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INSTRUÇÃO: Leia a biografia abaixo e responda a questão a seguir.
Biografia
Walter Salles é um cineasta brasileiro. Estudou economia na Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro e comunicação audiovisual na Universidade do Sul da Califórnia, nos Estados Unidos. O jornal britânico The Guardian elegeu Walter Salles como um dos 40 melhores diretores do mundo e a Forbes aponta Salles como o segundo cineasta mais rico do mundo, graças ao patrimônio herdado do pai.
Irmão do também cineasta João Moreira Salles, Walter Salles lançou um dos principais longa-metragens da história do cinema nacional: Central do Brasil (1998). O filme, aclamado pela crítica, foi indicado para dois Oscars: Melhor Filme Estrangeiro e Fernanda Montenegro, protagonista, concorreu ao prêmio de Melhor Atriz. O longa ainda foi eleito melhor filme estrangeiro no Globo de Ouro, BAFTA e Festival de Berlim, entre outros.
Outros créditos do diretor incluem Terra Estrangeira (1995), Abril Despedaçado (2001), Diários de Motocicleta (2003) e Água Negra (2005).
Disponível em: https://www.adorocinema.com/personalidades/personalidade-6096/biografia. Acesso em 02 fev. 2025.
Considerando a biografia lida, assinale a alternativa que apresenta o sujeito do verbo destacado em “Estudou economia na Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro.”
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Biografia
Walter Salles é um cineasta brasileiro. Estudou economia na Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro e comunicação audiovisual na Universidade do Sul da Califórnia, nos Estados Unidos. O jornal britânico The Guardian elegeu Walter Salles como um dos 40 melhores diretores do mundo e a Forbes aponta Salles como o segundo cineasta mais rico do mundo, graças ao patrimônio herdado do pai.
Irmão do também cineasta João Moreira Salles, Walter Salles lançou um dos principais longa-metragens da história do cinema nacional: Central do Brasil (1998). O filme, aclamado pela crítica, foi indicado para dois Oscars: Melhor Filme Estrangeiro e Fernanda Montenegro, protagonista, concorreu ao prêmio de Melhor Atriz. O longa ainda foi eleito melhor filme estrangeiro no Globo de Ouro, BAFTA e Festival de Berlim, entre outros.
Outros créditos do diretor incluem Terra Estrangeira (1995), Abril Despedaçado (2001), Diários de Motocicleta (2003) e Água Negra (2005).
Disponível em: https://www.adorocinema.com/personalidades/personalidade-6096/biografia. Acesso em 02 fev. 2025.
O gênero textual biografia é constituído por todas as características abaixo, exceto:
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Biografia
Walter Salles é um cineasta brasileiro. Estudou economia na Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro e comunicação audiovisual na Universidade do Sul da Califórnia, nos Estados Unidos. O jornal britânico The Guardian elegeu Walter Salles como um dos 40 melhores diretores do mundo e a Forbes aponta Salles como o segundo cineasta mais rico do mundo, graças ao patrimônio herdado do pai.
Irmão do também cineasta João Moreira Salles, Walter Salles lançou um dos principais longa-metragens da história do cinema nacional: Central do Brasil (1998). O filme, aclamado pela crítica, foi indicado para dois Oscars: Melhor Filme Estrangeiro e Fernanda Montenegro, protagonista, concorreu ao prêmio de Melhor Atriz. O longa ainda foi eleito melhor filme estrangeiro no Globo de Ouro, BAFTA e Festival de Berlim, entre outros.
Outros créditos do diretor incluem Terra Estrangeira (1995), Abril Despedaçado (2001), Diários de Motocicleta (2003) e Água Negra (2005).
Disponível em: https://www.adorocinema.com/personalidades/personalidade-6096/biografia. Acesso em 02 fev. 2025.
No trecho “o longa ainda foi eleito melhor filme estrangeiro”, a função sintática do termo destacado é:
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Biografia
Walter Salles é um cineasta brasileiro. Estudou economia na Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro e comunicação audiovisual na Universidade do Sul da Califórnia, nos Estados Unidos. O jornal britânico The Guardian elegeu Walter Salles como um dos 40 melhores diretores do mundo e a Forbes aponta Salles como o segundo cineasta mais rico do mundo, graças ao patrimônio herdado do pai.
Irmão do também cineasta João Moreira Salles, Walter Salles lançou um dos principais longa-metragens da história do cinema nacional: Central do Brasil (1998). O filme, aclamado pela crítica, foi indicado para dois Oscars: Melhor Filme Estrangeiro e Fernanda Montenegro, protagonista, concorreu ao prêmio de Melhor Atriz. O longa ainda foi eleito melhor filme estrangeiro no Globo de Ouro, BAFTA e Festival de Berlim, entre outros.
Outros créditos do diretor incluem Terra Estrangeira (1995), Abril Despedaçado (2001), Diários de Motocicleta (2003) e Água Negra (2005).
Disponível em: https://www.adorocinema.com/personalidades/personalidade-6096/biografia. Acesso em 02 fev. 2025.
