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Para responder à questão, leia o texto abaixo.
Mas, fosse eu a dona da escola, corromperia o
currículo padrão: os alunos aprenderiam a viver
Fui uma aluna apenas razoável. Gostava de aprender
nosso idioma e amava Geografia - as capitais, fusos,
cordilheiras, desertos. O resto, levava na base da decoreba.
Cheguei ate aqui, deu para o gasto.
Mas, fosse eu a dona da escola, corromperia o
currículo padrão: os alunos aprenderiam a viver. O ensino
de Português, por exemplo, seria associado à Literatura,
mas sem obrigar a leitura de clássicos: transformaria a sala
num grande sarau e numa empolgante oficina, onde todos
produziriam os próprios poemas e autoficções. Elisa
Lucinda seria a professora.
Matemática, o mínimo necessário, e muitas aulas de
teatro. Texto, interpretação, dança, canto, choro, riso,
circo. Cada aluno teria a oportunidade de se expressar
para além do obvio, em contato direto com as próprias
emoções. Neco Piccolo, você assume a turma.
Ninguém se formaria sem saber tocar piano - ou
violão, guitarra, violino, berimbau. E a manejar a arte da
escultura - ou pintura, cerâmica, bordado. Além disso,
inglês e espanhol na ponta da língua.
Esporte teria horário expandido. Vôlei, futebol,
ginástica, natação (sendo um sonho, orçamento ilimitado:
piscinas!). Nenhum aluno parado. E yoga, pilates,
exercícios de baixo impacto. Atividade física seria mais
importante do que a tabela periódica.
Culinária. O valor dos nutrientes, a relação do
alimento com saúde e longevidade. A escola teria pomar
e horta. A garotada descascaria batata, provaria Írutas
exóticas, criaria as próprias receitas. Bela Gil, Rita Lobo,
Carla Pernambuco, nem precisam mandar currículo, o
emprego é de vocês.
Filosofia seria indispensável (Viviane Mosé, te
convoco). E aulas sobre política. O que é comunismo,
fascismo, capitalismo, socialismo, democracia, tirania.
Lições de ética e humanidade. A escola também discutiria
escravidão, racismo, machismo, transfobia, já que alguns
pais acham difícil (ou chato) falar sobre isso na hora do
jantar.
Aulas sobre todas as religiões - todas - num contexto
de cultura geral. Sem a obrigatoriedade da prática de
nenhuma delas no ambiente da escola.
Para fechar o currículo, surpresa: haveria um período
em que os alunos é que ensinariam os professores.
Matéria: tecnologia. Desde o básico: uso de totens em
aeroportos e manejo de três controles remotos ao mesmo
tempo.
Os estudantes teriam que frequentar as aulas de
manhã e à tarde, pois haveria também Educação sexual,
Educação financeira, Ambientalismo, Psicologia. Os cursos técnicos e as faculdades se encarregariam, depois, dos
conteúdos especializados.
Então eu acordei. Escutei alguém negando o
aquecimento global, outro naturalizando feminicídios,
outro ainda pedindo a volta da ditadura, e voltei a dormir.
Autora: Martha Medeiros - GZH (adaptado).
Tal procedimento contribui principalmente para:
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Para responder à questão, leia o texto abaixo.
Mas, fosse eu a dona da escola, corromperia o
currículo padrão: os alunos aprenderiam a viver
Fui uma aluna apenas razoável. Gostava de aprender
nosso idioma e amava Geografia - as capitais, fusos,
cordilheiras, desertos. O resto, levava na base da decoreba.
Cheguei ate aqui, deu para o gasto.
Mas, fosse eu a dona da escola, corromperia o
currículo padrão: os alunos aprenderiam a viver. O ensino
de Português, por exemplo, seria associado à Literatura,
mas sem obrigar a leitura de clássicos: transformaria a sala
num grande sarau e numa empolgante oficina, onde todos
produziriam os próprios poemas e autoficções. Elisa
Lucinda seria a professora.
Matemática, o mínimo necessário, e muitas aulas de
teatro. Texto, interpretação, dança, canto, choro, riso,
circo. Cada aluno teria a oportunidade de se expressar
para além do obvio, em contato direto com as próprias
emoções. Neco Piccolo, você assume a turma.
