Magna Concursos

Foram encontradas 353.694 questões.

4149326 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: IDIB
Orgão: CBM-SC
Provas:

Observe o seguinte trecho:

 

“Dessa forma, o debate sobre a Inteligência Artificial não deve se limitar a uma oposição simplista entre progresso e ameaça. Trata-se, antes, de reconhecer que a IA é um artefato sociotécnico, cujos impactos dependem das escolhas humanas que orientam seu desenvolvimento e uso. Investir em educação crítica, em políticas públicas regulatórias e em uma ética da responsabilidade torna-se essencial para que essa tecnologia contribua para o bem comum, sem obscurecer aquilo que nos constitui como sujeitos pensantes, históricos e sociais.”

 

No trecho acima, com relação às funções sintáticas dos termos presentes no parágrafo, assinale a alternativa correta.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
4149325 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: IDIB
Orgão: CBM-SC
Provas:

Assinale a opção em que o emprego do uso do acento grave está correto de acordo com as normas gramaticais do fenômeno da crase.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
4149324 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: IDIB
Orgão: CBM-SC
Provas:

Considere o texto a seguir para responder a questão

Entre Promessas e Tensões:

a Inteligência Artificial como Espelho da Condição Tecno-Humana

Antenor Teixeira de Almeida Júnior

A Inteligência Artificial ultrapassou há muito os limites da ficção científica, antes simbolizada por obras como Frankenstein (1818), de Mary Shelley, frequentemente evocada como uma reflexão inaugural sobre a criação de inteligências artificiais e suas implicações éticas. No século XXI, essa tecnologia consolidou-se como presença concreta no cotidiano, operando desde algoritmos que organizam informações até sistemas capazes de produzir textos, imagens e diagnósticos especializados. Ao assumir um papel mediador nas relações sociais, nas práticas educacionais e nas decisões institucionais, a IA impõe um desafio que vai além do entusiasmo ou do temor. Torna-se, portanto, imprescindível analisá-la de forma crítica, reconhecendo que seus efeitos positivos e negativos decorrem do fato de amplificar, simultaneamente, as potencialidades e as fragilidades humanas.

Entre os aspectos positivos, destaca-se a capacidade da IA de potencializar processos cognitivos e produtivos. No campo da educação, por exemplo, ela pode favorecer a personalização da aprendizagem, ampliar o acesso à informação e auxiliar estudantes com diferentes ritmos e necessidades. Em áreas como a saúde e a pesquisa científica, sistemas inteligentes contribuem para análises mais rápidas e precisas, otimizando tempo e recursos. Assim, quando utilizada de forma ética e orientada por critérios claros, a IA pode atuar como ferramenta de inclusão, eficiência e democratização do conhecimento.

Entretanto, os efeitos negativos do uso indiscriminado da Inteligência Artificial também merecem atenção. A dependência excessiva dessas tecnologias pode enfraquecer a autonomia intelectual, reduzindo o exercício do pensamento crítico e da criatividade. Além disso, algoritmos treinados com bases de dados enviesadas tendem a reproduzir desigualdades sociais, reforçando discriminações já existentes. Soma-se a isso o risco da substituição acrítica do trabalho humano, especialmente em contextos nos quais a lógica da produtividade se sobrepõe à dignidade social.

Outro ponto sensível diz respeito à dimensão ética e política da IA. A coleta massiva de dados, muitas vezes sem transparência, coloca em xeque a privacidade e o direito à autodeterminação informacional. Ademais, quando decisões relevantes passam a ser mediadas por sistemas opacos, surge o problema da responsabilização: quem responde pelos erros de uma máquina? Nesse sentido, a ausência de regulamentação adequada e de letramento digital e em IA da população amplia o abismo entre aqueles que dominam essas ferramentas e aqueles que apenas sofrem seus efeitos.

Dessa forma, o debate sobre a Inteligência Artificial não deve se limitar a uma oposição simplista entre progresso e ameaça. Trata-se, antes, de reconhecer que a IA é um artefato sociotécnico, cujos impactos dependem das escolhas humanas que orientam seu desenvolvimento e uso. Investir em educação crítica, em políticas públicas regulatórias e em uma ética da responsabilidade torna-se essencial para que essa tecnologia contribua para o bem comum, sem obscurecer aquilo que nos constitui como sujeitos pensantes, históricos e sociais.

