Foram encontradas 365.280 questões.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Estamos perto de entender o que os animais querem
dizer para nós?
Em 2025, ocorreu o primeiro Desafio Coller Dolittle,
oferecendo recompensas para pesquisas científicas
sobre como se comunicar com os animais.
Uma equipe americana ganhou o prêmio, ao descobrir
que certos assobios emitidos pelos golfinhos podem ter
função similar às palavras humanas.
Conversar com os animais costumava ser tema de livros
e filmes. Mas será que ainda é apenas um sonho ou
pode se tornar realidade em breve? E como a
inteligência artificial (IA) pode nos ajudar?
A tecnologia já ampliou nossa compreensão da
comunicação animal.
Microfones especiais podem nos ajudar a detectar ruídos
inaudíveis para o ouvido humano, como os sons
ultrassônicos emitidos pelos morcegos.
O ouvido humano pode escutar até cerca de 20 kHz,
mas alguns morcegos podem fazer sons "de até 212
kHz", afirma a professora de Ecologia e Biodiversidade
Kate Jones, do University College de Londres.
"Eles usam o som como qualquer mamífero faria, para
dizer aos demais que estão preocupados ou assustados,
ou como chamado de acasalamento", explicou ela ao
programa de rádio The Documentary, do Serviço Mundial
da BBC.
Como seres humanos, estamos acostumados a
permanecer na bolha que os nossos sentidos podem
perceber. Mas a nova tecnologia pode expandir este
entendimento.
"Ela muda a forma de pensar na natureza e na
percepção, pois sei que há muito mais além disso",
afirma Jones.
A tecnologia também detecta sons muito baixos para a
audição humana, com os emitidos por elefantes.
Em meados dos anos 1980, a bióloga Katy Payne visitou
um zoológico em Portland, nos Estados Unidos, e
presenciou uma sensação estranha quando estava perto
dos elefantes.
"Observei todo tipo maravilhoso de comportamento
social e, aos poucos, percebi que também estava
sentindo algo um tanto estranho, algo pulsante no ar",
contou ela à BBC em 2013.
Utilizando equipamento de gravação, ela percebeu que
os elefantes produziam ruídos na faixa do infrassom. A
descoberta foi revolucionária para a compreensão da
comunicação entre os elefantes.
Payne foi uma das fundadoras do Projeto Ouvindo os
Elefantes, que documenta a vida de elefantes selvagens
na África por meio dos seus sons.
Os cientistas continuam até hoje a usar seu banco de
dados, preservado na Universidade Cornell, nos Estados
Unidos. Agora, eles combinam as informações com o
poder da IA.
O pesquisador Alastair Pickering trabalha com o
University College de Londres. Ele usa o banco de dados
de sons de elefantes catalogados por idade, sexo,
comportamento e até estado emocional para treinar um
algoritmo de IA.
"Nós executamos o áudio e dizemos: 'Nesta parte da
imagem, existe um elefante macho com problemas'",
explica ele. "E a IA aprende a associar os padrões das
imagens àquelas marcas específicas."
Um aparelho de gravação tradicional pode ficar no
campo por meses até que o áudio seja processado. Mas
a IA permite o desenvolvimento de ferramentas para
analisar as vocalizações dos elefantes em tempo real,
segundo Pickering.
Isso pode nos ajudar, por exemplo, a prever as
incidências cada vez maiores de elefantes entrando em
aldeias e cidades, destruindo plantações.
"Ela ainda não faz isso, mas [um dia] poderá identificar
padrões vocais que sinalizam estresse ou grandes
estímulos emocionais, que poderemos interpretar como
precursores de uma invasão de elefantes", sugere ele.
Mas as ferramentas de IA não são perfeitas e podem
necessitar de colaboração humana para produzir dados
precisos.
"Se você tiver instalado um desses aparelhos de
gravação acústicos, ele irá gravar tudo — os tucanos ao
fundo, as gotas de chuva", explica Pickering.
