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4243781 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CREFONO-9
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Fonoaudiologia está entre as profissões menos suscetíveis à substituição por IA
        Em meio ao avanço acelerado da inteligência artificial em diferentes áreas da saúde, um levantamento da ISE Business School chama a atenção para um ponto fora da curva: a fonoaudiologia figura entre as profissões menos suscetíveis à substituição por IA. O motivo vai além da técnica e passa, sobretudo, pela natureza humana do cuidado envolvido no desenvolvimento da comunicação ao longo da vida.
        Para a fonoaudióloga Christiane Nicodemo, a explicação está na própria origem da linguagem. “A comunicação humana não nasce do digital. Ela se constrói a partir do vínculo, do toque e da escuta. É um processo analógico, relacional e afetivo – algo que nenhuma tecnologia consegue reproduzir integralmente”, afirma.
        Esse conjunto de estímulos – sensoriais, motores, emocionais e afetivos – forma a base da cognição e da linguagem. “É nesse cuidado inicial em que se estrutura o hardware humano da comunicação. O digital pode funcionar como um software complementar, mas nunca substituir essa base relacional”, destaca Christiane.
        Apesar disso, a fonoaudióloga reforça que a IA tem papel importante quando bem aplicada. “Hoje contamos com dispositivos cada vez mais sofisticados para a avaliação auditiva, reabilitação, estímulos cognitivos e terapias assistidas. A tecnologia amplia possibilidades, favorece a neuroplasticidade e pode acelerar resultados”, afirma.
        O ponto central, segundo ela, está no discernimento. “A IA não substitui o fonoaudiólogo. Ela complementa o cuidado quando utilizada no momento adequado, com indicação correta e interpretação clínica qualificada. Para isso, é indispensável um profissional atualizado, capaz de integrar a tecnologia sem perder a dimensão humana do atendimento.”.
        Para a especialista, confiar exclusivamente em soluções tecnológicas pode gerar lacunas importantes. “Quando o cuidado com comunicação, voz e audição não é conduzido por um fonoaudiólogo, perdem-se a escuta sensível, a adaptação às necessidades individuais e a compreensão do contexto emocional e social do paciente.”.
        Em um mundo cada vez mais mediado por telas, automações e respostas rápidas, esse aspecto tende a se tornar ainda mais relevante. “O cuidar exige tempo, gentileza, presença e vínculo. A tecnologia pode apoiar, mas não substituir essa relação. Por isso, a fonoaudiologia segue essencial e insubstituível.”.
Internet:<hospitalpaulista.com.br>  (com adaptações).

Quanto ao texto e a seus aspectos linguísticos, julgue o item a seguir.

Considerando o trecho “a fonoaudiologia figura entre as profissões menos suscetíveis à substituição por IA”, é correto afirmar que essa é a profissão mais resistente à substituição pela inteligência artificial.

 

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4243780 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CREFONO-9
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Fonoaudiologia está entre as profissões menos suscetíveis à substituição por IA
        Em meio ao avanço acelerado da inteligência artificial em diferentes áreas da saúde, um levantamento da ISE Business School chama a atenção para um ponto fora da curva: a fonoaudiologia figura entre as profissões menos suscetíveis à substituição por IA. O motivo vai além da técnica e passa, sobretudo, pela natureza humana do cuidado envolvido no desenvolvimento da comunicação ao longo da vida.
        Para a fonoaudióloga Christiane Nicodemo, a explicação está na própria origem da linguagem. “A comunicação humana não nasce do digital. Ela se constrói a partir do vínculo, do toque e da escuta. É um processo analógico, relacional e afetivo – algo que nenhuma tecnologia consegue reproduzir integralmente”, afirma.
        Esse conjunto de estímulos – sensoriais, motores, emocionais e afetivos – forma a base da cognição e da linguagem. “É nesse cuidado inicial em que se estrutura o hardware humano da comunicação. O digital pode funcionar como um software complementar, mas nunca substituir essa base relacional”, destaca Christiane.
        Apesar disso, a fonoaudióloga reforça que a IA tem papel importante quando bem aplicada. “Hoje contamos com dispositivos cada vez mais sofisticados para a avaliação auditiva, reabilitação, estímulos cognitivos e terapias assistidas. A tecnologia amplia possibilidades, favorece a neuroplasticidade e pode acelerar resultados”, afirma.
        O ponto central, segundo ela, está no discernimento. “A IA não substitui o fonoaudiólogo. Ela complementa o cuidado quando utilizada no momento adequado, com indicação correta e interpretação clínica qualificada. Para isso, é indispensável um profissional atualizado, capaz de integrar a tecnologia sem perder a dimensão humana do atendimento.”.
        Para a especialista, confiar exclusivamente em soluções tecnológicas pode gerar lacunas importantes. “Quando o cuidado com comunicação, voz e audição não é conduzido por um fonoaudiólogo, perdem-se a escuta sensível, a adaptação às necessidades individuais e a compreensão do contexto emocional e social do paciente.”.
        Em um mundo cada vez mais mediado por telas, automações e respostas rápidas, esse aspecto tende a se tornar ainda mais relevante. “O cuidar exige tempo, gentileza, presença e vínculo. A tecnologia pode apoiar, mas não substituir essa relação. Por isso, a fonoaudiologia segue essencial e insubstituível.”.
Internet:<hospitalpaulista.com.br>  (com adaptações).

