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A manutenção de aquários e lagos ornamentais requer cuidados com a qualidade da água. Para o uso de água da rede
de saneamento, muitas vezes é necessária a remoção de cloro e cloraminas, que podem levar à morte de peixes e
outros animais, ou mesmo prejudicar o desenvolvimento da biota. Essa remoção pode ser realizada com o uso de
condicionadores baseados em tiossulfato de sódio (Na2S2O3), que reage de forma espontânea com cloro e cloroaminas
para gerar espécies químicas inofensivas. No caso da reação com cloroaminas, esses condicionadores possuem
também aditivos que neutralizam a amônia produzida na reação. Considere a remoção de cloro de uma amostra e os
diagramas de Latimer a seguir.
A reação, que provoca o condicionamento da água da rede de saneamento própria para uso, possui a diferença de potencial padrão de:
A reação, que provoca o condicionamento da água da rede de saneamento própria para uso, possui a diferença de potencial padrão de:
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O éster diisononílico do ácido 1,2-ciclohexanodicarboxílico (DINC) é um importante plastificante não baseado em ftalatos, usado na
fabricação de artigos de plástico flexíveis em áreas de aplicação sensíveis, como brinquedos, dispositivos médicos e embalagens
de alimentos. Esse composto pode ser obtido por uma sequência de reações, que parte do ácido fumárico (ácido 2-butenodióico,
M = 116 g mol–1) para formar um derivado do ciclohexeno na etapa I, cujo rendimento é de 80%, seguida de hidrogenação obtida de
forma quantitativa e, por fim, esterificação com 1-nonanol (M = 144 g mol–1), com rendimento de 90%, conforme mostrado no
esquema a seguir.

Dados: Massa molar (g mol–1): C = 12, O = 16, H = 1.
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O éster diisononílico do ácido 1,2-ciclohexanodicarboxílico (DINC) é um importante plastificante não baseado em ftalatos, usado na
fabricação de artigos de plástico flexíveis em áreas de aplicação sensíveis, como brinquedos, dispositivos médicos e embalagens
de alimentos. Esse composto pode ser obtido por uma sequência de reações, que parte do ácido fumárico (ácido 2-butenodióico,
M = 116 g mol–1) para formar um derivado do ciclohexeno na etapa I, cujo rendimento é de 80%, seguida de hidrogenação obtida de
forma quantitativa e, por fim, esterificação com 1-nonanol (M = 144 g mol–1), com rendimento de 90%, conforme mostrado no
esquema a seguir.

Dados: Massa molar (g mol–1): C = 12, O = 16, H = 1.
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O eletrodo de referência prata-cloreto de prata é amplamente usado em medidas eletroquímicas, por exemplo, em
sistemas de controle de corrosão por proteção catódica em ambientes costeiros, e é uma alternativa aos eletrodos de
calomelano, que têm riscos ambientais. Ele consiste em um fio de prata recoberto por uma fina camada de cloreto de
prata mergulhado numa solução eletrolítica. Para que o potencial de eletrodo não varie, a concentração de íons prata
deve ser constante. Considere que um fio é recoberto por uma camada de 1,0 mg de cloreto de prata e está imerso
em 0,1 mL de uma solução 3 mol L–1 de cloreto de sódio.
Dados: Massas molares (g mol–1): Ag = 107; Cl = 35,5. KPS (AgCl) = 1,8 x 10–10.
Na situação descrita, a concentração de prata, em mol L–1, na solução é de:
Dados: Massas molares (g mol–1): Ag = 107; Cl = 35,5. KPS (AgCl) = 1,8 x 10–10.
Na situação descrita, a concentração de prata, em mol L–1, na solução é de:
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Em 1999, o Laboratório Nacional Lawrence Berkeley (EUA) anunciou a descoberta dos elementos superpesados de
números atômicos 116 e 118. Porém, mais tarde, descobriu-se que as evidências haviam sido forjadas por um de seus
cientistas, e o trabalho científico teve que ser retratado. Um ano depois, pesquisadores do Centro Conjunto
Internacional de Pesquisa Nuclear, na Rússia, liderados por Yuri Oganessian, em parceria com Laboratório Nacional
Lawrence Livermore nos EUA, descobriram esses dois novos elementos, os quais foram nomeados livermório (116Lv)
e oganésson (118Og), em homenagem ao laboratório e ao pesquisador líder, respectivamente. Og é atualmente o último
elemento da tabela periódica. Ambos os elementos superpesados foram sintetizados por meio do bombardeamento
de elementos actinídeos (An) por íons do isótopo Ca-48, conforme esquemas I e II. O Og também decai radioativamente
e produz Lv, como mostrado no esquema III.
Nos esquemas, os actinídeos An’ e An” e as partículas x e y são, respectivamente:
Nos esquemas, os actinídeos An’ e An” e as partículas x e y são, respectivamente:
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Em 2025 houve um aumento muito grande de casos de intoxicação por metanol, especialmente no estado de São Paulo.
Os sintomas da intoxicação aparecem em até 12 horas, e a substância age na medula e no cérebro, causando confusão
mental, lesão no nervo óptico, acidose no sangue e respiratória. Com a ingestão do metanol, em vez de metabolizá-lo
em substâncias facilmente processadas, o fígado o converte em compostos ainda mais perigosos, capazes de
provocar cegueira e de levar à morte, como o formaldeído e o ácido fórmico.
A qual classe pertence a reação mencionada no texto, que converte o metanol em compostos mais perigosos?
A qual classe pertence a reação mencionada no texto, que converte o metanol em compostos mais perigosos?
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Além de alcaloides, muitas plantas são tóxicas por conter oxalato de cálcio (M = 128 g mol–1). As beladonas e a
comigo-ninguém-pode são altamente tóxicas devido à presença desse composto na forma cristalina de ráfides (agulhas), que são
perfurantes. Quando em contato com a pele e/ou mucosas, podem causar lesões e, em casos mais sérios, asfixia, podendo levar a
óbito devido à obstrução das vias aéreas. No entanto, outras folhas, como espinafre, são ricas em oxalato, mas nesse caso o
composto se encontra na forma cristalina de drusas e prismas pequenos, que não são tóxicos.
5 C2O4 2−(aq) + 2 MnO4 −(aq) + 16 H+(aq) → 10 CO2(g) + 2 Mn2+(aq) + 8H2O(l)
Considerando os dados descritos da análise, a quantidade de oxalato, em miligramas, por 100 g de folha seca, é mais próxima de:
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Além de alcaloides, muitas plantas são tóxicas por conter oxalato de cálcio (M = 128 g mol–1). As beladonas e a
comigo-ninguém-pode são altamente tóxicas devido à presença desse composto na forma cristalina de ráfides (agulhas), que são
perfurantes. Quando em contato com a pele e/ou mucosas, podem causar lesões e, em casos mais sérios, asfixia, podendo levar a
óbito devido à obstrução das vias aéreas. No entanto, outras folhas, como espinafre, são ricas em oxalato, mas nesse caso o
composto se encontra na forma cristalina de drusas e prismas pequenos, que não são tóxicos.

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Conhecido como “falsa couve”, o caso recente de pessoas que ingeriram uma espécie venenosa de folha de seu jardim
reacendeu o alerta sobre os perigos de plantas comuns de jardim. As pessoas foram intoxicadas por ingerir folhas
de Nicotiana glauca, que são similares às da couve, mas que contêm alcaloides tóxicos, que atacam o sistema nervoso,
dentre os quais se destaca a anabasina. Outras plantas ornamentais comuns em jardim, como beladonas e lírio
trombeta, também contêm alcaloides, como a atropina, e sua ingestão pode provocar convulsões e até parada
respiratória. As estruturas da anabasina e da atropina são:
Qual função orgânica é comum nos compostos tóxicos mencionados no texto?
Qual função orgânica é comum nos compostos tóxicos mencionados no texto?
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Os lantanídeos (Ln) estão sendo considerados estratégicos para as economias, devido às diversas aplicações em tecnologias
aeroespaciais, de defesa, energia, telecomunicações, eletrônica e transporte. Esses elementos estão contidos no bloco f da tabela
periódica e localizados na coluna do grupo 3, na família dos metais de transição junto com escândio e ítrio, apesar de haver
divergências entre os cientistas sobre a presença dos lantanídeos nesse grupo. De todo modo, esse grupo da tabela corresponde
ao das terras raras, uma vez que escândio e ítrio são encontrados nos mesmos minérios que os lantanídeos. Quando formam
compostos minerais, os cátions de todos elementos do grupo 3 possuem o estado de oxidação +3. O Brasil possui a segunda maior
reserva de minérios de terras raras e, para alcançar maior valor agregado, necessita desenvolver tecnologias de processamento dos
minérios para a separação e purificação desses metais. Geralmente e de modo simplificado, o processamento ocorre em etapas em
que o minério é triturado e tratado em altas temperaturas com ácido sulfúrico para alterar as fases minerais e torná-las solúveis. Em
seguida, com resfriamento, vão se formando os óxidos dos metais separadamente. Para obtenção do metal, esses óxidos são
fundidos e colocados em células onde são submetidos a corrente e potencial elétricos.
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