A ferramenta pode não saber quais sons são
importantes. Se o mesmo tucano vocalizar sempre, junto
com os elefantes, ela poderá associar inadvertidamente
o som do tucano ao som do elefante.
"Por isso, você precisa tentar ajudar a rede a chegar ao
resultado certo", ele conta.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cn08g8nyjj9o
( ) Em 'Eles usam o som como qualquer mamífero faria', o pronome 'eles' estabelece coesão referencial ao retomar um elemento anteriormente mencionado no texto, identificado como 'os ouvidos humanos'.
( ) Em 'ao descobrir que certos assobios emitidos pelos golfinhos podem ter função similar às palavras humanas', o verbo 'poder' estabelece coesão ao concordar adequadamente com 'golfinhos'.
( ) Em 'A descoberta foi revolucionária para a compreensão da comunicação...', o vocábulo 'descoberta' retoma a percepção científica dos sons infrassônicos dos elefantes e sua função comunicativa.
Assinale a sequência correta.
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Estamos perto de entender o que os animais querem
dizer para nós?
Em 2025, ocorreu o primeiro Desafio Coller Dolittle,
oferecendo recompensas para pesquisas científicas
sobre como se comunicar com os animais.
Uma equipe americana ganhou o prêmio, ao descobrir
que certos assobios emitidos pelos golfinhos podem ter
função similar às palavras humanas.
Conversar com os animais costumava ser tema de livros
e filmes. Mas será que ainda é apenas um sonho ou
pode se tornar realidade em breve? E como a
inteligência artificial (IA) pode nos ajudar?
A tecnologia já ampliou nossa compreensão da
comunicação animal.
Microfones especiais podem nos ajudar a detectar ruídos
inaudíveis para o ouvido humano, como os sons
ultrassônicos emitidos pelos morcegos.
O ouvido humano pode escutar até cerca de 20 kHz,
mas alguns morcegos podem fazer sons "de até 212
kHz", afirma a professora de Ecologia e Biodiversidade
Kate Jones, do University College de Londres.
"Eles usam o som como qualquer mamífero faria, para
dizer aos demais que estão preocupados ou assustados,
ou como chamado de acasalamento", explicou ela ao
programa de rádio The Documentary, do Serviço Mundial
da BBC.
Como seres humanos, estamos acostumados a
permanecer na bolha que os nossos sentidos podem
perceber. Mas a nova tecnologia pode expandir este
entendimento.
"Ela muda a forma de pensar na natureza e na
percepção, pois sei que há muito mais além disso",
afirma Jones.
A tecnologia também detecta sons muito baixos para a
audição humana, com os emitidos por elefantes.
Em meados dos anos 1980, a bióloga Katy Payne visitou
um zoológico em Portland, nos Estados Unidos, e
presenciou uma sensação estranha quando estava perto
dos elefantes.
"Observei todo tipo maravilhoso de comportamento
social e, aos poucos, percebi que também estava
sentindo algo um tanto estranho, algo pulsante no ar",
contou ela à BBC em 2013.
Utilizando equipamento de gravação, ela percebeu que
os elefantes produziam ruídos na faixa do infrassom. A
descoberta foi revolucionária para a compreensão da
comunicação entre os elefantes.
Payne foi uma das fundadoras do Projeto Ouvindo os
Elefantes, que documenta a vida de elefantes selvagens
na África por meio dos seus sons.
Os cientistas continuam até hoje a usar seu banco de
dados, preservado na Universidade Cornell, nos Estados
Unidos. Agora, eles combinam as informações com o
poder da IA.
O pesquisador Alastair Pickering trabalha com o
University College de Londres. Ele usa o banco de dados
de sons de elefantes catalogados por idade, sexo,
comportamento e até estado emocional para treinar um
algoritmo de IA.
"Nós executamos o áudio e dizemos: 'Nesta parte da
imagem, existe um elefante macho com problemas'",
explica ele. "E a IA aprende a associar os padrões das
imagens àquelas marcas específicas."
