As conquistas da ciência e da tecnologia representam
o domínio do ser humano sobre a natureza, com a
possibilidade de ampliar suas capacidades para produzir
melhores condições de vida. Porém, a potencialidade da
incorporação da ciência, tecnologia e inovação em saúde
para atender às necessidades de saúde da população no
mundo contemporâneo tem sido objeto de muitas
polêmicas.
Quanto à melhor abordagem desse tema na formação
dos trabalhadores da saúde, é correto afirmar que:
Os seguintes excertos foram extraídos do artigo de
Batista et. al. (2004)
I. Referência: BATISTA, Luís Eduardo; ESCUDER,
Maria Mercedes Loureiro; e PEREIRA, Julio Cesar
Rodrigues. A cor da morte: causas de óbito segundo
características de raça no Estado de São. Paulo, 1999
a 2001. Rev. Saúde Pública, 2004; 38(5): 630-6.
II. Henriques, que estudou a evolução das condições de
vida na década de 90, verificou que 63% da população
pobre é de negros e que 61,2% da população negra é
de pobres ou indigentes. (pp. 631-632).
III. De fato, gravidez e parto, transtornos mentais,
doenças infecciosas, doenças mal definidas, doenças
nutricionais e causas externas, embora causas de
doenças, elas não deveriam ser causa de óbito. [...]
este grupo de causas de óbitos vai associar-se mais
fortemente com as categorias preta e parda. (p. 634).
IV. Martins & Tanaka, em 2000, identificaram taxas de
mortalidade materna mais elevadas entre negras. (p.
635). V. No presente estudo, escapou ao controle da análise
das relações entre cor e causa de óbito a
caracterização da condição socioeconômica das
pessoas. [...] Talvez a característica da morte não seja
a cor, mas a condição socioeconômica. (p. 635).
Com base na relação entre esses excertos e o problema
do direito universal à saúde, é correto afirmar que:
“Uma compreensão não estática e histórica de classe
social nos ajuda a entender a diversidade humana na
perspectiva da totalidade e que a luta de classes
necessariamente, de forma explicita ou implícita,
incorpora a diversidade em suas manifestações do
feminismo, das relações sociais de gênero e sexualidade,
de raça e etnia. [...] Na Educação Profissional e
Tecnológica, não se tem uma tradição consolidada de
estudos dessa ordem, ainda que estejam crescendo, ao
passo que tais questões são concretas e incidem não
somente na escola, mas também sobre a dinâmica
produtiva e de desenvolvimento científico-tecnológico”.
(RAMOS, 2020, pp. 12-13; 16). Ainda que não se apoie
explicitamente na “interseccionalidade”, o conteúdo
dessa reflexão remete a questões abordadas por esse
conceito, é INCORRETO afirmar que:
Um dos braços que conduziu o Brasil ao
neoliberalismo a partir dos anos de 1990 foi a reforma
administrativa do Estado, que deslocou as fronteiras
entre o público e o privado por meio das “parcerias”, sob
uma racionalidade “economicista-liberal” (DI PIERRO,
2001) e forte influência dos organismos internacionais:
Analise as colunas 1 e 2: Coluna I
Desde esse período até os dias atuais, as políticas de
trabalho, educação e saúde experimentaram:
I. o resgate de antigos ideários ordenadores da política
educacional, como a teoria do capital humano.
II. a atualização da teoria do capital humano sob a égide
do individualismo e da flexibilidade, por meio da
pedagogia das competências.
III. a ideologia da empregabilidade.
IV. a ideologia do empreendedorismo e das
competências socioemocionais.
Coluna II
Trata-se de ideários elaborados e difundidos
relacionados aos seguintes fenômenos, apresentados
em ordem aleatória:
A. crise do conceito de qualificação no trabalho e das
disciplinas na escola, provocados pela restruturação
produtiva e pelo desemprego estrutural, construindo
uma nova noção para ordenar a relação trabalho e
educação.
B. aceitação da era do fim dos empregos e a criação de
novas alternativas para sobreviver, com maior uma
ênfase nos aspectos do saber-ser e saber-conviver.
C. necessidade posta pelo regime de acumulação
flexível, de o trabalhador redirecionar sua autonomia
para produzir uma condição de esperança objetiva ou
a probabilidade mais ou menos elevada de encontrar
um emprego, o que depende da manutenção em dia
das suas competências.
D. investimento no “fator H” como finalidade dos cursos
de qualificação, requalificação, profissionalização e
profissionalização como condição para o crescimento
social e econômico das pessoas e da sociedade,
pensamento originado no contexto do
desenvolvimentismo e renovado sob bases produtivas
flexíveis e a ideologia do neoliberalismo.
