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4287869 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: OM Consultoria
Orgão: Pref. Ipuã-SP
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Leia o texto e responda à questão.


Medicamentos vencidos no solo
   Entre jardineiros e e agricultores experientes, existem certos truques que são ouro puro inestimáveis, e acontece que uma das dicas mais valiosas é adicionar medicamentos vencidos ao substrato para que elas cresçam saudáveis e floresçam como nunca antes.
  Embora não haja evidências conclusivas dos benefícios que os medicamentos oferecem aos substratos vegetais, a experiência e a prática têm produzido resultados.
   A verdade é que nem todos os medicamentos podem ser usados em plantas, principalmente porque algumas instituições alertam para a contaminação do solo e da água próximos. Portanto, se for um antibiótico, é melhor descartá-lo com segurança e aplicar somente esses medicamentos: Ácido fólico, Cálcio, Vitamina B1, Vitamina B2, Vitamina B12, Vitamina C, Vitamina D3, Zinco, Aspirina, Viagra, Vitamina E.
  Complexos vitamínicos e multivitamínicos leves podem conter nutrientes que beneficiam algumas plantas; no entanto, deve ser aplicado esporadicamente e não em grandes quantidades.
  Não se pode simplesmente aplicar um punhado de medicamentos diretamente no substrato das plantas. Para usar medicamentos vencidos, é recomendável diluir um comprimido do medicamento e as quantidades podem variar dependendo da quantidade de plantas que será regada.
   Deve-se regar o substrato das plantas até que ele esteja completamente úmido. Apenas tomar cuidado para não deixar o produto penetrar diretamente nas raizes para evitar excesso de ingredientes, queimaduras ou apodrecimento das raízes devido ao escesso de água. Tudo com moderação!
Ellie Sasi - adaptação
Segundo o texto, representam medicamentos que podem ser aplicados no solo:
 

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4287868 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: OM Consultoria
Orgão: Pref. Ipuã-SP
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Leia o texto e responda à questão.


Medicamentos vencidos no solo
   Entre jardineiros e e agricultores experientes, existem certos truques que são ouro puro inestimáveis, e acontece que uma das dicas mais valiosas é adicionar medicamentos vencidos ao substrato para que elas cresçam saudáveis e floresçam como nunca antes.
  Embora não haja evidências conclusivas dos benefícios que os medicamentos oferecem aos substratos vegetais, a experiência e a prática têm produzido resultados.
   A verdade é que nem todos os medicamentos podem ser usados em plantas, principalmente porque algumas instituições alertam para a contaminação do solo e da água próximos. Portanto, se for um antibiótico, é melhor descartá-lo com segurança e aplicar somente esses medicamentos: Ácido fólico, Cálcio, Vitamina B1, Vitamina B2, Vitamina B12, Vitamina C, Vitamina D3, Zinco, Aspirina, Viagra, Vitamina E.
  Complexos vitamínicos e multivitamínicos leves podem conter nutrientes que beneficiam algumas plantas; no entanto, deve ser aplicado esporadicamente e não em grandes quantidades.
  Não se pode simplesmente aplicar um punhado de medicamentos diretamente no substrato das plantas. Para usar medicamentos vencidos, é recomendável diluir um comprimido do medicamento e as quantidades podem variar dependendo da quantidade de plantas que será regada.
   Deve-se regar o substrato das plantas até que ele esteja completamente úmido. Apenas tomar cuidado para não deixar o produto penetrar diretamente nas raizes para evitar excesso de ingredientes, queimaduras ou apodrecimento das raízes devido ao escesso de água. Tudo com moderação!
Ellie Sasi - adaptação
Embora não haja evidências conclusivas dos beneficios que os medicamentos oferecem aos 03 substratos vegetais, a experiência e a prática têm produzido resultados. Isto quer dizer que:
 