Ninguém se formaria sem saber tocar piano - ou
violão, guitarra, violino, berimbau. E a manejar a arte da
escultura - ou pintura, cerâmica, bordado. Além disso,
inglês e espanhol na ponta da língua.
Esporte teria horário expandido. Vôlei, futebol,
ginástica, natação (sendo um sonho, orçamento ilimitado:
piscinas!). Nenhum aluno parado. E yoga, pilates,
exercícios de baixo impacto. Atividade física seria mais
importante do que a tabela periódica.
Culinária. O valor dos nutrientes, a relação do
alimento com saúde e longevidade. A escola teria pomar
e horta. A garotada descascaria batata, provaria Írutas
exóticas, criaria as próprias receitas. Bela Gil, Rita Lobo,
Carla Pernambuco, nem precisam mandar currículo, o
emprego é de vocês.
Filosofia seria indispensável (Viviane Mosé, te
convoco). E aulas sobre política. O que é comunismo,
fascismo, capitalismo, socialismo, democracia, tirania.
Lições de ética e humanidade. A escola também discutiria
escravidão, racismo, machismo, transfobia, já que alguns
pais acham difícil (ou chato) falar sobre isso na hora do
jantar.
Aulas sobre todas as religiões - todas - num contexto
de cultura geral. Sem a obrigatoriedade da prática de
nenhuma delas no ambiente da escola.
Para fechar o currículo, surpresa: haveria um período
em que os alunos é que ensinariam os professores.
Matéria: tecnologia. Desde o básico: uso de totens em
aeroportos e manejo de três controles remotos ao mesmo
tempo.
Os estudantes teriam que frequentar as aulas de
manhã e à tarde, pois haveria também Educação sexual,
Educação financeira, Ambientalismo, Psicologia. Os cursos técnicos e as faculdades se encarregariam, depois, dos
conteúdos especializados.
Então eu acordei. Escutei alguém negando o
aquecimento global, outro naturalizando feminicídios,
outro ainda pedindo a volta da ditadura, e voltei a dormir.
Autora: Martha Medeiros - GZH (adaptado).
Nesse sentido, a organização argumentativa do texto permite concluir que a cronista defende, sobretudo:
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Para responder à questão, leia a notícia
abaixo.
Besouro invasor que destrói palmeiras acende alerta
para agricultura no Brasil
Uma nova ameaça vinda do exterior acende o
alerta para a biodiversidade e a produção agrícola no
Brasil. O bicudo-vermelho (Rhynchophorus íerrugíneus)
um besouro exótico que já devastou plantações em
diversos países, pode já estar no territorio nacional,
segundo pesquisadores.
A primeira notificação formal no Brasil foi feita em
2022 pelo biologo Francisco Zorzenon, do Instituto
Biologico de São Paulo, em Porto Feliz (SP). A suspeita e
que o inseto tenha chegado por meio de palmeiras
importadas do Uruguai. Desde então, o instituto
identificou exemplares do bicudo-vermelho em amostras
de São Paulo, Minas Gerais e Rio Grande do Sul.
O Ministério da Agricultura ainda não confirmou
oficialmente a presença da praga, mas emitiu um alerta em
março dizendo que há "risco de prejuízos expressivos para
produtores". Segundo o orgão, por enquanto há apenas
"indícios" da presença do bicudo-vermelho. A confirmação
depende da coleta e análise de amostras por equipes do
proprio governo em laboratórios credenciados.
Especialistas alertam que a praga pode ser
confundida com o bicudo-preto (Rhynchophorus
palmarum), espécie nativa que tambem ataca palmeiras. A
diÍerença está principalmente no tamanho
-
o inseto
brasileiro costuma ser maior
-
e na coloração, que é
preta.
O bicudo-vermelho e um besouro de cerca de 5
centímetros, de coloração avermelhada com manchas
escuras. A fêmea perfura a planta para depositar os ovos.
Quando nascem, as larvas passam a se alimentar do
interior da palmeira, atingindo o "miolo"
-
conhecido
como palmito. Como as folhas crescem a partir dessa
região central, o ataque impede a formação de novas
folhas e leva a planta à morte.
Diferentemente das árvores comuns, as palmeiras
não têm tronco lenhoso, mas um caule mais flexível,
chamado estipe. Essa estrutura facilita a ação das larvas,
que se desenvolvem protegidas dentro da planta,
dificultando a detecção precoce.