“No campo da educação, por exemplo, ela pode favorecer a personalização da aprendizagem, ampliar o acesso à informação e auxiliar estudantes com diferentes ritmos e necessidades.”

Considerando a análise verbal do trecho apresentado, assinale a alternativa correta quanto à estrutura e ao funcionamento dos verbos empregados.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
4149323 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: IDIB
Orgão: CBM-SC
Provas:

Considere o texto a seguir para responder a questão

Entre Promessas e Tensões:

a Inteligência Artificial como Espelho da Condição Tecno-Humana

Antenor Teixeira de Almeida Júnior

A Inteligência Artificial ultrapassou há muito os limites da ficção científica, antes simbolizada por obras como Frankenstein (1818), de Mary Shelley, frequentemente evocada como uma reflexão inaugural sobre a criação de inteligências artificiais e suas implicações éticas. No século XXI, essa tecnologia consolidou-se como presença concreta no cotidiano, operando desde algoritmos que organizam informações até sistemas capazes de produzir textos, imagens e diagnósticos especializados. Ao assumir um papel mediador nas relações sociais, nas práticas educacionais e nas decisões institucionais, a IA impõe um desafio que vai além do entusiasmo ou do temor. Torna-se, portanto, imprescindível analisá-la de forma crítica, reconhecendo que seus efeitos positivos e negativos decorrem do fato de amplificar, simultaneamente, as potencialidades e as fragilidades humanas.

Entre os aspectos positivos, destaca-se a capacidade da IA de potencializar processos cognitivos e produtivos. No campo da educação, por exemplo, ela pode favorecer a personalização da aprendizagem, ampliar o acesso à informação e auxiliar estudantes com diferentes ritmos e necessidades. Em áreas como a saúde e a pesquisa científica, sistemas inteligentes contribuem para análises mais rápidas e precisas, otimizando tempo e recursos. Assim, quando utilizada de forma ética e orientada por critérios claros, a IA pode atuar como ferramenta de inclusão, eficiência e democratização do conhecimento.

Entretanto, os efeitos negativos do uso indiscriminado da Inteligência Artificial também merecem atenção. A dependência excessiva dessas tecnologias pode enfraquecer a autonomia intelectual, reduzindo o exercício do pensamento crítico e da criatividade. Além disso, algoritmos treinados com bases de dados enviesadas tendem a reproduzir desigualdades sociais, reforçando discriminações já existentes. Soma-se a isso o risco da substituição acrítica do trabalho humano, especialmente em contextos nos quais a lógica da produtividade se sobrepõe à dignidade social.

Outro ponto sensível diz respeito à dimensão ética e política da IA. A coleta massiva de dados, muitas vezes sem transparência, coloca em xeque a privacidade e o direito à autodeterminação informacional. Ademais, quando decisões relevantes passam a ser mediadas por sistemas opacos, surge o problema da responsabilização: quem responde pelos erros de uma máquina? Nesse sentido, a ausência de regulamentação adequada e de letramento digital e em IA da população amplia o abismo entre aqueles que dominam essas ferramentas e aqueles que apenas sofrem seus efeitos.

Dessa forma, o debate sobre a Inteligência Artificial não deve se limitar a uma oposição simplista entre progresso e ameaça. Trata-se, antes, de reconhecer que a IA é um artefato sociotécnico, cujos impactos dependem das escolhas humanas que orientam seu desenvolvimento e uso. Investir em educação crítica, em políticas públicas regulatórias e em uma ética da responsabilidade torna-se essencial para que essa tecnologia contribua para o bem comum, sem obscurecer aquilo que nos constitui como sujeitos pensantes, históricos e sociais.