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4287867 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: OM Consultoria
Orgão: Pref. Ipuã-SP
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Medicamentos vencidos no solo
   Entre jardineiros e e agricultores experientes, existem certos truques que são ouro puro inestimáveis, e acontece que uma das dicas mais valiosas é adicionar medicamentos vencidos ao substrato para que elas cresçam saudáveis e floresçam como nunca antes.
  Embora não haja evidências conclusivas dos benefícios que os medicamentos oferecem aos substratos vegetais, a experiência e a prática têm produzido resultados.
   A verdade é que nem todos os medicamentos podem ser usados em plantas, principalmente porque algumas instituições alertam para a contaminação do solo e da água próximos. Portanto, se for um antibiótico, é melhor descartá-lo com segurança e aplicar somente esses medicamentos: Ácido fólico, Cálcio, Vitamina B1, Vitamina B2, Vitamina B12, Vitamina C, Vitamina D3, Zinco, Aspirina, Viagra, Vitamina E.
  Complexos vitamínicos e multivitamínicos leves podem conter nutrientes que beneficiam algumas plantas; no entanto, deve ser aplicado esporadicamente e não em grandes quantidades.
  Não se pode simplesmente aplicar um punhado de medicamentos diretamente no substrato das plantas. Para usar medicamentos vencidos, é recomendável diluir um comprimido do medicamento e as quantidades podem variar dependendo da quantidade de plantas que será regada.
   Deve-se regar o substrato das plantas até que ele esteja completamente úmido. Apenas tomar cuidado para não deixar o produto penetrar diretamente nas raizes para evitar excesso de ingredientes, queimaduras ou apodrecimento das raízes devido ao escesso de água. Tudo com moderação!
Ellie Sasi - adaptação
Segundo o texto, medicamentos vencidos:

I - não devem ser utilizados na agricultura.
II - têm no seu uso um truque inestimável para a jardinagem e a agricultura.
III- favorecem o crescimento saudáveis de plantas. Pode-se afirmar que:
 

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4287122 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: SELECON
Orgão: Pref. Araçás-BA
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A diferença entre parônimos e homônimos reside no fato de que parônimos são palavras que:
 

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4287121 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: SELECON
Orgão: Pref. Araçás-BA
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A expressão "o silêncio gritou mais alto do que qualquer palavra" contém duas figuras de linguagem que se articulam. Essas figuras são:
 

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4287120 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: SELECON
Orgão: Pref. Araçás-BA
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Do ponto de vista da sociolinguística, a distinção entre variedade linguística e erro gramatical fundamenta-se no princípio de que:
 

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4287119 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: SELECON
Orgão: Pref. Araçás-BA
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A distinção entre polissemia e homonímia é:
 

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4287118 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: SELECON
Orgão: Pref. Araçás-BA
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O enunciado "Eu vi ela ontem no mercado" contém um vício de linguagem que consiste em:
 

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4287116 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: SELECON
Orgão: Pref. Araçás-BA
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A Prosódia, como ramo da Fonética e da Fonologia, distingue-se da Ortoépia, porque seu objeto de estudo é/são:
 

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4287115 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: SELECON
Orgão: Pref. Araçás-BA
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Leia o texto a seguir e responda à questão.

Texto II

Como escrita à mão beneficia o cérebro e ganha nova chance em escolas

A partir de 2024, crianças do primeiro ao sexto ano de escolas públicas da Califórnia (EUA) estão novamente tendo de aprender a escrever em letra cursiva.

Essa escrita à mão havia saído do currículo californiano em 2010, mas agora está de volta — movimento semelhante ao que ocorre em mais de 20 Estados americanos, em diferentes graus.

A escrita cursiva — em que se escreve em uma letra parecida à itálica, sem necessariamente tirar o lápis do caderno — chegou a ser vista como uma técnica moribunda nos EUA.

Agora, a decisão na Califórnia reacende debates educacionais e científicos a respeito do valor da escrita à mão, bem como dos benefícios ao cérebro e das implicações globais se essa técnica acabar caindo no esquecimento.