Além disso, o combate à praga enfrenta entraves
no Brasil:
- Entrada irregular: o inseto pode chegar ao país em
palmeiras importadas ilegalmente;
- Ausência de predadores: por ser exotico, não tem
inimigos naturais no ecossistema brasileiro;
- Falta de insumos registrados: produtos usados no
exterior, como feromônios e inseticidas específicos,
ainda não têm registro no país para esse uso.
O ministerio da Agricultura diz que avalia
alternativas de controle e que poderá adotar medidas para
registro de produtos caso a presenÇa seja confirmada.
Enquanto isso, produtores e pesquisadores
cobram rapidez na resposta. "Se nada for feito, podemos
ter problemas serios tanto nas palmeiras ornamentais
quanto nas produtivas", alerta o agrônomo Roberto
Betancu r
.
Fonte: https://g l . globo.com/economia/ag ronegocios/g lobo
rural/noticia/2026/04 /02 /besouro-invasor-que-destroi - pa mei ras -
acende-alerta-para-agricultura-no-brasil.ghtml (adaptado)
( ) As palavras biólogo, agrícola e específicos recebem acento gráfico com base na mesma regra: são proparoxitonas, e palavras dessa classificação devem ser acentuadas.
( ) O vocábulo país é acentuado graficamente porque forma um hiato no qual a vogal tônica é a letra i, que se encontra isolada ou acompanhada de s na mesma silaba, e não é seguida de nh.
( ) A forma verbal têm, presente no trecho ainda não todas —as têm registro no país, recebe o acento circunflexo diferencial para — marcar — obrigatoriamente — a concordância no singular com o termo antecedente país.
Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, de cima para baixo, os parênteses acima?
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Para responder à questão, leia a notícia
abaixo.
Besouro invasor que destrói palmeiras acende alerta
para agricultura no Brasil
Uma nova ameaça vinda do exterior acende o
alerta para a biodiversidade e a produção agrícola no
Brasil. O bicudo-vermelho (Rhynchophorus íerrugíneus)
um besouro exótico que já devastou plantações em
diversos países, pode já estar no territorio nacional,
segundo pesquisadores.
A primeira notificação formal no Brasil foi feita em
2022 pelo biologo Francisco Zorzenon, do Instituto
Biologico de São Paulo, em Porto Feliz (SP). A suspeita e
que o inseto tenha chegado por meio de palmeiras
importadas do Uruguai. Desde então, o instituto
identificou exemplares do bicudo-vermelho em amostras
de São Paulo, Minas Gerais e Rio Grande do Sul.
O Ministério da Agricultura ainda não confirmou
oficialmente a presença da praga, mas emitiu um alerta em
março dizendo que há "risco de prejuízos expressivos para
produtores". Segundo o orgão, por enquanto há apenas
"indícios" da presença do bicudo-vermelho. A confirmação
depende da coleta e análise de amostras por equipes do
proprio governo em laboratórios credenciados.
Especialistas alertam que a praga pode ser
confundida com o bicudo-preto (Rhynchophorus
palmarum), espécie nativa que tambem ataca palmeiras. A
diÍerença está principalmente no tamanho
-
o inseto
brasileiro costuma ser maior
-
e na coloração, que é
preta.
O bicudo-vermelho e um besouro de cerca de 5
centímetros, de coloração avermelhada com manchas
escuras. A fêmea perfura a planta para depositar os ovos.
Quando nascem, as larvas passam a se alimentar do
interior da palmeira, atingindo o "miolo"
-
conhecido
como palmito. Como as folhas crescem a partir dessa
região central, o ataque impede a formação de novas
folhas e leva a planta à morte.
Diferentemente das árvores comuns, as palmeiras
não têm tronco lenhoso, mas um caule mais flexível,
chamado estipe. Essa estrutura facilita a ação das larvas,
que se desenvolvem protegidas dentro da planta,
dificultando a detecção precoce.
Além disso, o combate à praga enfrenta entraves
no Brasil:
- Entrada irregular: o inseto pode chegar ao país em
palmeiras importadas ilegalmente;
- Ausência de predadores: por ser exotico, não tem
inimigos naturais no ecossistema brasileiro;
- Falta de insumos registrados: produtos usados no
exterior, como feromônios e inseticidas específicos,
ainda não têm registro no país para esse uso.