Considerando a norma ortográfica vigente e as palavras empregadas no texto, assinale a alternativa em que a palavra é esdrúxula como “crítica”, presente no primeiro parágrafo do texto, e que acentuação gráfica está correta.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
4149322 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: IDIB
Orgão: CBM-SC
Provas:

Considere o texto a seguir para responder a questão

Entre Promessas e Tensões:

a Inteligência Artificial como Espelho da Condição Tecno-Humana

Antenor Teixeira de Almeida Júnior

A Inteligência Artificial ultrapassou há muito os limites da ficção científica, antes simbolizada por obras como Frankenstein (1818), de Mary Shelley, frequentemente evocada como uma reflexão inaugural sobre a criação de inteligências artificiais e suas implicações éticas. No século XXI, essa tecnologia consolidou-se como presença concreta no cotidiano, operando desde algoritmos que organizam informações até sistemas capazes de produzir textos, imagens e diagnósticos especializados. Ao assumir um papel mediador nas relações sociais, nas práticas educacionais e nas decisões institucionais, a IA impõe um desafio que vai além do entusiasmo ou do temor. Torna-se, portanto, imprescindível analisá-la de forma crítica, reconhecendo que seus efeitos positivos e negativos decorrem do fato de amplificar, simultaneamente, as potencialidades e as fragilidades humanas.

Entre os aspectos positivos, destaca-se a capacidade da IA de potencializar processos cognitivos e produtivos. No campo da educação, por exemplo, ela pode favorecer a personalização da aprendizagem, ampliar o acesso à informação e auxiliar estudantes com diferentes ritmos e necessidades. Em áreas como a saúde e a pesquisa científica, sistemas inteligentes contribuem para análises mais rápidas e precisas, otimizando tempo e recursos. Assim, quando utilizada de forma ética e orientada por critérios claros, a IA pode atuar como ferramenta de inclusão, eficiência e democratização do conhecimento.

Entretanto, os efeitos negativos do uso indiscriminado da Inteligência Artificial também merecem atenção. A dependência excessiva dessas tecnologias pode enfraquecer a autonomia intelectual, reduzindo o exercício do pensamento crítico e da criatividade. Além disso, algoritmos treinados com bases de dados enviesadas tendem a reproduzir desigualdades sociais, reforçando discriminações já existentes. Soma-se a isso o risco da substituição acrítica do trabalho humano, especialmente em contextos nos quais a lógica da produtividade se sobrepõe à dignidade social.

Outro ponto sensível diz respeito à dimensão ética e política da IA. A coleta massiva de dados, muitas vezes sem transparência, coloca em xeque a privacidade e o direito à autodeterminação informacional. Ademais, quando decisões relevantes passam a ser mediadas por sistemas opacos, surge o problema da responsabilização: quem responde pelos erros de uma máquina? Nesse sentido, a ausência de regulamentação adequada e de letramento digital e em IA da população amplia o abismo entre aqueles que dominam essas ferramentas e aqueles que apenas sofrem seus efeitos.

Dessa forma, o debate sobre a Inteligência Artificial não deve se limitar a uma oposição simplista entre progresso e ameaça. Trata-se, antes, de reconhecer que a IA é um artefato sociotécnico, cujos impactos dependem das escolhas humanas que orientam seu desenvolvimento e uso. Investir em educação crítica, em políticas públicas regulatórias e em uma ética da responsabilidade torna-se essencial para que essa tecnologia contribua para o bem comum, sem obscurecer aquilo que nos constitui como sujeitos pensantes, históricos e sociais.

Considerando a norma ortográfica vigente e o emprego correto da grafia no texto, assinale a palavra que segue a mesma regra do uso do hífen da palavra “tecno-humano”.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
4149321 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: IDIB
Orgão: CBM-SC
Provas:

Considere o texto a seguir para responder a questão

Entre Promessas e Tensões:

a Inteligência Artificial como Espelho da Condição Tecno-Humana

Antenor Teixeira de Almeida Júnior

A Inteligência Artificial ultrapassou há muito os limites da ficção científica, antes simbolizada por obras como Frankenstein (1818), de Mary Shelley, frequentemente evocada como uma reflexão inaugural sobre a criação de inteligências artificiais e suas implicações éticas. No século XXI, essa tecnologia consolidou-se como presença concreta no cotidiano, operando desde algoritmos que organizam informações até sistemas capazes de produzir textos, imagens e diagnósticos especializados. Ao assumir um papel mediador nas relações sociais, nas práticas educacionais e nas decisões institucionais, a IA impõe um desafio que vai além do entusiasmo ou do temor. Torna-se, portanto, imprescindível analisá-la de forma crítica, reconhecendo que seus efeitos positivos e negativos decorrem do fato de amplificar, simultaneamente, as potencialidades e as fragilidades humanas.