A neurocientista Claudia Aguirre, que mora na Califórnia, diz que "mais e mais pesquisas sustentam a ideia de que escrever letras em cursivo, especialmente em comparação com digitar, ativa caminhos neurais específicos que facilitam e otimizam o aprendizado e o desenvolvimento da linguagem".

Karin James, professora de Ciências Cerebrais e Psicológicas na Universidade de Indiana (EUA), aplica suas pesquisas em crianças de 4 a 6 anos.

Ela identificou que aprender as letras por meio da escrita à mão ativa redes do cérebro que não são ativadas pela digitação num teclado. Isso inclui áreas cerebrais que têm papel crucial no desenvolvimento da leitura.

Outra pesquisa, de autoria de Virginia Berninger (Universidade de Washington), também mostrou que a escrita cursiva, os materiais impressos e a digitação usam funções cerebrais relacionadas, porém diferentes.

Além disso, no caso da digitação em teclado, os movimentos do dedo são os mesmos para qualquer tecla de letra. Como consequência, se apenas aprenderem a digitar, as crianças perderão a chance de desenvolver habilidades obtidas ao compreenderem e dominarem a capacidade de escrever.

Um pequeno estudo italiano aponta que o ensino da cursiva a alunos de primeiro ano pode melhorar as habilidades de leitura.

A despeito disso, o ensino da letra cursiva para crianças pequenas vinha se tornando mais raro. Em vários países, essa técnica não é mais obrigatória.

Nos EUA, embora o ensino da cursiva esteja voltando à luz, ele não é padronizado — o que traz desafios aos professores.

"Mais de 20 Estados acrescentaram a suas diretrizes educacionais a exigência da escrita cursiva entre o 3° e o 5° anos", explica Kathleen S. Wright, fundadora e diretora-executiva do Colaborativo de Escrita à Mão, organização que ensina boas práticas nessa área. "Mas essa exigência não é imposta nem recebe financiamento, então o ensino da escrita à mão não é endereçado de forma consistente."

Dessa forma, professores californianos terão agora de descobrir como integrar a cursiva a suas aulas.

Mesmo assim, a iniciativa do Estado é vista como benéfica, num momento pós-pandemia em que se buscam formas de ensinar habilidades que reduzam a dependência das telas entre crianças.

"Temos visto cada vez mais pais reclamando que seus filhos estão tendo dificuldades na escola, que não foram ensinados a escrever porque usam principalmente computadores e outros aparelhos", diz Kelsey Voltz-Poremba, professora-assistente de terapia ocupacional da Universidade de Pittsburgh (EUA).

A escrita cursiva ainda é amplamente ensinada na Europa Ocidental, em particular em países como Reino Unido, Espanha, Itália, Portugal e França. [...]

O Canadá tentou descartar a escrita cursiva, mas voltou a ensiná-la em 2023. O Ministério de Educação da província de Ontário restabeleceu a exigência da escrita cursiva e agora está virando uma espécie de laboratório para outras regiões que tentam entender quais as melhores práticas para esse ensino, quanto tempo devem durar as aulas e com qual frequência essa técnica deve ser ensinada.

Em meio a tantas diferenças globais, as pesquisas ressaltam que não há lado negativo em aprender letra cursiva. E embora a ligação entre escrever à mão e melhorar a leitura não sejam necessariamente causais, alguns educadores temem que o abandono da letra cursiva pode piorar o desempenho de alunos em sua capacidade de ler textos.

Além disso, o mero ato de escrever ajuda a memória e o aprendizado de palavras.

"É importante achar um equilíbrio para garantir que os alunos tenham habilidades que sejam obtidas sem o uso da tecnologia", opina a especialista Voltz-Poremba.



Fonte: https://www.bbc.com/portuguese/articles/c88n5klj0peo. Texto adaptado. Excerto. Acesso em 03/06/2026

O Texto II articula diferentes modos de organização do discurso ao longo de sua estrutura. Quanto ao tipo textual predominante e à forma como os demais tipos se subordinam a ele, o texto caracteriza-se por ser predominantemente:
 

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