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“Não ___ nada menos natural do que ler” para os seres humanos. É o que aponta a
pesquisa da neurocientista Maryanne Wolf. Essa habilidade, embora culturalmente construída,
transforma profundamente a organização cognitiva do cérebro humano e isso não é, de forma
alguma, algo ruim. Ao contrário da linguagem oral, da visão ou da cognição, não existe uma
programação genética nos humanos para aprender a ler.
A leitura implica a aquisição de um código simbólico completo, visual e verbal.
“Começou de forma simples, para marcar quantas taças de vinho ou ovelhas tínhamos. E, com
o nascimento dos sistemas alfabéticos, passamos a ter um meio eficiente de armazenar e
compartilhar conhecimento”, ressalta a neurocientista Maryanne Wolf. “Ler é um conjunto
adquirido de habilidades que literalmente muda o cérebro. Permite fazer novas conexões entre
regiões visuais, regiões da linguagem, regiões de pensamento e emoção”, completa. Essas
conexões têm papel fundamental na construção do pensamento crítico.
“Quando lemos em um nível superficial, estamos apenas obtendo a informação. Quando
lemos profundamente, estamos usando muito mais do nosso córtex cerebral”, explica
Maryanne Wolf. “Leitura profunda significa que fazemos analogias e inferências, o que nos
permite sermos humanos verdadeiramente críticos, analíticos e empáticos”, Wolf
complementa. Mas, enquanto o processo de aprender a ler muda nosso cérebro, o mesmo
acontece com o que lemos e como lemos.
“Reunimos acadêmicos e cientistas de mais de 30 países para pesquisar o impacto das
mídias digitais na leitura”, afirma Anne Mangen, à frente da E-READ (Evolução da Leitura na
Era da Digitalização), organização cujo objetivo é melhorar a compreensão científica das
implicações da digitalização da cultura. Segundo o programa, “a pesquisa mostra que a
quantidade de tempo gasto na leitura de textos longos está diminuindo e, devido ___
digitalização, a leitura está se tornando mais intermitente e fragmentada”, algo que poderia
“ter um impacto negativo nos aspectos cognitivos emocionais da leitura”. Nesse cenário, o
cérebro está sendo continuamente desafiado a adaptar seus modos de processamento textual.
Em outras palavras, assim como ao aprender a ler da maneira tradicional o cérebro formata e
registra os itinerários da razão e os caminhos para ___ emoção, ao aprender a ler da maneira
como fazemos nas mídias digitais o cérebro traçará diferentes trajetórias e, se deixarmos a
leitura profunda de lado, ele apagará as anteriores, caso tenham um dia existido.
“Essa habilidade, embora culturalmente construída, transforma profundamente a organização cognitiva do cérebro humano”.
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- SintaxeConcordância
- MorfologiaVerbosConjugaçãoFlexão Verbal de Número
- MorfologiaVerbosLocução Verbal
“Não ___ nada menos natural do que ler” para os seres humanos. É o que aponta a
pesquisa da neurocientista Maryanne Wolf. Essa habilidade, embora culturalmente construída,
transforma profundamente a organização cognitiva do cérebro humano e isso não é, de forma
alguma, algo ruim. Ao contrário da linguagem oral, da visão ou da cognição, não existe uma
programação genética nos humanos para aprender a ler.
A leitura implica a aquisição de um código simbólico completo, visual e verbal.
“Começou de forma simples, para marcar quantas taças de vinho ou ovelhas tínhamos. E, com
o nascimento dos sistemas alfabéticos, passamos a ter um meio eficiente de armazenar e
compartilhar conhecimento”, ressalta a neurocientista Maryanne Wolf. “Ler é um conjunto
adquirido de habilidades que literalmente muda o cérebro. Permite fazer novas conexões entre
regiões visuais, regiões da linguagem, regiões de pensamento e emoção”, completa. Essas
conexões têm papel fundamental na construção do pensamento crítico.
