Um homem de 70 anos, sem história de doença psiquiátrica
prévia, apresentou, no último ano, quadro de alucinações visuais
complexas e transtorno cognitivo que afeta suas atividades
instrumentais da vida diária. Ao exame apresenta bradicinesia e
rigidez em roda dentada.
De acordo com o caso clínico relatado no texto 2, considerando o
diagnóstico mais provável, a melhor classe farmacológica para
iniciar tratamento da paciente em questão é:
Uma mulher de 30 anos, sem história de doença psiquiátrica
prévia, apresenta há alguns anos quadros alternantes de dois
grupamentos de sintomas. Primeiro grupo: ideação suicida,
tristeza intensa, desvalia, fadiga e alterações no sono. Segundo
grupo: excesso de euforia, logorreia, autoestima inflada,
aceleração de pensamentos com “fuga de ideias”, perda de
controle sobre as atitudes com intensificação de compulsões
(alimentar, jogos, compras e desejos sexuais), irritabilidade,
agressividade e delírios de grandeza.
Considerando que os dois grupos de sintomas citados no texto 1
causam prejuízo significativo nas atividades de vida diária, o
tratamento mais adequado é:
Um idoso de 77 anos em uso contínuo de omeprazol (40 mg/dia)
por 9 meses, passou recentemente a apresentar déficit cognitivo
que vem afetando suas atividades cotidianas.
Um paciente de 47 anos afirma que há uma cobra em seu
abdômen. Apesar de os exames objetivos mostrarem total
normalidade, o paciente mantém sua crença inabalável na
presença da cobra dentro de seu corpo.
Um paciente jovem de 20 anos deu entrada no serviço de
emergência psiquiátrica com o seguinte quadro: síndrome de
psicose aguda (delírios e alucinações), hipertensão, hipertermia,
taquicardia, midríase e diaforese. Seu pai relatou que o filho
tinha uma alteração genética que causava a diminuição sérica da
colinesterase e que usava álcool.