Entre os aspectos positivos, destaca-se a capacidade da IA de potencializar processos cognitivos e produtivos. No campo da educação, por exemplo, ela pode favorecer a personalização da aprendizagem, ampliar o acesso à informação e auxiliar estudantes com diferentes ritmos e necessidades. Em áreas como a saúde e a pesquisa científica, sistemas inteligentes contribuem para análises mais rápidas e precisas, otimizando tempo e recursos. Assim, quando utilizada de forma ética e orientada por critérios claros, a IA pode atuar como ferramenta de inclusão, eficiência e democratização do conhecimento.

Entretanto, os efeitos negativos do uso indiscriminado da Inteligência Artificial também merecem atenção. A dependência excessiva dessas tecnologias pode enfraquecer a autonomia intelectual, reduzindo o exercício do pensamento crítico e da criatividade. Além disso, algoritmos treinados com bases de dados enviesadas tendem a reproduzir desigualdades sociais, reforçando discriminações já existentes. Soma-se a isso o risco da substituição acrítica do trabalho humano, especialmente em contextos nos quais a lógica da produtividade se sobrepõe à dignidade social.

Outro ponto sensível diz respeito à dimensão ética e política da IA. A coleta massiva de dados, muitas vezes sem transparência, coloca em xeque a privacidade e o direito à autodeterminação informacional. Ademais, quando decisões relevantes passam a ser mediadas por sistemas opacos, surge o problema da responsabilização: quem responde pelos erros de uma máquina? Nesse sentido, a ausência de regulamentação adequada e de letramento digital e em IA da população amplia o abismo entre aqueles que dominam essas ferramentas e aqueles que apenas sofrem seus efeitos.

Dessa forma, o debate sobre a Inteligência Artificial não deve se limitar a uma oposição simplista entre progresso e ameaça. Trata-se, antes, de reconhecer que a IA é um artefato sociotécnico, cujos impactos dependem das escolhas humanas que orientam seu desenvolvimento e uso. Investir em educação crítica, em políticas públicas regulatórias e em uma ética da responsabilidade torna-se essencial para que essa tecnologia contribua para o bem comum, sem obscurecer aquilo que nos constitui como sujeitos pensantes, históricos e sociais.

A partir das relações estabelecidas ao longo do texto, infere-se que a principal preocupação do autor em relação ao avanço da Inteligência Artificial está associada à:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
4149320 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: IDIB
Orgão: CBM-SC
Provas:

Considere o texto a seguir para responder a questão

Entre Promessas e Tensões:

a Inteligência Artificial como Espelho da Condição Tecno-Humana

Antenor Teixeira de Almeida Júnior

A Inteligência Artificial ultrapassou há muito os limites da ficção científica, antes simbolizada por obras como Frankenstein (1818), de Mary Shelley, frequentemente evocada como uma reflexão inaugural sobre a criação de inteligências artificiais e suas implicações éticas. No século XXI, essa tecnologia consolidou-se como presença concreta no cotidiano, operando desde algoritmos que organizam informações até sistemas capazes de produzir textos, imagens e diagnósticos especializados. Ao assumir um papel mediador nas relações sociais, nas práticas educacionais e nas decisões institucionais, a IA impõe um desafio que vai além do entusiasmo ou do temor. Torna-se, portanto, imprescindível analisá-la de forma crítica, reconhecendo que seus efeitos positivos e negativos decorrem do fato de amplificar, simultaneamente, as potencialidades e as fragilidades humanas.

Entre os aspectos positivos, destaca-se a capacidade da IA de potencializar processos cognitivos e produtivos. No campo da educação, por exemplo, ela pode favorecer a personalização da aprendizagem, ampliar o acesso à informação e auxiliar estudantes com diferentes ritmos e necessidades. Em áreas como a saúde e a pesquisa científica, sistemas inteligentes contribuem para análises mais rápidas e precisas, otimizando tempo e recursos. Assim, quando utilizada de forma ética e orientada por critérios claros, a IA pode atuar como ferramenta de inclusão, eficiência e democratização do conhecimento.

