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- SintaxeTermos Essenciais da Oração
- SintaxePalavras com Múltiplas FunçõesFunções da Palavra “que”
- SintaxePalavras com Múltiplas FunçõesFunções da Palavra “se”
- MorfologiaAdvérbios
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- OrtografiaAcentuação GráficaProparoxítonas, Paraxítonas, Oxítonas e Hiatos
- FonologiaEncontros Consonantais: Dígrafos
- FonologiaEncontros Vocálicos: Ditongo, Tritongo, Hiato
I. Apresentam dígrafo, dentre outras, as seguintes palavras: “enfermeira”, “nenhum”, “conseguira” e “olhos”.
II. Apresentam encontro consonantal imperfeito, dentre outras, as seguintes palavras: “computador”, “descoberto”, “berçário” e “vestibular”.
III. A expressão interrogativa “Por quê” poderia ser empregada sem o acento circunflexo, pois ela já traz implícito o significado de “por qual motivo”.
IV. Apresentam ditongo, dentre outras, as seguintes palavras: “bem”, “entenderam” e “berçário”.
V. Em “Lírio”, “série” e “cartório”, a acentuação gráfica acontece em virtude de as palavras serem paroxítonas terminadas em ditongo.
Assinale a alternativa CORRETA:
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Sobre as charges, podemos afirmar que:
I. Mafalda apresenta contradição entre a postura política que demonstra na primeira charge e a que demonstra na segunda.
II. A segunda charge é uma crítica às pessoas que apenas fingem não ser racistas, mas na verdade o são.
III. A primeira charge expressa a decepção que a política causa em inúmeras pessoas, inclusive na menina Mafalda.
IV. Outra ideia subjacente à segunda charge é a de que as mães não devem dar bonecos negros às filhas, para evitar a repulsa das amigas.
V. Mafalda, sendo muito madura para a sua idade, é um artifício que seu criador (Quino) utiliza para criticar os problemas sociais.
Assinale a alternativa CORRETA:
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I. Segundo filósofos de esquerda, a classe média tem medo de empobrecer.
II. Lins é um advogado que fala bonito e por isso encanta a todos.
III. Parece que há muito petróleo na foz do rio Amazonas.
IV. Andar de moto é perigoso, por isso prefiro o automóvel.
As palavras destacadas em negrito são formadas, respectivamente, pelo seguinte processo:
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I. Face a face, o empregado disse umas verdades ao patrão.
II. Dirigi-me a Sua Excelência, o governador, em termos respeitosos.
III. Nesta universidade, a profissão a que eu aspiro não possui nenhum curso.
IV.A pintura de Portinari é aquela a qual fiz alusão em meu discurso.
V. Refiro-me aquilo que disseste sobre a impropriedade da astrologia.
VI.A garota que melhor desfilar será feita a oferta para tornar-se modelo.
Assinale a alternativa CORRETA:
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Atente para o quadro a seguir, intitulado “O Lavrador de café” (produzido em 1934), do famoso pintor brasileiro Candido Portinari (1903-1962). Tenha em mente que uma pintura é um texto visual e, como tal, pode ser “lido”:

Fonte: https://masp.org.br/acervo/obra/o-lavrador-de-cafe
Leia agora as afirmativas a seguir, feitas sobre o quadro:
I. As mãos e os pés desproporcionais representam não só a força bruta, mas também o trabalho braçal pesado a que eram submetidos os lavradores de café.
II. A cor do lavrador não é gratuita e indica que, mesmo oficialmente extinta a escravidão, os negros continuavam a exercer trabalhos na agricultura.
III. O trem (que se vê à esquerda, a meia altura), representando a modernidade, cria um contraste com a figura do trabalhador dos cafezais; no caso, o conflito ocorre entre o novo e o antigo.
IV. Embora à época da feitura do quadro não houvesse, como hoje, preocupações com a ecologia, a árvore cortada indica a destruição do meio ambiente pelas plantações de café.
V. O quadro ultrapassa os limites do meramente estético, já que funciona como um documento que nos leva a pensar sobre a divisão do trabalho e a exclusão social.
Assinale a alternativa CORRETA:
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Provisoriamente não cantaremos o amor,
que se refugiou mais abaixo dos subterrâneos.
Cantaremos o medo, que esteriliza os abraços,
não cantaremos o ódio, porque este não existe,
existe apenas o medo, nosso pai e nosso
companheiro,
o medo grande dos sertões, dos mares, dos
desertos,
o medo dos soldados, o medo das mães, o medo
das igrejas,
cantaremos o medo dos ditadores, o medo dos
democratas,
cantaremos o medo da morte e o medo depois da
morte.
Depois morreremos de medo
e sobre nossos túmulos nascerão flores amarelas e
medrosas.
Sobre o texto, fazem-se as afirmativas a seguir:
I. O clima de terror que perpassava o mundo, durante a II Guerra Mundial, sobrepõe-se a todos os sentimentos, inclusive ao amor e ao ódio.
II. As flores amarelas no último verso são uma referência ao sol e, embora elas sejam medrosas, indicam que o mundo poderá se renovar, uma vez finda a guerra.
III. Ao dizer que “cantaremos o medo dos ditadores, o medo dos democratas”, o poeta generaliza a guerra como um terror em si, independentemente de posições políticas.
IV.A repetição do vocábulo “medo” é uma antonomásia e essa característica estilística não se torna abusiva em virtude de evidenciar que o medo é maior do que tudo.
V. Com uma forte reflexão crítica, o poema ressalta a esperança de um mundo melhor, sentimento que invadiu os indivíduos durante a guerra.
Assinale a alternativa CORRETA:
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Leia as frases a seguir, atentando para a pontuação que apresentam:
I. Os meus gatos, eu os considero como filhos.
II. A velha senhora esperava o telefonema aflita.
III. Quando chegaram de viagem, avisaram logo à família.
IV. A velha senhora, aflita, esperava o telefonema.
V. A moça dançava, e rodopiava, e ria, e transmitia alegria.
VI. João trabalha como escrivão, e seu filho, como bancário.
Quanto ao emprego ou a ausência da vírgula, podemos afirmar que:
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