O ministerio da Agricultura diz que avalia
alternativas de controle e que poderá adotar medidas para
registro de produtos caso a presenÇa seja confirmada.
Enquanto isso, produtores e pesquisadores
cobram rapidez na resposta. "Se nada for feito, podemos
ter problemas serios tanto nas palmeiras ornamentais
quanto nas produtivas", alerta o agrônomo Roberto
Betancu r
.
Fonte: https://g l . globo.com/economia/ag ronegocios/g lobo
rural/noticia/2026/04 /02 /besouro-invasor-que-destroi - pa mei ras -
acende-alerta-para-agricultura-no-brasil.ghtml (adaptado)
I. Aestrutura sintatica original encontra-se na voz passiva analitica, destacando o alvo da acao logo no inicio do periodo.
II. Atransposicdo da estrutura para a voz ativa, mantendo os tempos e modos verbais originais, resultaria em: O biólogo Francisco Zorzenon fez a primeira notificagao formal no Brasil em 2022.
III. Ao ser convertida diretamente para a voz passiva sintética, a estrutura assumiria o formato: Fizeram-se a primeira notificação formal no Brasil em 2022 pelo biólogo.
Está CORRETO o que se afirma em:
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Para responder à questão, leia a notícia
abaixo.
Besouro invasor que destrói palmeiras acende alerta
para agricultura no Brasil
Uma nova ameaça vinda do exterior acende o
alerta para a biodiversidade e a produção agrícola no
Brasil. O bicudo-vermelho (Rhynchophorus íerrugíneus)
um besouro exótico que já devastou plantações em
diversos países, pode já estar no territorio nacional,
segundo pesquisadores.
A primeira notificação formal no Brasil foi feita em
2022 pelo biologo Francisco Zorzenon, do Instituto
Biologico de São Paulo, em Porto Feliz (SP). A suspeita e
que o inseto tenha chegado por meio de palmeiras
importadas do Uruguai. Desde então, o instituto
identificou exemplares do bicudo-vermelho em amostras
de São Paulo, Minas Gerais e Rio Grande do Sul.
O Ministério da Agricultura ainda não confirmou
oficialmente a presença da praga, mas emitiu um alerta em
março dizendo que há "risco de prejuízos expressivos para
produtores". Segundo o orgão, por enquanto há apenas
"indícios" da presença do bicudo-vermelho. A confirmação
depende da coleta e análise de amostras por equipes do
proprio governo em laboratórios credenciados.
Especialistas alertam que a praga pode ser
confundida com o bicudo-preto (Rhynchophorus
palmarum), espécie nativa que tambem ataca palmeiras. A
diÍerença está principalmente no tamanho
-
o inseto
brasileiro costuma ser maior
-
e na coloração, que é
preta.
O bicudo-vermelho e um besouro de cerca de 5
centímetros, de coloração avermelhada com manchas
escuras. A fêmea perfura a planta para depositar os ovos.
Quando nascem, as larvas passam a se alimentar do
interior da palmeira, atingindo o "miolo"
-
conhecido
como palmito. Como as folhas crescem a partir dessa
região central, o ataque impede a formação de novas
folhas e leva a planta à morte.
Diferentemente das árvores comuns, as palmeiras
não têm tronco lenhoso, mas um caule mais flexível,
chamado estipe. Essa estrutura facilita a ação das larvas,
que se desenvolvem protegidas dentro da planta,
dificultando a detecção precoce.
Além disso, o combate à praga enfrenta entraves
no Brasil:
- Entrada irregular: o inseto pode chegar ao país em
palmeiras importadas ilegalmente;
- Ausência de predadores: por ser exotico, não tem
inimigos naturais no ecossistema brasileiro;
- Falta de insumos registrados: produtos usados no
exterior, como feromônios e inseticidas específicos,
ainda não têm registro no país para esse uso.
O ministerio da Agricultura diz que avalia
alternativas de controle e que poderá adotar medidas para
registro de produtos caso a presenÇa seja confirmada.
Enquanto isso, produtores e pesquisadores
cobram rapidez na resposta. "Se nada for feito, podemos
ter problemas serios tanto nas palmeiras ornamentais
quanto nas produtivas", alerta o agrônomo Roberto
Betancu r
.