Entretanto, os efeitos negativos do uso indiscriminado da Inteligência Artificial também merecem atenção. A dependência excessiva dessas tecnologias pode enfraquecer a autonomia intelectual, reduzindo o exercício do pensamento crítico e da criatividade. Além disso, algoritmos treinados com bases de dados enviesadas tendem a reproduzir desigualdades sociais, reforçando discriminações já existentes. Soma-se a isso o risco da substituição acrítica do trabalho humano, especialmente em contextos nos quais a lógica da produtividade se sobrepõe à dignidade social.

Outro ponto sensível diz respeito à dimensão ética e política da IA. A coleta massiva de dados, muitas vezes sem transparência, coloca em xeque a privacidade e o direito à autodeterminação informacional. Ademais, quando decisões relevantes passam a ser mediadas por sistemas opacos, surge o problema da responsabilização: quem responde pelos erros de uma máquina? Nesse sentido, a ausência de regulamentação adequada e de letramento digital e em IA da população amplia o abismo entre aqueles que dominam essas ferramentas e aqueles que apenas sofrem seus efeitos.

Dessa forma, o debate sobre a Inteligência Artificial não deve se limitar a uma oposição simplista entre progresso e ameaça. Trata-se, antes, de reconhecer que a IA é um artefato sociotécnico, cujos impactos dependem das escolhas humanas que orientam seu desenvolvimento e uso. Investir em educação crítica, em políticas públicas regulatórias e em uma ética da responsabilidade torna-se essencial para que essa tecnologia contribua para o bem comum, sem obscurecer aquilo que nos constitui como sujeitos pensantes, históricos e sociais.

Considerando o desenvolvimento argumentativo do texto, identifica-se como posição central do autor a ideia de que a Inteligência Artificial deve ser compreendida como:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
4149289 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Dédalus
Orgão: Câm. Paraibuna-SP
Provas:

Considere o texto a seguir para responder a questão

 

Ano Novo: por que se come uvas na celebração de virada de ano?

 

De acordo com a tradição, comer doze uvas à meia-noite dá ao novo ano boa sorte e prosperidade. Mas qual é a origem desse costume?

 

Na Espanha, a tradição é feita logo no final do dia 31 de dezembro: comer 12 uvas à meia-noite.

 

De acordo com a tradição, cada uva representa um desejo para cada um dos meses do ano seguinte e também se despede do ano que está terminando com as 12 badaladas na Real Casa de Correos, na Puerta del Sol, na capital espanhola, Madri.

 

Embora a tradição de comer uvas tenha começado na Espanha, esse é um costume que se espalhou por lugares como Portugal e diversos países da América Latina, como o Brasil.

 

Há diferentes explicações para esse costume. Uma das teorias que acompanham as uvas de  Ano Novo remete às origens desse costume a 1909. Naquele ano, houve uma safra muito boa de uvas e os produtores decidiram dar ao produto uma saída melhor, vendendo-o como "uvas da sorte" em embalagens preparadas com doze uvas, simbolizando os doze meses do ano.

 

No entanto, outra teoria afirma que tudo começou em 1882, época em que a classe burguesa costumava beber champanhe e comer uvas durante o jantar de Ano Novo.

 

Um grupo de madrilenhos decidiu ironizar essa tradição indo até a praça Puerta del Sol para comer uvas acompanhadas pelo som dos  sinos. Essa ação de revolta contra a distinção de classe no período que antecedeu o Natal levou várias pessoas a se reunirem para comer uvas, zombando do costume aristocrático.

 

Texto modificado de: https://www.nationalgeographicbrasil.com/cultura/2024/12/

ano-novo-por-que-se-come-uvas-na-celebracao-de-virada-do-ano acesso em 06 MAR. 2025.

 

O termo "o", junto ao verbo "vender" possui como classificação sintática a informação constante na seguinte alternativa:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
4149288 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Dédalus
Orgão: Câm. Paraibuna-SP
Provas:

Considere o texto a seguir para responder a questão

 

Ano Novo: por que se come uvas na celebração de virada de ano?

 

De acordo com a tradição, comer doze uvas à meia-noite dá ao novo ano boa sorte e prosperidade. Mas qual é a origem desse costume?