“Quando lemos em um nível superficial, estamos apenas obtendo a informação. Quando
lemos profundamente, estamos usando muito mais do nosso córtex cerebral”, explica
Maryanne Wolf. “Leitura profunda significa que fazemos analogias e inferências, o que nos
permite sermos humanos verdadeiramente críticos, analíticos e empáticos”, Wolf
complementa. Mas, enquanto o processo de aprender a ler muda nosso cérebro, o mesmo
acontece com o que lemos e como lemos.
“Reunimos acadêmicos e cientistas de mais de 30 países para pesquisar o impacto das
mídias digitais na leitura”, afirma Anne Mangen, à frente da E-READ (Evolução da Leitura na
Era da Digitalização), organização cujo objetivo é melhorar a compreensão científica das
implicações da digitalização da cultura. Segundo o programa, “a pesquisa mostra que a
quantidade de tempo gasto na leitura de textos longos está diminuindo e, devido ___
digitalização, a leitura está se tornando mais intermitente e fragmentada”, algo que poderia
“ter um impacto negativo nos aspectos cognitivos emocionais da leitura”. Nesse cenário, o
cérebro está sendo continuamente desafiado a adaptar seus modos de processamento textual.
Em outras palavras, assim como ao aprender a ler da maneira tradicional o cérebro formata e
registra os itinerários da razão e os caminhos para ___ emoção, ao aprender a ler da maneira
como fazemos nas mídias digitais o cérebro traçará diferentes trajetórias e, se deixarmos a
leitura profunda de lado, ele apagará as anteriores, caso tenham um dia existido.
I. Exerce função de verbo auxiliar na locução verbal “está sendo desafiado”.
II. Recebe acento gráfico por tratar-se de uma palavra paroxítona, seguindo a mesma regra de acentuação de vocábulos como “traçará” e “apagará”.
III. Se o sujeito “cenário” fosse substituído por “cenários”, a forma verbal deveria passar para “estão”, em conformidade com a norma-padrão.
Quais estão corretas?
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“Não ___ nada menos natural do que ler” para os seres humanos. É o que aponta a
pesquisa da neurocientista Maryanne Wolf. Essa habilidade, embora culturalmente construída,
transforma profundamente a organização cognitiva do cérebro humano e isso não é, de forma
alguma, algo ruim. Ao contrário da linguagem oral, da visão ou da cognição, não existe uma
programação genética nos humanos para aprender a ler.
A leitura implica a aquisição de um código simbólico completo, visual e verbal.
“Começou de forma simples, para marcar quantas taças de vinho ou ovelhas tínhamos. E, com
o nascimento dos sistemas alfabéticos, passamos a ter um meio eficiente de armazenar e
compartilhar conhecimento”, ressalta a neurocientista Maryanne Wolf. “Ler é um conjunto
adquirido de habilidades que literalmente muda o cérebro. Permite fazer novas conexões entre
regiões visuais, regiões da linguagem, regiões de pensamento e emoção”, completa. Essas
conexões têm papel fundamental na construção do pensamento crítico.
“Quando lemos em um nível superficial, estamos apenas obtendo a informação. Quando
lemos profundamente, estamos usando muito mais do nosso córtex cerebral”, explica
Maryanne Wolf. “Leitura profunda significa que fazemos analogias e inferências, o que nos
permite sermos humanos verdadeiramente críticos, analíticos e empáticos”, Wolf
complementa. Mas, enquanto o processo de aprender a ler muda nosso cérebro, o mesmo
acontece com o que lemos e como lemos.
“Reunimos acadêmicos e cientistas de mais de 30 países para pesquisar o impacto das
mídias digitais na leitura”, afirma Anne Mangen, à frente da E-READ (Evolução da Leitura na
Era da Digitalização), organização cujo objetivo é melhorar a compreensão científica das
implicações da digitalização da cultura. Segundo o programa, “a pesquisa mostra que a
quantidade de tempo gasto na leitura de textos longos está diminuindo e, devido ___
digitalização, a leitura está se tornando mais intermitente e fragmentada”, algo que poderia
“ter um impacto negativo nos aspectos cognitivos emocionais da leitura”. Nesse cenário, o
cérebro está sendo continuamente desafiado a adaptar seus modos de processamento textual.
