Foram encontradas 15.454 questões.
Disciplina: Redação Oficial
Banca: Fundação La Salle
Orgão: Pref. Porto Alegre-RS
I. A epígrafe de um ato normativo consiste na parte do texto responsável por resumir o seu conteúdo e definir o seu exato alcance prático, devendo ser obrigatoriamente grafada com letras minúsculas, em negrito e alinhada junto à margem esquerda do documento legal.
II. Conforme as regras de articulação e estruturação legal, os artigos de um ato normativo podem ser desdobrados em parágrafos ou em incisos, sendo que os parágrafos dividem-se em incisos, os incisos em alíneas e as alíneas desdobram-se em algarismos árabes denominados itens.
III. Na indicação de datas em atos normativos oficiais, o primeiro dia de cada mês deve ser obrigatoriamente representado por algarismo ordinal, ao passo que os dias subsequentes devem ser indicados por algarismos cardinais, sendo vedado o uso de zero à esquerda nos numerais de dígito único.
Das afirmativas acima, está(ão) correta(s):
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Acerca da comunicação interna e externa, da redação oficial de documentos e dos tipos de documentos administrativos nas organizações públicas, julgue os itens a seguir.
O padrão ofício uniformiza a diagramação das comunicações oficiais, determinando que o aviso, o ofício e o memorando mantenham as suas estruturas textuais distintas.
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- Manual de Redação da Presidência da RepúblicaAs Comunicações OficiaisTipos de documentoCorreio eletrônico (e-mail) 1
Acerca da comunicação interna e externa, da redação oficial de documentos e dos tipos de documentos administrativos nas organizações públicas, julgue os itens a seguir.
O e-mail institucional exime o uso de fechos oficiais de cortesia, bastando a assinatura do remetente para a conclusão formal do documento eletrônico.
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- Manual de Redação da Presidência da RepúblicaAs Comunicações OficiaisAspectos Gerais da Redação Oficial
Acerca da comunicação interna e externa, da redação oficial de documentos e dos tipos de documentos administrativos nas organizações públicas, julgue os itens a seguir.
A construção “Solicitamos o envio dos relatórios de gestão setorial até o dia 15 de junho de 2026 para a consolidação dos dados anuais” é uma amostra de aplicação dos atributos de clareza e precisão na redação oficial.
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- Manual de Redação da Presidência da RepúblicaAs Comunicações OficiaisAspectos Gerais da Redação Oficial
No que se refere à comunicação organizacional no contexto da comunicação interna e externa, à redação oficial de documentos, aos tipos de documentos administrativos e à expedição de correspondência, julgue os itens seguintes.
Conforme a terceira edição do Manual de Redação da Presidência da República, mantém-se a distinção formal entre o aviso, o ofício e o memorando, cabendo o uso do memorando como expediente próprio para comunicações entre unidades administrativas de um mesmo órgão.
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- Manual de Redação da Presidência da RepúblicaAs Comunicações OficiaisAspectos Gerais da Redação Oficial
No que se refere à comunicação organizacional no contexto da comunicação interna e externa, à redação oficial de documentos, aos tipos de documentos administrativos e à expedição de correspondência, julgue os itens seguintes.
A concisão na redação oficial consiste em transmitir a informação necessária com o menor número possível de palavras, eliminando excessos, repetições e detalhes dispensáveis, sem comprometer a clareza, a precisão e a compreensão integral da mensagem administrativa.
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- Manual de Redação da Presidência da RepúblicaAs Comunicações OficiaisAspectos Gerais da Redação Oficial
No que se refere à comunicação organizacional no contexto da comunicação interna e externa, à redação oficial de documentos, aos tipos de documentos administrativos e à expedição de correspondência, julgue os itens seguintes.
Em uma comunicação oficial que trate de assunto técnico, o redator deve privilegiar a demonstração de domínio especializado, utilizando vocabulário rebuscado e construções sintáticas complexas sempre que isso conferir maior formalidade ao texto.
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INFINITA ENQUANTO DURE
Lucília Diniz
Por uma dessas indiscrições que a tecnologia permite, ficamos sabendo de uma conversa inusitada entre o presidente russo, Vladimir Putin, e o dirigente da China, Xi Jinping. Enquanto caminhavam em Pequim, os líderes falaram sobre a possibilidade de prolongar, ou até eternizar, a existência, por meio de transplantes de órgãos. Os dois septuagenários sentiam-se ainda muito jovens diante do que a tecnologia médica pode-lhes oferecer. Putin sempre divulgou imagens em que aparece praticando exercícios. Xi também é um notório fã de esportes, embora visivelmente mais discreto. Não me lembro de ter visto uma foto sua em que não usasse terno e gravata ou o traje tradicional chinês. Os líderes sabem, portanto, a relevância da atividade física, até porque precisam de muita energia para estar há tanto tempo à frente de duas enormes potências. Mas me espantou que a expectativa deles fosse a de recorrer a cirurgias para viver mais.
Não é uma questão apenas de governantes poderosos. Nos últimos anos, alguns dos maiores investidores do planeta, do Vale do Silício a fundado res de empresas de tecnologia e biotecnologia, têm colocado bilhões de dólares em start-ups que prometem retardar ou reverter o envelhecimento, rejuvenescer células e desenvolver medicamentos capazes de ampliar não só a expectativa, mas a qualidade de vida. Há quem aposte em terapias celulares, quem veja na inteligência artificial a chave para descobrir novas drogas e até quem gaste for tunas em regimes pessoais para ter, aos 50, exames compatíveis com os de alguém de 20.
É claro que a ideia de prolongar indefinidamente a existência não é nova. O fascínio da literatura com o potencial da ciência está em grandes obras da língua inglesa, que se tornaram clássicas justamente porque o tema é, com perdão da ironia, imortal. Temos o Frankenstein, em que o cientista obcecado em gerar vida no laboratório acaba criando um monstro. A busca pela juventude eterna é o mote de O Retrato de Dorian Gray, no qual uma pintura envelhece no lugar de seu dono. Mesmo o vampiro mais famoso de todos, o Drácula, é um ser que se eterniza à custa de sangue novo.
Hoje, porém, o grau de realismo científico já ultrapassa a ficção. Ao mesmo tempo, surgem questões filosóficas: se a imortalidade estivesse ao alcance, qual você escolheria? A do corpo que se mantém jovem indefinida mente? A da mente que não perde memória nem clareza? Se você soubesse que jamais morreria, quais seriam suas prioridades na vida?
Se tento responder, imagino que não gostaria de uma existência infinita sem a companhia das pessoas que amo. A minha escolha talvez recaísse sobre a eternidade da experiência afetiva, a possibilidade de atravessar gerações com os meus. Mas, no fundo, tenho para mim que o mais decisivo é viver bem a vida que se tem, sem jamais descuidar dela. Os cuidados preventivos de saúde, com boa alimentação e, sempre, o exercício, continuam sendo os pilares mais concretos para viver muito e, sobretudo, melhor. Foi graças à cultura de investir nesses cuidados que os avanços médicos nos proporcionaram o maior salto de qualidade de vida das últimas décadas. Que a vida possa, como o amor do poeta Vinicius de Moraes, ser infinita enquanto dure.
Disponível em: https://veja.abril.com.br/ Acesso em: 06 jun. 2026.
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