Um aparelho de gravação tradicional pode ficar no
campo por meses até que o áudio seja processado. Mas
a IA permite o desenvolvimento de ferramentas para
analisar as vocalizações dos elefantes em tempo real,
segundo Pickering.
Isso pode nos ajudar, por exemplo, a prever as
incidências cada vez maiores de elefantes entrando em
aldeias e cidades, destruindo plantações.
"Ela ainda não faz isso, mas [um dia] poderá identificar
padrões vocais que sinalizam estresse ou grandes
estímulos emocionais, que poderemos interpretar como
precursores de uma invasão de elefantes", sugere ele.
Mas as ferramentas de IA não são perfeitas e podem
necessitar de colaboração humana para produzir dados
precisos.
"Se você tiver instalado um desses aparelhos de
gravação acústicos, ele irá gravar tudo — os tucanos ao
fundo, as gotas de chuva", explica Pickering.
A ferramenta pode não saber quais sons são
importantes. Se o mesmo tucano vocalizar sempre, junto
com os elefantes, ela poderá associar inadvertidamente
o som do tucano ao som do elefante.
"Por isso, você precisa tentar ajudar a rede a chegar ao
resultado certo", ele conta.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cn08g8nyjj9o
Com base na análise sintática do pronome pessoal "ele" em "sugere ele", é correto afirmar que ele exerce a função de:
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dizer para nós?
Em 2025, ocorreu o primeiro Desafio Coller Dolittle,
oferecendo recompensas para pesquisas científicas
sobre como se comunicar com os animais.
Uma equipe americana ganhou o prêmio, ao descobrir
que certos assobios emitidos pelos golfinhos podem ter
função similar às palavras humanas.
Conversar com os animais costumava ser tema de livros
e filmes. Mas será que ainda é apenas um sonho ou
pode se tornar realidade em breve? E como a
inteligência artificial (IA) pode nos ajudar?
A tecnologia já ampliou nossa compreensão da
comunicação animal.
Microfones especiais podem nos ajudar a detectar ruídos
inaudíveis para o ouvido humano, como os sons
ultrassônicos emitidos pelos morcegos.
O ouvido humano pode escutar até cerca de 20 kHz,
mas alguns morcegos podem fazer sons "de até 212
kHz", afirma a professora de Ecologia e Biodiversidade
Kate Jones, do University College de Londres.
"Eles usam o som como qualquer mamífero faria, para
dizer aos demais que estão preocupados ou assustados,
ou como chamado de acasalamento", explicou ela ao
programa de rádio The Documentary, do Serviço Mundial
da BBC.
Como seres humanos, estamos acostumados a
permanecer na bolha que os nossos sentidos podem
perceber. Mas a nova tecnologia pode expandir este
entendimento.
"Ela muda a forma de pensar na natureza e na
percepção, pois sei que há muito mais além disso",
afirma Jones.
A tecnologia também detecta sons muito baixos para a
audição humana, com os emitidos por elefantes.
Em meados dos anos 1980, a bióloga Katy Payne visitou
um zoológico em Portland, nos Estados Unidos, e
presenciou uma sensação estranha quando estava perto
dos elefantes.
"Observei todo tipo maravilhoso de comportamento
social e, aos poucos, percebi que também estava
sentindo algo um tanto estranho, algo pulsante no ar",
contou ela à BBC em 2013.
Utilizando equipamento de gravação, ela percebeu que
os elefantes produziam ruídos na faixa do infrassom. A
descoberta foi revolucionária para a compreensão da
comunicação entre os elefantes.
Payne foi uma das fundadoras do Projeto Ouvindo os
Elefantes, que documenta a vida de elefantes selvagens
na África por meio dos seus sons.
Os cientistas continuam até hoje a usar seu banco de
dados, preservado na Universidade Cornell, nos Estados
Unidos. Agora, eles combinam as informações com o
poder da IA.
O pesquisador Alastair Pickering trabalha com o
University College de Londres. Ele usa o banco de dados
de sons de elefantes catalogados por idade, sexo,
comportamento e até estado emocional para treinar um
algoritmo de IA.
