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Diversas teorias buscam explicar a evolução dos cães domésticos, especialmente a partir da relação entre lobos e seres humanos. Relacione a Coluna 1 à Coluna 2, associando as teorias às suas respectivas definições.
Coluna 1
1. Hipótese do lobo-doméstico.
2. Autodomesticação.
3. Origem multirregional.
4. Domesticação por seleção artificial.
5. Coevolução.
Coluna 2
( ) Afirma que cães são originários de lobos mais dóceis que se aproximaram espontaneamente de assentamentos humanos em busca de restos de alimentos.
( ) Defende que os humanos selecionaram intencionalmente lobos com características desejáveis, como docilidade e sociabilidade.
( ) Sustenta que humanos e lobos evoluíram conjuntamente em uma relação de benefício mútuo.
( ) Propõe que os cães evoluíram a partir dos descendentes de lobos domesticados que foram selecionados para funções como caça e pastoreio.
( ) Defende que a domesticação ocorreu de forma independente em diferentes regiões do mundo.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
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Durante o processo de formação de um cão-guia, diferentes critérios podem ser considerados ao longo das etapas de seleção, treinamento e avaliação do animal. Com base nesses critérios, analise as assertivas abaixo:
I. A velocidade de caminhada deve ser padronizada e constante, independentemente das características do usuário e do ambiente.
II. A raça do cão pode ser considerada como um critério relevante no processo global de formação, especialmente nas etapas de seleção e adequação ao trabalho.
III. A treinabilidade não é um fator determinante, uma vez que todos os cães podem atingir o mesmo nível de desempenho com treinamento adequado.
IV. A estabilidade comportamental e o baixo nível de reatividade frente a estímulos ambientais são características fundamentais para o trabalho de guia.
V. A hereditariedade é um aspecto relevante na formação de cães-guia, influenciando características comportamentais e funcionais desejáveis.
Quais estão corretas?
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Um docente do IF é designado para coordenar a expansão do Curso Técnico em Proteção e Defesa Civil para novos campi localizados em regiões com vulnerabilidades geológicas e hidrometeorológicas distintas. O projeto deve estar alinhado ao PN-PDC 2025-2035, que prevê a capacitação continuada e o comportamento de prevenção como eixos transversais de resiliência nacional. O cenário geral é descrito a seguir:
1. Cenário pedagógico: a necessidade de implementar a avaliação por competências e o uso de simulações e exercícios operacionais (simulados) integrados à comunidade local.
2. Cenário institucional: a exigência de que o curso não seja apenas uma entrega de sala de aula, mas um hub de apoio técnico e científico aos setores de Proteção e Defesa Civil municipais da região, integrando ensino, pesquisa e extensão (Nexus).
3. Dilema de gestão: como estruturar a expansão do curso para que ele atue simultaneamente na formação técnica de excelência e na assessoria científica à gestão de riscos local, respeitando a autonomia dos entes federativos e as normas da EPT.
Considerando os fundamentos da EPT e os estudos de Beppler et al. (2024) sobre a atuação dos IFs, qual é a estratégia de expansão mais robusta e tecnicamente correta?
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Em uma aula prática sobre uma vistoria de emergência em um edifício de alvenaria estrutural, o docente de Proteção e Defesa Civil observa fissuras a 45° nas paredes do primeiro pavimento e dificuldade de fechamento de portas e janelas. Considerando os estudos de Beppler, Mondini e Mondini (2018) sobre gestão municipal e as normas de inspeção predial, qual é a conduta imediata a ser adotada?
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Um gestor de Defesa Civil recebe um laudo técnico apontando a necessidade de monitoramento de uma ponte com suspeita de recalque diferencial em um dos encontros. Qual é a diferença técnica fundamental entre o uso de um teodolito e de uma estação total para esse monitoramento?
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Durante uma vistoria técnica em uma edificação multifamiliar atingida por um incêndio estrutural, um engenheiro identifica o fenômeno do spalling (lascamento explosivo do concreto) em pilares e vigas. Com base na gestão de riscos e na segurança de estruturas, qual é a interpretação correta em relação ao risco de colapso iminente?
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Durante uma atividade de extensão, um docente do curso técnico em Proteção e Defesa Civil realiza uma oficina em uma comunidade localizada em área suscetível a inundações e movimentos de massa. Na atividade, os moradores relatam que:
• Nunca elaboraram um plano de autoproteção;
• Não sabem identificar rotas seguras de saída;
• Possuem idosos e crianças na residência;
• Não têm definição de ponto de encontro em caso de evacuação.
O docente, alinhado às diretrizes de ERRD e à construção de uma cultura de prevenção, propõe a elaboração do Plano de Autoproteção Familiar. Considerando esse contexto, assinale a alternativa que apresenta a orientação técnica mais adequada para a definição de uma rota de fuga segura.
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Um profissional que atua em Proteção e Defesa Civil utiliza uma RPA (Aeronave Remotamente Pilotada) equipada com sensor RGB de alta resolução para realizar o levantamento aerofotogramétrico de uma área de ocupação irregular após um deslizamento. Segundo as diretrizes de inovação do PN-PDC 2025-2035 e as normas da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e do Departamento de Controle do Espaço Aéreo (Decea), qual é o procedimento técnico indicado para garantir a validade métrica do Modelo Digital de Superfície (MDS) gerado?
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Em um projeto acadêmico, está sendo desenvolvido um aplicativo de mapeamento colaborativo de alagamentos urbanos. Como esse projeto se alinha com o objetivo de Transformação Digital e Inovação do PN-PDC 2025-2035?
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Após um evento pluviométrico de intensidade excepcional, um engenheiro com atuação na Proteção e Defesa Civil é designado para estabelecer um sistema de monitoramento em uma encosta densamente ocupada por construções em áreas de risco que, após o incidente, apresentaram indícios de instabilidade e trincas estruturais. O objetivo é garantir a emissão de alertas precoces de recalques e deslocamentos horizontais milimétricos, conforme as diretrizes PN-PDC 2025-2035 e a Lei nº 12.608/2012, que impõe a gestão de riscos como componente essencial do planejamento territorial. Considerando o caso apresentado, qual é a configuração técnica e metodológica mais adequada para o monitoramento de precisão utilizando uma estação total de alta precisão?
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