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Observe o seguinte trecho:
“Dessa forma, o debate sobre a Inteligência Artificial não deve se limitar a uma oposição simplista entre progresso e ameaça. Trata-se, antes, de reconhecer que a IA é um artefato sociotécnico, cujos impactos dependem das escolhas humanas que orientam seu desenvolvimento e uso. Investir em educação crítica, em políticas públicas regulatórias e em uma ética da responsabilidade torna-se essencial para que essa tecnologia contribua para o bem comum, sem obscurecer aquilo que nos constitui como sujeitos pensantes, históricos e sociais.”
No trecho acima, com relação às funções sintáticas dos termos presentes no parágrafo, assinale a alternativa correta.
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Assinale a opção em que o emprego do uso do acento grave está correto de acordo com as normas gramaticais do fenômeno da crase.
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Considere o texto a seguir para responder a questão
Entre Promessas e Tensões:
a Inteligência Artificial como Espelho da Condição Tecno-Humana
Antenor Teixeira de Almeida Júnior
A Inteligência Artificial ultrapassou há muito os limites da ficção científica, antes simbolizada por obras como Frankenstein (1818), de Mary Shelley, frequentemente evocada como uma reflexão inaugural sobre a criação de inteligências artificiais e suas implicações éticas. No século XXI, essa tecnologia consolidou-se como presença concreta no cotidiano, operando desde algoritmos que organizam informações até sistemas capazes de produzir textos, imagens e diagnósticos especializados. Ao assumir um papel mediador nas relações sociais, nas práticas educacionais e nas decisões institucionais, a IA impõe um desafio que vai além do entusiasmo ou do temor. Torna-se, portanto, imprescindível analisá-la de forma crítica, reconhecendo que seus efeitos positivos e negativos decorrem do fato de amplificar, simultaneamente, as potencialidades e as fragilidades humanas.
Entre os aspectos positivos, destaca-se a capacidade da IA de potencializar processos cognitivos e produtivos. No campo da educação, por exemplo, ela pode favorecer a personalização da aprendizagem, ampliar o acesso à informação e auxiliar estudantes com diferentes ritmos e necessidades. Em áreas como a saúde e a pesquisa científica, sistemas inteligentes contribuem para análises mais rápidas e precisas, otimizando tempo e recursos. Assim, quando utilizada de forma ética e orientada por critérios claros, a IA pode atuar como ferramenta de inclusão, eficiência e democratização do conhecimento.
Entretanto, os efeitos negativos do uso indiscriminado da Inteligência Artificial também merecem atenção. A dependência excessiva dessas tecnologias pode enfraquecer a autonomia intelectual, reduzindo o exercício do pensamento crítico e da criatividade. Além disso, algoritmos treinados com bases de dados enviesadas tendem a reproduzir desigualdades sociais, reforçando discriminações já existentes. Soma-se a isso o risco da substituição acrítica do trabalho humano, especialmente em contextos nos quais a lógica da produtividade se sobrepõe à dignidade social.
Outro ponto sensível diz respeito à dimensão ética e política da IA. A coleta massiva de dados, muitas vezes sem transparência, coloca em xeque a privacidade e o direito à autodeterminação informacional. Ademais, quando decisões relevantes passam a ser mediadas por sistemas opacos, surge o problema da responsabilização: quem responde pelos erros de uma máquina? Nesse sentido, a ausência de regulamentação adequada e de letramento digital e em IA da população amplia o abismo entre aqueles que dominam essas ferramentas e aqueles que apenas sofrem seus efeitos.
Dessa forma, o debate sobre a Inteligência Artificial não deve se limitar a uma oposição simplista entre progresso e ameaça. Trata-se, antes, de reconhecer que a IA é um artefato sociotécnico, cujos impactos dependem das escolhas humanas que orientam seu desenvolvimento e uso. Investir em educação crítica, em políticas públicas regulatórias e em uma ética da responsabilidade torna-se essencial para que essa tecnologia contribua para o bem comum, sem obscurecer aquilo que nos constitui como sujeitos pensantes, históricos e sociais.
“No campo da educação, por exemplo, ela pode favorecer a personalização da aprendizagem, ampliar o acesso à informação e auxiliar estudantes com diferentes ritmos e necessidades.”
Considerando a análise verbal do trecho apresentado, assinale a alternativa correta quanto à estrutura e ao funcionamento dos verbos empregados.
