Lev Vigotski contribuiu de forma decisiva para a psicologia ao propor a teoria histórico-cultural do desenvolvimento humano. De acordo com esse teórico,
O conceito de instituição em psicosociologia
contempla não apenas as regras explícitas e
formalizadas, mas também os processos simbólicos e
as relações de poder que moldam as práticas e
subjetividades dentro do grupo social.
Com base no modelo estrutural da personalidade
desenvolvido por Freud, e considerando as críticas
contemporâneas das abordagens intersubjetivas e das
neurociências à concepção tripartida clássica (id, ego,
superego), é correto afirmar que, embora o ego opere
como mediador entre as exigências pulsionais e as
normas sociais, a sua função não se limita ao controle,
mas inclui também a capacidade de simbolização e de
atribuição de sentido às experiências, aspecto que
transcende o modelo homeostático original freudiano.
As teorias psicanalíticas afirmam que a
sexualidade infantil é puramente simbólica,
manifestando-se exclusivamente através de representações fantasiosas, não possuindo qualquer
expressão no plano corporal.
De acordo com os paradigmas contemporâneos da
Psicologia Clínica, que incorporam princípios
fenomenológicos e éticos da intersubjetividade, é
correto afirmar que a neutralidade absoluta na
condução da entrevista psicológica não apenas é
inviável, como também indesejável, pois a
manifestação empática do psicólogo é considerada
condição essencial para a construção do setting
terapêutico e para a emergência dos conteúdos
subjetivos do paciente.