Fonte: https://g l . globo.com/economia/ag ronegocios/g lobo
rural/noticia/2026/04 /02 /besouro-invasor-que-destroi - pa mei ras -
acende-alerta-para-agricultura-no-brasil.ghtml (adaptado)
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Besouro invasor que destrói palmeiras acende alerta
para agricultura no Brasil
Uma nova ameaça vinda do exterior acende o
alerta para a biodiversidade e a produção agrícola no
Brasil. O bicudo-vermelho (Rhynchophorus íerrugíneus)
um besouro exótico que já devastou plantações em
diversos países, pode já estar no territorio nacional,
segundo pesquisadores.
A primeira notificação formal no Brasil foi feita em
2022 pelo biologo Francisco Zorzenon, do Instituto
Biologico de São Paulo, em Porto Feliz (SP). A suspeita e
que o inseto tenha chegado por meio de palmeiras
importadas do Uruguai. Desde então, o instituto
identificou exemplares do bicudo-vermelho em amostras
de São Paulo, Minas Gerais e Rio Grande do Sul.
O Ministério da Agricultura ainda não confirmou
oficialmente a presença da praga, mas emitiu um alerta em
março dizendo que há "risco de prejuízos expressivos para
produtores". Segundo o orgão, por enquanto há apenas
"indícios" da presença do bicudo-vermelho. A confirmação
depende da coleta e análise de amostras por equipes do
proprio governo em laboratórios credenciados.
Especialistas alertam que a praga pode ser
confundida com o bicudo-preto (Rhynchophorus
palmarum), espécie nativa que tambem ataca palmeiras. A
diÍerença está principalmente no tamanho
-
o inseto
brasileiro costuma ser maior
-
e na coloração, que é
preta.
O bicudo-vermelho e um besouro de cerca de 5
centímetros, de coloração avermelhada com manchas
escuras. A fêmea perfura a planta para depositar os ovos.
Quando nascem, as larvas passam a se alimentar do
interior da palmeira, atingindo o "miolo"
-
conhecido
como palmito. Como as folhas crescem a partir dessa
região central, o ataque impede a formação de novas
folhas e leva a planta à morte.
Diferentemente das árvores comuns, as palmeiras
não têm tronco lenhoso, mas um caule mais flexível,
chamado estipe. Essa estrutura facilita a ação das larvas,
que se desenvolvem protegidas dentro da planta,
dificultando a detecção precoce.
Além disso, o combate à praga enfrenta entraves
no Brasil:
- Entrada irregular: o inseto pode chegar ao país em
palmeiras importadas ilegalmente;
- Ausência de predadores: por ser exotico, não tem
inimigos naturais no ecossistema brasileiro;
- Falta de insumos registrados: produtos usados no
exterior, como feromônios e inseticidas específicos,
ainda não têm registro no país para esse uso.
O ministerio da Agricultura diz que avalia
alternativas de controle e que poderá adotar medidas para
registro de produtos caso a presenÇa seja confirmada.
Enquanto isso, produtores e pesquisadores
cobram rapidez na resposta. "Se nada for feito, podemos
ter problemas serios tanto nas palmeiras ornamentais
quanto nas produtivas", alerta o agrônomo Roberto
Betancu r
.
Fonte: https://g l . globo.com/economia/ag ronegocios/g lobo
rural/noticia/2026/04 /02 /besouro-invasor-que-destroi - pa mei ras -
acende-alerta-para-agricultura-no-brasil.ghtml (adaptado)
Preenche, CORRETA e respectivamente, as lacunas:
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Besouro invasor que destrói palmeiras acende alerta
para agricultura no Brasil
Uma nova ameaça vinda do exterior acende o
alerta para a biodiversidade e a produção agrícola no
Brasil. O bicudo-vermelho (Rhynchophorus íerrugíneus)
um besouro exótico que já devastou plantações em
diversos países, pode já estar no territorio nacional,
segundo pesquisadores.
A primeira notificação formal no Brasil foi feita em
2022 pelo biologo Francisco Zorzenon, do Instituto
Biologico de São Paulo, em Porto Feliz (SP). A suspeita e
que o inseto tenha chegado por meio de palmeiras
importadas do Uruguai. Desde então, o instituto
identificou exemplares do bicudo-vermelho em amostras
de São Paulo, Minas Gerais e Rio Grande do Sul.