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Considere o texto a seguir para responder a questão
Entre Promessas e Tensões:
a Inteligência Artificial como Espelho da Condição Tecno-Humana
Antenor Teixeira de Almeida Júnior
A Inteligência Artificial ultrapassou há muito os limites da ficção científica, antes simbolizada por obras como Frankenstein (1818), de Mary Shelley, frequentemente evocada como uma reflexão inaugural sobre a criação de inteligências artificiais e suas implicações éticas. No século XXI, essa tecnologia consolidou-se como presença concreta no cotidiano, operando desde algoritmos que organizam informações até sistemas capazes de produzir textos, imagens e diagnósticos especializados. Ao assumir um papel mediador nas relações sociais, nas práticas educacionais e nas decisões institucionais, a IA impõe um desafio que vai além do entusiasmo ou do temor. Torna-se, portanto, imprescindível analisá-la de forma crítica, reconhecendo que seus efeitos positivos e negativos decorrem do fato de amplificar, simultaneamente, as potencialidades e as fragilidades humanas.
Entre os aspectos positivos, destaca-se a capacidade da IA de potencializar processos cognitivos e produtivos. No campo da educação, por exemplo, ela pode favorecer a personalização da aprendizagem, ampliar o acesso à informação e auxiliar estudantes com diferentes ritmos e necessidades. Em áreas como a saúde e a pesquisa científica, sistemas inteligentes contribuem para análises mais rápidas e precisas, otimizando tempo e recursos. Assim, quando utilizada de forma ética e orientada por critérios claros, a IA pode atuar como ferramenta de inclusão, eficiência e democratização do conhecimento.
Entretanto, os efeitos negativos do uso indiscriminado da Inteligência Artificial também merecem atenção. A dependência excessiva dessas tecnologias pode enfraquecer a autonomia intelectual, reduzindo o exercício do pensamento crítico e da criatividade. Além disso, algoritmos treinados com bases de dados enviesadas tendem a reproduzir desigualdades sociais, reforçando discriminações já existentes. Soma-se a isso o risco da substituição acrítica do trabalho humano, especialmente em contextos nos quais a lógica da produtividade se sobrepõe à dignidade social.
Outro ponto sensível diz respeito à dimensão ética e política da IA. A coleta massiva de dados, muitas vezes sem transparência, coloca em xeque a privacidade e o direito à autodeterminação informacional. Ademais, quando decisões relevantes passam a ser mediadas por sistemas opacos, surge o problema da responsabilização: quem responde pelos erros de uma máquina? Nesse sentido, a ausência de regulamentação adequada e de letramento digital e em IA da população amplia o abismo entre aqueles que dominam essas ferramentas e aqueles que apenas sofrem seus efeitos.
Dessa forma, o debate sobre a Inteligência Artificial não deve se limitar a uma oposição simplista entre progresso e ameaça. Trata-se, antes, de reconhecer que a IA é um artefato sociotécnico, cujos impactos dependem das escolhas humanas que orientam seu desenvolvimento e uso. Investir em educação crítica, em políticas públicas regulatórias e em uma ética da responsabilidade torna-se essencial para que essa tecnologia contribua para o bem comum, sem obscurecer aquilo que nos constitui como sujeitos pensantes, históricos e sociais.
Considerando a norma ortográfica vigente e as palavras empregadas no texto, assinale a alternativa em que a palavra é esdrúxula como “crítica”, presente no primeiro parágrafo do texto, e que acentuação gráfica está correta.
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Considere o texto a seguir para responder a questão
Entre Promessas e Tensões:
a Inteligência Artificial como Espelho da Condição Tecno-Humana
Antenor Teixeira de Almeida Júnior
A Inteligência Artificial ultrapassou há muito os limites da ficção científica, antes simbolizada por obras como Frankenstein (1818), de Mary Shelley, frequentemente evocada como uma reflexão inaugural sobre a criação de inteligências artificiais e suas implicações éticas. No século XXI, essa tecnologia consolidou-se como presença concreta no cotidiano, operando desde algoritmos que organizam informações até sistemas capazes de produzir textos, imagens e diagnósticos especializados. Ao assumir um papel mediador nas relações sociais, nas práticas educacionais e nas decisões institucionais, a IA impõe um desafio que vai além do entusiasmo ou do temor. Torna-se, portanto, imprescindível analisá-la de forma crítica, reconhecendo que seus efeitos positivos e negativos decorrem do fato de amplificar, simultaneamente, as potencialidades e as fragilidades humanas.