Quanto ao texto e a seus aspectos linguísticos, julgue o item a seguir.

No trecho “perdem-se a escuta sensível, a adaptação às necessidades individuais e a compreensão do contexto emocional e social do paciente”, a reescrita de “perdem-se” por são perdidas mantém a correção gramatical do período.

 

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4243779 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CREFONO-9
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Fonoaudiologia está entre as profissões menos suscetíveis à substituição por IA
        Em meio ao avanço acelerado da inteligência artificial em diferentes áreas da saúde, um levantamento da ISE Business School chama a atenção para um ponto fora da curva: a fonoaudiologia figura entre as profissões menos suscetíveis à substituição por IA. O motivo vai além da técnica e passa, sobretudo, pela natureza humana do cuidado envolvido no desenvolvimento da comunicação ao longo da vida.
        Para a fonoaudióloga Christiane Nicodemo, a explicação está na própria origem da linguagem. “A comunicação humana não nasce do digital. Ela se constrói a partir do vínculo, do toque e da escuta. É um processo analógico, relacional e afetivo – algo que nenhuma tecnologia consegue reproduzir integralmente”, afirma.
        Esse conjunto de estímulos – sensoriais, motores, emocionais e afetivos – forma a base da cognição e da linguagem. “É nesse cuidado inicial em que se estrutura o hardware humano da comunicação. O digital pode funcionar como um software complementar, mas nunca substituir essa base relacional”, destaca Christiane.
        Apesar disso, a fonoaudióloga reforça que a IA tem papel importante quando bem aplicada. “Hoje contamos com dispositivos cada vez mais sofisticados para a avaliação auditiva, reabilitação, estímulos cognitivos e terapias assistidas. A tecnologia amplia possibilidades, favorece a neuroplasticidade e pode acelerar resultados”, afirma.
        O ponto central, segundo ela, está no discernimento. “A IA não substitui o fonoaudiólogo. Ela complementa o cuidado quando utilizada no momento adequado, com indicação correta e interpretação clínica qualificada. Para isso, é indispensável um profissional atualizado, capaz de integrar a tecnologia sem perder a dimensão humana do atendimento.”.
        Para a especialista, confiar exclusivamente em soluções tecnológicas pode gerar lacunas importantes. “Quando o cuidado com comunicação, voz e audição não é conduzido por um fonoaudiólogo, perdem-se a escuta sensível, a adaptação às necessidades individuais e a compreensão do contexto emocional e social do paciente.”.
        Em um mundo cada vez mais mediado por telas, automações e respostas rápidas, esse aspecto tende a se tornar ainda mais relevante. “O cuidar exige tempo, gentileza, presença e vínculo. A tecnologia pode apoiar, mas não substituir essa relação. Por isso, a fonoaudiologia segue essencial e insubstituível.”.
Internet:<hospitalpaulista.com.br>  (com adaptações).

Quanto ao texto e a seus aspectos linguísticos, julgue o item a seguir.

No fragmento “Esse conjunto de estímulos – sensoriais, motores, emocionais e afetivos – forma a base da cognição e da linguagem”, a inserção de uma vírgula imediatamente após o segundo travessão estaria correta gramaticalmente, uma vez que o trecho intercalado pelos travessões exerce função explicativa em relação ao sujeito da oração.

 

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4243751 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: CRIS
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Referindo-se à concordância nominal, assinale a alternativa incorreta.
 

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4243750 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: CRIS
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Dadas as orações:
I- Por que você demorou tanto?
II- O projeto porque me apaixonei foi aprovado.
III- O professor exigiu saber o porquê de tal bagunça.
IV- O carro parou, por que?
O uso dos porquês está correto:
 

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4243749 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: CRIS
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Dentre as palavras, assinale aquela que tem acento gráfico indevido.
 

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4243748 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: CRIS
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Referindo-se a figuras de linguagem, marque (V) verdadeiro ou (F) falso e assinale a alternativa devida.
( ) Carlos é um cavalo de grosseria. (Anacoluto).
( ) Furou a cabeça do dedo com a agulha. (Catacrese).
( ) Iara, não a vejo há séculos. (Hipérbole). 
( ) É por estas e outras que aborreço os políticos, os políticos sim, não a política. “Rui Barbosa”. (Elipse).
 

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4243747 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: CRIS
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Quanto à correta pontuação, relacione a Coluna I com a Coluna II e marque a alternativa correta.
Coluna I.
A- Vírgula.
B- Reticências.
C- Ponto e vírgula.
D- Dois-pontos.
Coluna II.
1- Usamos para separar adjuntos adverbiais locucionais deslocados dentro da estrutura oracional.
2- Aplicamos para separar orações coordenadas de considerável extensão, principalmente quando em qualquer destas proposições já existe pausa mais fraca assinalada por vírgula.
3- Recorremos para separar expressões que explicam ou completam o que foi dito anteriormente.
4- Empregamos para indicar a supressão de um pensamento, de uma ideia.
 