 

Na Espanha, a tradição é feita logo no final do dia 31 de dezembro: comer 12 uvas à meia-noite.

 

De acordo com a tradição, cada uva representa um desejo para cada um dos meses do ano seguinte e também se despede do ano que está terminando com as 12 badaladas na Real Casa de Correos, na Puerta del Sol, na capital espanhola, Madri.

 

Embora a tradição de comer uvas tenha começado na Espanha, esse é um costume que se espalhou por lugares como Portugal e diversos países da América Latina, como o Brasil.

 

Há diferentes explicações para esse costume. Uma das teorias que acompanham as uvas de  Ano Novo remete às origens desse costume a 1909. Naquele ano, houve uma safra muito boa de uvas e os produtores decidiram dar ao produto uma saída melhor, vendendo-o como "uvas da sorte" em embalagens preparadas com doze uvas, simbolizando os doze meses do ano.

 

No entanto, outra teoria afirma que tudo começou em 1882, época em que a classe burguesa costumava beber champanhe e comer uvas durante o jantar de Ano Novo.

 

Um grupo de madrilenhos decidiu ironizar essa tradição indo até a praça Puerta del Sol para comer uvas acompanhadas pelo som dos  sinos. Essa ação de revolta contra a distinção de classe no período que antecedeu o Natal levou várias pessoas a se reunirem para comer uvas, zombando do costume aristocrático.

 

Texto modificado de: https://www.nationalgeographicbrasil.com/cultura/2024/12/

ano-novo-por-que-se-come-uvas-na-celebracao-de-virada-do-ano acesso em 06 MAR. 2025.

 

Analise as proposições a seguir, a respeito das classes de palavras utilizadas no texto:

 

( ) - O verbo "terminar" encontra-se na mesma forma nominal verbal de "simbolizar" (linha 25);

 

( ) - "Costumar" está conjugado no Pretérito Imperfeito do Indicativo;

 

( ) - "Ser" é um verbo regular;

 

( ) - "Contra" é uma preposição.

 

Levando-se em consideração que (V) significa Verdadeiro e (F) significa Falso, assinale a alternativa a qual apresenta a sequência correta:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
4149287 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Dédalus
Orgão: Câm. Paraibuna-SP
Provas:

Considere o texto a seguir para responder a questão

 

Ano Novo: por que se come uvas na celebração de virada de ano?

 

De acordo com a tradição, comer doze uvas à meia-noite dá ao novo ano boa sorte e prosperidade. Mas qual é a origem desse costume?

 

Na Espanha, a tradição é feita logo no final do dia 31 de dezembro: comer 12 uvas à meia-noite.

 

De acordo com a tradição, cada uva representa um desejo para cada um dos meses do ano seguinte e também se despede do ano que está terminando com as 12 badaladas na Real Casa de Correos, na Puerta del Sol, na capital espanhola, Madri.

 

Embora a tradição de comer uvas tenha começado na Espanha, esse é um costume que se espalhou por lugares como Portugal e diversos países da América Latina, como o Brasil.

 

Há diferentes explicações para esse costume. Uma das teorias que acompanham as uvas de  Ano Novo remete às origens desse costume a 1909. Naquele ano, houve uma safra muito boa de uvas e os produtores decidiram dar ao produto uma saída melhor, vendendo-o como "uvas da sorte" em embalagens preparadas com doze uvas, simbolizando os doze meses do ano.

 

No entanto, outra teoria afirma que tudo começou em 1882, época em que a classe burguesa costumava beber champanhe e comer uvas durante o jantar de Ano Novo.

 

Um grupo de madrilenhos decidiu ironizar essa tradição indo até a praça Puerta del Sol para comer uvas acompanhadas pelo som dos  sinos. Essa ação de revolta contra a distinção de classe no período que antecedeu o Natal levou várias pessoas a se reunirem para comer uvas, zombando do costume aristocrático.

 

Texto modificado de: https://www.nationalgeographicbrasil.com/cultura/2024/12/

ano-novo-por-que-se-come-uvas-na-celebracao-de-virada-do-ano acesso em 06 MAR. 2025.

 

A oração iniciada por "No entanto", com sentido vinculado ao parágrafo anterior, transmite a ideia de:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas