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4176137 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Sarandi-RS
O que é a leitura profunda e por que ela faz bem para o cérebro
Por BBC Ideas e The Open University


“Não ___ nada menos natural do que ler” para os seres humanos. É o que aponta a

pesquisa da neurocientista Maryanne Wolf. Essa habilidade, embora culturalmente construída,

transforma profundamente a organização cognitiva do cérebro humano e isso não é, de forma

alguma, algo ruim. Ao contrário da linguagem oral, da visão ou da cognição, não existe uma

programação genética nos humanos para aprender a ler.

A leitura implica a aquisição de um código simbólico completo, visual e verbal.

“Começou de forma simples, para marcar quantas taças de vinho ou ovelhas tínhamos. E, com

o nascimento dos sistemas alfabéticos, passamos a ter um meio eficiente de armazenar e

compartilhar conhecimento”, ressalta a neurocientista Maryanne Wolf. “Ler é um conjunto

adquirido de habilidades que literalmente muda o cérebro. Permite fazer novas conexões entre

regiões visuais, regiões da linguagem, regiões de pensamento e emoção”, completa. Essas

conexões têm papel fundamental na construção do pensamento crítico.

“Quando lemos em um nível superficial, estamos apenas obtendo a informação. Quando

lemos profundamente, estamos usando muito mais do nosso córtex cerebral”, explica

Maryanne Wolf. “Leitura profunda significa que fazemos analogias e inferências, o que nos

permite sermos humanos verdadeiramente críticos, analíticos e empáticos”, Wolf

complementa. Mas, enquanto o processo de aprender a ler muda nosso cérebro, o mesmo

acontece com o que lemos e como lemos.

“Reunimos acadêmicos e cientistas de mais de 30 países para pesquisar o impacto das

mídias digitais na leitura”, afirma Anne Mangen, à frente da E-READ (Evolução da Leitura na

Era da Digitalização), organização cujo objetivo é melhorar a compreensão científica das

implicações da digitalização da cultura. Segundo o programa, “a pesquisa mostra que a

quantidade de tempo gasto na leitura de textos longos está diminuindo e, devido ___

digitalização, a leitura está se tornando mais intermitente e fragmentada”, algo que poderia

“ter um impacto negativo nos aspectos cognitivos emocionais da leitura”. Nesse cenário, o

cérebro está sendo continuamente desafiado a adaptar seus modos de processamento textual.

Em outras palavras, assim como ao aprender a ler da maneira tradicional o cérebro formata e

registra os itinerários da razão e os caminhos para ___ emoção, ao aprender a ler da maneira

como fazemos nas mídias digitais o cérebro traçará diferentes trajetórias e, se deixarmos a

leitura profunda de lado, ele apagará as anteriores, caso tenham um dia existido.


(Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cgk00njgeevo – texto adaptado especialmente para esta prova).
No trecho a seguir, retirado do texto, se a palavra “habilidade” for flexionada no plural, quantas outras alterações serão obrigatoriamente necessárias para manter a correção gramatical?

“Essa habilidade, embora culturalmente construída, transforma profundamente a organização cognitiva do cérebro humano”.
 

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4176136 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Sarandi-RS
O que é a leitura profunda e por que ela faz bem para o cérebro
Por BBC Ideas e The Open University


“Não ___ nada menos natural do que ler” para os seres humanos. É o que aponta a

pesquisa da neurocientista Maryanne Wolf. Essa habilidade, embora culturalmente construída,

transforma profundamente a organização cognitiva do cérebro humano e isso não é, de forma

alguma, algo ruim. Ao contrário da linguagem oral, da visão ou da cognição, não existe uma

programação genética nos humanos para aprender a ler.

A leitura implica a aquisição de um código simbólico completo, visual e verbal.

“Começou de forma simples, para marcar quantas taças de vinho ou ovelhas tínhamos. E, com

o nascimento dos sistemas alfabéticos, passamos a ter um meio eficiente de armazenar e

compartilhar conhecimento”, ressalta a neurocientista Maryanne Wolf. “Ler é um conjunto

adquirido de habilidades que literalmente muda o cérebro. Permite fazer novas conexões entre

regiões visuais, regiões da linguagem, regiões de pensamento e emoção”, completa. Essas

conexões têm papel fundamental na construção do pensamento crítico.

“Quando lemos em um nível superficial, estamos apenas obtendo a informação. Quando

lemos profundamente, estamos usando muito mais do nosso córtex cerebral”, explica

Maryanne Wolf. “Leitura profunda significa que fazemos analogias e inferências, o que nos

permite sermos humanos verdadeiramente críticos, analíticos e empáticos”, Wolf

complementa. Mas, enquanto o processo de aprender a ler muda nosso cérebro, o mesmo

acontece com o que lemos e como lemos.

“Reunimos acadêmicos e cientistas de mais de 30 países para pesquisar o impacto das

mídias digitais na leitura”, afirma Anne Mangen, à frente da E-READ (Evolução da Leitura na

Era da Digitalização), organização cujo objetivo é melhorar a compreensão científica das

implicações da digitalização da cultura. Segundo o programa, “a pesquisa mostra que a

quantidade de tempo gasto na leitura de textos longos está diminuindo e, devido ___

digitalização, a leitura está se tornando mais intermitente e fragmentada”, algo que poderia

“ter um impacto negativo nos aspectos cognitivos emocionais da leitura”. Nesse cenário, o

cérebro está sendo continuamente desafiado a adaptar seus modos de processamento textual.

Em outras palavras, assim como ao aprender a ler da maneira tradicional o cérebro formata e

registra os itinerários da razão e os caminhos para ___ emoção, ao aprender a ler da maneira

como fazemos nas mídias digitais o cérebro traçará diferentes trajetórias e, se deixarmos a

leitura profunda de lado, ele apagará as anteriores, caso tenham um dia existido.


(Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cgk00njgeevo – texto adaptado especialmente para esta prova).
Sobre a palavra “está”, no trecho “Nesse cenário, o cérebro está sendo continuamente desafiado a adaptar seus modos de processamento textual”, retirado do texto, analise as seguintes assertivas:

I. Exerce função de verbo auxiliar na locução verbal “está sendo desafiado”.
II. Recebe acento gráfico por tratar-se de uma palavra paroxítona, seguindo a mesma regra de acentuação de vocábulos como “traçará” e “apagará”.
III. Se o sujeito “cenário” fosse substituído por “cenários”, a forma verbal deveria passar para “estão”, em conformidade com a norma-padrão.

Quais estão corretas?
 

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4176135 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Sarandi-RS
O que é a leitura profunda e por que ela faz bem para o cérebro
Por BBC Ideas e The Open University


“Não ___ nada menos natural do que ler” para os seres humanos. É o que aponta a

pesquisa da neurocientista Maryanne Wolf. Essa habilidade, embora culturalmente construída,

transforma profundamente a organização cognitiva do cérebro humano e isso não é, de forma

alguma, algo ruim. Ao contrário da linguagem oral, da visão ou da cognição, não existe uma

programação genética nos humanos para aprender a ler.

A leitura implica a aquisição de um código simbólico completo, visual e verbal.

“Começou de forma simples, para marcar quantas taças de vinho ou ovelhas tínhamos. E, com

o nascimento dos sistemas alfabéticos, passamos a ter um meio eficiente de armazenar e

compartilhar conhecimento”, ressalta a neurocientista Maryanne Wolf. “Ler é um conjunto

adquirido de habilidades que literalmente muda o cérebro. Permite fazer novas conexões entre

regiões visuais, regiões da linguagem, regiões de pensamento e emoção”, completa. Essas

conexões têm papel fundamental na construção do pensamento crítico.

“Quando lemos em um nível superficial, estamos apenas obtendo a informação. Quando

lemos profundamente, estamos usando muito mais do nosso córtex cerebral”, explica

Maryanne Wolf. “Leitura profunda significa que fazemos analogias e inferências, o que nos

permite sermos humanos verdadeiramente críticos, analíticos e empáticos”, Wolf

complementa. Mas, enquanto o processo de aprender a ler muda nosso cérebro, o mesmo

acontece com o que lemos e como lemos.

“Reunimos acadêmicos e cientistas de mais de 30 países para pesquisar o impacto das

mídias digitais na leitura”, afirma Anne Mangen, à frente da E-READ (Evolução da Leitura na

Era da Digitalização), organização cujo objetivo é melhorar a compreensão científica das

implicações da digitalização da cultura. Segundo o programa, “a pesquisa mostra que a

quantidade de tempo gasto na leitura de textos longos está diminuindo e, devido ___

digitalização, a leitura está se tornando mais intermitente e fragmentada”, algo que poderia

“ter um impacto negativo nos aspectos cognitivos emocionais da leitura”. Nesse cenário, o

cérebro está sendo continuamente desafiado a adaptar seus modos de processamento textual.

