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- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração SubordinadaSubordinadas Adverbial
- MorfologiaVerbosConjugaçãoFlexão Verbal de Modo
- MorfologiaVerbosConjugaçãoFlexão Verbal de Tempo
- MorfologiaVerbosFormas Nominais
Bateria quântica armazena energia em metade do
tempo necessário para carregar sua versão clássica
Para os acompanhantes das novidades científicas,
tornou-se rotineiro observar avanços em tecnologias
baseadas no controle de propriedades físicas de átomos
e partículas subatômicas, tais como a computação, a
criptografia e o sensoriamento quânticos. Contudo, uma
quarta aplicação ganha espaço: as baterias quânticas.
No curto prazo, esses dispositivos aumentam a eficiência
de computadores quânticos e, no futuro, permitirão o
carregamento quase instantâneo de celulares e veículos
elétricos.
O físico brasileiro Alan Costa dos Santos, do Instituto de
Física Fundamental do Conselho Superior de
Investigações Científicas em Madri, ressalta o enorme
potencial teórico da tecnologia, embora reconheça que
ainda há um longo percurso até sua consolidação.
Santos, ao lado dos físicos Andreia Saguia e Marcelo
Sarandy, da Universidade Federal Fluminense,
coordenou o planejamento teórico de um experimento
conduzido na Universidade de Ciência e Tecnologia do
Sul, na China, sob a liderança dos físicos Chang-Kang
Hu e Dian Tan. A pesquisa, que reuniu os três teóricos
brasileiros e vinte experimentais chineses, foi capa da
revista Physical Review Letters em fevereiro.
A equipe demonstrou de forma inédita que uma bateria
capaz de gerar emaranhamento quântico carrega na
metade do tempo exigido por um dispositivo sem essa
propriedade. No emaranhamento, duas ou mais
partículas comportam-se de maneira entrelaçada como
um único ente, independentemente da distância entre
elas.
Para o teste, construiu-se um circuito
supercondutor quadrado de dez milímetros dotado de
dezesseis bits quânticos, ou qubits. O desempenho foi
avaliado
comparando-se
os
qubits
totalmente
desconectados — equivalente a uma bateria clássica —
com uma configuração em que parte dos qubits interagia
de forma entrelaçada. Ambas as condições receberam a
mesma quantidade de energia.
Os resultados revelaram que a bateria quântica carregou
60% mais rápido com cinco qubits entrelaçados e atingiu
uma taxa de armazenamento quase 100% superior ao
utilizar doze qubits emaranhados, que foi o limite
alcançado no teste. Em entrevista, Dian Tan explicou
que a realização exigiu controle e calibração delicados
para equilibrar as interações entre os qubits e otimizar a
carga sem perturbar o sistema, destacando os desafios
de aplicar pulsos precisos de micro-ondas enquanto se
ampliava a quantidade de bits ativos.
Um dos maiores obstáculos no setor é expandir o
emaranhamento para o maior número possível de qubits.
Diversamente das baterias convencionais de íons de
lítio, nas quais uma capacidade maior exige mais tempo
de recarga, os sistemas quânticos operam de forma inversa: quanto maior o sistema, mais veloz é a recarga.
Em tese, elevar a quantidade de qubits em dez mil vezes
reduziria o tempo de carregamento na mesma
proporção, viabilizando recargas em frações de segundo
se os dispositivos atingirem o porte das baterias
comerciais.
No âmbito da física, qualquer estrutura capaz de
armazenar energia temporariamente é considerada uma
bateria, seja uma represa hidrelétrica ou um acumulador
eletroquímico. As baterias modernas de lítio utilizam o
mesmo princípio básico da pilha criada por Alessandro
Volta em 1800, forçando a separação de partículas
encarregadas de gerar corrente elétrica. Por sua vez, um
qubit é um sistema quântico que transita entre o estado
fundamental zero e o estado excitado um, podendo
permanecer em sobreposição de ambos até que uma
medição seja feita. O processo de carga da bateria
quântica consiste em transferir energia aos qubits para
elevar seus estados de zero para um.
Atualmente, diferentes métodos buscam explorar tais
propriedades. Uma equipe liderada por James Quach, da
Organização da Commonwealth para Pesquisa Científica
e Industrial na Austrália, publicou na Light: Science &
Applications em março de 2026 um modelo baseado em
lasers e moléculas. O protótipo usa uma película com
centenas de trilhões de moléculas do corante ftalocianina
de cobre em uma cavidade óptica. O feixe de laser ativa
um estado coletivo chamado superabsorção, que amplia
a eficiência do processo em relação à absorção
individual.
O protótipo australiano obteve carga em
femtossegundos, unidade de medida de tempo que vale
um quatrilionésimo de segundo, e reteve a energia
durante nanossegundos. Houve um ganho substancial
na extração de energia elétrica à medida que mais
moléculas foram expostas ao laser, superando em até
120% o modelo sem cavidade. Quach sinalizou que o
próximo objetivo da equipe é estender o tempo de
retenção dessa energia para viabilizar comercialmente a
tecnologia.
