Foram encontradas 353.864 questões.
Observando-se o emprego adequado de certas palavras e
expressões no contexto, assinalar a alternativa CORRETA.
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Considerando as regras de colocação pronominal,
assinalar a alternativa em que o pronome oblíquo átono está
CORRETAMENTE empregado em posição de ênclise.
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A proximidade da morte
Se a morte é uma sombra constante para qualquer
ser vivente desde o nascimento, sua presença torna-se mais
marcante com o envelhecimento. São as pessoas mais
idosas, portanto, que percebem com mais nitidez a
proximidade da morte.
Há pessoas que se mantêm ativas com a idade
avançada e outras que precisam de cuidados especiais
conforme envelhecem, em razão de doenças e problemas de
mobilidade. A necessidade desses idosos entra em conflito
com a situação real de grande parte das famílias. O ritmo
acelerado imposto pelo sistema de produção e serviços
desde as últimas décadas do século XX obriga trabalhadores
a jornadas intensas fora de casa, o que dificulta o
atendimento a idosos e doentes. Além disso, vale mencionar
a elevação da expectativa de vida e o consequente aumento
da parcela da população idosa com 60 anos ou mais.
Segundo dados do Censo, esse grupo representava 15,6% da
população brasileira em 2022.
Deve-se comentar que, vítimas de um etarismo que
os reduz à improdutividade, há idosos que vão viver em
asilos ou em hospitais (quando apresentam doenças graves)
onde possam usufruir dos avanços da medicina, cada vez
mais especializada. Porém, mesmo aqueles que recorrem a
técnicas avançadas e a ambientes assépticos que prolongam
a vida não escapam à solidão e à impessoalidade do
atendimento. Enfermeiros e médicos são eficazes, mas os
pacientes idosos frequentemente se encontram afastados
da mão amiga e da atenção íntima sem pressa.
No entanto, sabe-se que a maioria dos idosos faz
parte da população de baixa renda e, por isso, não tem
acesso a muitos desses recursos. Acrescente-se o fato de
que nas últimas décadas o número de idosos com
necessidades especiais cresceu sem o correspondente
crescimento de atendimento público.
Essa situação não seria uma expressão da morte em
vida? Não seria uma espécie de morte simbólica
antecedendo a morte fisiológica? Seria o aniquilamento da
dignidade humana? O etarismo e a morte social, que
colocam o indivíduo à margem e o tornam sem serventia,
invisível para a sociedade, podem ser tão nocivos quanto
uma doença letal. Além de causarem o desenvolvimento de
um mal-estar físico e mental, podem levar à fragilidade e à
morte do corpo.
Fonte: Moderna Plus Filosofia. Adaptado.
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A proximidade da morte
Se a morte é uma sombra constante para qualquer
ser vivente desde o nascimento, sua presença torna-se mais
marcante com o envelhecimento. São as pessoas mais
idosas, portanto, que percebem com mais nitidez a
proximidade da morte.
Há pessoas que se mantêm ativas com a idade
avançada e outras que precisam de cuidados especiais
conforme envelhecem, em razão de doenças e problemas de
mobilidade. A necessidade desses idosos entra em conflito
com a situação real de grande parte das famílias. O ritmo
acelerado imposto pelo sistema de produção e serviços
desde as últimas décadas do século XX obriga trabalhadores
a jornadas intensas fora de casa, o que dificulta o
atendimento a idosos e doentes. Além disso, vale mencionar
a elevação da expectativa de vida e o consequente aumento
da parcela da população idosa com 60 anos ou mais.
Segundo dados do Censo, esse grupo representava 15,6% da
população brasileira em 2022.
Deve-se comentar que, vítimas de um etarismo que
os reduz à improdutividade, há idosos que vão viver em
asilos ou em hospitais (quando apresentam doenças graves)
onde possam usufruir dos avanços da medicina, cada vez
mais especializada. Porém, mesmo aqueles que recorrem a
técnicas avançadas e a ambientes assépticos que prolongam
a vida não escapam à solidão e à impessoalidade do
atendimento. Enfermeiros e médicos são eficazes, mas os
pacientes idosos frequentemente se encontram afastados
da mão amiga e da atenção íntima sem pressa.