Em outras palavras, assim como ao aprender a ler da maneira tradicional o cérebro formata e

registra os itinerários da razão e os caminhos para ___ emoção, ao aprender a ler da maneira

como fazemos nas mídias digitais o cérebro traçará diferentes trajetórias e, se deixarmos a

leitura profunda de lado, ele apagará as anteriores, caso tenham um dia existido.


(Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cgk00njgeevo – texto adaptado especialmente para esta prova).
Considerando as regras de regência verbal e o uso do acento indicativo de crase, assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas tracejadas dos trechos abaixo, retirados do texto.

 “‘Não ___ nada menos natural do que ler para os seres humanos”.
 “devido ___ digitalização, a leitura está se tornando mais intermitente e fragmentada”.
 “o cérebro formata e registra os itinerários da razão e os caminhos para ___ emoção”.
 

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4176134 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Sarandi-RS
O que é a leitura profunda e por que ela faz bem para o cérebro
Por BBC Ideas e The Open University


“Não ___ nada menos natural do que ler” para os seres humanos. É o que aponta a

pesquisa da neurocientista Maryanne Wolf. Essa habilidade, embora culturalmente construída,

transforma profundamente a organização cognitiva do cérebro humano e isso não é, de forma

alguma, algo ruim. Ao contrário da linguagem oral, da visão ou da cognição, não existe uma

programação genética nos humanos para aprender a ler.

A leitura implica a aquisição de um código simbólico completo, visual e verbal.

“Começou de forma simples, para marcar quantas taças de vinho ou ovelhas tínhamos. E, com

o nascimento dos sistemas alfabéticos, passamos a ter um meio eficiente de armazenar e

compartilhar conhecimento”, ressalta a neurocientista Maryanne Wolf. “Ler é um conjunto

adquirido de habilidades que literalmente muda o cérebro. Permite fazer novas conexões entre

regiões visuais, regiões da linguagem, regiões de pensamento e emoção”, completa. Essas

conexões têm papel fundamental na construção do pensamento crítico.

“Quando lemos em um nível superficial, estamos apenas obtendo a informação. Quando

lemos profundamente, estamos usando muito mais do nosso córtex cerebral”, explica

Maryanne Wolf. “Leitura profunda significa que fazemos analogias e inferências, o que nos

permite sermos humanos verdadeiramente críticos, analíticos e empáticos”, Wolf

complementa. Mas, enquanto o processo de aprender a ler muda nosso cérebro, o mesmo

acontece com o que lemos e como lemos.

“Reunimos acadêmicos e cientistas de mais de 30 países para pesquisar o impacto das

mídias digitais na leitura”, afirma Anne Mangen, à frente da E-READ (Evolução da Leitura na

Era da Digitalização), organização cujo objetivo é melhorar a compreensão científica das

implicações da digitalização da cultura. Segundo o programa, “a pesquisa mostra que a

quantidade de tempo gasto na leitura de textos longos está diminuindo e, devido ___

digitalização, a leitura está se tornando mais intermitente e fragmentada”, algo que poderia

“ter um impacto negativo nos aspectos cognitivos emocionais da leitura”. Nesse cenário, o

cérebro está sendo continuamente desafiado a adaptar seus modos de processamento textual.

Em outras palavras, assim como ao aprender a ler da maneira tradicional o cérebro formata e

registra os itinerários da razão e os caminhos para ___ emoção, ao aprender a ler da maneira

como fazemos nas mídias digitais o cérebro traçará diferentes trajetórias e, se deixarmos a

leitura profunda de lado, ele apagará as anteriores, caso tenham um dia existido.


(Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cgk00njgeevo – texto adaptado especialmente para esta prova).
Com base no texto, analise as assertivas abaixo:

I. A relação entre o que lemos e como lemos nas mídias digitais preserva os itinerários da razão constituídos pela leitura tradicional, favorecendo a continuidade do processo de aprendizagem. 
II. A capacidade de fazer relações e a capacidade de análise estão diretamente relacionadas a um engajamento com a leitura profunda.
III. No âmbito do projeto E-READ, 30 cientistas e pesquisadores de uma universidade reuniram-se para examinar os efeitos da leitura de e-books sobre o cérebro.