Paralelamente, um grupo sino-brasileiro planeja integrar
no mesmo circuito a bateria quântica e um motor térmico
quântico, que reaproveitaria o calor residual dos
computadores quânticos para reconvertê-lo em energia
reutilizável. Segundo pesquisadores, a integração criaria
um ciclo fechado de geração, armazenamento e uso de
energia, abrandando ruídos térmicos na máquina.
Por fim, Alan Costa dos Santos lembrou que questões
como a autodescarga espontânea ainda precisam ser
detalhadamente compreendidas no plano quântico.
https://revistapesquisa.fapesp.br/sustentabilidade/.adaptado.
Em relação aos verbos destacados, assinale a alternativa CORRETA.
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Bateria quântica armazena energia em metade do
tempo necessário para carregar sua versão clássica
Para os acompanhantes das novidades científicas,
tornou-se rotineiro observar avanços em tecnologias
baseadas no controle de propriedades físicas de átomos
e partículas subatômicas, tais como a computação, a
criptografia e o sensoriamento quânticos. Contudo, uma
quarta aplicação ganha espaço: as baterias quânticas.
No curto prazo, esses dispositivos aumentam a eficiência
de computadores quânticos e, no futuro, permitirão o
carregamento quase instantâneo de celulares e veículos
elétricos.
O físico brasileiro Alan Costa dos Santos, do Instituto de
Física Fundamental do Conselho Superior de
Investigações Científicas em Madri, ressalta o enorme
potencial teórico da tecnologia, embora reconheça que
ainda há um longo percurso até sua consolidação.
Santos, ao lado dos físicos Andreia Saguia e Marcelo
Sarandy, da Universidade Federal Fluminense,
coordenou o planejamento teórico de um experimento
conduzido na Universidade de Ciência e Tecnologia do
Sul, na China, sob a liderança dos físicos Chang-Kang
Hu e Dian Tan. A pesquisa, que reuniu os três teóricos
brasileiros e vinte experimentais chineses, foi capa da
revista Physical Review Letters em fevereiro.
A equipe demonstrou de forma inédita que uma bateria
capaz de gerar emaranhamento quântico carrega na
metade do tempo exigido por um dispositivo sem essa
propriedade. No emaranhamento, duas ou mais
partículas comportam-se de maneira entrelaçada como
um único ente, independentemente da distância entre
elas.
Para o teste, construiu-se um circuito
supercondutor quadrado de dez milímetros dotado de
dezesseis bits quânticos, ou qubits. O desempenho foi
avaliado
comparando-se
os
qubits
totalmente
desconectados — equivalente a uma bateria clássica —
com uma configuração em que parte dos qubits interagia
de forma entrelaçada. Ambas as condições receberam a
mesma quantidade de energia.
Os resultados revelaram que a bateria quântica carregou
60% mais rápido com cinco qubits entrelaçados e atingiu
uma taxa de armazenamento quase 100% superior ao
utilizar doze qubits emaranhados, que foi o limite
alcançado no teste. Em entrevista, Dian Tan explicou
que a realização exigiu controle e calibração delicados
para equilibrar as interações entre os qubits e otimizar a
carga sem perturbar o sistema, destacando os desafios
de aplicar pulsos precisos de micro-ondas enquanto se
ampliava a quantidade de bits ativos.
Um dos maiores obstáculos no setor é expandir o
emaranhamento para o maior número possível de qubits.
Diversamente das baterias convencionais de íons de
lítio, nas quais uma capacidade maior exige mais tempo
de recarga, os sistemas quânticos operam de forma inversa: quanto maior o sistema, mais veloz é a recarga.
Em tese, elevar a quantidade de qubits em dez mil vezes
reduziria o tempo de carregamento na mesma
proporção, viabilizando recargas em frações de segundo
se os dispositivos atingirem o porte das baterias
comerciais.
No âmbito da física, qualquer estrutura capaz de
armazenar energia temporariamente é considerada uma
bateria, seja uma represa hidrelétrica ou um acumulador
eletroquímico. As baterias modernas de lítio utilizam o
mesmo princípio básico da pilha criada por Alessandro
Volta em 1800, forçando a separação de partículas
encarregadas de gerar corrente elétrica. Por sua vez, um
qubit é um sistema quântico que transita entre o estado
fundamental zero e o estado excitado um, podendo
permanecer em sobreposição de ambos até que uma
medição seja feita. O processo de carga da bateria
quântica consiste em transferir energia aos qubits para
elevar seus estados de zero para um.
