema que contém instrumentos, linguagem e dados acumulados, bem como de comunidades capazes de reconhecer e, principalmente, criticar seus significados. Para que haja um desfecho por orientação vetorial que conduza ao que conhecemos como a consagração de uma teoria, é preciso haver, sobretudo, convergência.
    Uma nova ideia pode se aproximar mais da verdade e, ainda assim, permanecer estéril se os vetores do sistema científico não estiverem suficientemente acoplados para absorvê-la. Por outro lado, quando múltiplas linhas de evidência passam a operar de forma coerente, mesmo ideias inicialmente controversas tornam-se inevitáveis.
    A consequência é que a história da ciência é menos uma sucessão de lampejos isolados e mais a de sincronizações oriundas de massas de dados e ideias que vão gradualmente se articulando até que o peso de um novo paradigma se torne insustentável. Marcos Buckeridge. Quando as ideias encontram (ou não) o seu tempo. Internet: (com adaptações).
Marcos Buckeridge. Quando as ideias encontram (ou não) o seu tempo.
Internet: <jornal.usp.br>  (com adaptações).
Julgue o item seguinte, com base nas ideias e construções linguísticas do texto precedente.
O emprego do presente do indicativo em “Ideias científicas não emergem no vazio” (primeiro parágrafo) confere à ideia expressa no período valor de uma verdade absoluta.
 

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4125368 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Câm. Deputados
    Costuma-se descrever a ciência como uma sucessão de descobertas, cada uma atribuída a uma mente excepcional. Essa descrição é mais simples e, por isso, mais confortável. Porém, é incompleta. Ideias científicas não emergem no vazio. Elas dependem de um sistema que contém instrumentos, linguagem e dados acumulados, bem como de comunidades capazes de reconhecer e, principalmente, criticar seus significados. Para que haja um desfecho por orientação vetorial que conduza ao que conhecemos como a consagração de uma teoria, é preciso haver, sobretudo, convergência.
    Uma nova ideia pode se aproximar mais da verdade e, ainda assim, permanecer estéril se os vetores do sistema científico não estiverem suficientemente acoplados para absorvê-la. Por outro lado, quando múltiplas linhas de evidência passam a operar de forma coerente, mesmo ideias inicialmente controversas tornam-se inevitáveis.
    A consequência é que a história da ciência é menos uma sucessão de lampejos isolados e mais a de sincronizações oriundas de massas de dados e ideias que vão gradualmente se articulando até que o peso de um novo paradigma se torne insustentável. Marcos Buckeridge. Quando as ideias encontram (ou não) o seu tempo. Internet: (com adaptações).
Marcos Buckeridge. Quando as ideias encontram (ou não) o seu tempo.
Internet: <jornal.usp.br>  (com adaptações).
Julgue o item seguinte, com base nas ideias e construções linguísticas do texto precedente.

De acordo com o texto, na história da ciência, as sincronizações provenientes de massas de dados e de ideias que, aos poucos, se vão articulando têm mais peso que a sucessão de lampejos.

 

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4125309 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: OBJETIVA
Orgão: Gramadotur
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“Qual seria a sua idade se você não soubesse quantos anos você tem?” (Confúcio). Assinalar a oração com a mesma classificação sintática da sublinhada na sentença acima.
 

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4125308 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: OBJETIVA
Orgão: Gramadotur
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Levando em conta a relação entre letras e fonemas, bem como a divisão e classificação silábica, avaliar se as afirmativas são certas (C) ou erradas (E) e assinalar a sequência correspondente.

( ) Os vocábulos “exceção”, “seguinte” e “guarda” têm, cada um, mais letras do que fonemas, sendo as duas primeiras palavras trissílabas e a terceira dissílaba.

( ) As palavras “sonda”, “leque” e “erro” são dissílabas, e cada uma delas apresenta quatro fonemas.

( ) A palavra “saúde” é trissílaba e apresenta igual número de letras e de fonemas.

 

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4125307 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: OBJETIVA
Orgão: Gramadotur
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Algumas construções verbais na voz passiva sintética podem gerar estranheza, especialmente, no que se refere à concordância. Nesse sentido, assinalar a alternativa em que a concordância está CORRETA.
 

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4125306 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: OBJETIVA
Orgão: Gramadotur
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No que concerne ao bom uso das normas de regência verbal e nominal, avaliar se as afirmativas são certas (C) ou erradas (E) e assinalar a sequência correspondente.

( ) O trabalho ao qual estou disponível é algo de que nunca me esqueço.

( ) O cargo ao qual espero efetivação é algo a que quero muito.

( ) A violência da qual se faz apologia na novela é algo com que antipatizo.

( ) A cidade na qual sou morador é um lugar a que devo obedecer.

 

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4125305 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: OBJETIVA
Orgão: Gramadotur
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Considerando a concordância verbal, assinalar a alternativa CORRETA.
 

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4125304 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: OBJETIVA
Orgão: Gramadotur
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Considerando o emprego do acento grave, assinalar a alternativa que preenche as lacunas abaixo CORRETAMENTE.

I. __ medida que foi indicada pelo engenheiro estava errada.

II. Todos iremos __ procura da felicidade.

III. Não sabia se Paulo tinha devoção __ Nossa Senhora.

IV. __ direita da rua, está o melhor cafezinho.

 

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4125303 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: OBJETIVA
Orgão: Gramadotur
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Por que uma coleção de mapas é chamada de Atlas

O nome “atlas” vem de Atlas, um titã da mitologia grega, filho de Urano (Céu) e Gaia (Terra). Ele lutou contra os deuses e, como castigo, Zeus o obrigou a carregar os céus para sempre nos ombros. Com o tempo, artistas passaram a desenhá-lo segurando o globo terrestre, e essa imagem começou a aparecer em livros de mapas desde a Antiguidade.

Em 1595, o cartógrafo flamengo Gerardus Mercator publicou um livro que tinha o nome Atlas na capa, reunindo mapas e ideias sobre o mundo. Além da imagem mitológica, Mercator considerava Atlas um símbolo de conhecimento geográfico e astronômico. Foi assim que “Atlas” passou a significar qualquer coleção de mapas geográficos, históricos ou temáticos.

O nome do Oceano Atlântico também vem de Atlas, assim como o lendário reino de Atlântida, ilha que teria desaparecido e que foi descrita pelo filósofo Platão. Aqui cabe uma observação: Platão afirma que o primeiro rei de Atlântida foi Atlas, não o titã, mas um mortal, filho do deus Poseidon com uma mulher humana chamada Cito. Ao batizar a ilha de Atlântida e seu rei de Atlas, Platão registra essa homenagem ligada ao titã Atlas, mesmo sem dizer explicitamente que se trata do mesmo personagem.

Além disso, nossa primeira vértebra cervical (C1) ganhou também o nome de Atlas porque suporta o peso da cabeça.

Fonte: Guia dos Curiosos. Adaptado.

Na frase “[...] Zeus o obrigou a carregar os céus para sempre nos ombros.” (1º parágrafo), o trecho sublinhado tem sentido:
 

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