Quais estão corretas?
 

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4176133 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Sarandi-RS
O que é a leitura profunda e por que ela faz bem para o cérebro
Por BBC Ideas e The Open University


“Não ___ nada menos natural do que ler” para os seres humanos. É o que aponta a

pesquisa da neurocientista Maryanne Wolf. Essa habilidade, embora culturalmente construída,

transforma profundamente a organização cognitiva do cérebro humano e isso não é, de forma

alguma, algo ruim. Ao contrário da linguagem oral, da visão ou da cognição, não existe uma

programação genética nos humanos para aprender a ler.

A leitura implica a aquisição de um código simbólico completo, visual e verbal.

“Começou de forma simples, para marcar quantas taças de vinho ou ovelhas tínhamos. E, com

o nascimento dos sistemas alfabéticos, passamos a ter um meio eficiente de armazenar e

compartilhar conhecimento”, ressalta a neurocientista Maryanne Wolf. “Ler é um conjunto

adquirido de habilidades que literalmente muda o cérebro. Permite fazer novas conexões entre

regiões visuais, regiões da linguagem, regiões de pensamento e emoção”, completa. Essas

conexões têm papel fundamental na construção do pensamento crítico.

“Quando lemos em um nível superficial, estamos apenas obtendo a informação. Quando

lemos profundamente, estamos usando muito mais do nosso córtex cerebral”, explica

Maryanne Wolf. “Leitura profunda significa que fazemos analogias e inferências, o que nos

permite sermos humanos verdadeiramente críticos, analíticos e empáticos”, Wolf

complementa. Mas, enquanto o processo de aprender a ler muda nosso cérebro, o mesmo

acontece com o que lemos e como lemos.

“Reunimos acadêmicos e cientistas de mais de 30 países para pesquisar o impacto das

mídias digitais na leitura”, afirma Anne Mangen, à frente da E-READ (Evolução da Leitura na

Era da Digitalização), organização cujo objetivo é melhorar a compreensão científica das

implicações da digitalização da cultura. Segundo o programa, “a pesquisa mostra que a

quantidade de tempo gasto na leitura de textos longos está diminuindo e, devido ___

digitalização, a leitura está se tornando mais intermitente e fragmentada”, algo que poderia

“ter um impacto negativo nos aspectos cognitivos emocionais da leitura”. Nesse cenário, o

cérebro está sendo continuamente desafiado a adaptar seus modos de processamento textual.

Em outras palavras, assim como ao aprender a ler da maneira tradicional o cérebro formata e

registra os itinerários da razão e os caminhos para ___ emoção, ao aprender a ler da maneira

como fazemos nas mídias digitais o cérebro traçará diferentes trajetórias e, se deixarmos a

leitura profunda de lado, ele apagará as anteriores, caso tenham um dia existido.


(Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cgk00njgeevo – texto adaptado especialmente para esta prova).
Com base no texto, analise as assertivas abaixo:

I. Anne Mangen, neurocientista da leitura e coordenadora do projeto E-READ, afirma que, por consequência da digitalização, a leitura está se tornando mais acessível e constante.
II. A leitura envolve a assimilação de um código simbólico relacionado à visão e aos processos cognitivos, constituindo-se como uma capacidade geneticamente programada no ser humano.
III. Com a consolidação dos sistemas alfabéticos, passou-se a dispor de um mecanismo eficiente para armazenar e compartilhar saberes.

Quais estão corretas?
 

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4176119 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Sarandi-RS
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Gentílico é a palavra usada para indicar quem nasce ou vive em um determinado lugar. Qual é o gentílico de quem nasce em Sarandi?

 

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4176107 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Sarandi-RS
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O telescópio James Webb mapeou 800 mil galáxias e pode estar perto de desvendar a matéria escura

Por Elizabeth Landau 

Um dos enigmas mais persistentes e importantes de toda a física espacial é: o que é

matéria escura? Esse material invisível e misterioso é cerca de cinco vezes mais abundante no

Universo do que a matéria comum que compõe seres humanos, animais, planetas, estrelas e

tudo o que os humanos já foram capazes de ver. Mas para desvendar o mistério da matéria

escura, os cientistas primeiro precisam saber: onde ela está?