Atualmente, diferentes métodos buscam explorar tais
propriedades. Uma equipe liderada por James Quach, da
Organização da Commonwealth para Pesquisa Científica
e Industrial na Austrália, publicou na Light: Science &
Applications em março de 2026 um modelo baseado em
lasers e moléculas. O protótipo usa uma película com
centenas de trilhões de moléculas do corante ftalocianina
de cobre em uma cavidade óptica. O feixe de laser ativa
um estado coletivo chamado superabsorção, que amplia
a eficiência do processo em relação à absorção
individual.
O protótipo australiano obteve carga em
femtossegundos, unidade de medida de tempo que vale
um quatrilionésimo de segundo, e reteve a energia
durante nanossegundos. Houve um ganho substancial
na extração de energia elétrica à medida que mais
moléculas foram expostas ao laser, superando em até
120% o modelo sem cavidade. Quach sinalizou que o
próximo objetivo da equipe é estender o tempo de
retenção dessa energia para viabilizar comercialmente a
tecnologia.
Paralelamente, um grupo sino-brasileiro planeja integrar
no mesmo circuito a bateria quântica e um motor térmico
quântico, que reaproveitaria o calor residual dos
computadores quânticos para reconvertê-lo em energia
reutilizável. Segundo pesquisadores, a integração criaria
um ciclo fechado de geração, armazenamento e uso de
energia, abrandando ruídos térmicos na máquina.
Por fim, Alan Costa dos Santos lembrou que questões
como a autodescarga espontânea ainda precisam ser
detalhadamente compreendidas no plano quântico.
https://revistapesquisa.fapesp.br/sustentabilidade/.adaptado.
Com base no texto, assinale a alternativa CORRETA.
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Bateria quântica armazena energia em metade do
tempo necessário para carregar sua versão clássica
Para os acompanhantes das novidades científicas,
tornou-se rotineiro observar avanços em tecnologias
baseadas no controle de propriedades físicas de átomos
e partículas subatômicas, tais como a computação, a
criptografia e o sensoriamento quânticos. Contudo, uma
quarta aplicação ganha espaço: as baterias quânticas.
No curto prazo, esses dispositivos aumentam a eficiência
de computadores quânticos e, no futuro, permitirão o
carregamento quase instantâneo de celulares e veículos
elétricos.
O físico brasileiro Alan Costa dos Santos, do Instituto de
Física Fundamental do Conselho Superior de
Investigações Científicas em Madri, ressalta o enorme
potencial teórico da tecnologia, embora reconheça que
ainda há um longo percurso até sua consolidação.
Santos, ao lado dos físicos Andreia Saguia e Marcelo
Sarandy, da Universidade Federal Fluminense,
coordenou o planejamento teórico de um experimento
conduzido na Universidade de Ciência e Tecnologia do
Sul, na China, sob a liderança dos físicos Chang-Kang
Hu e Dian Tan. A pesquisa, que reuniu os três teóricos
brasileiros e vinte experimentais chineses, foi capa da
revista Physical Review Letters em fevereiro.
A equipe demonstrou de forma inédita que uma bateria
capaz de gerar emaranhamento quântico carrega na
metade do tempo exigido por um dispositivo sem essa
propriedade. No emaranhamento, duas ou mais
partículas comportam-se de maneira entrelaçada como
um único ente, independentemente da distância entre
elas.
Para o teste, construiu-se um circuito
supercondutor quadrado de dez milímetros dotado de
dezesseis bits quânticos, ou qubits. O desempenho foi
avaliado
comparando-se
os
qubits
totalmente
desconectados — equivalente a uma bateria clássica —
com uma configuração em que parte dos qubits interagia
de forma entrelaçada. Ambas as condições receberam a
mesma quantidade de energia.
Os resultados revelaram que a bateria quântica carregou
60% mais rápido com cinco qubits entrelaçados e atingiu
uma taxa de armazenamento quase 100% superior ao
utilizar doze qubits emaranhados, que foi o limite
alcançado no teste. Em entrevista, Dian Tan explicou
que a realização exigiu controle e calibração delicados
para equilibrar as interações entre os qubits e otimizar a
carga sem perturbar o sistema, destacando os desafios
de aplicar pulsos precisos de micro-ondas enquanto se
ampliava a quantidade de bits ativos.
Um dos maiores obstáculos no setor é expandir o
emaranhamento para o maior número possível de qubits.
Diversamente das baterias convencionais de íons de
lítio, nas quais uma capacidade maior exige mais tempo
de recarga, os sistemas quânticos operam de forma inversa: quanto maior o sistema, mais veloz é a recarga.
Em tese, elevar a quantidade de qubits em dez mil vezes
reduziria o tempo de carregamento na mesma
proporção, viabilizando recargas em frações de segundo
se os dispositivos atingirem o porte das baterias
comerciais.