As conjugações dos verbos destacados estão devidamente identificadas em todas as alternativas, exceto:
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Considere o texto a seguir para responder a questão
Falar errado é uma arte, Arnesto!
No dia 6 de agosto de 1910, Emma Riccini Rubinato pariu um garoto sapeca em Valinhos e deu a ele o nome de João Rubinato. Na escola, João não passou do terceiro ano. Não era a área dele, tinha de escolher outra. Fez o que apareceu. Foi ser garçom, metalúrgico, até virar radialista, comediante, ator de cinema e TV, cantor e compositor. De samba.
Como tinha sobrenome italiano, João resolveu mudar para emplacar seu samba. E como ia mudar o sobrenome, mudou o nome. Virou Adoniran Barbosa. O cara falava errado, voz rouca, pinta de malandro da roça. Virou ícone da música brasileira, o mais paulista de todos, falando errado e irritando Vinicius de Moraes, que ficou de bico fechado depois de ouvir a música que Adoniran fez para a letra Bom dia, tristeza, de autoria do Poetinha. Coisa de arrepiar.
Para toda essa gente que implicava, Adoniran tinha uma resposta neoerudita: “Gosto de samba e não foi fácil, pra mim, ser aceito como compositor, porque ninguém queria nada com as minhas letras que falavam ‘nóis vai’, ‘nóis fumo’, ‘nóis fizemo’, ‘nóis peguemo’. Acontece que é preciso saber falar errado. Falar errado é uma arte, senão vira deboche”.
Ele sabia o que fazia. Por isso dizia que falar errado era uma arte. A sua arte. Escolhida a dedo porque casava com seu tipo. O Samba do Arnesto é um monumento à fala errada, assim como Tiro ao Álvaro. O erudito podia resmungar, mas o povo se identificava.
PEREIRA, E. Disponível em: www.tribunapr.com.br. Acesso em: 8 jul. 2024 (adaptado).
“...e deu a ele o nome de João Rubinato.”
O verbo “dar”, no contexto discursivo em análise, caracteriza uma regência:
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Considere o texto a seguir para responder a questão
Falar errado é uma arte, Arnesto!
No dia 6 de agosto de 1910, Emma Riccini Rubinato pariu um garoto sapeca em Valinhos e deu a ele o nome de João Rubinato. Na escola, João não passou do terceiro ano. Não era a área dele, tinha de escolher outra. Fez o que apareceu. Foi ser garçom, metalúrgico, até virar radialista, comediante, ator de cinema e TV, cantor e compositor. De samba.
Como tinha sobrenome italiano, João resolveu mudar para emplacar seu samba. E como ia mudar o sobrenome, mudou o nome. Virou Adoniran Barbosa. O cara falava errado, voz rouca, pinta de malandro da roça. Virou ícone da música brasileira, o mais paulista de todos, falando errado e irritando Vinicius de Moraes, que ficou de bico fechado depois de ouvir a música que Adoniran fez para a letra Bom dia, tristeza, de autoria do Poetinha. Coisa de arrepiar.
Para toda essa gente que implicava, Adoniran tinha uma resposta neoerudita: “Gosto de samba e não foi fácil, pra mim, ser aceito como compositor, porque ninguém queria nada com as minhas letras que falavam ‘nóis vai’, ‘nóis fumo’, ‘nóis fizemo’, ‘nóis peguemo’. Acontece que é preciso saber falar errado. Falar errado é uma arte, senão vira deboche”.
Ele sabia o que fazia. Por isso dizia que falar errado era uma arte. A sua arte. Escolhida a dedo porque casava com seu tipo. O Samba do Arnesto é um monumento à fala errada, assim como Tiro ao Álvaro. O erudito podia resmungar, mas o povo se identificava.
PEREIRA, E. Disponível em: www.tribunapr.com.br. Acesso em: 8 jul. 2024 (adaptado).
Analise o excerto a seguir, para assinalar o item correto, em se tratando do processo de coesão textual referente ao trecho negritado.
“Para toda essa gente que implicava, Adoniran tinha uma resposta neoerudita: “Gosto de samba e não foi fácil, pra mim, ser aceito como compositor, porque ninguém queria nada com as minhas letras que falavam ‘nóis vai’, ‘nóis fumo’, ‘nóis fizemo’, ‘nóis peguemo’.”
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Considere o texto a seguir para responder a questão
Falar errado é uma arte, Arnesto!
No dia 6 de agosto de 1910, Emma Riccini Rubinato pariu um garoto sapeca em Valinhos e deu a ele o nome de João Rubinato. Na escola, João não passou do terceiro ano. Não era a área dele, tinha de escolher outra. Fez o que apareceu. Foi ser garçom, metalúrgico, até virar radialista, comediante, ator de cinema e TV, cantor e compositor. De samba.
Como tinha sobrenome italiano, João resolveu mudar para emplacar seu samba. E como ia mudar o sobrenome, mudou o nome. Virou Adoniran Barbosa. O cara falava errado, voz rouca, pinta de malandro da roça. Virou ícone da música brasileira, o mais paulista de todos, falando errado e irritando Vinicius de Moraes, que ficou de bico fechado depois de ouvir a música que Adoniran fez para a letra Bom dia, tristeza, de autoria do Poetinha. Coisa de arrepiar.