Embora esforços anteriores tenham tentado mapear a matéria escura de várias maneiras

pelo cosmos, um novo estudo publicado em 26 de janeiro de 2026 na revista científica Nature

Astronomy fornece o mapa de matéria escura de mais alta resolução já criado até o momento.

As novas descobertas do Telescópio Espacial James Webb reforçam a ideia de que a matéria

escura atraiu a matéria comum e formou as primeiras estruturas do Universo. “É a estrutura

gravitacional na qual tudo o mais se encaixa e que forma as galáxias. E podemos realmente ver

esse processo acontecendo neste mapa”, afirma Richard Massey, coautor do estudo e físico da

Universidade de Durham, no Reino Unido.

Sem a matéria escura, não haveria matéria suficiente para manter as galáxias unidas

gravitacionalmente, e nossa galáxia, a Via Láctea, que abriga bilhões de planetas, incluindo a

Terra, não existiria em sua forma atual. Notavelmente, ___ cerca de 20 anos, o Hubble forneceu

imagens detalhadas do campo Cosmos, permitindo uma análise da estrutura do universo que

foi revolucionária na época. Munidos de dados de alta resolução do Webb, os cientistas agora

podem sobrepor os novos dados aos antigos para verificar análises anteriores e descobrir novas

características dos fundamentos do Universo. Os cientistas acreditam que, após o nascimento

do Universo, a matéria escura se aglomerou para formar essa estrutura, à qual a matéria

comum se acumulou. O mapa do Webb reforça essa ideia. “Onde quer que haja matéria escura,

ela atrai a matéria comum e começa ___ acumular matéria comum suficiente em um

determinado local para formar estrelas e planetas”, acrescenta Massey, físico da Universidade

de Durham, no Reino Unido.

Rachel Mandelbaum, física da Universidade Carnegie Mellon, aguarda com expectativa

as futuras descobertas científicas que ...................... a partir do mapa, ___ medida que podem

incluir análises de como tipos específicos de galáxias se relacionam com a quantidade de matéria

escura nessas galáxias, como as galáxias estão distribuídas e uma melhor compreensão dos

“vazios” galácticos, regiões onde há menos galáxias do que a média. Essas análises “nos

ajudarão a responder às nossas perguntas fundamentais sobre o Universo, como a matéria está

distribuída e como as galáxias evoluíram”, acredita Mandelbaum.

(Disponível em: https://www.nationalgeographicbrasil.com/espaco/2026/03/o-telescopio-james-webb-mapeou800-mil-galaxias-e-pode-estar-perto-de-desvendar-a-materia-escura – texto adaptado especialmente para esta prova).

Assinale a alternativa que apresenta o plural correto na palavra destacada.
 

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4176106 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Sarandi-RS
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O telescópio James Webb mapeou 800 mil galáxias e pode estar perto de desvendar a matéria escura

Por Elizabeth Landau 

Um dos enigmas mais persistentes e importantes de toda a física espacial é: o que é

matéria escura? Esse material invisível e misterioso é cerca de cinco vezes mais abundante no

Universo do que a matéria comum que compõe seres humanos, animais, planetas, estrelas e

tudo o que os humanos já foram capazes de ver. Mas para desvendar o mistério da matéria

escura, os cientistas primeiro precisam saber: onde ela está?

Embora esforços anteriores tenham tentado mapear a matéria escura de várias maneiras

pelo cosmos, um novo estudo publicado em 26 de janeiro de 2026 na revista científica Nature

Astronomy fornece o mapa de matéria escura de mais alta resolução já criado até o momento.

As novas descobertas do Telescópio Espacial James Webb reforçam a ideia de que a matéria

escura atraiu a matéria comum e formou as primeiras estruturas do Universo. “É a estrutura

gravitacional na qual tudo o mais se encaixa e que forma as galáxias. E podemos realmente ver

esse processo acontecendo neste mapa”, afirma Richard Massey, coautor do estudo e físico da

Universidade de Durham, no Reino Unido.