No âmbito da física, qualquer estrutura capaz de
armazenar energia temporariamente é considerada uma
bateria, seja uma represa hidrelétrica ou um acumulador
eletroquímico. As baterias modernas de lítio utilizam o
mesmo princípio básico da pilha criada por Alessandro
Volta em 1800, forçando a separação de partículas
encarregadas de gerar corrente elétrica. Por sua vez, um
qubit é um sistema quântico que transita entre o estado
fundamental zero e o estado excitado um, podendo
permanecer em sobreposição de ambos até que uma
medição seja feita. O processo de carga da bateria
quântica consiste em transferir energia aos qubits para
elevar seus estados de zero para um.
Atualmente, diferentes métodos buscam explorar tais
propriedades. Uma equipe liderada por James Quach, da
Organização da Commonwealth para Pesquisa Científica
e Industrial na Austrália, publicou na Light: Science &
Applications em março de 2026 um modelo baseado em
lasers e moléculas. O protótipo usa uma película com
centenas de trilhões de moléculas do corante ftalocianina
de cobre em uma cavidade óptica. O feixe de laser ativa
um estado coletivo chamado superabsorção, que amplia
a eficiência do processo em relação à absorção
individual.
O protótipo australiano obteve carga em
femtossegundos, unidade de medida de tempo que vale
um quatrilionésimo de segundo, e reteve a energia
durante nanossegundos. Houve um ganho substancial
na extração de energia elétrica à medida que mais
moléculas foram expostas ao laser, superando em até
120% o modelo sem cavidade. Quach sinalizou que o
próximo objetivo da equipe é estender o tempo de
retenção dessa energia para viabilizar comercialmente a
tecnologia.
Paralelamente, um grupo sino-brasileiro planeja integrar
no mesmo circuito a bateria quântica e um motor térmico
quântico, que reaproveitaria o calor residual dos
computadores quânticos para reconvertê-lo em energia
reutilizável. Segundo pesquisadores, a integração criaria
um ciclo fechado de geração, armazenamento e uso de
energia, abrandando ruídos térmicos na máquina.
Por fim, Alan Costa dos Santos lembrou que questões
como a autodescarga espontânea ainda precisam ser
detalhadamente compreendidas no plano quântico.
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Em relação ao emprego da pontuação no período, analise as afirmativas a seguir.
I. O termo "No emaranhamento" exerce função de adjunto adverbial e encontra-se deslocado para o início da oração, justificando o emprego da vírgula na redação apresentada.
II. A vírgula antes da expressão "independentemente da distância entre elas" separa um termo de valor adverbial posposto à oração principal.
III. A retirada da primeira vírgula preserva a correção gramatical do período, pois o adjunto adverbial inicial apresenta reduzida extensão.
IV. O segmento "independentemente da distância entre elas" exerce função de termo integrante do predicado, razão pela qual a vírgula empregada antes desse segmento promove a separação entre o verbo e seu complemento.
Assinale a alternativa CORRETA.
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e partículas subatômicas, tais como a computação, a
criptografia e o sensoriamento quânticos. Contudo, uma
quarta aplicação ganha espaço: as baterias quânticas.
No curto prazo, esses dispositivos aumentam a eficiência
de computadores quânticos e, no futuro, permitirão o
carregamento quase instantâneo de celulares e veículos
elétricos.
O físico brasileiro Alan Costa dos Santos, do Instituto de
Física Fundamental do Conselho Superior de
Investigações Científicas em Madri, ressalta o enorme
potencial teórico da tecnologia, embora reconheça que
ainda há um longo percurso até sua consolidação.
Santos, ao lado dos físicos Andreia Saguia e Marcelo
Sarandy, da Universidade Federal Fluminense,
coordenou o planejamento teórico de um experimento
conduzido na Universidade de Ciência e Tecnologia do
Sul, na China, sob a liderança dos físicos Chang-Kang
Hu e Dian Tan. A pesquisa, que reuniu os três teóricos
brasileiros e vinte experimentais chineses, foi capa da
revista Physical Review Letters em fevereiro.
A equipe demonstrou de forma inédita que uma bateria
capaz de gerar emaranhamento quântico carrega na
metade do tempo exigido por um dispositivo sem essa
propriedade. No emaranhamento, duas ou mais
partículas comportam-se de maneira entrelaçada como
um único ente, independentemente da distância entre
elas.
Para o teste, construiu-se um circuito
supercondutor quadrado de dez milímetros dotado de
dezesseis bits quânticos, ou qubits. O desempenho foi
avaliado
comparando-se
os
qubits
totalmente
desconectados — equivalente a uma bateria clássica —
com uma configuração em que parte dos qubits interagia
de forma entrelaçada. Ambas as condições receberam a
mesma quantidade de energia.
Os resultados revelaram que a bateria quântica carregou
60% mais rápido com cinco qubits entrelaçados e atingiu
uma taxa de armazenamento quase 100% superior ao
utilizar doze qubits emaranhados, que foi o limite
alcançado no teste. Em entrevista, Dian Tan explicou
que a realização exigiu controle e calibração delicados
para equilibrar as interações entre os qubits e otimizar a
carga sem perturbar o sistema, destacando os desafios
de aplicar pulsos precisos de micro-ondas enquanto se
ampliava a quantidade de bits ativos.
