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Respondida
Sobre Psicopatologia Geral: Psicopatologia Descritiva e Psicopatologias Compreensivas. As funções psíquicas e seus transtornos.
Respondida
Sobre psicoterapias, é CORRETO afirmar que:
A
quando houver prescrição de psicofarmacoterapia, nos Transtornos de Ansiedade, as psicoterapias devem ser proscritas.
B
no que toca ao candidato à análise freudiana, controle deficiente dos impulsos, baixa motivação para com o tratamento,
incapacidade para tolerar ansiedade e frustração e ausência de sofrimento, são contraindicações para o emprego da psicanálise.
C
nas chamadas “crises vitais”, essenciais ou acidentais, deve-se, em geral, prescrever psicofármacos, proscrevendo-se as
psicoterapias.
D
nas crises vitais, sejam acidentais ou essenciais, deve-se, preferentemente, prescrever psicofármacos, proscrevendo-se as
psicoterapias.
E
a forma de psicoterapia hoje mais frequentemente empregada em pacientes drogadictos não está baseada na Entrevista
Motivacional, mas na Psicanálise.
Respondida
Sobre Nosologia/Nosografia em Psiquiatria, é CORRETO afirmar que
A
apenas os portadores de Transtornos de Ansiedade experimentam ansiedade – uma sensação difusa, desagradável e vaga de
apreensão, por vezes acompanhada de sintomas autonômicos.
B
sintomas e/ou sinais psiquiátricos (agitação psicomotora, alucinoses, delirium, p.e.) são raros em quadros de hipertireoidismo,
insuficiência renal, lúpus eritematoso sistêmico.
C
no diagnóstico diferencial em Psiquiatria, a exclusão de condições médicas não-psiquiátricas que possam explicar os sintomas de
pacientes psiquiátricos é obrigação técnica do psiquiatra.
D
o Transtorno do Pânico não requer diagnóstico diferencial com doenças cardiovasculares, endócrinas, pulmonares e/ou
neurológicas.
E
não conferem mau prognóstico aos quadros esquizofrênicos: início na juventude, ausência de fatores precipitantes, sintomas
negativos e história familiar de transtornos esquizofreniformes.
Respondida
Sobre Urgências e Emergências psiquiátricas, é CORRETO afirmar que:
A
a avaliação psiquiátrica para a determinação do risco de suicídio deve incluir exame clínico geral e psiquiátrico; avaliação dos
fatores de risco (modificáveis ou fixos) e dos fatores protetores, com indagações específicas sobre a existência de ideação suicida,
por parte do paciente, e identificação do nível de risco, se baixo, médio ou alto.
B
em um sujeito idoso e deprimido, viúvo, aposentado, usuário abusivo de álcool, com história familiar de suicídio, o risco suicida é
baixo.
C
resultante de uma profunda interação entre fatores ambientais, sociais, culturais, fisiológicos, genéticos, psicológicos e biológicos,
o suicídio é doença mental complexa, multidimensional e multicausal.
D
diz-se, acertadamente, que “pessoas que ficam ameaçando suicídio não se matam (e, por isso, não necessitam de suporte
psicológico/psiquiátrico), pois, afinal, quem quer se matar se mata mesmo”.
E
porque o conhecimento sobre os fatores de risco não permitem predizer exatamente se e quando um paciente cometerá suicídio, o
cálculo de tal risco é matéria secundária quanto às medidas de prevenção ao suicídio.
Respondida
Sobre Psiquiatria Forense, é CORRETO afirmar que
A
em Psiquiatria Forense, a dissimulação é a tentativa do paciente de criar, voluntariamente, um sintoma que de fato não tem,
enquanto metassimulação é o ato de negar involuntariamente a presença de sinais e/ou sintomas psicopatológicos.
B
em Psiquiatria Forense, dissimulação é a tentativa do paciente de criar, voluntariamente, um sintoma que de fato não tem, enquanto
simulação é o ato de negar voluntariamente a presença de sinais e/ou sintomas psicopatológicos evidentes.
C
em Psiquiatria Forense, a metassimulação é a tentativa do paciente de criar, involuntariamente, um sintoma que de fato não tem e
jamais teve, enquanto simulação é a denominação dada ao comportamento que consiste em intentar ocultar voluntariamente a
presença de sinais e/ou sintomas psicopatológicos de que realmente padece.
D
em Psiquiatria Forense, simulação é a tentativa do paciente de criar, conscientemente, um sintoma do qual de fato não padece,
enquanto dissimulação é o ato de negar, conscientemente, a presença de sinais e/ou sintomas psicopatológicos realmente
existentes.
E
na simulação, o desejo de obtenção de algum ganho, por parte do paciente, é raro, assim como a dissimulação raramente ocorre por
medo de internação, por exemplo.
Respondida
Sobre Psiquiatria Forense: conceito e atuação do Perito em Psiquiatria Forense:
A
Dentre outras atividades, cabe, ao Psiquiatria Forense: avaliação da capacidade mental para fins jurídicos de caracterização da
existência de elementos alusivos à imputabilidade ou inimputabilidade penal; avaliação da capacidade mental para ato
testamentário; avaliação de capacidade mental para adoção de menores; avaliação de nexo causal entre ocupação trabalhista e
transtorno mental.