"Nós executamos o áudio e dizemos: 'Nesta parte da
imagem, existe um elefante macho com problemas'",
explica ele. "E a IA aprende a associar os padrões das
imagens àquelas marcas específicas."
Um aparelho de gravação tradicional pode ficar no
campo por meses até que o áudio seja processado. Mas
a IA permite o desenvolvimento de ferramentas para
analisar as vocalizações dos elefantes em tempo real,
segundo Pickering.
Isso pode nos ajudar, por exemplo, a prever as
incidências cada vez maiores de elefantes entrando em
aldeias e cidades, destruindo plantações.
"Ela ainda não faz isso, mas [um dia] poderá identificar
padrões vocais que sinalizam estresse ou grandes
estímulos emocionais, que poderemos interpretar como
precursores de uma invasão de elefantes", sugere ele.
Mas as ferramentas de IA não são perfeitas e podem
necessitar de colaboração humana para produzir dados
precisos.
"Se você tiver instalado um desses aparelhos de
gravação acústicos, ele irá gravar tudo — os tucanos ao
fundo, as gotas de chuva", explica Pickering.
A ferramenta pode não saber quais sons são
importantes. Se o mesmo tucano vocalizar sempre, junto
com os elefantes, ela poderá associar inadvertidamente
o som do tucano ao som do elefante.
"Por isso, você precisa tentar ajudar a rede a chegar ao
resultado certo", ele conta.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cn08g8nyjj9o
Com base no texto 'Estamos perto de entender o que os animais querem dizer para nós?', analise as afirmativas a seguir e identifique aquela que apresenta uma informação correta.
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Estamos perto de entender o que os animais querem
dizer para nós?
Em 2025, ocorreu o primeiro Desafio Coller Dolittle,
oferecendo recompensas para pesquisas científicas
sobre como se comunicar com os animais.
Uma equipe americana ganhou o prêmio, ao descobrir
que certos assobios emitidos pelos golfinhos podem ter
função similar às palavras humanas.
Conversar com os animais costumava ser tema de livros
e filmes. Mas será que ainda é apenas um sonho ou
pode se tornar realidade em breve? E como a
inteligência artificial (IA) pode nos ajudar?
A tecnologia já ampliou nossa compreensão da
comunicação animal.
Microfones especiais podem nos ajudar a detectar ruídos
inaudíveis para o ouvido humano, como os sons
ultrassônicos emitidos pelos morcegos.
O ouvido humano pode escutar até cerca de 20 kHz,
mas alguns morcegos podem fazer sons "de até 212
kHz", afirma a professora de Ecologia e Biodiversidade
Kate Jones, do University College de Londres.
"Eles usam o som como qualquer mamífero faria, para
dizer aos demais que estão preocupados ou assustados,
ou como chamado de acasalamento", explicou ela ao
programa de rádio The Documentary, do Serviço Mundial
da BBC.
Como seres humanos, estamos acostumados a
permanecer na bolha que os nossos sentidos podem
perceber. Mas a nova tecnologia pode expandir este
entendimento.
"Ela muda a forma de pensar na natureza e na
percepção, pois sei que há muito mais além disso",
afirma Jones.
A tecnologia também detecta sons muito baixos para a
audição humana, com os emitidos por elefantes.
Em meados dos anos 1980, a bióloga Katy Payne visitou
um zoológico em Portland, nos Estados Unidos, e
presenciou uma sensação estranha quando estava perto
dos elefantes.
"Observei todo tipo maravilhoso de comportamento
social e, aos poucos, percebi que também estava
sentindo algo um tanto estranho, algo pulsante no ar",
contou ela à BBC em 2013.
Utilizando equipamento de gravação, ela percebeu que
os elefantes produziam ruídos na faixa do infrassom. A
descoberta foi revolucionária para a compreensão da
comunicação entre os elefantes.