Para toda essa gente que implicava, Adoniran tinha uma resposta neoerudita: “Gosto de samba e não foi fácil, pra mim, ser aceito como compositor, porque ninguém queria nada com as minhas letras que falavam ‘nóis vai’, ‘nóis fumo’, ‘nóis fizemo’, ‘nóis peguemo’. Acontece que é preciso saber falar errado. Falar errado é uma arte, senão vira deboche”.
Ele sabia o que fazia. Por isso dizia que falar errado era uma arte. A sua arte. Escolhida a dedo porque casava com seu tipo. O Samba do Arnesto é um monumento à fala errada, assim como Tiro ao Álvaro. O erudito podia resmungar, mas o povo se identificava.
PEREIRA, E. Disponível em: www.tribunapr.com.br. Acesso em: 8 jul. 2024 (adaptado).
“Ele sabia o que fazia.”
A oração demarcada é tipificada como:
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- SintaxeTermos Acessórios e IndependentesTermos AcessóriosAdjunto AdnominalAdjunto Adnominal vs. Complemento Nominal
Considere o texto a seguir para responder a questão
Falar errado é uma arte, Arnesto!
No dia 6 de agosto de 1910, Emma Riccini Rubinato pariu um garoto sapeca em Valinhos e deu a ele o nome de João Rubinato. Na escola, João não passou do terceiro ano. Não era a área dele, tinha de escolher outra. Fez o que apareceu. Foi ser garçom, metalúrgico, até virar radialista, comediante, ator de cinema e TV, cantor e compositor. De samba.
Como tinha sobrenome italiano, João resolveu mudar para emplacar seu samba. E como ia mudar o sobrenome, mudou o nome. Virou Adoniran Barbosa. O cara falava errado, voz rouca, pinta de malandro da roça. Virou ícone da música brasileira, o mais paulista de todos, falando errado e irritando Vinicius de Moraes, que ficou de bico fechado depois de ouvir a música que Adoniran fez para a letra Bom dia, tristeza, de autoria do Poetinha. Coisa de arrepiar.
Para toda essa gente que implicava, Adoniran tinha uma resposta neoerudita: “Gosto de samba e não foi fácil, pra mim, ser aceito como compositor, porque ninguém queria nada com as minhas letras que falavam ‘nóis vai’, ‘nóis fumo’, ‘nóis fizemo’, ‘nóis peguemo’. Acontece que é preciso saber falar errado. Falar errado é uma arte, senão vira deboche”.
Ele sabia o que fazia. Por isso dizia que falar errado era uma arte. A sua arte. Escolhida a dedo porque casava com seu tipo. O Samba do Arnesto é um monumento à fala errada, assim como Tiro ao Álvaro. O erudito podia resmungar, mas o povo se identificava.
PEREIRA, E. Disponível em: www.tribunapr.com.br. Acesso em: 8 jul. 2024 (adaptado).
“O cara falava errado, voz rouca, pinta de malandro da roça.”
Acerca dos termos preposicionados, no sintagma destacado anteriormente, é correto afirmar que:
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Considere o texto a seguir para responder a questão
Falar errado é uma arte, Arnesto!
No dia 6 de agosto de 1910, Emma Riccini Rubinato pariu um garoto sapeca em Valinhos e deu a ele o nome de João Rubinato. Na escola, João não passou do terceiro ano. Não era a área dele, tinha de escolher outra. Fez o que apareceu. Foi ser garçom, metalúrgico, até virar radialista, comediante, ator de cinema e TV, cantor e compositor. De samba.
Como tinha sobrenome italiano, João resolveu mudar para emplacar seu samba. E como ia mudar o sobrenome, mudou o nome. Virou Adoniran Barbosa. O cara falava errado, voz rouca, pinta de malandro da roça. Virou ícone da música brasileira, o mais paulista de todos, falando errado e irritando Vinicius de Moraes, que ficou de bico fechado depois de ouvir a música que Adoniran fez para a letra Bom dia, tristeza, de autoria do Poetinha. Coisa de arrepiar.
Para toda essa gente que implicava, Adoniran tinha uma resposta neoerudita: “Gosto de samba e não foi fácil, pra mim, ser aceito como compositor, porque ninguém queria nada com as minhas letras que falavam ‘nóis vai’, ‘nóis fumo’, ‘nóis fizemo’, ‘nóis peguemo’. Acontece que é preciso saber falar errado. Falar errado é uma arte, senão vira deboche”.
Ele sabia o que fazia. Por isso dizia que falar errado era uma arte. A sua arte. Escolhida a dedo porque casava com seu tipo. O Samba do Arnesto é um monumento à fala errada, assim como Tiro ao Álvaro. O erudito podia resmungar, mas o povo se identificava.
PEREIRA, E. Disponível em: www.tribunapr.com.br. Acesso em: 8 jul. 2024 (adaptado).
Por meio da intencionalidade discursiva do autor, o texto em evidência:
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Considerando a norma-padrão da língua portuguesa, assinale a alternativa em que a concordância nominal e verbal está integralmente correta.
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