Entre os aspectos positivos, destaca-se a capacidade da IA de potencializar processos cognitivos e produtivos. No campo da educação, por exemplo, ela pode favorecer a personalização da aprendizagem, ampliar o acesso à informação e auxiliar estudantes com diferentes ritmos e necessidades. Em áreas como a saúde e a pesquisa científica, sistemas inteligentes contribuem para análises mais rápidas e precisas, otimizando tempo e recursos. Assim, quando utilizada de forma ética e orientada por critérios claros, a IA pode atuar como ferramenta de inclusão, eficiência e democratização do conhecimento.
Entretanto, os efeitos negativos do uso indiscriminado da Inteligência Artificial também merecem atenção. A dependência excessiva dessas tecnologias pode enfraquecer a autonomia intelectual, reduzindo o exercício do pensamento crítico e da criatividade. Além disso, algoritmos treinados com bases de dados enviesadas tendem a reproduzir desigualdades sociais, reforçando discriminações já existentes. Soma-se a isso o risco da substituição acrítica do trabalho humano, especialmente em contextos nos quais a lógica da produtividade se sobrepõe à dignidade social.
Outro ponto sensível diz respeito à dimensão ética e política da IA. A coleta massiva de dados, muitas vezes sem transparência, coloca em xeque a privacidade e o direito à autodeterminação informacional. Ademais, quando decisões relevantes passam a ser mediadas por sistemas opacos, surge o problema da responsabilização: quem responde pelos erros de uma máquina? Nesse sentido, a ausência de regulamentação adequada e de letramento digital e em IA da população amplia o abismo entre aqueles que dominam essas ferramentas e aqueles que apenas sofrem seus efeitos.
Dessa forma, o debate sobre a Inteligência Artificial não deve se limitar a uma oposição simplista entre progresso e ameaça. Trata-se, antes, de reconhecer que a IA é um artefato sociotécnico, cujos impactos dependem das escolhas humanas que orientam seu desenvolvimento e uso. Investir em educação crítica, em políticas públicas regulatórias e em uma ética da responsabilidade torna-se essencial para que essa tecnologia contribua para o bem comum, sem obscurecer aquilo que nos constitui como sujeitos pensantes, históricos e sociais.
Considerando a norma ortográfica vigente e o emprego correto da grafia no texto, assinale a palavra que segue a mesma regra do uso do hífen da palavra “tecno-humano”.
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Considere o texto a seguir para responder a questão
Entre Promessas e Tensões:
a Inteligência Artificial como Espelho da Condição Tecno-Humana
Antenor Teixeira de Almeida Júnior
A Inteligência Artificial ultrapassou há muito os limites da ficção científica, antes simbolizada por obras como Frankenstein (1818), de Mary Shelley, frequentemente evocada como uma reflexão inaugural sobre a criação de inteligências artificiais e suas implicações éticas. No século XXI, essa tecnologia consolidou-se como presença concreta no cotidiano, operando desde algoritmos que organizam informações até sistemas capazes de produzir textos, imagens e diagnósticos especializados. Ao assumir um papel mediador nas relações sociais, nas práticas educacionais e nas decisões institucionais, a IA impõe um desafio que vai além do entusiasmo ou do temor. Torna-se, portanto, imprescindível analisá-la de forma crítica, reconhecendo que seus efeitos positivos e negativos decorrem do fato de amplificar, simultaneamente, as potencialidades e as fragilidades humanas.
Entre os aspectos positivos, destaca-se a capacidade da IA de potencializar processos cognitivos e produtivos. No campo da educação, por exemplo, ela pode favorecer a personalização da aprendizagem, ampliar o acesso à informação e auxiliar estudantes com diferentes ritmos e necessidades. Em áreas como a saúde e a pesquisa científica, sistemas inteligentes contribuem para análises mais rápidas e precisas, otimizando tempo e recursos. Assim, quando utilizada de forma ética e orientada por critérios claros, a IA pode atuar como ferramenta de inclusão, eficiência e democratização do conhecimento.
Entretanto, os efeitos negativos do uso indiscriminado da Inteligência Artificial também merecem atenção. A dependência excessiva dessas tecnologias pode enfraquecer a autonomia intelectual, reduzindo o exercício do pensamento crítico e da criatividade. Além disso, algoritmos treinados com bases de dados enviesadas tendem a reproduzir desigualdades sociais, reforçando discriminações já existentes. Soma-se a isso o risco da substituição acrítica do trabalho humano, especialmente em contextos nos quais a lógica da produtividade se sobrepõe à dignidade social.
Outro ponto sensível diz respeito à dimensão ética e política da IA. A coleta massiva de dados, muitas vezes sem transparência, coloca em xeque a privacidade e o direito à autodeterminação informacional. Ademais, quando decisões relevantes passam a ser mediadas por sistemas opacos, surge o problema da responsabilização: quem responde pelos erros de uma máquina? Nesse sentido, a ausência de regulamentação adequada e de letramento digital e em IA da população amplia o abismo entre aqueles que dominam essas ferramentas e aqueles que apenas sofrem seus efeitos.