O Ministério da Agricultura ainda não confirmou
oficialmente a presença da praga, mas emitiu um alerta em
março dizendo que há "risco de prejuízos expressivos para
produtores". Segundo o orgão, por enquanto há apenas
"indícios" da presença do bicudo-vermelho. A confirmação
depende da coleta e análise de amostras por equipes do
proprio governo em laboratórios credenciados.
Especialistas alertam que a praga pode ser
confundida com o bicudo-preto (Rhynchophorus
palmarum), espécie nativa que tambem ataca palmeiras. A
diÍerença está principalmente no tamanho
-
o inseto
brasileiro costuma ser maior
-
e na coloração, que é
preta.
O bicudo-vermelho e um besouro de cerca de 5
centímetros, de coloração avermelhada com manchas
escuras. A fêmea perfura a planta para depositar os ovos.
Quando nascem, as larvas passam a se alimentar do
interior da palmeira, atingindo o "miolo"
-
conhecido
como palmito. Como as folhas crescem a partir dessa
região central, o ataque impede a formação de novas
folhas e leva a planta à morte.
Diferentemente das árvores comuns, as palmeiras
não têm tronco lenhoso, mas um caule mais flexível,
chamado estipe. Essa estrutura facilita a ação das larvas,
que se desenvolvem protegidas dentro da planta,
dificultando a detecção precoce.
Além disso, o combate à praga enfrenta entraves
no Brasil:
- Entrada irregular: o inseto pode chegar ao país em
palmeiras importadas ilegalmente;
- Ausência de predadores: por ser exotico, não tem
inimigos naturais no ecossistema brasileiro;
- Falta de insumos registrados: produtos usados no
exterior, como feromônios e inseticidas específicos,
ainda não têm registro no país para esse uso.
O ministerio da Agricultura diz que avalia
alternativas de controle e que poderá adotar medidas para
registro de produtos caso a presenÇa seja confirmada.
Enquanto isso, produtores e pesquisadores
cobram rapidez na resposta. "Se nada for feito, podemos
ter problemas serios tanto nas palmeiras ornamentais
quanto nas produtivas", alerta o agrônomo Roberto
Betancu r
.
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rural/noticia/2026/04 /02 /besouro-invasor-que-destroi - pa mei ras -
acende-alerta-para-agricultura-no-brasil.ghtml (adaptado)
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para agricultura no Brasil
Uma nova ameaça vinda do exterior acende o
alerta para a biodiversidade e a produção agrícola no
Brasil. O bicudo-vermelho (Rhynchophorus íerrugíneus)
um besouro exótico que já devastou plantações em
diversos países, pode já estar no territorio nacional,
segundo pesquisadores.
A primeira notificação formal no Brasil foi feita em
2022 pelo biologo Francisco Zorzenon, do Instituto
Biologico de São Paulo, em Porto Feliz (SP). A suspeita e
que o inseto tenha chegado por meio de palmeiras
importadas do Uruguai. Desde então, o instituto
identificou exemplares do bicudo-vermelho em amostras
de São Paulo, Minas Gerais e Rio Grande do Sul.
O Ministério da Agricultura ainda não confirmou
oficialmente a presença da praga, mas emitiu um alerta em
março dizendo que há "risco de prejuízos expressivos para
produtores". Segundo o orgão, por enquanto há apenas
"indícios" da presença do bicudo-vermelho. A confirmação
depende da coleta e análise de amostras por equipes do
proprio governo em laboratórios credenciados.
Especialistas alertam que a praga pode ser
confundida com o bicudo-preto (Rhynchophorus
palmarum), espécie nativa que tambem ataca palmeiras. A
diÍerença está principalmente no tamanho
-
o inseto
brasileiro costuma ser maior
-
e na coloração, que é
preta.
O bicudo-vermelho e um besouro de cerca de 5
centímetros, de coloração avermelhada com manchas
escuras. A fêmea perfura a planta para depositar os ovos.
Quando nascem, as larvas passam a se alimentar do
interior da palmeira, atingindo o "miolo"
-
conhecido
como palmito. Como as folhas crescem a partir dessa
região central, o ataque impede a formação de novas
folhas e leva a planta à morte.