No entanto, sabe-se que a maioria dos idosos faz
parte da população de baixa renda e, por isso, não tem
acesso a muitos desses recursos. Acrescente-se o fato de
que nas últimas décadas o número de idosos com
necessidades especiais cresceu sem o correspondente
crescimento de atendimento público.
Essa situação não seria uma expressão da morte em
vida? Não seria uma espécie de morte simbólica
antecedendo a morte fisiológica? Seria o aniquilamento da
dignidade humana? O etarismo e a morte social, que
colocam o indivíduo à margem e o tornam sem serventia,
invisível para a sociedade, podem ser tão nocivos quanto
uma doença letal. Além de causarem o desenvolvimento de
um mal-estar físico e mental, podem levar à fragilidade e à
morte do corpo.
Fonte: Moderna Plus Filosofia. Adaptado.
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A proximidade da morte
Se a morte é uma sombra constante para qualquer
ser vivente desde o nascimento, sua presença torna-se mais
marcante com o envelhecimento. São as pessoas mais
idosas, portanto, que percebem com mais nitidez a
proximidade da morte.
Há pessoas que se mantêm ativas com a idade
avançada e outras que precisam de cuidados especiais
conforme envelhecem, em razão de doenças e problemas de
mobilidade. A necessidade desses idosos entra em conflito
com a situação real de grande parte das famílias. O ritmo
acelerado imposto pelo sistema de produção e serviços
desde as últimas décadas do século XX obriga trabalhadores
a jornadas intensas fora de casa, o que dificulta o
atendimento a idosos e doentes. Além disso, vale mencionar
a elevação da expectativa de vida e o consequente aumento
da parcela da população idosa com 60 anos ou mais.
Segundo dados do Censo, esse grupo representava 15,6% da
população brasileira em 2022.
Deve-se comentar que, vítimas de um etarismo que
os reduz à improdutividade, há idosos que vão viver em
asilos ou em hospitais (quando apresentam doenças graves)
onde possam usufruir dos avanços da medicina, cada vez
mais especializada. Porém, mesmo aqueles que recorrem a
técnicas avançadas e a ambientes assépticos que prolongam
a vida não escapam à solidão e à impessoalidade do
atendimento. Enfermeiros e médicos são eficazes, mas os
pacientes idosos frequentemente se encontram afastados
da mão amiga e da atenção íntima sem pressa.
No entanto, sabe-se que a maioria dos idosos faz
parte da população de baixa renda e, por isso, não tem
acesso a muitos desses recursos. Acrescente-se o fato de
que nas últimas décadas o número de idosos com
necessidades especiais cresceu sem o correspondente
crescimento de atendimento público.
Essa situação não seria uma expressão da morte em
vida? Não seria uma espécie de morte simbólica
antecedendo a morte fisiológica? Seria o aniquilamento da
dignidade humana? O etarismo e a morte social, que
colocam o indivíduo à margem e o tornam sem serventia,
invisível para a sociedade, podem ser tão nocivos quanto
uma doença letal. Além de causarem o desenvolvimento de
um mal-estar físico e mental, podem levar à fragilidade e à
morte do corpo.
Fonte: Moderna Plus Filosofia. Adaptado.
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Comunicação clara e objetiva: o alicerce das relações profissionais
A história mostra que civilizações se fortaleceram quando encontraram formas eficazes de se comunicar. Do código de
Hamurábi às redes digitais, a clareza da mensagem sempre determinou a força das instituições e a estabilidade das relações.
No ambiente corporativo, não é diferente. Comunicação clara e objetiva não é detalhe, é a engrenagem que sustenta a
confiança, reduz conflitos e acelera resultados.
Ruídos de comunicação custam caro. Um estudo da Holmes Report estimou que empresas perdem, em média, 37 bilhões
de dólares por ano devido a falhas na comunicação entre gestores e equipes. Esse número evidencia o óbvio: quando
mensagens não são transmitidas de forma precisa, projetos atrasam, relações se desgastam e a produtividade se dissolve.
Para reduzir ruídos, o primeiro passo é a simplicidade. Palavras complicadas ou frases longas confundem. A linguagem
objetiva facilita a compreensão e evita interpretações equivocadas. Falar o necessário, sem excesso, transmite profissionalismo.