Um dos maiores obstáculos no setor é expandir o
emaranhamento para o maior número possível de qubits.
Diversamente das baterias convencionais de íons de
lítio, nas quais uma capacidade maior exige mais tempo
de recarga, os sistemas quânticos operam de forma inversa: quanto maior o sistema, mais veloz é a recarga.
Em tese, elevar a quantidade de qubits em dez mil vezes
reduziria o tempo de carregamento na mesma
proporção, viabilizando recargas em frações de segundo
se os dispositivos atingirem o porte das baterias
comerciais.
No âmbito da física, qualquer estrutura capaz de
armazenar energia temporariamente é considerada uma
bateria, seja uma represa hidrelétrica ou um acumulador
eletroquímico. As baterias modernas de lítio utilizam o
mesmo princípio básico da pilha criada por Alessandro
Volta em 1800, forçando a separação de partículas
encarregadas de gerar corrente elétrica. Por sua vez, um
qubit é um sistema quântico que transita entre o estado
fundamental zero e o estado excitado um, podendo
permanecer em sobreposição de ambos até que uma
medição seja feita. O processo de carga da bateria
quântica consiste em transferir energia aos qubits para
elevar seus estados de zero para um.
Atualmente, diferentes métodos buscam explorar tais
propriedades. Uma equipe liderada por James Quach, da
Organização da Commonwealth para Pesquisa Científica
e Industrial na Austrália, publicou na Light: Science &
Applications em março de 2026 um modelo baseado em
lasers e moléculas. O protótipo usa uma película com
centenas de trilhões de moléculas do corante ftalocianina
de cobre em uma cavidade óptica. O feixe de laser ativa
um estado coletivo chamado superabsorção, que amplia
a eficiência do processo em relação à absorção
individual.
O protótipo australiano obteve carga em
femtossegundos, unidade de medida de tempo que vale
um quatrilionésimo de segundo, e reteve a energia
durante nanossegundos. Houve um ganho substancial
na extração de energia elétrica à medida que mais
moléculas foram expostas ao laser, superando em até
120% o modelo sem cavidade. Quach sinalizou que o
próximo objetivo da equipe é estender o tempo de
retenção dessa energia para viabilizar comercialmente a
tecnologia.
Paralelamente, um grupo sino-brasileiro planeja integrar
no mesmo circuito a bateria quântica e um motor térmico
quântico, que reaproveitaria o calor residual dos
computadores quânticos para reconvertê-lo em energia
reutilizável. Segundo pesquisadores, a integração criaria
um ciclo fechado de geração, armazenamento e uso de
energia, abrandando ruídos térmicos na máquina.
Por fim, Alan Costa dos Santos lembrou que questões
como a autodescarga espontânea ainda precisam ser
detalhadamente compreendidas no plano quântico.
https://revistapesquisa.fapesp.br/sustentabilidade/.adaptado.
Em relação à regência do verbo destacado no período, assinale a alternativa CORRETA.
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Bateria quântica armazena energia em metade do
tempo necessário para carregar sua versão clássica
Para os acompanhantes das novidades científicas,
tornou-se rotineiro observar avanços em tecnologias
baseadas no controle de propriedades físicas de átomos
e partículas subatômicas, tais como a computação, a
criptografia e o sensoriamento quânticos. Contudo, uma
quarta aplicação ganha espaço: as baterias quânticas.
No curto prazo, esses dispositivos aumentam a eficiência
de computadores quânticos e, no futuro, permitirão o
carregamento quase instantâneo de celulares e veículos
elétricos.
O físico brasileiro Alan Costa dos Santos, do Instituto de
Física Fundamental do Conselho Superior de
Investigações Científicas em Madri, ressalta o enorme
potencial teórico da tecnologia, embora reconheça que
ainda há um longo percurso até sua consolidação.
Santos, ao lado dos físicos Andreia Saguia e Marcelo
Sarandy, da Universidade Federal Fluminense,
coordenou o planejamento teórico de um experimento
conduzido na Universidade de Ciência e Tecnologia do
Sul, na China, sob a liderança dos físicos Chang-Kang
Hu e Dian Tan. A pesquisa, que reuniu os três teóricos
brasileiros e vinte experimentais chineses, foi capa da
revista Physical Review Letters em fevereiro.
A equipe demonstrou de forma inédita que uma bateria
capaz de gerar emaranhamento quântico carrega na
metade do tempo exigido por um dispositivo sem essa
propriedade. No emaranhamento, duas ou mais
partículas comportam-se de maneira entrelaçada como
um único ente, independentemente da distância entre
elas.