Diferentemente das árvores comuns, as palmeiras
não têm tronco lenhoso, mas um caule mais flexível,
chamado estipe. Essa estrutura facilita a ação das larvas,
que se desenvolvem protegidas dentro da planta,
dificultando a detecção precoce.
Além disso, o combate à praga enfrenta entraves
no Brasil:
- Entrada irregular: o inseto pode chegar ao país em
palmeiras importadas ilegalmente;
- Ausência de predadores: por ser exotico, não tem
inimigos naturais no ecossistema brasileiro;
- Falta de insumos registrados: produtos usados no
exterior, como feromônios e inseticidas específicos,
ainda não têm registro no país para esse uso.
O ministerio da Agricultura diz que avalia
alternativas de controle e que poderá adotar medidas para
registro de produtos caso a presenÇa seja confirmada.
Enquanto isso, produtores e pesquisadores
cobram rapidez na resposta. "Se nada for feito, podemos
ter problemas serios tanto nas palmeiras ornamentais
quanto nas produtivas", alerta o agrônomo Roberto
Betancu r
.
Fonte: https://g l . globo.com/economia/ag ronegocios/g lobo
rural/noticia/2026/04 /02 /besouro-invasor-que-destroi - pa mei ras -
acende-alerta-para-agricultura-no-brasil.ghtml (adaptado)
Acerca das partes, pode-se afirmar que:
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para agricultura no Brasil
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alerta para a biodiversidade e a produção agrícola no
Brasil. O bicudo-vermelho (Rhynchophorus íerrugíneus)
um besouro exótico que já devastou plantações em
diversos países, pode já estar no territorio nacional,
segundo pesquisadores.
A primeira notificação formal no Brasil foi feita em
2022 pelo biologo Francisco Zorzenon, do Instituto
Biologico de São Paulo, em Porto Feliz (SP). A suspeita e
que o inseto tenha chegado por meio de palmeiras
importadas do Uruguai. Desde então, o instituto
identificou exemplares do bicudo-vermelho em amostras
de São Paulo, Minas Gerais e Rio Grande do Sul.
O Ministério da Agricultura ainda não confirmou
oficialmente a presença da praga, mas emitiu um alerta em
março dizendo que há "risco de prejuízos expressivos para
produtores". Segundo o orgão, por enquanto há apenas
"indícios" da presença do bicudo-vermelho. A confirmação
depende da coleta e análise de amostras por equipes do
proprio governo em laboratórios credenciados.
Especialistas alertam que a praga pode ser
confundida com o bicudo-preto (Rhynchophorus
palmarum), espécie nativa que tambem ataca palmeiras. A
diÍerença está principalmente no tamanho
-
o inseto
brasileiro costuma ser maior
-
e na coloração, que é
preta.
O bicudo-vermelho e um besouro de cerca de 5
centímetros, de coloração avermelhada com manchas
escuras. A fêmea perfura a planta para depositar os ovos.
Quando nascem, as larvas passam a se alimentar do
interior da palmeira, atingindo o "miolo"
-
conhecido
como palmito. Como as folhas crescem a partir dessa
região central, o ataque impede a formação de novas
folhas e leva a planta à morte.
Diferentemente das árvores comuns, as palmeiras
não têm tronco lenhoso, mas um caule mais flexível,
chamado estipe. Essa estrutura facilita a ação das larvas,
que se desenvolvem protegidas dentro da planta,
dificultando a detecção precoce.
Além disso, o combate à praga enfrenta entraves
no Brasil:
- Entrada irregular: o inseto pode chegar ao país em
palmeiras importadas ilegalmente;
- Ausência de predadores: por ser exotico, não tem
inimigos naturais no ecossistema brasileiro;
- Falta de insumos registrados: produtos usados no
exterior, como feromônios e inseticidas específicos,
ainda não têm registro no país para esse uso.
O ministerio da Agricultura diz que avalia
alternativas de controle e que poderá adotar medidas para
registro de produtos caso a presenÇa seja confirmada.
Enquanto isso, produtores e pesquisadores
cobram rapidez na resposta. "Se nada for feito, podemos
ter problemas serios tanto nas palmeiras ornamentais
quanto nas produtivas", alerta o agrônomo Roberto
Betancu r
.