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4243746 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: CRIS
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Leia o texto para responder às próximas seis questões.

A mulher e a patroa. (Martha Medeiros).

Há homens que têm patroa. Ela sempre está em casa quando ele chega do trabalho. O jantar é rapidamente servido à mesa. Ela recebe um apertão na bochecha. A patroa pode ser jovem e bonita, mas tem uma atitude subserviente, o que lhe confere um certo ar robusto, como se fosse uma senhora de muitos anos atrás.

Há homens que têm mulher. Uma mulher que está em casa na hora que pode, às vezes chega antes dele, às vezes depois. Sua casa não é sua jaula nem seu fogão é industrial. A mulher beija seu marido na boca quando o encontra no fim do dia e recebe dele o melhor dos abraços. A mulher pode ser robusta e até meio feia, mas sua independência lhe confere um ar de garota, regente de si mesma.

Há homens que têm patroa, e mesmo que ela tenha tido apenas um filho, ou um casal, parece que gerou uma ninhada, tanto as crianças a solicitam e ela lhes é devota. A patroa é uma santa, muito boa esposa e muito boa mãe, tão boa que é assim que o marido a chama quando não a chama de patroa: mãezinha.

Há homens que têm mulher. Minha mulher, Suzana. Minha mulher, Cristina. Minha mulher, Tereza. Mulheres que têm nome, que só são chamadas de mãe pelos filhos, que não arrastam os pés pela casa nem confiscam o salário do marido, porque elas têm o dela. Não mandam nos caras, não obedecem os caras: convivem com eles.

Há homens que têm patroa. Vou ligar pra patroa. Vou perguntar pra patroa. Vou buscar a patroa. É carinho, dizem. Às vezes, é deboche. Quase sempre é muito cafona.

Há homens que têm mulher. Vou ligar para minha mulher. Vou perguntar para minha mulher. Vou buscar minha mulher. Não há subordinação consentida ou disfarçada. Não há patrões nem empregados. Há algo sexy no ar.

Há homens que têm patroa.

Há homens que têm mulher.

E há mulheres que escolhem o que querem ser.

Abordando o correto emprego do acento grave crase, analise os itens e assinale a alternativa devida.
I- Nunca mais Margarethe foi à Europa.
II- Amanda sempre se dirige à Argentina nos meses de dezembro e de janeiro.
III- Alice se referiu à tia com carinho.
IV- Henrique não disse nada à sogra.
 

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4243745 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: CRIS
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Leia o texto para responder às próximas seis questões.

A mulher e a patroa. (Martha Medeiros).

Há homens que têm patroa. Ela sempre está em casa quando ele chega do trabalho. O jantar é rapidamente servido à mesa. Ela recebe um apertão na bochecha. A patroa pode ser jovem e bonita, mas tem uma atitude subserviente, o que lhe confere um certo ar robusto, como se fosse uma senhora de muitos anos atrás.

Há homens que têm mulher. Uma mulher que está em casa na hora que pode, às vezes chega antes dele, às vezes depois. Sua casa não é sua jaula nem seu fogão é industrial. A mulher beija seu marido na boca quando o encontra no fim do dia e recebe dele o melhor dos abraços. A mulher pode ser robusta e até meio feia, mas sua independência lhe confere um ar de garota, regente de si mesma.

Há homens que têm patroa, e mesmo que ela tenha tido apenas um filho, ou um casal, parece que gerou uma ninhada, tanto as crianças a solicitam e ela lhes é devota. A patroa é uma santa, muito boa esposa e muito boa mãe, tão boa que é assim que o marido a chama quando não a chama de patroa: mãezinha.

Há homens que têm mulher. Minha mulher, Suzana. Minha mulher, Cristina. Minha mulher, Tereza. Mulheres que têm nome, que só são chamadas de mãe pelos filhos, que não arrastam os pés pela casa nem confiscam o salário do marido, porque elas têm o dela. Não mandam nos caras, não obedecem os caras: convivem com eles.

Há homens que têm patroa. Vou ligar pra patroa. Vou perguntar pra patroa. Vou buscar a patroa. É carinho, dizem. Às vezes, é deboche. Quase sempre é muito cafona.

Há homens que têm mulher. Vou ligar para minha mulher. Vou perguntar para minha mulher. Vou buscar minha mulher. Não há subordinação consentida ou disfarçada. Não há patrões nem empregados. Há algo sexy no ar.

Há homens que têm patroa.

Há homens que têm mulher.

E há mulheres que escolhem o que querem ser.

Nos processos de formação de palavras, marque a coluna II de acordo com os significados das palavras da coluna I.
COLUNA I.
1- Derivação prefixal ou prefixação.
2- Derivação sufixal ou sufixação.
3- Derivação sufixal e prefixal.
4- Composição por aglutinação.
COLUNA II.
( ) Desleal.
( ) Boquiaberta.
( ) Felizmente.
( ) Deslealdade.
 

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