Sem a matéria escura, não haveria matéria suficiente para manter as galáxias unidas

gravitacionalmente, e nossa galáxia, a Via Láctea, que abriga bilhões de planetas, incluindo a

Terra, não existiria em sua forma atual. Notavelmente, ___ cerca de 20 anos, o Hubble forneceu

imagens detalhadas do campo Cosmos, permitindo uma análise da estrutura do universo que

foi revolucionária na época. Munidos de dados de alta resolução do Webb, os cientistas agora

podem sobrepor os novos dados aos antigos para verificar análises anteriores e descobrir novas

características dos fundamentos do Universo. Os cientistas acreditam que, após o nascimento

do Universo, a matéria escura se aglomerou para formar essa estrutura, à qual a matéria

comum se acumulou. O mapa do Webb reforça essa ideia. “Onde quer que haja matéria escura,

ela atrai a matéria comum e começa ___ acumular matéria comum suficiente em um

determinado local para formar estrelas e planetas”, acrescenta Massey, físico da Universidade

de Durham, no Reino Unido.

Rachel Mandelbaum, física da Universidade Carnegie Mellon, aguarda com expectativa

as futuras descobertas científicas que ...................... a partir do mapa, ___ medida que podem

incluir análises de como tipos específicos de galáxias se relacionam com a quantidade de matéria

escura nessas galáxias, como as galáxias estão distribuídas e uma melhor compreensão dos

“vazios” galácticos, regiões onde há menos galáxias do que a média. Essas análises “nos

ajudarão a responder às nossas perguntas fundamentais sobre o Universo, como a matéria está

distribuída e como as galáxias evoluíram”, acredita Mandelbaum.

(Disponível em: https://www.nationalgeographicbrasil.com/espaco/2026/03/o-telescopio-james-webb-mapeou800-mil-galaxias-e-pode-estar-perto-de-desvendar-a-materia-escura – texto adaptado especialmente para esta prova).

Assinale a alternativa em que o vocábulo destacado é classificado gramaticalmente como um verbo no contexto em que ocorre.
 

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4176105 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
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O telescópio James Webb mapeou 800 mil galáxias e pode estar perto de desvendar a matéria escura

Por Elizabeth Landau 

Um dos enigmas mais persistentes e importantes de toda a física espacial é: o que é

matéria escura? Esse material invisível e misterioso é cerca de cinco vezes mais abundante no

Universo do que a matéria comum que compõe seres humanos, animais, planetas, estrelas e

tudo o que os humanos já foram capazes de ver. Mas para desvendar o mistério da matéria

escura, os cientistas primeiro precisam saber: onde ela está?

Embora esforços anteriores tenham tentado mapear a matéria escura de várias maneiras

pelo cosmos, um novo estudo publicado em 26 de janeiro de 2026 na revista científica Nature

Astronomy fornece o mapa de matéria escura de mais alta resolução já criado até o momento.

As novas descobertas do Telescópio Espacial James Webb reforçam a ideia de que a matéria

escura atraiu a matéria comum e formou as primeiras estruturas do Universo. “É a estrutura

gravitacional na qual tudo o mais se encaixa e que forma as galáxias. E podemos realmente ver

esse processo acontecendo neste mapa”, afirma Richard Massey, coautor do estudo e físico da

Universidade de Durham, no Reino Unido.

Sem a matéria escura, não haveria matéria suficiente para manter as galáxias unidas

gravitacionalmente, e nossa galáxia, a Via Láctea, que abriga bilhões de planetas, incluindo a

Terra, não existiria em sua forma atual. Notavelmente, ___ cerca de 20 anos, o Hubble forneceu

imagens detalhadas do campo Cosmos, permitindo uma análise da estrutura do universo que

foi revolucionária na época. Munidos de dados de alta resolução do Webb, os cientistas agora

podem sobrepor os novos dados aos antigos para verificar análises anteriores e descobrir novas

características dos fundamentos do Universo. Os cientistas acreditam que, após o nascimento

do Universo, a matéria escura se aglomerou para formar essa estrutura, à qual a matéria

comum se acumulou. O mapa do Webb reforça essa ideia. “Onde quer que haja matéria escura,

ela atrai a matéria comum e começa ___ acumular matéria comum suficiente em um

determinado local para formar estrelas e planetas”, acrescenta Massey, físico da Universidade

de Durham, no Reino Unido.