Dessa forma, o debate sobre a Inteligência Artificial não deve se limitar a uma oposição simplista entre progresso e ameaça. Trata-se, antes, de reconhecer que a IA é um artefato sociotécnico, cujos impactos dependem das escolhas humanas que orientam seu desenvolvimento e uso. Investir em educação crítica, em políticas públicas regulatórias e em uma ética da responsabilidade torna-se essencial para que essa tecnologia contribua para o bem comum, sem obscurecer aquilo que nos constitui como sujeitos pensantes, históricos e sociais.
A partir das relações estabelecidas ao longo do texto, infere-se que a principal preocupação do autor em relação ao avanço da Inteligência Artificial está associada à:
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Considere o texto a seguir para responder a questão
Entre Promessas e Tensões:
a Inteligência Artificial como Espelho da Condição Tecno-Humana
Antenor Teixeira de Almeida Júnior
A Inteligência Artificial ultrapassou há muito os limites da ficção científica, antes simbolizada por obras como Frankenstein (1818), de Mary Shelley, frequentemente evocada como uma reflexão inaugural sobre a criação de inteligências artificiais e suas implicações éticas. No século XXI, essa tecnologia consolidou-se como presença concreta no cotidiano, operando desde algoritmos que organizam informações até sistemas capazes de produzir textos, imagens e diagnósticos especializados. Ao assumir um papel mediador nas relações sociais, nas práticas educacionais e nas decisões institucionais, a IA impõe um desafio que vai além do entusiasmo ou do temor. Torna-se, portanto, imprescindível analisá-la de forma crítica, reconhecendo que seus efeitos positivos e negativos decorrem do fato de amplificar, simultaneamente, as potencialidades e as fragilidades humanas.
Entre os aspectos positivos, destaca-se a capacidade da IA de potencializar processos cognitivos e produtivos. No campo da educação, por exemplo, ela pode favorecer a personalização da aprendizagem, ampliar o acesso à informação e auxiliar estudantes com diferentes ritmos e necessidades. Em áreas como a saúde e a pesquisa científica, sistemas inteligentes contribuem para análises mais rápidas e precisas, otimizando tempo e recursos. Assim, quando utilizada de forma ética e orientada por critérios claros, a IA pode atuar como ferramenta de inclusão, eficiência e democratização do conhecimento.
Entretanto, os efeitos negativos do uso indiscriminado da Inteligência Artificial também merecem atenção. A dependência excessiva dessas tecnologias pode enfraquecer a autonomia intelectual, reduzindo o exercício do pensamento crítico e da criatividade. Além disso, algoritmos treinados com bases de dados enviesadas tendem a reproduzir desigualdades sociais, reforçando discriminações já existentes. Soma-se a isso o risco da substituição acrítica do trabalho humano, especialmente em contextos nos quais a lógica da produtividade se sobrepõe à dignidade social.
Outro ponto sensível diz respeito à dimensão ética e política da IA. A coleta massiva de dados, muitas vezes sem transparência, coloca em xeque a privacidade e o direito à autodeterminação informacional. Ademais, quando decisões relevantes passam a ser mediadas por sistemas opacos, surge o problema da responsabilização: quem responde pelos erros de uma máquina? Nesse sentido, a ausência de regulamentação adequada e de letramento digital e em IA da população amplia o abismo entre aqueles que dominam essas ferramentas e aqueles que apenas sofrem seus efeitos.
Dessa forma, o debate sobre a Inteligência Artificial não deve se limitar a uma oposição simplista entre progresso e ameaça. Trata-se, antes, de reconhecer que a IA é um artefato sociotécnico, cujos impactos dependem das escolhas humanas que orientam seu desenvolvimento e uso. Investir em educação crítica, em políticas públicas regulatórias e em uma ética da responsabilidade torna-se essencial para que essa tecnologia contribua para o bem comum, sem obscurecer aquilo que nos constitui como sujeitos pensantes, históricos e sociais.
Considerando o desenvolvimento argumentativo do texto, identifica-se como posição central do autor a ideia de que a Inteligência Artificial deve ser compreendida como:
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Considere o texto a seguir para responder a questão
Ano Novo: por que se come uvas na celebração de virada de ano?
De acordo com a tradição, comer doze uvas à meia-noite dá ao novo ano boa sorte e prosperidade. Mas qual é a origem desse costume?