Payne foi uma das fundadoras do Projeto Ouvindo os
Elefantes, que documenta a vida de elefantes selvagens
na África por meio dos seus sons.
Os cientistas continuam até hoje a usar seu banco de
dados, preservado na Universidade Cornell, nos Estados
Unidos. Agora, eles combinam as informações com o
poder da IA.
O pesquisador Alastair Pickering trabalha com o
University College de Londres. Ele usa o banco de dados
de sons de elefantes catalogados por idade, sexo,
comportamento e até estado emocional para treinar um
algoritmo de IA.
"Nós executamos o áudio e dizemos: 'Nesta parte da
imagem, existe um elefante macho com problemas'",
explica ele. "E a IA aprende a associar os padrões das
imagens àquelas marcas específicas."
Um aparelho de gravação tradicional pode ficar no
campo por meses até que o áudio seja processado. Mas
a IA permite o desenvolvimento de ferramentas para
analisar as vocalizações dos elefantes em tempo real,
segundo Pickering.
Isso pode nos ajudar, por exemplo, a prever as
incidências cada vez maiores de elefantes entrando em
aldeias e cidades, destruindo plantações.
"Ela ainda não faz isso, mas [um dia] poderá identificar
padrões vocais que sinalizam estresse ou grandes
estímulos emocionais, que poderemos interpretar como
precursores de uma invasão de elefantes", sugere ele.
Mas as ferramentas de IA não são perfeitas e podem
necessitar de colaboração humana para produzir dados
precisos.
"Se você tiver instalado um desses aparelhos de
gravação acústicos, ele irá gravar tudo — os tucanos ao
fundo, as gotas de chuva", explica Pickering.
A ferramenta pode não saber quais sons são
importantes. Se o mesmo tucano vocalizar sempre, junto
com os elefantes, ela poderá associar inadvertidamente
o som do tucano ao som do elefante.
"Por isso, você precisa tentar ajudar a rede a chegar ao
resultado certo", ele conta.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cn08g8nyjj9o
Algumas palavras da língua portuguesa podem apresentar relações de semelhança formal ou sonora. Um exemplo disso é o vocábulo 'por', como preposição, e 'pôr', como verbo. A partir disso, complete as lacunas com outras palavras homônimas ou parônimas, conforme o contexto.
1.O contrato foi___ após a revisão.
2.Na___ de congelados do mercado, é possível encontrar frutas vermelhas.
3.A corrida em torno da Lagoa Rodrigo de Freitas me fez___muito.
4.Havia___ de gato espalhado pelo tapete da sala.
Assinale a alternativa que preenche corretamente os itens acima, de cima para baixo.
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Estamos perto de entender o que os animais querem
dizer para nós?
Em 2025, ocorreu o primeiro Desafio Coller Dolittle,
oferecendo recompensas para pesquisas científicas
sobre como se comunicar com os animais.
Uma equipe americana ganhou o prêmio, ao descobrir
que certos assobios emitidos pelos golfinhos podem ter
função similar às palavras humanas.
Conversar com os animais costumava ser tema de livros
e filmes. Mas será que ainda é apenas um sonho ou
pode se tornar realidade em breve? E como a
inteligência artificial (IA) pode nos ajudar?
A tecnologia já ampliou nossa compreensão da
comunicação animal.
Microfones especiais podem nos ajudar a detectar ruídos
inaudíveis para o ouvido humano, como os sons
ultrassônicos emitidos pelos morcegos.
O ouvido humano pode escutar até cerca de 20 kHz,
mas alguns morcegos podem fazer sons "de até 212
kHz", afirma a professora de Ecologia e Biodiversidade
Kate Jones, do University College de Londres.
"Eles usam o som como qualquer mamífero faria, para
dizer aos demais que estão preocupados ou assustados,
ou como chamado de acasalamento", explicou ela ao
programa de rádio The Documentary, do Serviço Mundial
da BBC.
Como seres humanos, estamos acostumados a
permanecer na bolha que os nossos sentidos podem
perceber. Mas a nova tecnologia pode expandir este
entendimento.