Aqui, aplica-se a máxima de Antoine de Saint-Exupéry: “A perfeição é alcançada não quando não há mais nada a acrescentar,
mas quando não há mais nada a retirar”.
Outro aspecto fundamental é a escuta ativa. Comunicação não é apenas transmitir, mas também compreender. Escutar
com atenção, sem interromper, garante que a mensagem seja assimilada corretamente e cria um ambiente de respeito. Um
líder que escuta transmite segurança e reduz a necessidade de repetição.
Além disso, saber pedir é tão importante quanto saber responder. Solicitações vagas geram respostas vagas. Um pedido
claro contém três elementos: o que deve ser feito, em qual prazo e com quais recursos. Responder com clareza exige confirmar
o entendimento, apontar limites e, se necessário, negociar prazos. Essa troca transparente cria previsibilidade e confiança.
Ferramentas digitais também são aliadas nesse processo. Plataformas como Slack, Microsoft Teams ou Trello permitem
registrar decisões e reduzir ambiguidades. E-mails bem estruturados, com tópicos e objetivos claros, evitam a dispersão de
informações. Documentos compartilhados no Google Docs ou Notion centralizam dados e impedem que versões conflitantes
circulem. A tecnologia, usada com disciplina, transforma-se em antídoto contra ruídos.
Outro ponto prático é o uso de feedback imediato. Quando uma mensagem não foi clara, a correção deve ser feita na hora,
antes que a confusão se torne problema maior. Isso exige coragem para questionar e humildade para ajustar. Feedback não é
confronto, é mecanismo de alinhamento.
Treinamentos também são estratégicos. Investir em workshops de comunicação não é custo, mas investimento em
produtividade. Ao desenvolver habilidades de oratória, redação profissional e comunicação digital, empresas capacitam seus
colaboradores para reduzir mal-entendidos e aumentar a eficiência.
Além disso, reuniões devem ser objetivas. Muitas empresas desperdiçam horas em encontros sem pauta clara. A prática
correta envolve definir previamente os objetivos, registrar os principais pontos e distribuir responsabilidades ao final. Reuniões
curtas e bem direcionadas são exemplos de comunicação eficiente.
Em conclusão, a comunicação clara e objetiva é alicerce de toda organização que busca eficiência. Reduz ruídos, acelera
processos e fortalece a confiança. É prática que exige disciplina, ferramentas adequadas e disposição para ouvir e ajustar.
(Por: Gabriela Moraes Oliveira. Disponível em: https://www.folhavitoria.com.br/mundo-business/. Acesso em: janeiro de 2026)
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Comunicação clara e objetiva: o alicerce das relações profissionais
A história mostra que civilizações se fortaleceram quando encontraram formas eficazes de se comunicar. Do código de
Hamurábi às redes digitais, a clareza da mensagem sempre determinou a força das instituições e a estabilidade das relações.
No ambiente corporativo, não é diferente. Comunicação clara e objetiva não é detalhe, é a engrenagem que sustenta a
confiança, reduz conflitos e acelera resultados.
Ruídos de comunicação custam caro. Um estudo da Holmes Report estimou que empresas perdem, em média, 37 bilhões
de dólares por ano devido a falhas na comunicação entre gestores e equipes. Esse número evidencia o óbvio: quando
mensagens não são transmitidas de forma precisa, projetos atrasam, relações se desgastam e a produtividade se dissolve.
Para reduzir ruídos, o primeiro passo é a simplicidade. Palavras complicadas ou frases longas confundem. A linguagem
objetiva facilita a compreensão e evita interpretações equivocadas. Falar o necessário, sem excesso, transmite profissionalismo.
Aqui, aplica-se a máxima de Antoine de Saint-Exupéry: “A perfeição é alcançada não quando não há mais nada a acrescentar,
mas quando não há mais nada a retirar”.
Outro aspecto fundamental é a escuta ativa. Comunicação não é apenas transmitir, mas também compreender. Escutar
com atenção, sem interromper, garante que a mensagem seja assimilada corretamente e cria um ambiente de respeito. Um
líder que escuta transmite segurança e reduz a necessidade de repetição.
Além disso, saber pedir é tão importante quanto saber responder. Solicitações vagas geram respostas vagas. Um pedido
claro contém três elementos: o que deve ser feito, em qual prazo e com quais recursos. Responder com clareza exige confirmar
o entendimento, apontar limites e, se necessário, negociar prazos. Essa troca transparente cria previsibilidade e confiança.