Para o teste, construiu-se um circuito
supercondutor quadrado de dez milímetros dotado de
dezesseis bits quânticos, ou qubits. O desempenho foi
avaliado
comparando-se
os
qubits
totalmente
desconectados — equivalente a uma bateria clássica —
com uma configuração em que parte dos qubits interagia
de forma entrelaçada. Ambas as condições receberam a
mesma quantidade de energia.
Os resultados revelaram que a bateria quântica carregou
60% mais rápido com cinco qubits entrelaçados e atingiu
uma taxa de armazenamento quase 100% superior ao
utilizar doze qubits emaranhados, que foi o limite
alcançado no teste. Em entrevista, Dian Tan explicou
que a realização exigiu controle e calibração delicados
para equilibrar as interações entre os qubits e otimizar a
carga sem perturbar o sistema, destacando os desafios
de aplicar pulsos precisos de micro-ondas enquanto se
ampliava a quantidade de bits ativos.
Um dos maiores obstáculos no setor é expandir o
emaranhamento para o maior número possível de qubits.
Diversamente das baterias convencionais de íons de
lítio, nas quais uma capacidade maior exige mais tempo
de recarga, os sistemas quânticos operam de forma inversa: quanto maior o sistema, mais veloz é a recarga.
Em tese, elevar a quantidade de qubits em dez mil vezes
reduziria o tempo de carregamento na mesma
proporção, viabilizando recargas em frações de segundo
se os dispositivos atingirem o porte das baterias
comerciais.
No âmbito da física, qualquer estrutura capaz de
armazenar energia temporariamente é considerada uma
bateria, seja uma represa hidrelétrica ou um acumulador
eletroquímico. As baterias modernas de lítio utilizam o
mesmo princípio básico da pilha criada por Alessandro
Volta em 1800, forçando a separação de partículas
encarregadas de gerar corrente elétrica. Por sua vez, um
qubit é um sistema quântico que transita entre o estado
fundamental zero e o estado excitado um, podendo
permanecer em sobreposição de ambos até que uma
medição seja feita. O processo de carga da bateria
quântica consiste em transferir energia aos qubits para
elevar seus estados de zero para um.
Atualmente, diferentes métodos buscam explorar tais
propriedades. Uma equipe liderada por James Quach, da
Organização da Commonwealth para Pesquisa Científica
e Industrial na Austrália, publicou na Light: Science &
Applications em março de 2026 um modelo baseado em
lasers e moléculas. O protótipo usa uma película com
centenas de trilhões de moléculas do corante ftalocianina
de cobre em uma cavidade óptica. O feixe de laser ativa
um estado coletivo chamado superabsorção, que amplia
a eficiência do processo em relação à absorção
individual.
O protótipo australiano obteve carga em
femtossegundos, unidade de medida de tempo que vale
um quatrilionésimo de segundo, e reteve a energia
durante nanossegundos. Houve um ganho substancial
na extração de energia elétrica à medida que mais
moléculas foram expostas ao laser, superando em até
120% o modelo sem cavidade. Quach sinalizou que o
próximo objetivo da equipe é estender o tempo de
retenção dessa energia para viabilizar comercialmente a
tecnologia.
Paralelamente, um grupo sino-brasileiro planeja integrar
no mesmo circuito a bateria quântica e um motor térmico
quântico, que reaproveitaria o calor residual dos
computadores quânticos para reconvertê-lo em energia
reutilizável. Segundo pesquisadores, a integração criaria
um ciclo fechado de geração, armazenamento e uso de
energia, abrandando ruídos térmicos na máquina.
Por fim, Alan Costa dos Santos lembrou que questões
como a autodescarga espontânea ainda precisam ser
detalhadamente compreendidas no plano quântico.
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Com base na organização composicional, na finalidade comunicativa e nas estratégias discursivas predominantes do texto-base, assinale a alternativa CORRETA quanto ao gênero textual predominante.
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Questão presente nas seguintes provas
O uso do hífen integra o sistema ortográfico da língua
portuguesa e segue regras específicas estabelecidas
para assegurar a padronização da escrita. Sua aplicação
decorre de critérios definidos pela norma ortográfica,
relacionados à formação das palavras e a diferentes
contextos previstos na língua (BECHARA, 2024).
Com base no texto, assinale a alternativa CORRETA.
Com base no texto, assinale a alternativa CORRETA.
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Questão presente nas seguintes provas
A escrita das palavras na língua portuguesa é orientada
por normas ortográficas que estabelecem critérios para a
representação gráfica dos vocábulos, assegurando a
uniformidade da língua escrita e a padronização de seu
uso nos diferentes contextos de comunicação (CUNHA;
CINTRA, 2021).
Com base no texto, assinale a alternativa CORRETA.
Com base no texto, assinale a alternativa CORRETA.