Rachel Mandelbaum, física da Universidade Carnegie Mellon, aguarda com expectativa

as futuras descobertas científicas que ...................... a partir do mapa, ___ medida que podem

incluir análises de como tipos específicos de galáxias se relacionam com a quantidade de matéria

escura nessas galáxias, como as galáxias estão distribuídas e uma melhor compreensão dos

“vazios” galácticos, regiões onde há menos galáxias do que a média. Essas análises “nos

ajudarão a responder às nossas perguntas fundamentais sobre o Universo, como a matéria está

distribuída e como as galáxias evoluíram”, acredita Mandelbaum.

(Disponível em: https://www.nationalgeographicbrasil.com/espaco/2026/03/o-telescopio-james-webb-mapeou800-mil-galaxias-e-pode-estar-perto-de-desvendar-a-materia-escura – texto adaptado especialmente para esta prova).

No trecho “Mas para desvendar o mistério da matéria escura, os cientistas primeiro precisam saber: onde ela está?”, retirado do texto, o uso dos dois-pontos serve para introduzir:
 

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4176104 Ano: 2026
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O telescópio James Webb mapeou 800 mil galáxias e pode estar perto de desvendar a matéria escura

Por Elizabeth Landau 

Um dos enigmas mais persistentes e importantes de toda a física espacial é: o que é

matéria escura? Esse material invisível e misterioso é cerca de cinco vezes mais abundante no

Universo do que a matéria comum que compõe seres humanos, animais, planetas, estrelas e

tudo o que os humanos já foram capazes de ver. Mas para desvendar o mistério da matéria

escura, os cientistas primeiro precisam saber: onde ela está?

Embora esforços anteriores tenham tentado mapear a matéria escura de várias maneiras

pelo cosmos, um novo estudo publicado em 26 de janeiro de 2026 na revista científica Nature

Astronomy fornece o mapa de matéria escura de mais alta resolução já criado até o momento.

As novas descobertas do Telescópio Espacial James Webb reforçam a ideia de que a matéria

escura atraiu a matéria comum e formou as primeiras estruturas do Universo. “É a estrutura

gravitacional na qual tudo o mais se encaixa e que forma as galáxias. E podemos realmente ver

esse processo acontecendo neste mapa”, afirma Richard Massey, coautor do estudo e físico da

Universidade de Durham, no Reino Unido.

Sem a matéria escura, não haveria matéria suficiente para manter as galáxias unidas

gravitacionalmente, e nossa galáxia, a Via Láctea, que abriga bilhões de planetas, incluindo a

Terra, não existiria em sua forma atual. Notavelmente, ___ cerca de 20 anos, o Hubble forneceu

imagens detalhadas do campo Cosmos, permitindo uma análise da estrutura do universo que

foi revolucionária na época. Munidos de dados de alta resolução do Webb, os cientistas agora

podem sobrepor os novos dados aos antigos para verificar análises anteriores e descobrir novas

características dos fundamentos do Universo. Os cientistas acreditam que, após o nascimento

do Universo, a matéria escura se aglomerou para formar essa estrutura, à qual a matéria

comum se acumulou. O mapa do Webb reforça essa ideia. “Onde quer que haja matéria escura,

ela atrai a matéria comum e começa ___ acumular matéria comum suficiente em um

determinado local para formar estrelas e planetas”, acrescenta Massey, físico da Universidade

de Durham, no Reino Unido.

Rachel Mandelbaum, física da Universidade Carnegie Mellon, aguarda com expectativa

as futuras descobertas científicas que ...................... a partir do mapa, ___ medida que podem

incluir análises de como tipos específicos de galáxias se relacionam com a quantidade de matéria

escura nessas galáxias, como as galáxias estão distribuídas e uma melhor compreensão dos

“vazios” galácticos, regiões onde há menos galáxias do que a média. Essas análises “nos

ajudarão a responder às nossas perguntas fundamentais sobre o Universo, como a matéria está

distribuída e como as galáxias evoluíram”, acredita Mandelbaum.

(Disponível em: https://www.nationalgeographicbrasil.com/espaco/2026/03/o-telescopio-james-webb-mapeou800-mil-galaxias-e-pode-estar-perto-de-desvendar-a-materia-escura – texto adaptado especialmente para esta prova).

De acordo com as normas ortográficas vigentes em relação ao emprego do hífen, qual das palavras a seguir está grafada corretamente?
 

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