Na Espanha, a tradição é feita logo no final do dia 31 de dezembro: comer 12 uvas à meia-noite.
De acordo com a tradição, cada uva representa um desejo para cada um dos meses do ano seguinte e também se despede do ano que está terminando com as 12 badaladas na Real Casa de Correos, na Puerta del Sol, na capital espanhola, Madri.
Embora a tradição de comer uvas tenha começado na Espanha, esse é um costume que se espalhou por lugares como Portugal e diversos países da América Latina, como o Brasil.
Há diferentes explicações para esse costume. Uma das teorias que acompanham as uvas de Ano Novo remete às origens desse costume a 1909. Naquele ano, houve uma safra muito boa de uvas e os produtores decidiram dar ao produto uma saída melhor,
No entanto, outra teoria afirma que tudo começou em 1882, época em que a classe burguesa costumava beber champanhe e comer uvas durante o jantar de Ano Novo.
Um grupo de madrilenhos decidiu ironizar essa tradição indo até a praça Puerta del Sol para comer uvas acompanhadas pelo som dos sinos. Essa ação de revolta contra a distinção de classe no período que antecedeu o Natal levou várias pessoas a se reunirem para comer uvas, zombando do costume aristocrático.
O termo "o", junto ao verbo "vender" possui como classificação sintática a informação constante na seguinte alternativa:
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Considere o texto a seguir para responder a questão
Ano Novo: por que se come uvas na celebração de virada de ano?
De acordo com a tradição, comer doze uvas à meia-noite dá ao novo ano boa sorte e prosperidade. Mas qual é a origem desse costume?
Na Espanha, a tradição
De acordo com a tradição, cada uva representa um desejo para cada um dos meses do ano seguinte e também se despede do ano que está
Embora a tradição de comer uvas tenha começado na Espanha, esse é um costume que se espalhou por lugares como Portugal e diversos países da América Latina, como o Brasil.
Há diferentes explicações para esse costume. Uma das teorias que acompanham as uvas de Ano Novo remete às origens desse costume a 1909. Naquele ano, houve uma safra muito boa de uvas e os produtores decidiram dar ao produto uma saída melhor, vendendo-o como "uvas da sorte" em embalagens preparadas com doze uvas, simbolizando os doze meses do ano.
No entanto, outra teoria afirma que tudo começou em 1882, época em que a classe burguesa
Um grupo de madrilenhos decidiu ironizar essa tradição indo até a praça Puerta del Sol para comer uvas acompanhadas pelo som dos sinos. Essa ação de revolta
Analise as proposições a seguir, a respeito das classes de palavras utilizadas no texto:
( ) - O verbo "terminar" encontra-se na mesma forma nominal verbal de "simbolizar" (linha 25);
( ) - "Costumar" está conjugado no Pretérito Imperfeito do Indicativo;
( ) - "Ser" é um verbo regular;
( ) - "Contra" é uma preposição.
Levando-se em consideração que (V) significa Verdadeiro e (F) significa Falso, assinale a alternativa a qual apresenta a sequência correta:
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Considere o texto a seguir para responder a questão
Ano Novo: por que se come uvas na celebração de virada de ano?
De acordo com a tradição, comer doze uvas à meia-noite dá ao novo ano boa sorte e prosperidade. Mas qual é a origem desse costume?
Na Espanha, a tradição é feita logo no final do dia 31 de dezembro: comer 12 uvas à meia-noite.
De acordo com a tradição, cada uva representa um desejo para cada um dos meses do ano seguinte e também se despede do ano que está terminando com as 12 badaladas na Real Casa de Correos, na Puerta del Sol, na capital espanhola, Madri.
Embora a tradição de comer uvas tenha começado na Espanha, esse é um costume que se espalhou por lugares como Portugal e diversos países da América Latina, como o Brasil.
Há diferentes explicações para esse costume. Uma das teorias que acompanham as uvas de Ano Novo remete às origens desse costume a 1909. Naquele ano, houve uma safra muito boa de uvas e os produtores decidiram dar ao produto uma saída melhor, vendendo-o como "uvas da sorte" em embalagens preparadas com doze uvas, simbolizando os doze meses do ano.
Um grupo de madrilenhos decidiu ironizar essa tradição indo até a praça Puerta del Sol para comer uvas acompanhadas pelo som dos sinos. Essa ação de revolta contra a distinção de classe no período que antecedeu o Natal levou várias pessoas a se reunirem para comer uvas, zombando do costume aristocrático.
A oração iniciada por "No entanto", com sentido vinculado ao parágrafo anterior, transmite a ideia de:
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