Em outras palavras, assim como ao aprender a ler da maneira tradicional o cérebro formata e
registra os itinerários da razão e os caminhos para ___ emoção, ao aprender a ler da maneira
como fazemos nas mídias digitais o cérebro traçará diferentes trajetórias e, se deixarmos a
leitura profunda de lado, ele apagará as anteriores, caso tenham um dia existido.
• “‘Não ___ nada menos natural do que ler para os seres humanos”.
• “devido ___ digitalização, a leitura está se tornando mais intermitente e fragmentada”.
• “o cérebro formata e registra os itinerários da razão e os caminhos para ___ emoção”.
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“Não ___ nada menos natural do que ler” para os seres humanos. É o que aponta a
pesquisa da neurocientista Maryanne Wolf. Essa habilidade, embora culturalmente construída,
transforma profundamente a organização cognitiva do cérebro humano e isso não é, de forma
alguma, algo ruim. Ao contrário da linguagem oral, da visão ou da cognição, não existe uma
programação genética nos humanos para aprender a ler.
A leitura implica a aquisição de um código simbólico completo, visual e verbal.
“Começou de forma simples, para marcar quantas taças de vinho ou ovelhas tínhamos. E, com
o nascimento dos sistemas alfabéticos, passamos a ter um meio eficiente de armazenar e
compartilhar conhecimento”, ressalta a neurocientista Maryanne Wolf. “Ler é um conjunto
adquirido de habilidades que literalmente muda o cérebro. Permite fazer novas conexões entre
regiões visuais, regiões da linguagem, regiões de pensamento e emoção”, completa. Essas
conexões têm papel fundamental na construção do pensamento crítico.
“Quando lemos em um nível superficial, estamos apenas obtendo a informação. Quando
lemos profundamente, estamos usando muito mais do nosso córtex cerebral”, explica
Maryanne Wolf. “Leitura profunda significa que fazemos analogias e inferências, o que nos
permite sermos humanos verdadeiramente críticos, analíticos e empáticos”, Wolf
complementa. Mas, enquanto o processo de aprender a ler muda nosso cérebro, o mesmo
acontece com o que lemos e como lemos.
“Reunimos acadêmicos e cientistas de mais de 30 países para pesquisar o impacto das
mídias digitais na leitura”, afirma Anne Mangen, à frente da E-READ (Evolução da Leitura na
Era da Digitalização), organização cujo objetivo é melhorar a compreensão científica das
implicações da digitalização da cultura. Segundo o programa, “a pesquisa mostra que a
quantidade de tempo gasto na leitura de textos longos está diminuindo e, devido ___
digitalização, a leitura está se tornando mais intermitente e fragmentada”, algo que poderia
“ter um impacto negativo nos aspectos cognitivos emocionais da leitura”. Nesse cenário, o
cérebro está sendo continuamente desafiado a adaptar seus modos de processamento textual.
Em outras palavras, assim como ao aprender a ler da maneira tradicional o cérebro formata e
registra os itinerários da razão e os caminhos para ___ emoção, ao aprender a ler da maneira
como fazemos nas mídias digitais o cérebro traçará diferentes trajetórias e, se deixarmos a
leitura profunda de lado, ele apagará as anteriores, caso tenham um dia existido.
I. A relação entre o que lemos e como lemos nas mídias digitais preserva os itinerários da razão constituídos pela leitura tradicional, favorecendo a continuidade do processo de aprendizagem.
II. A capacidade de fazer relações e a capacidade de análise estão diretamente relacionadas a um engajamento com a leitura profunda.
III. No âmbito do projeto E-READ, 30 cientistas e pesquisadores de uma universidade reuniram-se para examinar os efeitos da leitura de e-books sobre o cérebro.
Quais estão corretas?
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“Não ___ nada menos natural do que ler” para os seres humanos. É o que aponta a
pesquisa da neurocientista Maryanne Wolf. Essa habilidade, embora culturalmente construída,
transforma profundamente a organização cognitiva do cérebro humano e isso não é, de forma
alguma, algo ruim. Ao contrário da linguagem oral, da visão ou da cognição, não existe uma
programação genética nos humanos para aprender a ler.
A leitura implica a aquisição de um código simbólico completo, visual e verbal.
“Começou de forma simples, para marcar quantas taças de vinho ou ovelhas tínhamos. E, com
o nascimento dos sistemas alfabéticos, passamos a ter um meio eficiente de armazenar e
compartilhar conhecimento”, ressalta a neurocientista Maryanne Wolf. “Ler é um conjunto
adquirido de habilidades que literalmente muda o cérebro. Permite fazer novas conexões entre
regiões visuais, regiões da linguagem, regiões de pensamento e emoção”, completa. Essas
conexões têm papel fundamental na construção do pensamento crítico.
“Quando lemos em um nível superficial, estamos apenas obtendo a informação. Quando
lemos profundamente, estamos usando muito mais do nosso córtex cerebral”, explica
Maryanne Wolf. “Leitura profunda significa que fazemos analogias e inferências, o que nos
permite sermos humanos verdadeiramente críticos, analíticos e empáticos”, Wolf
complementa. Mas, enquanto o processo de aprender a ler muda nosso cérebro, o mesmo
acontece com o que lemos e como lemos.
“Reunimos acadêmicos e cientistas de mais de 30 países para pesquisar o impacto das
mídias digitais na leitura”, afirma Anne Mangen, à frente da E-READ (Evolução da Leitura na
Era da Digitalização), organização cujo objetivo é melhorar a compreensão científica das
implicações da digitalização da cultura. Segundo o programa, “a pesquisa mostra que a
quantidade de tempo gasto na leitura de textos longos está diminuindo e, devido ___
digitalização, a leitura está se tornando mais intermitente e fragmentada”, algo que poderia
“ter um impacto negativo nos aspectos cognitivos emocionais da leitura”. Nesse cenário, o
cérebro está sendo continuamente desafiado a adaptar seus modos de processamento textual.
Em outras palavras, assim como ao aprender a ler da maneira tradicional o cérebro formata e
registra os itinerários da razão e os caminhos para ___ emoção, ao aprender a ler da maneira
como fazemos nas mídias digitais o cérebro traçará diferentes trajetórias e, se deixarmos a
leitura profunda de lado, ele apagará as anteriores, caso tenham um dia existido.
I. Anne Mangen, neurocientista da leitura e coordenadora do projeto E-READ, afirma que, por consequência da digitalização, a leitura está se tornando mais acessível e constante.
II. A leitura envolve a assimilação de um código simbólico relacionado à visão e aos processos cognitivos, constituindo-se como uma capacidade geneticamente programada no ser humano.
III. Com a consolidação dos sistemas alfabéticos, passou-se a dispor de um mecanismo eficiente para armazenar e compartilhar saberes.
Quais estão corretas?
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Gentílico é a palavra usada para indicar quem nasce ou vive em um determinado lugar. Qual é o gentílico de quem nasce em Sarandi?
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O telescópio James Webb mapeou 800 mil galáxias e pode estar perto de desvendar a matéria escura
Por Elizabeth Landau
Um dos enigmas mais persistentes e importantes de toda a física espacial é: o que é
matéria escura? Esse material invisível e misterioso é cerca de cinco vezes mais abundante no
Universo do que a matéria comum que compõe seres humanos, animais, planetas, estrelas e
tudo o que os humanos já foram capazes de ver. Mas para desvendar o mistério da matéria
escura, os cientistas primeiro precisam saber: onde ela está?
Embora esforços anteriores tenham tentado mapear a matéria escura de várias maneiras
pelo cosmos, um novo estudo publicado em 26 de janeiro de 2026 na revista científica Nature
Astronomy fornece o mapa de matéria escura de mais alta resolução já criado até o momento.
As novas descobertas do Telescópio Espacial James Webb reforçam a ideia de que a matéria
escura atraiu a matéria comum e formou as primeiras estruturas do Universo. “É a estrutura
gravitacional na qual tudo o mais se encaixa e que forma as galáxias. E podemos realmente ver
esse processo acontecendo neste mapa”, afirma Richard Massey, coautor do estudo e físico da
Universidade de Durham, no Reino Unido.
Sem a matéria escura, não haveria matéria suficiente para manter as galáxias unidas
gravitacionalmente, e nossa galáxia, a Via Láctea, que abriga bilhões de planetas, incluindo a
Terra, não existiria em sua forma atual. Notavelmente, ___ cerca de 20 anos, o Hubble forneceu
imagens detalhadas do campo Cosmos, permitindo uma análise da estrutura do universo que
foi revolucionária na época. Munidos de dados de alta resolução do Webb, os cientistas agora
podem sobrepor os novos dados aos antigos para verificar análises anteriores e descobrir novas
características dos fundamentos do Universo. Os cientistas acreditam que, após o nascimento
do Universo, a matéria escura se aglomerou para formar essa estrutura, à qual a matéria
comum se acumulou. O mapa do Webb reforça essa ideia. “Onde quer que haja matéria escura,
ela atrai a matéria comum e começa ___ acumular matéria comum suficiente em um
determinado local para formar estrelas e planetas”, acrescenta Massey, físico da Universidade
de Durham, no Reino Unido.
Rachel Mandelbaum, física da Universidade Carnegie Mellon, aguarda com expectativa
as futuras descobertas científicas que ...................... a partir do mapa, ___ medida que podem
incluir análises de como tipos específicos de galáxias se relacionam com a quantidade de matéria
escura nessas galáxias, como as galáxias estão distribuídas e uma melhor compreensão dos
“vazios” galácticos, regiões onde há menos galáxias do que a média. Essas análises “nos
ajudarão a responder às nossas perguntas fundamentais sobre o Universo, como a matéria está
distribuída e como as galáxias evoluíram”, acredita Mandelbaum.
(Disponível em: https://www.nationalgeographicbrasil.com/espaco/2026/03/o-telescopio-james-webb-mapeou800-mil-galaxias-e-pode-estar-perto-de-desvendar-a-materia-escura – texto adaptado especialmente para esta prova).
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O telescópio James Webb mapeou 800 mil galáxias e pode estar perto de desvendar a matéria escura
Por Elizabeth Landau
Um dos enigmas mais persistentes e importantes de toda a física espacial é: o que é
matéria escura? Esse material invisível e misterioso é cerca de cinco vezes mais abundante no
Universo do que a matéria comum que compõe seres humanos, animais, planetas, estrelas e
tudo o que os humanos já foram capazes de ver. Mas para desvendar o mistério da matéria
escura, os cientistas primeiro precisam saber: onde ela está?
Embora esforços anteriores tenham tentado mapear a matéria escura de várias maneiras
pelo cosmos, um novo estudo publicado em 26 de janeiro de 2026 na revista científica Nature
Astronomy fornece o mapa de matéria escura de mais alta resolução já criado até o momento.
As novas descobertas do Telescópio Espacial James Webb reforçam a ideia de que a matéria
escura atraiu a matéria comum e formou as primeiras estruturas do Universo. “É a estrutura
gravitacional na qual tudo o mais se encaixa e que forma as galáxias. E podemos realmente ver
esse processo acontecendo neste mapa”, afirma Richard Massey, coautor do estudo e físico da
Universidade de Durham, no Reino Unido.
Sem a matéria escura, não haveria matéria suficiente para manter as galáxias unidas
gravitacionalmente, e nossa galáxia, a Via Láctea, que abriga bilhões de planetas, incluindo a
Terra, não existiria em sua forma atual. Notavelmente, ___ cerca de 20 anos, o Hubble forneceu
imagens detalhadas do campo Cosmos, permitindo uma análise da estrutura do universo que
foi revolucionária na época. Munidos de dados de alta resolução do Webb, os cientistas agora
podem sobrepor os novos dados aos antigos para verificar análises anteriores e descobrir novas
características dos fundamentos do Universo. Os cientistas acreditam que, após o nascimento
do Universo, a matéria escura se aglomerou para formar essa estrutura, à qual a matéria
comum se acumulou. O mapa do Webb reforça essa ideia. “Onde quer que haja matéria escura,
ela atrai a matéria comum e começa ___ acumular matéria comum suficiente em um
determinado local para formar estrelas e planetas”, acrescenta Massey, físico da Universidade
de Durham, no Reino Unido.
Rachel Mandelbaum, física da Universidade Carnegie Mellon, aguarda com expectativa
as futuras descobertas científicas que ...................... a partir do mapa, ___ medida que podem
incluir análises de como tipos específicos de galáxias se relacionam com a quantidade de matéria
escura nessas galáxias, como as galáxias estão distribuídas e uma melhor compreensão dos
“vazios” galácticos, regiões onde há menos galáxias do que a média. Essas análises “nos
ajudarão a responder às nossas perguntas fundamentais sobre o Universo, como a matéria está
distribuída e como as galáxias evoluíram”, acredita Mandelbaum.
(Disponível em: https://www.nationalgeographicbrasil.com/espaco/2026/03/o-telescopio-james-webb-mapeou800-mil-galaxias-e-pode-estar-perto-de-desvendar-a-materia-escura – texto adaptado especialmente para esta prova).
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O telescópio James Webb mapeou 800 mil galáxias e pode estar perto de desvendar a matéria escura
Por Elizabeth Landau
Um dos enigmas mais persistentes e importantes de toda a física espacial é: o que é
matéria escura? Esse material invisível e misterioso é cerca de cinco vezes mais abundante no
Universo do que a matéria comum que compõe seres humanos, animais, planetas, estrelas e
tudo o que os humanos já foram capazes de ver. Mas para desvendar o mistério da matéria
escura, os cientistas primeiro precisam saber: onde ela está?
Embora esforços anteriores tenham tentado mapear a matéria escura de várias maneiras
pelo cosmos, um novo estudo publicado em 26 de janeiro de 2026 na revista científica Nature
Astronomy fornece o mapa de matéria escura de mais alta resolução já criado até o momento.
As novas descobertas do Telescópio Espacial James Webb reforçam a ideia de que a matéria
escura atraiu a matéria comum e formou as primeiras estruturas do Universo. “É a estrutura
gravitacional na qual tudo o mais se encaixa e que forma as galáxias. E podemos realmente ver
esse processo acontecendo neste mapa”, afirma Richard Massey, coautor do estudo e físico da
Universidade de Durham, no Reino Unido.
Sem a matéria escura, não haveria matéria suficiente para manter as galáxias unidas
gravitacionalmente, e nossa galáxia, a Via Láctea, que abriga bilhões de planetas, incluindo a
Terra, não existiria em sua forma atual. Notavelmente, ___ cerca de 20 anos, o Hubble forneceu
imagens detalhadas do campo Cosmos, permitindo uma análise da estrutura do universo que
foi revolucionária na época. Munidos de dados de alta resolução do Webb, os cientistas agora
podem sobrepor os novos dados aos antigos para verificar análises anteriores e descobrir novas
características dos fundamentos do Universo. Os cientistas acreditam que, após o nascimento
do Universo, a matéria escura se aglomerou para formar essa estrutura, à qual a matéria
comum se acumulou. O mapa do Webb reforça essa ideia. “Onde quer que haja matéria escura,
ela atrai a matéria comum e começa ___ acumular matéria comum suficiente em um
determinado local para formar estrelas e planetas”, acrescenta Massey, físico da Universidade
de Durham, no Reino Unido.