Ferramentas digitais também são aliadas nesse processo. Plataformas como Slack, Microsoft Teams ou Trello permitem
registrar decisões e reduzir ambiguidades. E-mails bem estruturados, com tópicos e objetivos claros, evitam a dispersão de
informações. Documentos compartilhados no Google Docs ou Notion centralizam dados e impedem que versões conflitantes
circulem. A tecnologia, usada com disciplina, transforma-se em antídoto contra ruídos.
Outro ponto prático é o uso de feedback imediato. Quando uma mensagem não foi clara, a correção deve ser feita na hora,
antes que a confusão se torne problema maior. Isso exige coragem para questionar e humildade para ajustar. Feedback não é
confronto, é mecanismo de alinhamento.
Treinamentos também são estratégicos. Investir em workshops de comunicação não é custo, mas investimento em
produtividade. Ao desenvolver habilidades de oratória, redação profissional e comunicação digital, empresas capacitam seus
colaboradores para reduzir mal-entendidos e aumentar a eficiência.
Além disso, reuniões devem ser objetivas. Muitas empresas desperdiçam horas em encontros sem pauta clara. A prática
correta envolve definir previamente os objetivos, registrar os principais pontos e distribuir responsabilidades ao final. Reuniões
curtas e bem direcionadas são exemplos de comunicação eficiente.
Em conclusão, a comunicação clara e objetiva é alicerce de toda organização que busca eficiência. Reduz ruídos, acelera
processos e fortalece a confiança. É prática que exige disciplina, ferramentas adequadas e disposição para ouvir e ajustar.
(Por: Gabriela Moraes Oliveira. Disponível em: https://www.folhavitoria.com.br/mundo-business/. Acesso em: janeiro de 2026)
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Comunicação clara e objetiva: o alicerce das relações profissionais
A história mostra que civilizações se fortaleceram quando encontraram formas eficazes de se comunicar. Do código de
Hamurábi às redes digitais, a clareza da mensagem sempre determinou a força das instituições e a estabilidade das relações.
No ambiente corporativo, não é diferente. Comunicação clara e objetiva não é detalhe, é a engrenagem que sustenta a
confiança, reduz conflitos e acelera resultados.
Ruídos de comunicação custam caro. Um estudo da Holmes Report estimou que empresas perdem, em média, 37 bilhões
de dólares por ano devido a falhas na comunicação entre gestores e equipes. Esse número evidencia o óbvio: quando
mensagens não são transmitidas de forma precisa, projetos atrasam, relações se desgastam e a produtividade se dissolve.
Para reduzir ruídos, o primeiro passo é a simplicidade. Palavras complicadas ou frases longas confundem. A linguagem
objetiva facilita a compreensão e evita interpretações equivocadas. Falar o necessário, sem excesso, transmite profissionalismo.
Aqui, aplica-se a máxima de Antoine de Saint-Exupéry: “A perfeição é alcançada não quando não há mais nada a acrescentar,
mas quando não há mais nada a retirar”.
Outro aspecto fundamental é a escuta ativa. Comunicação não é apenas transmitir, mas também compreender. Escutar
com atenção, sem interromper, garante que a mensagem seja assimilada corretamente e cria um ambiente de respeito. Um
líder que escuta transmite segurança e reduz a necessidade de repetição.
Além disso, saber pedir é tão importante quanto saber responder. Solicitações vagas geram respostas vagas. Um pedido
claro contém três elementos: o que deve ser feito, em qual prazo e com quais recursos. Responder com clareza exige confirmar
o entendimento, apontar limites e, se necessário, negociar prazos. Essa troca transparente cria previsibilidade e confiança.
Ferramentas digitais também são aliadas nesse processo. Plataformas como Slack, Microsoft Teams ou Trello permitem
registrar decisões e reduzir ambiguidades. E-mails bem estruturados, com tópicos e objetivos claros, evitam a dispersão de
informações. Documentos compartilhados no Google Docs ou Notion centralizam dados e impedem que versões conflitantes
circulem. A tecnologia, usada com disciplina, transforma-se em antídoto contra ruídos.