B
Na Psiquiatria Forense, dada a objetividade da avaliação psiquiátrica, falhas de avaliação quanto à caracterização da existência (ou
não) de periculosidade em albergados da Justiça a serem postos em regime prisional semiaberto são raras.
C
Em conformidade com a Lei número 10.216, de 6 de abril de 2001, pessoas diagnosticadas como portadoras de transtornos
psicóticos, mesmo quando assintomáticas, são inimputáveis.
D
Segundo o tratado “Psiquiatria Forense de Taborda”, de Abdalla-Filho e colaboradores, há “inimputabilidade dupla” quando uma
dada pessoa pode ser criminal e civilmente apenada.
E
Do ponto de vista psiquiátrico-forense, afirma-se que uma pessoa é imputável, em conformidade com a Legislação Brasileira,
desde que tenha mais de dezoito anos, posto que, após tal idade, ela possui plena capacidade de discernimento entre o certo e o
errado.
Respondida
Sobre Psicoterapias, é CORRETO afirmar que
A
os portadores de Retardo Mental, principalmente quando associada a Inibidores Seletivos da Recaptação de Serotonina, a
Psicanálise produz excelentes resultados terapêuticos a médio prazo.
B
a projeção de conteúdos psíquicos contrários, ou seja, negativos, da parte do analista sobre a pessoa do analisando, chama-se, em
Psicanálise, Contratransferência.
C
dada a frequente possibilidade de neurose de transferência, a terapia cognitivo-comportamental, nos Transtornos de Ansiedade, em
geral, é absolutamente contraindicada.
D
contratransferência, em Psicanálise, é a projeção de conteúdos psíquicos da parte do analista sobre a pessoa do analisando.
E
nas psicoterapias cognitivo-comportamentais, ao deslocamento de sentimentos e afetos originalmente experimentados em
relacionamentos com pessoas do passado, por parte do analisando sobre o analista, dá-se o nome de Transferência.
Respondida
Sobre Urgências e Emergências psiquiátricas, é verdade se afirmar que
A
o parassuicídio não é forma de expressão de ideação suicida levada ao ato.
B
o suicídio, seja frustro, seja consumado, apenas raramente está associado a quadros de Transtornos Afetivos.
C
socialmente, uma das formas menos alarmantes de suicídio é aquela que se verifica entre universitários, fato facilmente
compreensível dado o estresse a que são cotidianamente expostos.
D
em pessoa não usuária de drogas, sem histórico de suicídio na família, religiosa, mas com quadro de depressão reativa branda
(reação de enlutamento) o risco suicida é elevado.
E
o suicídio não é um Transtorno Mental, embora sua causa mais frequente seja representada pelos transtornos mentais, notadamente
as Depressões.
Respondida
Sobre anamnese psiquiátrica: formas de tomada de entrevista, estrutura da história clínica, exame mental, exames complementares em
psiquiatria, é CORRETO afirmar que:
A
Em Psiquiatria Clínica, a habilidade do Examinador não é evidenciada pelas perguntas que evita fazer, por aquelas que faz e pela
decisão de quando e como falar ou calar-se.
B
São todas condutas prescritas e não proscritas durante a entrevista psiquiátrica, de parte do entrevistador/examinador, para
qualquer que seja o objetivo ou finalidade: manter atitude interessada, escutar atentamente o paciente, eventualmente tecendo
comentários valorativos sobre seu comportamento.
C
Condição geral de higiene corporal, roupas e acessórios não fornecem indícios a serem levados em consideração no diagnóstico
presuntivo de um transtorno mental.
D
Na prática cotidiana da Psiquiatria Clínica, é prescindível o exame físico do portador de transtorno mental, uma vez que ao
psiquiatra deve interessar, precipuamente, o Exame Mental.
E
Exames Psicométricos, como a mensuração do Quociente Intelectual (QI), quando de realização exequível, sobretudo objetivando
refinamento diagnóstico/prognóstico, notadamente nas suspeitas de Retardo Mental e/ou Demência, devem ser aplicados – embora
a sua aplicação seja área de atuação exclusiva do Psicólogo.
Respondida
A Lei Nº 10.216 dispõe sobre a proteção e os direitos das pessoas portadoras de transtornos mentais e redireciona o modelo assistencial
em saúde mental. Em seu artigo 6º, condiciona a internação psiquiátrica. Nesse sentido, pode-se afirmar que
I- a internação psiquiátrica somente será realizada mediante laudo médico circunstanciado que caracterize os seus motivos. II- a solicitação de leito de Saúde Mental compete a um médico devidamente inscrito no Conselho de Classe, não havendo a
obrigatoriedade da solicitação ser realizada por médico psiquiatra, entretanto, só feita com a anuência deste. III- a solicitação somente será acatada pela Central de Regulação de Leitos em Saúde Mental mediante o registro em sistema do nome
e do número do registro no CRM do médico responsável pela solicitação do internamento. IV- todas as informações fornecidas à Central de Regulação de Leitos em Saúde Mental são de responsabilidade integral do médico
solicitante do leito. V- equívocos de regulação decorrentes de informações inverídicas serão de responsabilidade do autor das mesmas. Está CORRETO o que se afirma em