"Ela muda a forma de pensar na natureza e na
percepção, pois sei que há muito mais além disso",
afirma Jones.
A tecnologia também detecta sons muito baixos para a
audição humana, com os emitidos por elefantes.
Em meados dos anos 1980, a bióloga Katy Payne visitou
um zoológico em Portland, nos Estados Unidos, e
presenciou uma sensação estranha quando estava perto
dos elefantes.
"Observei todo tipo maravilhoso de comportamento
social e, aos poucos, percebi que também estava
sentindo algo um tanto estranho, algo pulsante no ar",
contou ela à BBC em 2013.
Utilizando equipamento de gravação, ela percebeu que
os elefantes produziam ruídos na faixa do infrassom. A
descoberta foi revolucionária para a compreensão da
comunicação entre os elefantes.
Payne foi uma das fundadoras do Projeto Ouvindo os
Elefantes, que documenta a vida de elefantes selvagens
na África por meio dos seus sons.
Os cientistas continuam até hoje a usar seu banco de
dados, preservado na Universidade Cornell, nos Estados
Unidos. Agora, eles combinam as informações com o
poder da IA.
O pesquisador Alastair Pickering trabalha com o
University College de Londres. Ele usa o banco de dados
de sons de elefantes catalogados por idade, sexo,
comportamento e até estado emocional para treinar um
algoritmo de IA.
"Nós executamos o áudio e dizemos: 'Nesta parte da
imagem, existe um elefante macho com problemas'",
explica ele. "E a IA aprende a associar os padrões das
imagens àquelas marcas específicas."
Um aparelho de gravação tradicional pode ficar no
campo por meses até que o áudio seja processado. Mas
a IA permite o desenvolvimento de ferramentas para
analisar as vocalizações dos elefantes em tempo real,
segundo Pickering.
Isso pode nos ajudar, por exemplo, a prever as
incidências cada vez maiores de elefantes entrando em
aldeias e cidades, destruindo plantações.
"Ela ainda não faz isso, mas [um dia] poderá identificar
padrões vocais que sinalizam estresse ou grandes
estímulos emocionais, que poderemos interpretar como
precursores de uma invasão de elefantes", sugere ele.
Mas as ferramentas de IA não são perfeitas e podem
necessitar de colaboração humana para produzir dados
precisos.
"Se você tiver instalado um desses aparelhos de
gravação acústicos, ele irá gravar tudo — os tucanos ao
fundo, as gotas de chuva", explica Pickering.
A ferramenta pode não saber quais sons são
importantes. Se o mesmo tucano vocalizar sempre, junto
com os elefantes, ela poderá associar inadvertidamente
o som do tucano ao som do elefante.
"Por isso, você precisa tentar ajudar a rede a chegar ao
resultado certo", ele conta.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cn08g8nyjj9o
Com base nas regras de colocação pronominal, caso o complemento do verbo 'observar' seja substituído por um pronome oblíquo átono, assinale a alternativa em que a forma correta de colocação pronominal seja respeitada.
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4190907
Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Santana Parnaíba-SP
Disciplina: Português
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Santana Parnaíba-SP
Provas:
Tratando-se de concordância nominal, assinale a alternativa incorreta.
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Questão presente nas seguintes provas
4190906
Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Santana Parnaíba-SP
Disciplina: Português
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Santana Parnaíba-SP
Provas:
Dadas as orações:
I- Por que você comprou esse livro?
II- As razões porque lutamos são nobres.
III- Não compreendi o porquê de tantas reclamações.
IV- Elas venderam a casa, por que?
O uso dos porquês está correto:
I- Por que você comprou esse livro?
II- As razões porque lutamos são nobres.
III- Não compreendi o porquê de tantas reclamações.
IV- Elas venderam a casa, por que?
O uso dos porquês está correto:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
4190905
Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Santana Parnaíba-SP
Disciplina: Português
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Santana Parnaíba-SP
Provas:
Aludindo-se a figuras de linguagem, relacione a Coluna I com a Coluna II e marque a alternativa correta.