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Questão presente nas seguintes provas
A organização das palavras em diferentes contextos
exige a adoção de critérios uniformes de ordenação,
estabelecidos pela sequência convencional das letras do
alfabeto e aplicados de forma sistemática para assegurar
a padronização da consulta, da classificação e da
localização de vocábulos (BECHARA, 2024).
Com base no texto, assinale a alternativa CORRETA.
Com base no texto, assinale a alternativa CORRETA.
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Questão presente nas seguintes provas
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
A relação entre o El Niño e a frente de rajada,
fenômeno que causou ventos de mais de 120 km/h
no Brasil
Fortes ventos entre São Paulo e Rio de Janeiro
provocaram ao menos cinco mortes, apagões, quedas
de árvores e interrupções em serviços essenciais. As
rajadas ultrapassaram 120 km/h no interior paulista e
chegaram a cerca de 100 km/h na capital fluminense,
levando à suspensão temporária de pousos e
decolagens no Aeroporto Santos Dumont. Trata-se de
um fenômeno conhecido na meteorologia como frente de
rajada, resultante do intenso contraste térmico entre o ar
quente e seco que predominava no Sudeste e uma
massa de ar frio e úmido vinda do Sul.
De acordo com o meteorologista Marcelo Seluchi,
coordenador-geral de operações e modelagem do
Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de
Desastres Naturais (Cemaden), o fenômeno foi
provocado por uma linha de instabilidade que se formou
sobre a própria frente fria e avançou rapidamente. O
especialista compara o evento às rajadas comuns de
verão, porém com nuvens alinhadas.
Antes da chegada do sistema, as temperaturas estavam
elevadas no Sudeste. O Instituto Nacional de
Meteorologia (Inmet) registrou 35,8 °C na cidade do Rio
de Janeiro, um dos dias mais quentes para julho desde
2007. No litoral paulista, os termômetros atingiram 34 °C
no Guarujá e 35,2 °C em Santos, segundo a Companhia
Ambiental do Estado de São Paulo.
O meteorologista Francisco de Assis Diniz, do Inmet,
atribui a força dos ventos a uma brusca queda de
temperatura, de cerca de 14 a 15 graus em pouco mais
de uma hora. Ele ressalta que as rajadas se
normalizaram na medida em que as massas de ar se
equilibraram, enquanto a frente fria se deslocou para o
Espírito Santo, gerando ventos mais amenos, em torno
de 70 km/h. Seluchi acrescenta que a ocorrência desse
tipo de frente é mais comum em períodos chuvosos, com
chance de novos episódios a partir de setembro.
Sobre a relação com o El Niño, os especialistas
esclarecem que é difícil estabelecer um vínculo direto
sem estudos mais aprofundados. O fenômeno altera a
circulação atmosférica ao aquecer anormalmente as
águas do Oceano Pacífico Equatorial. Seluchi explica
que a relação ocorre de forma indireta, pois o El Niño
mantém as frentes frias estagnadas por mais tempo no
Sul, gerando tempestades severas e linhas de
instabilidade que se deslocam.
Diniz complementa que o El Niño acelera o aquecimento
das temperaturas e intensifica os sistemas
meteorológicos. Como o país atravessa o inverno, o
encontro das frentes frias com regiões bastante
aquecidas gera o forte contraste térmico responsável pelas ventanias. Ele cita os recentes temporais no Sul e
no interior de São Paulo como reflexos dessa
intensificação, e Seluchi prevê que as chuvas ganhem
força na primavera.
No Rio de Janeiro, além do fechamento momentâneo do
Aeroporto Santos Dumont, a ventania atingiu 105 km/h
no Galeão, causou quedas de energia, afetou o
transporte sobre trilhos, fechou a Ponte Rio-Niterói e
provocou duas mortes em Santa Teresa após a queda
de um muro. Em São Paulo, a Defesa Civil emitiu alerta
severo para a região metropolitana diante dos riscos de
destelhamento e falta de luz. Houve atrasos nos
aeroportos de Congonhas e Guarulhos, e o estado
registrou pico de 124,9 km/h em Itaporanga.
Enquanto a frente fria avançava para o Sudeste, o Rio
Grande do Sul enfrentou severa instabilidade. Um
tornado provocado por uma supercélula — tempestade
com corrente ascendente giratória — atingiu os
municípios de Giruá, Sete de Setembro e Senador
Salgado Filho, deixando quatro feridos, dezenas de
casas destruídas e rastro de devastação com ventos que
alcançaram 300 km/h, segundo a MetSul Meteorologia.
Diferentemente da frente de rajada, o tornado é um
fenômeno concentrado de intensa rotação. A tendência
para o estado sulista é de gradual normalização do
tempo com a chegada de uma massa de ar seco.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/czrjy4jrg13o.adaptado.
Com base no trecho, assinale a alternativa CORRETA.