Rachel Mandelbaum, física da Universidade Carnegie Mellon, aguarda com expectativa
as futuras descobertas científicas que ...................... a partir do mapa, ___ medida que podem
incluir análises de como tipos específicos de galáxias se relacionam com a quantidade de matéria
escura nessas galáxias, como as galáxias estão distribuídas e uma melhor compreensão dos
“vazios” galácticos, regiões onde há menos galáxias do que a média. Essas análises “nos
ajudarão a responder às nossas perguntas fundamentais sobre o Universo, como a matéria está
distribuída e como as galáxias evoluíram”, acredita Mandelbaum.
(Disponível em: https://www.nationalgeographicbrasil.com/espaco/2026/03/o-telescopio-james-webb-mapeou800-mil-galaxias-e-pode-estar-perto-de-desvendar-a-materia-escura – texto adaptado especialmente para esta prova).
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O telescópio James Webb mapeou 800 mil galáxias e pode estar perto de desvendar a matéria escura
Por Elizabeth Landau
Um dos enigmas mais persistentes e importantes de toda a física espacial é: o que é
matéria escura? Esse material invisível e misterioso é cerca de cinco vezes mais abundante no
Universo do que a matéria comum que compõe seres humanos, animais, planetas, estrelas e
tudo o que os humanos já foram capazes de ver. Mas para desvendar o mistério da matéria
escura, os cientistas primeiro precisam saber: onde ela está?
Embora esforços anteriores tenham tentado mapear a matéria escura de várias maneiras
pelo cosmos, um novo estudo publicado em 26 de janeiro de 2026 na revista científica Nature
Astronomy fornece o mapa de matéria escura de mais alta resolução já criado até o momento.
As novas descobertas do Telescópio Espacial James Webb reforçam a ideia de que a matéria
escura atraiu a matéria comum e formou as primeiras estruturas do Universo. “É a estrutura
gravitacional na qual tudo o mais se encaixa e que forma as galáxias. E podemos realmente ver
esse processo acontecendo neste mapa”, afirma Richard Massey, coautor do estudo e físico da
Universidade de Durham, no Reino Unido.
Sem a matéria escura, não haveria matéria suficiente para manter as galáxias unidas
gravitacionalmente, e nossa galáxia, a Via Láctea, que abriga bilhões de planetas, incluindo a
Terra, não existiria em sua forma atual. Notavelmente, ___ cerca de 20 anos, o Hubble forneceu
imagens detalhadas do campo Cosmos, permitindo uma análise da estrutura do universo que
foi revolucionária na época. Munidos de dados de alta resolução do Webb, os cientistas agora
podem sobrepor os novos dados aos antigos para verificar análises anteriores e descobrir novas
características dos fundamentos do Universo. Os cientistas acreditam que, após o nascimento
do Universo, a matéria escura se aglomerou para formar essa estrutura, à qual a matéria
comum se acumulou. O mapa do Webb reforça essa ideia. “Onde quer que haja matéria escura,
ela atrai a matéria comum e começa ___ acumular matéria comum suficiente em um
determinado local para formar estrelas e planetas”, acrescenta Massey, físico da Universidade
de Durham, no Reino Unido.
Rachel Mandelbaum, física da Universidade Carnegie Mellon, aguarda com expectativa
as futuras descobertas científicas que ...................... a partir do mapa, ___ medida que podem
incluir análises de como tipos específicos de galáxias se relacionam com a quantidade de matéria
escura nessas galáxias, como as galáxias estão distribuídas e uma melhor compreensão dos
“vazios” galácticos, regiões onde há menos galáxias do que a média. Essas análises “nos
ajudarão a responder às nossas perguntas fundamentais sobre o Universo, como a matéria está
distribuída e como as galáxias evoluíram”, acredita Mandelbaum.
(Disponível em: https://www.nationalgeographicbrasil.com/espaco/2026/03/o-telescopio-james-webb-mapeou800-mil-galaxias-e-pode-estar-perto-de-desvendar-a-materia-escura – texto adaptado especialmente para esta prova).
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