Coluna I.
A- Eufemismo.
B- Antítese.
C- Hipérbole.
D- Metáfora.
E- Prosopopeia.
Coluna II.
1- Estou morrendo de sono.
2- O amor e o ódio andam de mãos dadas.
3- Minha namorada é um doce.
4- O sol abraçou a cidade logo pela manhã.
5- Partiu desta para melhor.
Coluna I.
A- Eufemismo.
B- Antítese.
C- Hipérbole.
D- Metáfora.
E- Prosopopeia.
Coluna II.
1- Estou morrendo de sono.
2- O amor e o ódio andam de mãos dadas.
3- Minha namorada é um doce.
4- O sol abraçou a cidade logo pela manhã.
5- Partiu desta para melhor.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
4190904
Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Santana Parnaíba-SP
Disciplina: Português
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Santana Parnaíba-SP
Provas:
Dentre as palavras, assinale aquela que tem acento gráfico indevido.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
4190903
Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Santana Parnaíba-SP
Disciplina: Português
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Santana Parnaíba-SP
Provas:
Leia o texto para responder à questão..
Feliz por nada. (Martha Medeiros).
Geralmente, quando uma pessoa exclama Estou tão feliz!, é porque engatou um novo amor, conseguiu uma promoção, ganhou uma bolsa de estudos, perdeu os quilos que precisava ou algo do tipo. Há sempre um porquê. Eu costumo torcer para que essa felicidade dure um bom tempo, mas sei que as novidades envelhecem e que não é seguro se sentir feliz apenas por atingimento de metas. Muito melhor é ser feliz por nada.
Digamos: feliz porque maio recém começou e temos longos oito meses para fazer de 2010 um ano memorável. Feliz por estar com as dívidas pagas. Feliz porque alguém o elogiou.
Feliz porque existe uma perspectiva de viagem daqui a alguns meses. Feliz porque você não magoou ninguém hoje. Feliz porque daqui a pouco será hora de dormir e não há lugar no mundo mais acolhedor do que sua cama.
Esquece. Mesmo sendo motivos prosaicos, isso ainda é ser feliz por muito.
Feliz por nada, nada mesmo?
Talvez passe pela total despreocupação com essa busca. Essa tal de felicidade inferniza. “Faça isso, faça aquilo”. A troco? Quem garante que todos chegam lá pelo mesmo caminho?
Particularmente, gosto de quem tem compromisso com a alegria, que procura relativizar as chatices diárias e se concentrar no que importa pra valer, e assim alivia o seu cotidiano e não atormenta o dos outros. Mas não estando alegre, é possível ser feliz também. Não estando “realizado”, também. Estando triste, felicíssimo igual. Porque felicidade é calma.
Consciência. É ter talento para aturar o inevitável, é tirar algum proveito do imprevisto, é ficar debochadamente assombrado consigo próprio: como é que eu me meti nessa, como é que foi acontecer comigo? Pois é, são os efeitos colaterais de se estar vivo.
Benditos os que conseguem se deixar em paz. Os que não se cobram por não terem cumprido suas resoluções, que não se culpam por terem falhado, não se torturam por terem sido contraditórios, não se punem por não terem sido perfeitos. Apenas fazem o melhor que podem.
Se é para ser mestre em alguma coisa, então que sejamos mestres em nos libertar da patrulha do pensamento. De querer se adequar à sociedade e ao mesmo tempo ser livre.
Adequação e liberdade simultaneamente? É uma senhora ambição. Demanda a energia de uma usina. Para que se consumir tanto?
A vida não é um questionário de Proust. Você não precisa ter que responder ao mundo quais são suas qualidades, sua cor preferida, seu prato favorito, que bicho seria. Que mania de se autoconhecer. Chega de se autoconhecer. Você é o que é, um imperfeito bem-intencionado e que muda de opinião sem a menor culpa.
Ser feliz por nada talvez seja isso.
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