Fonte: https://g l . globo.com/economia/ag ronegocios/g lobo
rural/noticia/2026/04 /02 /besouro-invasor-que-destroi - pa mei ras -
acende-alerta-para-agricultura-no-brasil.ghtml (adaptado)
( ) Na frase Deve existir diversos indícios visuais do inseto pelo Brasil, a concordância está adequada à norma-padrão, pois o verbo impessoal transfere sua impessoalidade para o verbo auxiliar.
() Na reescrita do fragmento O Ministério da Agricultura ainda não confirmou oficialmente a presença da praga, se o sujeito fosse alterado para O Ministério da Agricultura e os pesquisadores, o verbo principal deveria obrigatoriamente ir para o plural
() Se a frase produtos usados no exterior ainda não têm registro fosse reescrita no singular como nenhum dos produtos usados no exterior ainda não tem registro, a retirada do acento circunflexo do verbo ter seria obrigatória.
Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, de cima para baixo, os parênteses acima?
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abaixo.
Besouro invasor que destrói palmeiras acende alerta
para agricultura no Brasil
Uma nova ameaça vinda do exterior acende o
alerta para a biodiversidade e a produção agrícola no
Brasil. O bicudo-vermelho (Rhynchophorus íerrugíneus)
um besouro exótico que já devastou plantações em
diversos países, pode já estar no territorio nacional,
segundo pesquisadores.
A primeira notificação formal no Brasil foi feita em
2022 pelo biologo Francisco Zorzenon, do Instituto
Biologico de São Paulo, em Porto Feliz (SP). A suspeita e
que o inseto tenha chegado por meio de palmeiras
importadas do Uruguai. Desde então, o instituto
identificou exemplares do bicudo-vermelho em amostras
de São Paulo, Minas Gerais e Rio Grande do Sul.
O Ministério da Agricultura ainda não confirmou
oficialmente a presença da praga, mas emitiu um alerta em
março dizendo que há "risco de prejuízos expressivos para
produtores". Segundo o orgão, por enquanto há apenas
"indícios" da presença do bicudo-vermelho. A confirmação
depende da coleta e análise de amostras por equipes do
proprio governo em laboratórios credenciados.
Especialistas alertam que a praga pode ser
confundida com o bicudo-preto (Rhynchophorus
palmarum), espécie nativa que tambem ataca palmeiras. A
diÍerença está principalmente no tamanho
-
o inseto
brasileiro costuma ser maior
-
e na coloração, que é
preta.
O bicudo-vermelho e um besouro de cerca de 5
centímetros, de coloração avermelhada com manchas
escuras. A fêmea perfura a planta para depositar os ovos.
Quando nascem, as larvas passam a se alimentar do
interior da palmeira, atingindo o "miolo"
-
conhecido
como palmito. Como as folhas crescem a partir dessa
região central, o ataque impede a formação de novas
folhas e leva a planta à morte.
Diferentemente das árvores comuns, as palmeiras
não têm tronco lenhoso, mas um caule mais flexível,
chamado estipe. Essa estrutura facilita a ação das larvas,
que se desenvolvem protegidas dentro da planta,
dificultando a detecção precoce.
Além disso, o combate à praga enfrenta entraves
no Brasil:
- Entrada irregular: o inseto pode chegar ao país em
palmeiras importadas ilegalmente;
- Ausência de predadores: por ser exotico, não tem
inimigos naturais no ecossistema brasileiro;
- Falta de insumos registrados: produtos usados no
exterior, como feromônios e inseticidas específicos,
ainda não têm registro no país para esse uso.
O ministerio da Agricultura diz que avalia
alternativas de controle e que poderá adotar medidas para
registro de produtos caso a presenÇa seja confirmada.
Enquanto isso, produtores e pesquisadores
cobram rapidez na resposta. "Se nada for feito, podemos
ter problemas serios tanto nas palmeiras ornamentais
quanto nas produtivas", alerta o agrônomo Roberto
Betancu r
.
Fonte: https://g l . globo.com/economia/ag ronegocios/g lobo
rural/noticia/2026/04 /02 /besouro-invasor-que-destroi - pa mei ras -
acende-alerta-para-agricultura-no-brasil.ghtml (adaptado)
Preenche, CORRETA e respectivamente, as lacunas:
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