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
A relação entre o El Niño e a frente de rajada,
fenômeno que causou ventos de mais de 120 km/h
no Brasil
Fortes ventos entre São Paulo e Rio de Janeiro
provocaram ao menos cinco mortes, apagões, quedas
de árvores e interrupções em serviços essenciais. As
rajadas ultrapassaram 120 km/h no interior paulista e
chegaram a cerca de 100 km/h na capital fluminense,
levando à suspensão temporária de pousos e
decolagens no Aeroporto Santos Dumont. Trata-se de
um fenômeno conhecido na meteorologia como frente de
rajada, resultante do intenso contraste térmico entre o ar
quente e seco que predominava no Sudeste e uma
massa de ar frio e úmido vinda do Sul.
De acordo com o meteorologista Marcelo Seluchi,
coordenador-geral de operações e modelagem do
Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de
Desastres Naturais (Cemaden), o fenômeno foi
provocado por uma linha de instabilidade que se formou
sobre a própria frente fria e avançou rapidamente. O
especialista compara o evento às rajadas comuns de
verão, porém com nuvens alinhadas.
Antes da chegada do sistema, as temperaturas estavam
elevadas no Sudeste. O Instituto Nacional de
Meteorologia (Inmet) registrou 35,8 °C na cidade do Rio
de Janeiro, um dos dias mais quentes para julho desde
2007. No litoral paulista, os termômetros atingiram 34 °C
no Guarujá e 35,2 °C em Santos, segundo a Companhia
Ambiental do Estado de São Paulo.
O meteorologista Francisco de Assis Diniz, do Inmet,
atribui a força dos ventos a uma brusca queda de
temperatura, de cerca de 14 a 15 graus em pouco mais
de uma hora. Ele ressalta que as rajadas se
normalizaram na medida em que as massas de ar se
equilibraram, enquanto a frente fria se deslocou para o
Espírito Santo, gerando ventos mais amenos, em torno
de 70 km/h. Seluchi acrescenta que a ocorrência desse
tipo de frente é mais comum em períodos chuvosos, com
chance de novos episódios a partir de setembro.
Sobre a relação com o El Niño, os especialistas
esclarecem que é difícil estabelecer um vínculo direto
sem estudos mais aprofundados. O fenômeno altera a
circulação atmosférica ao aquecer anormalmente as
águas do Oceano Pacífico Equatorial. Seluchi explica
que a relação ocorre de forma indireta, pois o El Niño
mantém as frentes frias estagnadas por mais tempo no
Sul, gerando tempestades severas e linhas de
instabilidade que se deslocam.
Diniz complementa que o El Niño acelera o aquecimento
das temperaturas e intensifica os sistemas
meteorológicos. Como o país atravessa o inverno, o
encontro das frentes frias com regiões bastante
aquecidas gera o forte contraste térmico responsável pelas ventanias. Ele cita os recentes temporais no Sul e
no interior de São Paulo como reflexos dessa
intensificação, e Seluchi prevê que as chuvas ganhem
força na primavera.
No Rio de Janeiro, além do fechamento momentâneo do
Aeroporto Santos Dumont, a ventania atingiu 105 km/h
no Galeão, causou quedas de energia, afetou o
transporte sobre trilhos, fechou a Ponte Rio-Niterói e
provocou duas mortes em Santa Teresa após a queda
de um muro. Em São Paulo, a Defesa Civil emitiu alerta
severo para a região metropolitana diante dos riscos de
destelhamento e falta de luz. Houve atrasos nos
aeroportos de Congonhas e Guarulhos, e o estado
registrou pico de 124,9 km/h em Itaporanga.
Enquanto a frente fria avançava para o Sudeste, o Rio
Grande do Sul enfrentou severa instabilidade. Um
tornado provocado por uma supercélula — tempestade
com corrente ascendente giratória — atingiu os
municípios de Giruá, Sete de Setembro e Senador
Salgado Filho, deixando quatro feridos, dezenas de
casas destruídas e rastro de devastação com ventos que
alcançaram 300 km/h, segundo a MetSul Meteorologia.
Diferentemente da frente de rajada, o tornado é um
fenômeno concentrado de intensa rotação. A tendência
para o estado sulista é de gradual normalização do
tempo com a chegada de uma massa de ar seco.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/czrjy4jrg13o.adaptado.
Analise se as afirmativas a seguir são falsas (F) ou verdadeiras (V), considerando o trecho.
( ) Os adjetivos "intenso" e "térmico" caracterizam o substantivo "contraste", atribuindo-lhe características distintas.
( ) Os adjetivos "quente" e "seco" caracterizam o substantivo "Sudeste", indicando propriedades da região mencionada.
( ) Os adjetivos "frio" e "úmido" modificam o substantivo "Sul", especificando características geográficas do local de origem.
( ) O adjetivo "conhecido" caracteriza o substantivo "fenômeno", acrescentando-lhe uma característica no contexto do trecho.
Assinale a alternativa CORRETA, de cima para baixo.
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