Outro ponto prático é o uso de feedback imediato. Quando uma mensagem não foi clara, a correção deve ser feita na hora,
antes que a confusão se torne problema maior. Isso exige coragem para questionar e humildade para ajustar. Feedback não é
confronto, é mecanismo de alinhamento.
Treinamentos também são estratégicos. Investir em workshops de comunicação não é custo, mas investimento em
produtividade. Ao desenvolver habilidades de oratória, redação profissional e comunicação digital, empresas capacitam seus
colaboradores para reduzir mal-entendidos e aumentar a eficiência.
Além disso, reuniões devem ser objetivas. Muitas empresas desperdiçam horas em encontros sem pauta clara. A prática
correta envolve definir previamente os objetivos, registrar os principais pontos e distribuir responsabilidades ao final. Reuniões
curtas e bem direcionadas são exemplos de comunicação eficiente.
Em conclusão, a comunicação clara e objetiva é alicerce de toda organização que busca eficiência. Reduz ruídos, acelera
processos e fortalece a confiança. É prática que exige disciplina, ferramentas adequadas e disposição para ouvir e ajustar.
(Por: Gabriela Moraes Oliveira. Disponível em: https://www.folhavitoria.com.br/mundo-business/. Acesso em: janeiro de 2026)
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Comunicação clara e objetiva: o alicerce das relações profissionais
A história mostra que civilizações se fortaleceram quando encontraram formas eficazes de se comunicar. Do código de
Hamurábi às redes digitais, a clareza da mensagem sempre determinou a força das instituições e a estabilidade das relações.
No ambiente corporativo, não é diferente. Comunicação clara e objetiva não é detalhe, é a engrenagem que sustenta a
confiança, reduz conflitos e acelera resultados.
Ruídos de comunicação custam caro. Um estudo da Holmes Report estimou que empresas perdem, em média, 37 bilhões
de dólares por ano devido a falhas na comunicação entre gestores e equipes. Esse número evidencia o óbvio: quando
mensagens não são transmitidas de forma precisa, projetos atrasam, relações se desgastam e a produtividade se dissolve.
Para reduzir ruídos, o primeiro passo é a simplicidade. Palavras complicadas ou frases longas confundem. A linguagem
objetiva facilita a compreensão e evita interpretações equivocadas. Falar o necessário, sem excesso, transmite profissionalismo.
Aqui, aplica-se a máxima de Antoine de Saint-Exupéry: “A perfeição é alcançada não quando não há mais nada a acrescentar,
mas quando não há mais nada a retirar”.
Outro aspecto fundamental é a escuta ativa. Comunicação não é apenas transmitir, mas também compreender. Escutar
com atenção, sem interromper, garante que a mensagem seja assimilada corretamente e cria um ambiente de respeito. Um
líder que escuta transmite segurança e reduz a necessidade de repetição.
Além disso, saber pedir é tão importante quanto saber responder. Solicitações vagas geram respostas vagas. Um pedido
claro contém três elementos: o que deve ser feito, em qual prazo e com quais recursos. Responder com clareza exige confirmar
o entendimento, apontar limites e, se necessário, negociar prazos. Essa troca transparente cria previsibilidade e confiança.
Ferramentas digitais também são aliadas nesse processo. Plataformas como Slack, Microsoft Teams ou Trello permitem
registrar decisões e reduzir ambiguidades. E-mails bem estruturados, com tópicos e objetivos claros, evitam a dispersão de
informações. Documentos compartilhados no Google Docs ou Notion centralizam dados e impedem que versões conflitantes
circulem. A tecnologia, usada com disciplina, transforma-se em antídoto contra ruídos.
Outro ponto prático é o uso de feedback imediato. Quando uma mensagem não foi clara, a correção deve ser feita na hora,
antes que a confusão se torne problema maior. Isso exige coragem para questionar e humildade para ajustar. Feedback não é
confronto, é mecanismo de alinhamento.
Treinamentos também são estratégicos. Investir em workshops de comunicação não é custo, mas investimento em
produtividade. Ao desenvolver habilidades de oratória, redação profissional e comunicação digital, empresas capacitam seus
colaboradores para reduzir mal-entendidos e aumentar a eficiência.