É correto afirmar que apresenta corretas relações:
A área Trabalho e Educação é reconhecida no âmbito
acadêmico por sua contribuição para a análise das
políticas educacionais numa perspectiva histórica, à luz
das dinâmicas socioeconômicas e culturais do modo de
produção capitalista e da divisão internacional do
trabalho. Diante dos desafios históricos postos pelas
transformações no mundo do trabalho, marcadas pelas
crises do taylorismo-fordismo e do modelo de Estado de
Bem-Estar-Social a partir da segunda metade do século
XX, sobre a posição hegemônica da área nesse contexto,
é correto afirmar que:
“Uma compreensão não estática e histórica de classe
social nos ajuda a entender a diversidade humana na
perspectiva da totalidade e que a luta de classes
necessariamente, de forma explicita ou implícita,
incorpora a diversidade em suas manifestações do
feminismo, das relações sociais de gênero e sexualidade,
de raça e etnia. [...] Na Educação Profissional e
Tecnológica, não se tem uma tradição consolidada de
estudos dessa ordem, ainda que estejam crescendo, ao
passo que tais questões são concretas e incidem não
somente na escola, mas também sobre a dinâmica
produtiva e de desenvolvimento científico-tecnológico”.
(RAMOS, 2020, pp. 12-13; 16). Ainda que não se apoie
explicitamente na “interseccionalidade”, o conteúdo
dessa reflexão remete a questões abordadas por esse
conceito, é INCORRETO afirmar que:
A área Trabalho e Educação é reconhecida no âmbito
acadêmico por sua contribuição para a análise das
políticas educacionais numa perspectiva histórica, à luz
das dinâmicas socioeconômicas e culturais do modo de
produção capitalista e da divisão internacional do
trabalho. Diante dos desafios históricos postos pelas
transformações no mundo do trabalho, marcadas pelas
crises do taylorismo-fordismo e do modelo de Estado de
Bem-Estar-Social a partir da segunda metade do século
XX, sobre a posição hegemônica da área nesse contexto,
é correto afirmar que:
“Uma compreensão não estática e histórica de classe
social nos ajuda a entender a diversidade humana na
perspectiva da totalidade e que a luta de classes
necessariamente, de forma explicita ou implícita,
incorpora a diversidade em suas manifestações do
feminismo, das relações sociais de gênero e sexualidade,
de raça e etnia. [...] Na Educação Profissional e
Tecnológica, não se tem uma tradição consolidada de
estudos dessa ordem, ainda que estejam crescendo, ao
passo que tais questões são concretas e incidem não
somente na escola, mas também sobre a dinâmica
produtiva e de desenvolvimento científico-tecnológico”.
(RAMOS, 2020, pp. 12-13; 16). Ainda que não se apoie
explicitamente na “interseccionalidade”, o conteúdo
dessa reflexão remete a questões abordadas por esse
conceito, é INCORRETO afirmar que:
A área Trabalho e Educação é reconhecida no âmbito acadêmico por sua contribuição para a análise das políticas educacionais numa perspectiva histórica, à luz das dinâmicas socioeconômicas e culturais do modo de produção capitalista e da divisão internacional do trabalho. Diante dos desafios históricos postos pelas transformações no mundo do trabalho, marcadas pelas crises do taylorismo-fordismo e do modelo de Estado de Bem-Estar-Social a partir da segunda metade do século XX, sobre a posição hegemônica da área nesse contexto, é correto afirmar que:
“Acidentalmente”, em 1912, o jovem inventor e
empresário afro-americano Garret August
Morgan, trabalhando em sua alfaiataria, descobriu um
líquido que impedia de fazer a máquina de costura
queimar tecidos enquanto funcionava. Tratava-se de uma
solução alcalina da classe dos hidróxidos. Depois de
testar a sua solução no pelo de um cão vizinho, obtendo
um bom efeito, Morgan resolveu testar em si
mesmo. Quando funcionou, ele rapidamente estabeleceu
a GA Morgan Hair Refining Company (algo como
“Empresa para Refinar o Cabelo” em português) e
passou a comercializar um creme alisante para os
cabelos para os afro-americanos. A
empresa foi incrivelmente bem
sucedida, mas suas
propagandas eram
impregnadas do racismo
latente da época, prometendo
“melhorar” a aparência e
“tratar” o cabelo crespo.
Morgan era um homem negro. A
partir deste texto retirado do Blog
“Ask me about my hair” (“Pergunte sobre meu cabelo”),
analise as proposições a seguir:
I. Os estudos de gênero raça e classe se localizam
enquanto mecanismos do capitalismo para sustentar
um sistema de produção que depende da exploração.
II. Marcadores de gênero, raça e classe são
fundamentais para a compreensão das contradições
existentes nas relações sociais capitalistas.
III. Os debates acerca do desenvolvimento das ciências
vêm se aproximando da crítica ao atravessamento dos
elementos econômicos sob os corpos dos sujeitos.
IV. O desenvolvimento das ciências no capitalismo vem
contribuindo para o aprofundamento do debate sobre
equidade social.