Além disso, reuniões devem ser objetivas. Muitas empresas desperdiçam horas em encontros sem pauta clara. A prática
correta envolve definir previamente os objetivos, registrar os principais pontos e distribuir responsabilidades ao final. Reuniões
curtas e bem direcionadas são exemplos de comunicação eficiente.
Em conclusão, a comunicação clara e objetiva é alicerce de toda organização que busca eficiência. Reduz ruídos, acelera
processos e fortalece a confiança. É prática que exige disciplina, ferramentas adequadas e disposição para ouvir e ajustar.
(Por: Gabriela Moraes Oliveira. Disponível em: https://www.folhavitoria.com.br/mundo-business/. Acesso em: janeiro de 2026)
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Comunicação clara e objetiva: o alicerce das relações profissionais
A história mostra que civilizações se fortaleceram quando encontraram formas eficazes de se comunicar. Do código de
Hamurábi às redes digitais, a clareza da mensagem sempre determinou a força das instituições e a estabilidade das relações.
No ambiente corporativo, não é diferente. Comunicação clara e objetiva não é detalhe, é a engrenagem que sustenta a
confiança, reduz conflitos e acelera resultados.
Ruídos de comunicação custam caro. Um estudo da Holmes Report estimou que empresas perdem, em média, 37 bilhões
de dólares por ano devido a falhas na comunicação entre gestores e equipes. Esse número evidencia o óbvio: quando
mensagens não são transmitidas de forma precisa, projetos atrasam, relações se desgastam e a produtividade se dissolve.
Para reduzir ruídos, o primeiro passo é a simplicidade. Palavras complicadas ou frases longas confundem. A linguagem
objetiva facilita a compreensão e evita interpretações equivocadas. Falar o necessário, sem excesso, transmite profissionalismo.
Aqui, aplica-se a máxima de Antoine de Saint-Exupéry: “A perfeição é alcançada não quando não há mais nada a acrescentar,
mas quando não há mais nada a retirar”.
Outro aspecto fundamental é a escuta ativa. Comunicação não é apenas transmitir, mas também compreender. Escutar
com atenção, sem interromper, garante que a mensagem seja assimilada corretamente e cria um ambiente de respeito. Um
líder que escuta transmite segurança e reduz a necessidade de repetição.
Além disso, saber pedir é tão importante quanto saber responder. Solicitações vagas geram respostas vagas. Um pedido
claro contém três elementos: o que deve ser feito, em qual prazo e com quais recursos. Responder com clareza exige confirmar
o entendimento, apontar limites e, se necessário, negociar prazos. Essa troca transparente cria previsibilidade e confiança.
Ferramentas digitais também são aliadas nesse processo. Plataformas como Slack, Microsoft Teams ou Trello permitem
registrar decisões e reduzir ambiguidades. E-mails bem estruturados, com tópicos e objetivos claros, evitam a dispersão de
informações. Documentos compartilhados no Google Docs ou Notion centralizam dados e impedem que versões conflitantes
circulem. A tecnologia, usada com disciplina, transforma-se em antídoto contra ruídos.
Outro ponto prático é o uso de feedback imediato. Quando uma mensagem não foi clara, a correção deve ser feita na hora,
antes que a confusão se torne problema maior. Isso exige coragem para questionar e humildade para ajustar. Feedback não é
confronto, é mecanismo de alinhamento.
Treinamentos também são estratégicos. Investir em workshops de comunicação não é custo, mas investimento em
produtividade. Ao desenvolver habilidades de oratória, redação profissional e comunicação digital, empresas capacitam seus
colaboradores para reduzir mal-entendidos e aumentar a eficiência.
Além disso, reuniões devem ser objetivas. Muitas empresas desperdiçam horas em encontros sem pauta clara. A prática
correta envolve definir previamente os objetivos, registrar os principais pontos e distribuir responsabilidades ao final. Reuniões
curtas e bem direcionadas são exemplos de comunicação eficiente.
Em conclusão, a comunicação clara e objetiva é alicerce de toda organização que busca eficiência. Reduz ruídos, acelera
processos e fortalece a confiança. É prática que exige disciplina, ferramentas adequadas e disposição para ouvir e ajustar.
(Por: Gabriela Moraes Oliveira. Disponível em: https://www.folhavitoria.com.br/mundo-business/. Acesso em: janeiro de 2026)
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